quarta-feira, 10 de novembro de 2010

HUMANOS WIRELESS ANTENAS MÓVEIS DE CELULAR E INTERNET

Uma rede sem fio ou wireless  refere-se
a uma rede de computadores sem a necessidade
do uso de cabos sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos

Comunicações centradas no corpo. Em um futuro não muito distante, cada pessoa poderá se transformar em um repetidor de sinais, funcionando como um ponto de acesso móvel para a internet ou para a transmissão dos sinais de telefonia celular.

Segundo pesquisadores da Universidade de Belfast, no Reino Unido, para que os "humanos wireless" tornem-se uma realidade, basta que cada um leve consigo um sensor especial - como humanos já não usam fios para se plugar, o conceito se refere a usar os humanos como suporte às redes sem fios.

A disseminação dos sensores pela cidade permitirá a criação de uma nova infraestrutura de banda ultra larga móvel, reduzindo a necessidade da instalação das estações base de telefonia móvel e criando pontos de acesso à internet em virtualmente toda a cidade, bastando que haja um número suficiente de pessoas nas imediações.

A equipe do Dr. Simon Cotton já está trabalhando no desenvolvimento do conceito de "comunicações centradas no corpo". Segundo o cientista, além da redução no custo da infraestrutura e uma maior largura de banda disponível para todos, os benefícios dos humanos wireless incluem uma grande melhoria nos jogos para celulares e nos serviços de saúde à distância, além da possibilidade de acompanhamento de atletas com precisão e em tempo real.

A ideia dos cientistas é incorporar os sensores em uma futura geração de telefones celulares e outros equipamentos eletrônicos portáteis, que se comunicariam de forma autônoma para criar grandes "redes corpo a corpo" - ou BBNs [body-to-body networks].

O próprio pesquisador explica seu projeto. "Nos últimos anos, tem-se realizado muitas pesquisas em antenas e sistemas projetados para compartilhar informações sobre a superfície do corpo humano. Até agora, pouco se fez para resolver o próximo grande desafio, que é uma das últimas fronteiras das comunicações sem fios - como aquela informação pode ser transferida de forma eficiente para uma posição fora do corpo.

"A disponibilidade de redes corpo a corpo poderia trazer grandes benefícios sociais, incluindo a melhoria significativa dos serviços de saúde, através do uso de sensores junto ao corpo, para o monitoramento rotineiro em larga escala e para o tratamento de doenças fora dos centros médicos. Isto pode reduzir consideravelmente os custos do sistema de saúde e ajudar a tornar uma realidade a visão de cuidar da saúde dos idosos em casa.

Energia humana. "Se a ideia decolar, as redes corpo a corpo também poderiam levar a uma redução do número de estações de base necessárias para o serviço de telefonia móvel, particularmente em áreas de grande densidade populacional. Isto poderia ajudar a aliviar a percepção pública dos efeitos adversos à saúde associados com as torres atuais e tornar o sistema ambientalmente mais amigável devido a um consumo de energia muito menor," descreve o professor Cotton.

O próximo passo é partir das ideias para a prática.O professor Cotton está coordenando um grupo de pesquisadores de diversas instituições europeias, além de pesquisadores da indústria, para construir os primeiros protótipos da rede corpo a corpo. Ele estima que terá os primeiros resultados em cinco anos. Recentemente, pesquisadores coreanos demonstraram que o corpo humano é capaz de transmitir sinais de banda larga. .

rradeir.blogspot.com/2010

CORPO HUMANO É CAPAZ DE TRANSMITIR SINAIS DE BANDA LARGA

Os eletrodos flexíveis transmitem as ondas eletromagnéticas através da pele gastando 90% menos energia do que uma tecnologia como o Bluetooth. Os grandes cabos conectados aos sensores foram necessários para a medição da velocidade de transmissão

O acesso a redes de banda larga pode estar em suas mãos. Ou em seus braços e em suas pernas. E nos braços e nas pernas de qualquer pessoa.

A equipe do professor Sang-Hoon Lee, da Universidade da Coreia, demonstrou a possibilidade de transferir grandes quantidades de informações, em alta velocidade, fazendo com que as ondas eletromagnéticas viajem pela pele humana.

Utilizando eletrodos flexíveis, colados sobre a pele, os cientistas transmitiram os dados a uma velocidade de 10 megabits por segundo a partir de um eletrodo A, coletando os dados sem erros em um eletrodo B, situado a uma distância de 30 centímetros.

Os eletrodos finos e flexíveis exigem muito menos energia do que um link wireless tradicional, como o Bluetooth, porque a pele oferece duas vantagens fundamentais em relação ao ar: a pele protege os sinais da interferência externa e permite a transmissão das ondas eletromagnéticas com um nível de atenuação baixíssimo.

Embora não vejam praticidade em conectar literalmente as pessoas à internet, os pesquisadores afirmam que o experimento mostra a viabilidade da tecnologia para uso principalmente na área médica.

Hoje, o monitoramento de sinais vitais, como as atividades do coração e do cérebro, ou os níveis de açúcar e de oxigênio no sangue, exige grandes aparelhos, o que inviabiliza o seu uso fora dos hospitais.

E o monitoramento contínuo no dia a dia seria muito desejável, por exemplo, para pacientes com elevados riscos de doenças cardiovasculares ou em convalescença depois de uma cirurgia.

O uso da atual tecnologia sem fios para transmitir os dados para um computador central também ainda não é prático, porque exige baterias muito grandes. "Se usarmos um sinal wireless para cada um desses sinais vitais nós vamos precisar de um monte de baterias," explica o Dr. Sang-Hoon.

É aí que entra a possibilidade de uma rede transmitindo através da pele. Segundo o pesquisador, o gasto de energia dessa "rede biológica sem fios" pode ser reduzido para apenas 10% do que seria necessário com a tecnologia atual.

Os dados podem ser coletados do corpo do paciente e transmitidos continuamente para um dispositivo de recepção nas imediações, o que permitirá seu uso em casa, no trabalho e mesmo dentro do carro.

Nada impede também que o sistema de transmissão seja compatível com um protocolo como o Bluetooth. Neste caso, é possível vislumbrar aplicações nas quais o paciente pode simplesmente pegar o celular e transmitir seus dados imediatamente para o médico no caso de algum problema.

Os eletrodos possuem apenas 300 micrômetros de espessura, pouco mais do que a espessura de um fio de cabelo. Mas a expectativa dos pesquisadores é que as futuras versões possam ser ainda mais finas, o que permitirá que sejam implantadas sob a pele.

Na versão atual, os sensores são recobertos por uma camada de polímero semelhante ao silicone, o que evita qualquer irritação na pele.

Os pesquisadores afirmaram já estar em contato com uma grande empresa fabricante de equipamentos médicos para que os novos sensores possam chegar ao mercado.

Site Inovação Tecnológica

ANTENAS NATURAIS NA PELE HUMANA

Quase 200 anos depois que o médico alemão Franz Anton Mesmer descobriu o magnetismo animal, cientistas israelenses conseguiram detectar exatamente como os poros da pele humana funcionam como verdadeiras antenas, parecidas com as utilizadas em redes de comunicação sem fios.

A descoberta deverá permitir o monitoramento remoto do estado fisiológico e emocional de pacientes, a avaliação do desempenho de atletas, o diagnóstico de doenças e até mesmo a detecção à distância do nível de ansiedade de uma pessoa.

A chave da descoberta está no formato dos dutos que trazem o suor das glândulas sudoríparas para a superfície da pele. Elas têm o formato de minúsculas bobinas, transformando a pele em uma estrutura de minúsculas antenas que operam na freqüência sub-terahertz.

Utilizando uma técnica chamada Tomografia Óptica Coerente, os médicos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram que as "bobinas naturais" da pele humana são miniaturas das antenas utilizadas nos sistemas de comunicações sem fios.

Em uma série de experimentos, eles mediram a radiação eletromagnética refletida da palma da mão de voluntários quando a pele era submetida a ondas na faixa entre 75 GHz e 110 GHz. Eles descobriram que o nível de radiação refletida é fortemente dependente do nível de atividade do sistema de respiração da pele.

Em particular, os cientistas perceberam que o sinal refletido é muito diferente em situações quando a pessoa está relaxada e quando ela está praticando atividade física intensa.

Em uma segunda etapa, as medições revelaram que o sinal refletido varia no período de retorno ao estado de relaxamento, mostrando-se fortemente correlacionado com alterações na pressão sangüínea e na taxa de batimentos cardíacos.

Os cientistas alertam que estão dando os primeiros passos nesta nova área, e que ainda é muito cedo para que se possa perceber todo o impacto de sua descoberta, sobretudo suas possíveis utilizações tecnológicas.

Site Inovação Tecnológica

PILHA RECARREGA QUANDO SE ANDA

O gerador biomecânico é montado sobre um chassi de alumínio e fixado por uma braçadeira ortopédica. Pesquisadores inventam pilha que recarrega quando se anda. Uma caminhada de cinco minutos é suficiente para fazer funcionar celular e computador Voluntários testaram a joelheira equipada com um motor capaz de transformar a energia motora em elétrica As caminhadas podem ser a chave de um futuro sem tomadas elétricas.

Uma equipe de cientistas americanos e canadenses criou uma joelheira que funciona como pilha recarregável, capaz de armazenar energia à medida que se anda com ela algo similar ao mecanismo dos automóveis híbridos, nos quais os motores são abastecidos por eletricidade produzida, em boa parte, através de reciclagem de energia proveniente de sua própria frenagem.

No caso dessa joelheira, é o corpo que funciona como fonte e tomada e ela transforma movimentos mecânicos das pernas em energia. A cada movimento do joelho um motor interno é acionado.

Assim, uma caminhada de apenas 15 minutos já é suficiente para dar à joelheira a capacidade de operar um notebook durante meia hora, bastando retirar de dentro dela a bateria carregada, acoplá-la a um adaptador e ligá-la ao computador.

"O corpo humano é mal aproveitado,em nossa gordura acumulamos o equivalentea uma bateria de mil quilos", diz Max Donelan, professor de cinesiologia da Universidade Simon Fraser, de Burnaby, no Canadá, chefe científico da Bionic Power Inc, empresa que desenvolveu essa tecnologia.

Já em testes anteriores tentou-se aproveitar o próprio corpo através de dispositivos acoplados a sapatos e mochilas. Não deu certo. Os geradores nos sapatos produzem apenas oito watts por minuto e as mochilas são pesadas.

O insucesso serviu, no entanto, para o aprimoramento da joelheira descrita agora na revista Science, uma das mais conceituadas do mundo. Essa nova engenhoca pesa 1,6 quilo e retém aquilo que é desperdiçado quando se pára o joelho após cada movimento das pernas.

Em uma hora de caminhada queima- se, em média, o equivalente a 400 quilocalorias quantidade que corresponde a um pedaço de pizza de calabreza. Com a joelheira, os voluntários envolvidos na experiência geraram cerca de cinco watts por minuto sem nenhum outro esforço que não o de andar.

Segundo especialistas da Universidade Simon Fraser, uma caminhada de uma hora armazena energia suficiente para se carregar um celular ou se usar um notebook por mais de 60 minutos. É possível gerar ainda mais energia. Isso foi pouco.Somos baterias bem eficazes".diz Donelan.

A necessidade mundial de que os países economizem energia e desenvolvam fontes alternativas cercou Donelan de propostas para a produção de seu equipamento em escala comercial. "Não é o momento" "Em breve lançaremos uma versão mais leve e então poderemos pensar em mercado", diz ele. A indústria em geral certamente aguardará por tal aperfeiçoamento. Os primeiros usuários, provavelmente, serão pessoas cujas vidas dependem de fontes portáteis, como alpinistas e soldados.

Site Inovação Tecnológica

CELULAR FUNCIONA COM ELETRICIDADE EXTRAIDA DO CALOR DO CORPO HUMANO


Seu telefone celular fica sem baterias e mesmo assim você consegue fazer chamadas, utilizando apenas o calor da sua própria mão como fonte de energia. Os portadores de marca-passos, então, não precisarão mais se preocupar com novas cirurgias para trocas das baterias de seus implantes.

O dispositivo utiliza os chamados materiais termoelétricos, que são capazes de extrair eletricidade das diferença de temperatura de dois objetos.Esses materiais termoelétricos normalmente exigem uma diferença de várias dezenas de grau para gerar uma quantidade razoável de eletricidade. Mas a diferença de temperatura de nossas mãos e do ambiente externo mal chega a alguns poucos graus. Isto permite a geração de no máximo 200 milivolts, quando qualquer equipamento eletrônico exige pelo menos 1 ou 2 volts para funcionar.

A solução então foi refazer os circuitos eletrônicos, para que eles possam funcionar com menos energia. "Nós combinamos uma série de componentes em uma forma completamente nova para criar circuitos que podem operar com apenas 200 milivolts," diz o professor Peter Spies.

Essa reivenção dos circuitos de potência permite agora a construção de inúmeros sistemas eletrônicos que poderão funcionar sem baterias. Os cientistas já conseguiram fabricar alguns protótipos que funcionam com apenas 50 milivolts.

Segundo o Dr. Spies, quando eles fizerem as alterações necessárias nos circuitos de chaveamento, será possível ter equipamentos eletrônicos funcionando a partir de uma diferença de temperatura de apenas 0,5 grau.

Site Inovação Tecnológica

CONEXÃO ELÉTRICA COM CÉLULAS VIVAS



O link direto entre biológico e eletrônico pode, no futuro, permitir a criação de células que possam ler e responder a sinais elétricos, dispositivos eletrônicos capazes de autorreplicação e de consertar a si próprios .

Em um artigo que promete fazer história, cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, descrevem o desenvolvimento de uma conexão elétrica com células vivas.

Esse link direto entre biológico e eletrônico pode, no futuro, permitir a criação de células que possam ler e responder a sinais elétricos, dispositivos eletrônicos capazes de autorreplicação e de consertar a si próprios quando derem defeito, e até mesmo para a transformação eficiente da luz solar em eletricidade.

Os cientistas então voltaram à própria natureza para buscar novas inspirações. E eles encontraram em organismos naturais que evoluíram para interagir com as rochas e minerais que fazem parte do seu ambiente - ou seja, que desenvolveram conexões com materiais fora das suas células.

O grupo usou o mesmo mecanismo para modificar geneticamente células vivas para que elas fossem capazes de disparar elétrons através de sua membrana celular, até um receptor externo, usando uma rota precisa e bem definida.
Cassete genético
Uma cepa de Escherichia coli [amarelo] ligada a um pedaço sólido de óxido de ferro [preto]. Primeira vez que cientistas conseguem uma interface entre células vivas e materiais inorgânicos sem prejudicar a vida normal do microorganismo

Os experimentos foram feitos por Heather Jensen, que inicialmente clonou uma parte da cadeia externa de transferência de elétrons da Shewanella oneidensis MR-1, uma bactéria capaz de reduzir metais pesados em ambientes sem oxigênio.

Essa cadeia, que os cientistas chamam de "cassete genético", é essencialmente um trecho de DNA que contém as instruções para fazer a canalização de elétrons. Como toda a vida que conhecemos usa DNA, o cassete genético pode ser ligado em qualquer organismo.

A equipe mostrou que essa via eletrônica natural pode ser inserida em uma cepa inofensiva de E. coli, uma bactéria muito versátil, e por isso mesmo usada como modelo em biotecnologia.

O resultado foi o estabelecimento de um canal de elétrons entre o interior da célula viva e um mineral inorgânico - o óxido de ferro, também conhecido como ferrugem - situado do lado de fora da célula.

As bactérias que vivem em ambientes sem oxigênio, como a Shewanella, usam o óxido de ferro (FeO) presente ao seu redor para respirar, retirando o "O" do FeO.

Para isso, essas bactérias desenvolveram mecanismos para transferir diretamente as cargas elétricas para os minerais inorgânicos encontrados no fundo do mar ou no solo, de forma a quebrar a molécula e aproveitar o oxigênio.

A equipe de cientistas demonstrou que sua E. coli geneticamente modificada é capaz de reduzir as nanopartículas de ferro e de óxido de ferro até cinco vezes mais rápido do que a E. coli natural.

Os pesquisadores planejam agora implementar esse cassete genético em bactérias fotossintéticas, uma vez que os elétrons celulares dessas bactérias pode ser produzidos a partir da luz solar, o que poderá permitir a criação de baterias solares baratas e autorreplicantes.

Estas bactérias redutoras de metal também poderão ajudar na produção de fármacos, principalmente na etapa de fermentação da fabricação de drogas, que exige um bombeamento de oxigênio que consome energia intensivamente. Como elas respiram ferrugem, em vez de oxigênio, pode-se economizar energia no processo.
 
Site Inovação Tecnológica

NOSSO CEREBRO É UM COMPUTADOR QUÂNTICO

Tudo começa com a sua consciência. Tudo o que acontece em sua vida, e tudo o que acontece em seu corpo, começa com algo que acontece na sua mente.

Sua consciência é quem você é, sua experiência de ser, ouvir, tocar e pensar. Você decide o que aceitar e quais experiências rejeitar. Você decide o que viver.

Essa idéia foge totalmente a razão de muitos de nós, pois acreditamos que simplesmente as coisas acontecem sem que tenhamos poder sobre os fatos, mas não é verdade. Somos autores de nossa realidadee.

Cientistas descobriram hoje que nosso cérebro nada mais é que um computador quântico. O que isso significa? No passado a ciência acreditava que o cérebro funcionava apenas como um sistema bioquímico e bioelétrico. Células chamadas neurônios trabalhando num complexo padrão coordenado pelo cérebro onde ao menor sinal de um pensamento uma descarga elétrica disparava uma química que processava uma rede de informação que seria distribuída por todo o organismo para ser traduzida pela mente consciente como um sintoma de um evento.

Esses “sinais” são disparadores recebidos pelo ambiente em formas e cores, sons, e os outros "dados" coletados pelos nossos 5 sentidos. Milhares de reações químicas acontecem a cada segundo em cada célula do seu corpo garantindo que tudo funcione de forma coerente nesse complexo veículo físico [corpo] nessa dimensão.

No entanto, as evidências científicas nos mostram que a coisa não se resume apenas a esse processo bioquímico através do sinal bioelétrico.  Isso significa que nosso corpo não é apenas um sistema bioquímico: ele é também nosso corpo um sistema quântico macroscópico! Nosso cérebro não é apenas um computador bioelétrico e bioquímico, mas também um computador quântico.

No estudo da Neurolinguística aprendemos que as palavras são apenas símbolos que traduzem nossas experiências. Portanto, sempre que alguma frase for de difícil compreensão devemos descascar a palavra até encontrar algo que faça sentido para nós.

Analogamente nosso cérebro é um computador, porque – como uma máquina - lê dados [códigos] e efetua cálculos [transforma em informação] e fornece resultados [resulta no comportamento adequado a informação recebida).
A características de um computador é alta velocidade na execução de suas operações.

A Memória é usada para guardar uma cópia do programa que o computador está executando, os dados lidos, os resultados intermediários e finais obtidos. Não só nossa mente armazena memória, mas todo nosso corpo. Existem 2 tipos de memória. Há a memória onde está armazenado tudo que aprendemos ao longo de nossa  existência e há a memória funcional, aquela que precisamos para lembrar de coisas triviais do dia a dia.

Programa é a capacidade de executar longa seqüência alternativa de operações. O computador é uma máquina programável – Nós também! O computador pode guardar na memória uma grande seqüência pré-organizada  de operações e depois executá-la com grande rapidez.  Podemos nos programar para executar seqüências pré-organizadas de operações até dormindo!  “Amanhã é dia do caminhão do gás passar.  Essa sequência de operações para esolver um problema chama-se programa.

Unidades de entrada de dados, servem para receber os dados que foram usados ou preparados pelo utilizador e para colocá-los na memória do computador em forma de sinais electromagnéticos. Esses sinais são chamados bits. Toda a informação que nossa mente recebe é através de sinais chamados Bits. Um Bit é a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida. Um Bit pode assumir somente 2 valores, por exemplo: 0 ou 1, verdadeiro ou falso.

Software básico é uma coleção de programas complexos com a função de operar, controlar e aumentar a capacidade de processamento de informação do computador. Nada diferente de nossa programação como seres deste planeta. Nascemos com um “programa básico” para darmos início a nossas vidas, nossas missões.

Nascemos com 95% de nosso genoma adequado a uma vida normal e totalmente saudável e apenas 5% das deformações humanas são relacionadas a defeitos genéticos de nascença. (A Biologia da crença – Bruce Lipton)

Nas primeiras semanas do desenvolvimento do embrião, os genes basicamente controlam o desenvolvimento do plano corporal de um humano [criam braços, pernas, olhos verdes, pele clara etc.]. 

Uma vez que o embrião toma a forma humana [torna-se um feto], os genes assumem uma posição secundária, controlando o desenvolvimento do corpo pela informação ambiental.

No período de desenvolvimento, a estrutura e a função do corpo fetal são ajustadas em resposta à percepção do ambiente da mãe, que, através da placenta, influencia a nova programação comportamental do feto.

Essa leitura de informação decodificada e percebida através da mente[computador] em sinais oriundas do útero materno e após o nascimento, ajustará as células do corpo e seus genes a nova perspectiva de vida.

Portanto não há mais aquela história de justificar a sua obesidade ou asma como herança do papai o do seu tataravô. Sua genética é compatível a sua programação mental. Aquilo que lhe foi ensinado.

Linguagens de Programação
Foram desenvolvidas com o objetivo de permitir a programação do computador de maneira simplificada. Uma boa linguagem objetiva especificar precisamente sobre quais e de que forma serão armazenadas ou transmitidas as informações no computador – e na sua mente também!

Temos um programa básico já instalado para entender o meio ambiente desde nossa concepção, mas o problema é que não é UNIVERSAL e nada simplificado!

Aplicativos
São programas “pacotes” que automatizam tarefas de utilização generalizada, como um editor de texto, uma folha de cálculo, multimídia etc. Será que é preciso explicar que “programas” andamos “introduzindo” em  nossas mentes que nos desviam do que realmente precisamos saber?

As moléculas de nosso corpo reagem [como toda matéria] ao som. Freqüências de energia que vibram em diversas formas, como a luz, o cheiro, e todo tipo de energia eletromagnéticas reinante no universo, influenciando a todo instante nossas vidas terrenas.

Nossa mente subconsciente é similar a um gravador, um disco CD. Toda essa informação é registrada em nosso DNA. O DNA é um chip como esses encontrados no seu computador. Ele grava comportamentos marcantes desde os seus 6 anos de idade que podem facilmente ser acessados, basta para isso bater na tecla certa e o programa vai rodar incontáveis vezes na sua existência... programas esses que chamamos vulgarmente e “manias” ou “sintomas de nascença”.

Em posse desse conhecimento sobre nosso organismo, é fácil entender que assim como um computador, nossa mente também pode ser REPROGRAMADA.O ambiente é o nosso programador.

Ao nos estressarmos diariamente e paulatinamente, as moléculas mudarão de forma usando de um mecanismo de adaptação molecular a um novo programa instalado na sua mente para ajudar a você na sua missão. Esse programa selecionará genes
alterando o código genético – SEMPRE - que for necessário. A seu desejo mais profundo... [cuidado com o que você deseja].

Campos de energia vibracional positivo onde a harmonia é ressonante,  fazem com que as moléculas mudem sua forma original ativando funções necessárias ao equilíbrio de sua vida.

Nide enviou esta Mensagem