segunda-feira, 31 de maio de 2010

O CEREBRO OPERA ALÉM DA CONSCIÊNCIA QUE EXPERIMENTA NO ATUAL NÍVEL EVOLUTIVO

 
Primeiro é necessário entender que a mente não lê, palavras conhecidas, soletrando um texto, que passa uma mensagem inteligível, é uma sinfonia verbal; conhecendo o tom é fácil dar seqüência

fator implícito
sinfonia verbal

não passas pelas linhas do organismo conhecedor
a consciência

Na constituição estrutural do ser [humano, animal ou vegetal] há uma propriedade que nós rotulamos, na nossa obra, de inércia do comportamento. Essa propriedade tem a função de condicionar, biomecanicamente, toda e qualquer atividade que se repete, liberando o organismo gestor [a mente] para as atividades pouco comuns ou de maior complexidade. É uma faculdade das células, uma espécie de micro sistema mental, que faz a ‘máquina’ funcionar sem as complexidades do sistema gestor ou mente.

Você nota que no texto 1, o fluxo ocorre com naturalidade, não há o que interpretar, porque é um texto fácil com palavras banais . As partículas, corretamente posicionadas, dão o tom da harmonia. No início do texto nem se percebe que há erros.

No texto 2, requer interpretação, a dificuldade é imensa, está tudo trocado. Já no texto 3, com a mudança de partículas e poucas mudanças nas palavras, existe uma pequena dificuldade com alguns termos que requerem interpretação, mesmo com quase tudo na mesma ordem do texto 1.No caso que estamos analisando, funciona como uma agência de correios

Texto 1
Correspondências com endereços normais.
Vão direto para o carteiro.

Texto 2 e 3
Correspondências com endereços confusos.
Essas vão para o setor de interpretação,
onde terão os endereços normalizados
ou serão devolvidas para o remetente.

No primeiro texto as células cerebrais trabalham diretamente, independente das palavras estarem certas ou erradas – as partículas dão o tom da ‘melodia’. Nos outros dois textos [2 e 3] vamos observar uma pequena demora no curso de leitura, que é a intervenção da mente no processo [o bioprocessador de domínio entra em cena e nem sempre ele consegue interpretar a palavra]. Tente ler um texto de cabeça para baixo – você vai notar a mesma lentidão no fluxo.

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaacmoo um tdoo. Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo
e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Tente ler o texto abaixo, são as mesmas palavras do texto 1

bloa. de Sohw tdoo um cmoo. plravaa aorcdo De a isladoa, Ltera mas cdaa lmeos não nós poqrue é Itso pobrlmea. sem e pdoe bçguana anida ttaol ler vcoê, que crteo uma rseto ser pdoe O lgaur no. piremria etejasm Lteras útmlia que a iprotmatne csioa uma a é etãso úncia plravaa Lteras de, em as ignlsea com de uma ipomtra qaul uinrvesriddae odrem, peqsiusa não uma

Tente ler esse também

aorcdo uma De peqsiusa as uinrvesriddae ignlsea, não em ipomtra com qaul de odrem Lteras plravaa de etãso, uma a úncia uma csioa iprotmatne é e piremria etejasm útmlia a Lteras que lgaur no crteo. rseto pdoe O ser bçguana uma ttaol, vcoê anida que pdoe sem pobrlmea. Itso ler poqrue nós lmeos é de cdaa Ltera não isladoa, a plravaa cmoo tdoo. um bloa mas Sohw

Mesmo já conhecendo as palavras, você tem dificuldade no segundo texto, que foi totalmente modificado, e um nível menor no terceiro, que sofreu poucas mudanças.

www.conhecerse.com

DISPOSITIVO REDUZ AS DORES DO PARTO


A empresa Israelense ACU Medical Technologies anuncia o lançamento mundial do dispositivo EasyLabour, destinado a aliviar as dores durante o trabalho de parto. “Optamos por fazer o lançamento mundial do produto na Hospitalar, pois consideramos que o Brasil é hoje um mercado alvo excelente para produtos inovadores no campo da medicina”, destaca a diretora geral da ACU Medical Technologies, Yael Golombek.

A eficácia do dispositivo EasyLabour® foi testada e comprovada por ensaios clínicos realizados em Israel. O dispositivo provou que 90% dos partos tiveram redução da dor. Em muitos casos, o uso do dispositivo possibilitou às gestantes um nível suficiente de redução da dor, que lhes permitiu passar por todo o processo do parto sem receber qualquer anestesia medicamentosa.

O dispositivo, em formato de cinta, está baseado na técnica de pressão por contato (Acupressão), uma técnica terapêutica não medicamentosa e não invasiva destinada a aliviar a dor. Este método é reconhecido há muito tempo como tendo eficácia elevada no alívio das dores do parto, mas até agora era executado apenas manualmente. O dispositivo foi desenvolvido durante três anos por uma equipe de engenheiros de Israel, com a assistência de médicos especializados em obstetrícia e parteiras.

sejabeminformado.blogspot.com

sábado, 29 de maio de 2010

MÚSICA ATIVIDADE ELÉTRICA DO CÉREBRO

Testes realizados no Laboratório de Neurofisiologia Clínica do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP) evidenciaram o poder da música sobre a atividade elétrica cerebral e também sobre o aumento do potencial da voz . O trabalho foi realizado comparando nove cantores líricos a outras nove pessoas não cantoras e envolveu especialistas dos Setores de Neurologia (Departamento de Neurologia, Psiquiatria e Psicologia Médica) e de Otorrinolaringologia (Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia da Cabeça Pescoço) da FMRP e do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia da USP de São Carlos (EESC).

Durante seis meses, os pesquisadores analisaram as reações do cérebro, as condições da laringe e o poder de acústica da voz dos dois grupos de pessoas, utilizando técnicas e equipamentos como Eletroencefalograma (EEG), para o mapeamento cerebral, e um analisador acústico digital especialmente desenvolvido pelo professor José Carlos Pereira, da EESC. As análises das condições da laringe ficaram sob a responsabilidade do professor Marcos Grellet, da Otorrinolaringologia.

Segundo a pesquisadora Paula Viana, responsável pela parte neurológica do trabalho, esta é a primeira vez que é feito um estudo simultâneo de mapeamento cerebral e de acústica da voz. "Os resultados mostram, por exemplo, uma correlação positiva entre maior atividade cerebral, no caso dos cantores, e o aumento do potencial da voz". O teste com os cantores foi realizado envolvendo a vogal A, cantada e falada. As pesquisas devem continuar utilizando outras vogais.

A análise do EEG dos cantores líricos, enquanto cantavam, mostrou ativação da região frontal esquerda. Segundo Paula, esta área do cérebro está relacionada com processos de verbalização, atenção voluntária e emoções positivas, como alegria e prazer. Também foi observada a ativação da região temporal direita que é relacionada à cognição musical. Paula informa que estas atividades cerebrais não foram observadas nos cantores em condição de repouso.

No grupo de não cantores também foi observada ativação de região temporal direita, enquanto as pessoas ouviam música clássica. "O fato demonstra que a percepção musical também leva à modificação da atividade elétrica cerebral em não cantores, reforçando a  habilidade musical latente no cérebro humano".

Os cérebros dos cantores não foram ativados ao ouvir música clássica, mas somente quando interpretavam a música. Paula acredita que isso seja devido a um efeito de habituação dos cantores, que necessitam, portanto, de maior estímulo. Outro fato curioso observado nos exames dos cantores foi a correlação positiva entre o aumento do potencial de voz com a maior amplitude do ritmo alfa (atividade cerebral de área posterior do cérebro, relacionada com repouso e vigília).

Os resultados também mostraram forte ligação entre a musicalização e a linguagem . A pesquisadora comenta que foi observada ativação de áreas relacionadas à linguagem. Este fato sugere que a estimulação musical precoce possa levar a um melhor domínio da linguagem verbal. "Se a criança for estimulada desde cedo com a música, ela deve desenvolver partes do cérebro, inclusive em tamanho, mais do que outras", justifica Paula.

Vários estudos têm demonstrado os efeitos do treinamento musical não só na habilidade verbal, mas também em outros domínios como matemática, raciocínio espacial, coordenação motora e sensibilidade. Pesquisadores americanos observaram que a estimulação musical precoce (antes dos sete anos de idade) pode levar a um maior desenvolvimento tanto anatômico (aumento de tamanho) como funcional (maior atividade dos neurônios) de algumas áreas do cérebro. www.usp.br/agen/repgs

MÚSICA FAZ BEM AO CÉREBRO


A música interfere na plasticidade cerebral, favorece conexões entre neurônios na parte frontal do cérebro (relacionada a processos de memorização e atenção) e estimula comunicação entre os lados do cérebro, o que pode explicar sua relação com raciocínio e matemática. É o que explica Mauro Muszkat, coordenador do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"Somos essencialmente musicais: no ritmo de andar, batimentos cardíacos fala - que é a música das palavras. A música é importante para o neurodesenvolvimento da criança e de suas funções cognitivas", diz.

O especialista comenta que cada tipo de som exerce influência em diferentes áreas cerebrais. "Músicas mais lógicas, como as de Mozart, estimulam a resolução de problemas espaciais, por exemplo", diz. "A música básica, rítmica, se relaciona com a porção anterior, o som melódico age nas áreas temporais e a música com contrastes e efeitos influencia áreas associativas." www.letras.com.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CURA PELO SOM


O "arrastamento" é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o "arrastamento" pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. "Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal".

"Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único". "O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo".

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro "banho de saúde". Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. "Spectrum Suíte" foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.

Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.

Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser... você pensa que está ficando calmo, a sua mente "mente" para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.

O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.

Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (Presposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

"Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo. Está na hora de você se sintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado".

O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.

"A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.

Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SITEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!

Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus "canos" dão problemas... Existe a"Oficina de consertos" que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações.

A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao "recipiente" alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:"Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações". Neste sistema... é que entra o SOM.

No Centro de Medicina "Upstate de Syracuse N. Y." trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: "A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura".

O Dr. Becker demonstrou também "que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados".

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que "campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas". Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.

Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que "a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a "informação" para as células e influenciar sua aparência".

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.

O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. "Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos".

"O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas". Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a "dieta saudável do som" do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: "É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.

A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.

A melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura".

Todos nós somos "transformadores vibratórios"! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.

A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os "padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular".

"Bioquímicos, astrofísicos e antigos uogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias".

"Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação". Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.

"As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas". Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.

As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. .

O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.  Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino.

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc.

O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados "criam" as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores.

"Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível". Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?

Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: "a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana".

Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O "coração" do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia. "O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível". Blair.

A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma "onda estacionária". As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. "O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias"

A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

James Bogh descreve em seu livro "Arachne Risig" que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.

Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela "puxada" da teia. Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.

"Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária". Itzhak Bentov.

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.

Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: "Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último".

Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através das músicas apropriadas para repouso.

Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão "ressoou" respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.

Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: "Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental".

Toda a matéria física produz tons" agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.

A ressonância ou vibração simpática depende somente do "tom", desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..

Por estas razões é que nos tornamos em "discos de Chaladni" diante dos sons "silenciosos" das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.

A "Sience News" noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

"Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os "bio-efeitos" da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta."

"Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo" é mais do que uma imagem poética. Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

"O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um "tom muscular".

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração". Dr. Manners.

"A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO".

"Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal". Steven Halpern.

Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. da Universidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

"Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras". Relatório de um hospital de Londres.

CÉREBRO ENCARA PERDA COMO DOR

Perder dinheiro pode literalmente doer, segundo um estudo divulgado nesta semana. Cientistas verificaram que a área do cérebro que é ativada quando perdemos dinheiro é a mesma que responde ao medo e à dor.

Ao todo, 24 voluntários participaram de um jogo de apostas onde poderiam ganhar e perder dinheiro. Seus cérebros foram monitorados através de ressonância magnética. Durante o trabalho, os pesquisadores, da University College, de Londres, verificaram que os participantes estavam aprendendo a prever chances tanto de ganhar quanto de perder –- em uma região cerebral conhecida como estriato.
No entanto, quando a “previsão” falhava, e os voluntários perdiam em vez de ganhar, a área do cérebro ativada era outra –- a mesma que responde à dor.

Segundo os pesquisadores, isso faz sentido. “Não queremos perder dinheiro da mesma maneira que não querermos sentir dor”, diz o líder do estudo, Ben Seymour. “Faz sentido que as formas com que prevemos e evitados os dois estejam relacionadas”, diz ele.

Segundo Seymour, entender como o cérebro responde à perda de dinheiro pode ajudar a compreender melhor porque algumas pessoas se arriscam mais financeiramente do que outras.

Lucas enviou esta Mensagem

quinta-feira, 27 de maio de 2010

PODER ANALGÉSICO DA MENTE

Estudos já mostraram que quando você realmente acredita que não vai doer, quase não dói mesmo. Um estudo feito recentemente por um grupo italiano indica como seu cérebro processa: produzindo opióides próprios que agem especificamente sobre a representação mental daquela parte do seu corpo que vai sofrer o ataque. Assim, a anestesia "psicológica" é dirigida somente àquela porção do corpo, preservando a sensibilidade das outras.

Fabrizio Benedetti, Claudia Arduino e Martina Amanzio, da Universidade de Torino, contaram com a participação de 173 voluntários no estudo.

Todos os voluntários recebiam uma injeção de capsaicina, um dos princípios ativos da pimenta, simultaneamente nas costas das mãos e no dorso dos pés. A injeção de capsaicina provoca uma dor ardente localizada. A cada minuto, os voluntários avaliavam a intensidade da dor em uma escala de 0 (nenhuma dor) a 10 (dor insuportável). Em média, os voluntários avaliaram a dor inicial como 5 ou 6, decaindo gradualmente até desaparecer (dor 0) 15 minutos após a injeção.

Alguns voluntários, no entanto, receberam antes da injeção um creme aplicado a uma das mãos, ou a um dos pés. O creme, apresentado como "um anestésico local poderoso que alivia a ardência da capsaicina", era na verdade um placebo, uma mistura de óleo de tomilho e água, sem ação anestésica própria. Resultado: enquanto a dor inicial percebida nas outras partes do corpo era avaliada em 5-6, a dor inicial na mão ou pé que havia recebido o placebo recebia um mero "3", e desaparecia mais rapidamente, em apenas 10 minutos!!

Estudos anteriores haviam mostrado que a antecipação de um efeito analgésico leva à produção de opióides pelo cérebro, que então agem sobre o próprio cérebro diminuindo de fato a sensação de dor. No estudo italiano, o efeito "analgésico" do creme pôde ser anulado por uma injeção prévia de naloxone, que bloqueia a ação de opióides, mostrando que a dor reduzida em decorrência da expectativa era de fato devida à produção de opióides endógenos. A grande novidade deste estudo é mostrar que o opióide produzido na expectativa da analgesia age somente para a parte do corpo que recebeu o suposto analgésico. A explicação mais simples oferecida pelos pesquisadores é que o opióide produzido não atua no cérebro em geral, mas somente nas regiões do cérebro que representam aquela parte do corpo que é objeto da expectativa.

Em outras palavras: se você acredita piamente que seu dedo mindinho da mão esquerda está anestesiado e não vai sentir dor, seu cérebro produz opióides que agem na representação do seu dedo mindinho da mão esquerda, e só nela, e anestesiam seu mindinho pra você. Mesmo que o "anestésico" que lhe aplicaram no mindinho tenha sido só um placebo.

Dá até pra criar uma frase para essa nova explicação biológica do "poder de sugestão" da mente: "Me engana, que eu produzo uns opióides e gosto..."
www.imagick.org.br

QUINTESSENCIA DO CORPO HUMANO

Um senhor rude, sem cultura , diz:
«O homem é feito de carne. . O seu corpo é sólido. Come alimentos sólidos para sobreviver e sempre foi assim. Da Terra nascemos e ao pó voltaremos!»

Um biólogo garante:
«O homem é feito de líquidos! Com setenta e cinco porcento de água e uma baixa quota de sólidos! O homem depende muito mais dos líquidos do que de sólidos! Ele precisa de oxigénio para as células e água para os fluidos corporais, pouco mais! Inclusive existem estudos que comprovam que o homem pode sobreviver durante bastante tempo ligado a um respirador artificial que lhe forneça ar puro e a um fornecimento de líquidos ricos em nutrientes que nem têm que ser ministrados oralmente – até podem ser fornecidos via endovenosa que o homem sobreviverá igualmente. Do seu peso total, apenas uma pequena parte é sólida.»

Um filósofo. alega
«Enganam-se!» Diz o terceiro personagem. «Já estudei essa questão! O corpo humano é essencialmente espaço! Nada! Exactamente como todo o cosmos, ele é vácuo! Senão vejamos: A carne é feita de tecidos. Os tecidos de células. As células de átomos. E os átomos de eletrões protões e nucleões. Já viram bem qual é o volume relativo de um átomo em relação ao volume somado dos seus electrões mais núcleo? É enorme! Isto é: Um átomo é cerca de 99,99% de espaço com 0,01% de matéria! Assim se conclui que o corpo humano é feito de Ar. Ou, se quiserem, de Espaço.»

O homem sem ter cursos ou diplomas, diz:
«Amigos, a mim o que me interessa é viver a vida e apanhar sol. Como? Não perceberam? Reparem: Conheço determinados ioguis que atribuem grande importância à mastigação seja de sólidos ou de líquidos, apesar de comerem muito pouco! Dizem-me que se pode viver muito bem sem comer grande coisa, bastando para isso reaprender a alimentar-se começando pela pureza de todos os elementos constituintes. Não será verdade que o corpo humano seja antes de mais pura energia em manifestação num complexo e belo conjunto de forças? Ele é tudo o que vocês disseram mas é essencialmente a energia que simultaneamente faz mover à volta e ao mesmo tempo segura os eletrões ao núcleo. Sem essa energia o átomo não seria. A célula não se formaria e os tecidos não poderiam existir quanto mais um órgão ou corpo. O corpo humano é energia em ação e alimenta-se basicamente de energia. A Energia luminosa do quarto elemento. O Fogo. O Sol.»

De certa forma, todos têm razão.
Acredito que existe toda uma ciência apenas na Alimentação quando considerada do ponto de vista holístico, integral, que contempla a digestão, a respiração e a Iluminação.

As necessidades de alimentação em termos dos quatro tipos de elementos básicos (Terra, Água, Ar e Fogo) são directamente proporcionais ao grau de expansão de cada consciência em cada corpo respectivo de manifestação e representam o estado vibratório do individuo. À medida que o Homem vai evoluindo espiritualmente (não há outra evolução) ele vai naturalmente refinando a sua escolha alimentícia e procura cada vez mais a subida na escala dos elementos (alimentos).

Por isso mesmo, em breve todos os humanos se alimentarão conscientemente de Luz levando lenta mas progressivamente toda a humanidade a uma realidade de corpos luminescentes e semi-translúcidos. No futuro seremos Seres de Luz. Todos.

"O teu corpo não é quem tu és, é algo que tu tens.
A tua mente não é quem tu és, é algo que usas.
A essência de quem tu és é a tua alma."

quarta-feira, 26 de maio de 2010

PODER DO CORAÇÃO

As células têm memória e o coração carrega um código energético especial, que nos conecta com os demais seres humanos e com o mundo à nossa volta.

Pesquisas científicas recentes sugerem que o coração pensa e que as células têm memória, havendo uma relação entre esses dois processos. Explique-nos, em linhas gerais, de que forma isso se dá. O fato de que as células têm memória é uma lei básica da natureza. Mesmo os mais simples organismos unicelulares lembram como se movimentar, encontrar alimento, fazer sexo e evitar os predadores. Os cientistas chamam isso de “memória da função”, mas, se uma célula pode lembrar, é bem provável que muitas células juntas poderiam ter “memórias” mais complexas e elaboradas.

As células do coração são as únicas células rítmicas. Elas pulsam mesmo quando estão fora do corpo. Não é insensato sugerir que milhares de células do coração ressoando juntas e expostas a bilhões de células do sangue que passam pelo coração, a cada segundo, podem conter memórias.

Um dos hormônios do corpo associado com a memória é a substância chamada acetilcolina. A falta das moléculas dessa substância é verificada na doença de Alzheimer, na qual a função de memória se encontra gravemente diminuída.

O DNA do nosso corpo que contém o nosso código genético age como uma espiral de cobre, permitindo que os nossos genes transmitam códigos elétricos entre si. O coração gera um campo eletromagnético de cinco mil milivolts, é capaz de emitir freqüências de onda de rádio, e ele fala com o cérebro através de uma substância chamada ANP, Peptídeo Naturético Atrial (Atrial Naturetic Peptide), descoberta no coração. A força eletromagnética do cérebro é cerca de 140 milivolts, a energia codificadora elétrica do coração é forte. As nossas células, os nossos genes, as substâncias no coração e a eletricidade do nosso corpo gerada primariamente pelo coração se combinam para ajudar a fabricar e armazenar as memórias.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia mostraram que um único elétron podia alterar as memórias de nossos genes.  As células do coração, colocadas próximas a outras células do coração, se comunicam entre si e entram juntas numa batida rítmica.

Existem dezenas de fascinantes descobertas em pesquisas que indicam o princípio de que estamos ligados de uma maneira que ainda não entendemos.

Além de memórias dos nossos ancestrais, as células poderiam carregar também “lembranças” de vidas passadas? A questão das memórias de vidas passadas é muito interessante. Se por um lado tem havido muita publicidade sobre reivindicações de pessoas de que elas foram um rei ou uma rainha ou outra figura histórica bem conhecida na sua “vida passada”, tem havido também pesquisas muito cuidadosas, que levantam muitas questões sérias e interessantes sobre essa possibilidade. O dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, viajou pelo mundo por quase 40 anos para documentar mais de dois mil casos de crianças pequenas que afirmam recordar-se de vidas passadas. No Havaí, onde nasci, acredita-se que nossos ancestrais estão sempre conosco e dentro de nós. Acreditamos, e a ciência o demonstra, que nossas células carregam os códigos daqueles que vieram antes de nós.

Para os cientistas, uma das coisas mais difíceis de aceitar é a idéia de que a separação e os limites são ilusões. Todos nós somos de fato Um e conectados em muitos níveis. Não importa se nosso cérebro presta atenção ou não, nossas células lembram de onde viemos. Cabe a nós prestar atenção a isso.

Diante das descobertas da cardioenergética, podemos dizer que o coração é o maior responsável pela nossa saúde, e não o cérebro, como propõe a psiconeuroimunologia?  Como o psicólogo Abraham Maslow afirmou, a saúde é uma questão de ser, não de fazer.  Quem somos é primordial para o nosso bem-estar.

A medicina moderna tem uma orientação muito mecânica. Ela busca explicações concretas e singulares. Não há dúvida de que o cérebro não está realmente na nossa cabeça, mas no corpo todo. As células do estômago e do coração falam com o cérebro tanto quanto o cérebro fala com o nosso corpo.

O coração é muito mais do que um mecanismo bombeador. Ele não está a serviço do cérebro, mas é um parceiro para formar com ele nossa organização interna de manutenção da saúde.

O coração secreta hormônios, como o ANF, que ajuda a regular todo o sistema do nosso corpo. O coração bem como o cérebro é um órgão hormonal. A questão em saúde não é “a mente sobre a matéria”, mas “a mente é matéria”.

Nosso corpo inteiro e todos os seus sete bilhões de células podem pensar, sentir e conectar-se com outras células. Por causa de sua imensa energia eletromagnética e de outras energias, o coração particularmente se conecta com outros corações. A saúde e a cura são questões de compaixão, de ligação e de estar consciente de que nós não “temos” um corpo, mas somos o nosso corpo.

Sendo assim, que conselhos o senhor daria para quem deseja se curar de um mal qualquer ou evitar doenças?  Toda cura é uma questão de reconexão – seja a reconexão com o nosso próprio corpo, com os nossos sistemas corpóreos e células se conectando umas com as outras, ou a conexão com os nossos ancestrais e a terra.

Cura é conexão.  Quando nos tornamos “cardiossensíveis” e ouvimos o nosso coração, encontramos ali mensagens de cura que todos nós compartilhamos – um tipo de sabedoria espiritual em comum de paciência, unidade, agradabilidade, humildade e ternura, a qual é a linguagem do coração, que permite que os milagres aconteçam.

Se você quiser aprender realmente sobre o código do coração, sente-se, fique de mãos dadas com alguém que você ama, e sinta a energia da conexão coração com coração. A energia do coração está à nossa volta. Cabe a nós querermos ser receptores.

Podemos aprender com essas pessoas corajosas e normalmente humildes. Elas são como astronautas espirituais.  Alguns zombam delas, mas se estivermos dispostos a ouvir amorosa e abertamente, podemos ouvir o código do coração. Se permanecermos com o coração duro, deixamos de nos beneficiar com as lições do coração e com aqueles que as aprenderam.

O ponto simples, mas profundo, é que todos nós estamos conectados.  Alguns
de nós reconhecem esse fato, dão profundo valor a isso e tentam sintonizar-se
com a energia sutil dessa conexão. descobri que o que for que nos conecta é
algo sutil. Precisamos de uma mente inocente, conectada com a natureza.

www.orion.med.b

CEREBRO E O CORAÇÃO CONVERSAM


Para os cientistas, a central emocional humana seria tão somente o cérebro. Mas um novo estudo acaba de demonstrar que essa noção não está totalmente correta. Ao que parece, o coração também "fala" com o cérebro -- embora o que ele diz ainda não esteja totalmente claro.

O estudo foi realizado por Marcus Gray, do University College de Londres, e seus colegas, e publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a "PNAS". "Nós estudamos pacientes com uma variedade de problemas cardíacos durante uma tarefa experimental levemente estressante. As pessoas tipicamente respondem com atividade cardíaca aumentada, mas apenas alguns de nossos pacientes foram capazes de experimentar isso", relatou Gray.

"Observamos uma forte associação entre o desempenho cardíaco e a atividade cerebral, o que sugere que algumas regiões do cérebro ouvem atentamente à performance do coração", conclui.

A grande surpresa foi encontrar essa atividade cerebral aumentada em regiões do córtex cerebral -- área mais externa do cérebro que é responsável pelo fenômeno mais intrigante desse órgão: a produção da consciência.

"Nós encontramos evidências de que a atividade cerebral nas regiões temporal esquerda e lateral prefrontal está fortemente associada ao desempenho do coração", diz Gray. "Nossa pesquisa sugere que regiões evolutivamente mais novas, ou avançadas, também acompanham as batidas do coração."

A descoberta da associação pode ter um impacto médico no futuro -- talvez seja possível identificar coisas como arritmias cardíacas a partir de imagens do funcionamento do cérebro. "Não é inteiramente correto dizer, com base em nossa pesquisa, que arritmias podem ser detectadas somente com os 'scans' cerebrais", diz Gray. "Entretanto, com o aumento do entendimento da relação entre a função cerebral e a cardíaca, isso será potencialmente atingível no futuro."

Gray acredita que o coração pode induzir o cérebro a interpretar muitas das emoções positivas que sentimos, o que de certa forma restaura algumas das noções românticas até então enterradas pela frieza do monopólio cerebral das emoções. "A atividade cardíaca responde a muitas emoções e a sensação de sentir seu coração batendo forma um aspecto importante dessas emoções",

G1

CORPO HUMANO INTESTINO É O SEGUNDO CÉREBRO

Os intestinos (delgado e grosso) têm relação direta com o nosso humor, disposição, vitalidade e alegria. Por incrível que pareça os intestinos estão sendo considerados nosso segundo cérebro por médicos e especialistas, devido às últimas pesquisas demonstrarem que grande parte de nossas defesas imunológicas, alguns hormônios e neurotransmissores serem fabricados neste órgão. Sendo assim afeta nossas emoções e funciona como um órgão inteligente.

Hoje se sabe que 80% do nosso potencial imunológico concentra-se na mucosa intestinal, demonstrando que nossas defesas e vitalidade estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal. Outra descoberta é que cerca de 90% da serotonina (neurotransmissor responsável pela alegria) é produzida pelo Intestino, mostrando a estreita relação deste órgão com a depressão, pois a serotonina está baixa em pessoas com depressão.

O cérebro, a pele e o sistema digestivo vêm da mesma origem embrionária, explicando a profunda relação deles com a estética, o humor, a nossa vitalidade e disposição. pt.shvoong.com/.../1752176-intestino-segundo-cérebro

domingo, 23 de maio de 2010

GLÂNDULA PINEAL UNIÃO DO CORPO E DA ALMA

Freqüentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O especialista no assunto, dr. Sérgio Felipe de Oliveira, conversou conosco sobre o assunto, mostrando os avanços da ciência no sentido de desvendar esse mistério.

Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.

Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e o que se chamaria de alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec?

Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo & Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretor-presidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos como a mediunidade.

Fale um pouco sobre seu trabalho à frente da AMESP e do Instituto Pineal Mind. A AMESP é uma associação de utilidade pública que reúne médicos dedicados ao estudo da relação entre a medicina e a espiritualidade. O Pineal Mind é minha clínica, um instituto de saúde mental, estudamos os aspectos psicossomáticos ligados à cardiologia, etc. Agora, particularmente nas pesquisas comportamentais, eu estudo os estados de transe e a mediunidade. Mas não pesquiso só a glândula pineal; ela é o que eu pesquiso no cérebro, interessado em entender a relação entre corpo e espírito.

O que é psicobiofísica? É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente – aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico.

Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal? Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada. Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal. Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo.

O que é a glândula pineal, onde está localizada e qual a sua função no organismo? A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: “Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?” Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada à consciência? Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida? Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção. Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a mediunidade é uma função humana.

A pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos? Isso é comprovado cientificamente? Sim, isso é comprovado. Quem provou isso foram os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988.

A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido “visões” e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas.

O que o senhor teria a dizer sobre isso? Veja, o espiritual age pelo campo eletromagnético. Então, dizer que este campo interfere no cérebro não contraria a hipótese de uma influência espiritual. Porque, se há uma interferência espiritual, esta se dá justamente pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro PELO campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.

A mediunidade seria atributo biológico e não um conceito religioso? Existe uma controvérsia no meio científico a esse respeito? A mediunidade é um atributo biológico, acredito, que acontece pelo funcionamento da pineal, que capta o campo eletromagnético, através do qual a espiritualidade interfere. Não só no espiritismo, mas em qualquer expressão de religiosidade, ativa-se a mediunidade, que é uma ligação com o mundo espiritual. Um hindu, um católico, um judeu ou um protestante que estiver fazendo uma prece, está ativando sua capacidade de sintonizar com um plano espiritual. Isso é o que se chama mediunidade, que é intermediar. Então, isso não é uma bandeira religiosa, mas uma função natural, existente em todas as religiões. E isso deve acontecer através do campo magnético, sem dúvida. Se a espiritualidade interfere, é pelo campo eletromagnético, que depois é convertido, pela pineal, em estímulos eletroneuroquímicos. Não existe controvérsia entre ciência e espiritualidade, porque a ciência não nega a vida após a morte. Não nega a mediunidade. Não nega a existência do espírito. Também não há uma prova final de que tudo isto existe. Não existe oposição entre o espiritual e o científico. Você pode abordar o espiritual com metodologia científica, e o espiritismo sempre vai optar pela ciência. Essa é uma condição precípua do pensamento espírita. Os cientistas materialistas que disserem “esta é minha opinião pessoal”, estarão sendo coerentes. Mas se disserem que a opção materialista é a opinião da ciência, estarão subvertendo aquilo que é a ciência. A American Medical Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal. O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras lá defendendo teses sobre isso.

Como são feitas as experiências em laboratório?Existem dois tipos: um, que é a experiência de pesquisa das estruturas do cérebro, responsáveis pela integração espírito/corpo; e outra, que é a pesquisa clínica, das pessoas em transe mediúnico. São testes de hormônios, eletroencefalogramas, tomografias, ressonância magnética, mapeamento cerebral, entre outros. A coleta de hormônios, por exemplo, pode ser feita enquanto o paciente está em estado de transe. E os resultados apresentam alterações significativas.

As alterações em exames de tomografia, por exemplo, são exclusivas ou condizentes com outras patologias? O senhor descarta a hipótese de uma crise convulsiva? Isso é bem claro: a suspeita de uma interferência espiritual surge quando a alteração nos exames não justifica a dimensão ou a proporção dos sintomas. Por exemplo: o indivíduo tem uma crise convulsiva fortíssima, é feito o eletroencefalograma e aparece uma lesão pequena. Não há, então, uma coerência entre o que está acontecendo e o que o exame está mostrando. A reação não é proporcional à causa. A mediunidade mexe com o sistema nervoso autônomo – descarga de adrenalina, aceleração do ritmo cardíaco, aumento da pressão arterial.

Como o senhor diferencia doença mental de mediunidade? Na doença mental, o paciente não tem crítica da razão; no transe mediúnico, ele tem essa crítica. Quando o médium diz que incorporou tal entidade espiritual, mas que ele, médium, continua sendo determinada pessoa, ele usou a crítica, julgou racionalmente o que aconteceu.
Agora, um indivíduo que diz ser Napoleão Bonaparte? Aí ele perdeu a crítica da razão. Essa é a diferença. O que não quer dizer que o indivíduo que esteja em psicose não possa estar em transe também. A mediunidade se instala no indivíduo são, ou pode dar uma dimensão muito maior a uma doença. A mediunidade sempre vai dar um efeito superlativo. Se a pessoa alimenta bons sentimentos, ela cresce. Se ela tem uma doença, aquela doença pode ficar fora de controle.

É verdade que a pineal se calcifica com a meia-idade? E essa calcificação prejudica a mediunidade? Não, a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de seqüestrar o campo eletromagnético. Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia. Observamos que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.

As crianças teriam mais sensibilidade mediúnica? A mediunidade na criança é diferente da de um adulto. É uma mediunidade anímica, é de saída. Ela sai do corpo e entra em contato com o mundo espiritual.

A pineal pode ser estimulada com a entoação de mantras, como pregam os místicos?
A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica.  www.espirito.org.br