quinta-feira, 20 de junho de 2013

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NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA Procissão de Velas 360º



Geraldo Teixeira - Maria da Guia A. Santos

TEORIA DO CAOS O EFEITO BORBOLERA EXISTE?



“O bater de asas de uma borboleta no Brasil pode desencadear um tornado no Texas”. Essa frase, já repetida em várias ocasiões com eventuais diferenças nos locais citados, define o que os pesquisadores chamam de “efeito borboleta”. Mas quanto disso pode ser verificado na realidade?
Quando o conceito de “Efeito Borboleta” foi concebido pela primeira vez, pelo matemático americano Edward Lorenz em 1963, essa história de borboletas causarem tufões era apenas uma alegoria demonstrativa. Pretendia apenas ilustrar (baseada em um esquema gráfico chamado de “atrator estranho”, associado a uma equação) como pequenos eventos podem originar grandes consequências.
 A repercussão da teoria de Lorenz, no entanto, foi ainda além do que os cientistas imaginaram. Muitos cientistas acreditaram que ela poderia, de fato, ser verificada na natureza, e sua compreensão poderia ajudar a meteorologia a fazer previsões do tempo. Mas cientistas da Universidade de Oxford (Inglaterra) desmentem essa ideia: não é bem assim que funciona.
O bater de asas de uma borboleta não é totalmente insignificante: ele chega a causar uma perturbação na pressão do ar. Mas essa perturbação, ao redor do corpo da borboleta, é facilmente absorvida, porque a pressão do ar é cem mil vezes maior. A poucos centímetros da borboleta, o impacto é totalmente absorvido.
O que se chama “efeito borboleta” é um enunciado dentro de uma ideia mais ampla, a teoria do caos. Os físicos se utilizam dessa teoria em uma série de aplicações na observação do universo. A meteorologia, no exercício constante de prever o tempo, precisa trabalhar com muitas margens de erro, e a maioria está associada a pequenos eventos que se desdobram em consequências maiores.
Devido ao grande número de fatores a se considerar, na ciência da meteorologia, os cientistas explicam que as previsões jamais serão infalíveis. Os balões meteorológicos atuais reúnem condições para analisar os quesitos, mas eles próprios (tais como pressão e umidade do ar, posição das nuvens e a temperatura em si) não oferecem segurança para um número certeiro. 

TEORIA DO CAOS - O EFEITO BORBOLETA

 
Não existe nada nem mesmo nenhum acontecimento em nossa vida que seja completamente sem importância. Vamos tentar simplificar e exemplificar a Teoria do Caos e o Efeito Borboleta nesta postagem. Coisas aparentemente pequenas, como o ônibus perdido por alguns segundos ou o papo furado com alguém pra passar o tempo em uma longa fila, podem ter uma grande influência nas nossas vidas a longo prazo. Não existe exemplo maior de algo caótico do que as nossas próprias vidas, aparentemente previsíveis e sequenciais - mas moldadas pelas escolhas que fazemos em face do que o acaso nos proporciona.

A Teoria do Caos, é uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto.

Mas antes de continuarmos você deve se perguntar: caos é uma coisa boa ou ruim? Pelo significado que ouvimos no cotidiano diríamos que se trata de algo ruim. Mas, ao contrário do que parece, nem sempre “caos” quer dizer algo negativo, principalmente quando falamos da Teoria do Caos, pois essa teoria traz explicações de fenômenos não previsíveis. Portanto, a Teoria do Caos é um padrão de organização dentro de um fenômeno desorganizado, ou seja, dentro de uma aparente casualidade.



Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros...

No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "algo tão pequeno como o bater das asas de uma borboleta pudesse causar, tempos depois, um tufão do outro lado do mundo". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".


A repercussão da teoria de Lorenz, no entanto, foi ainda além do que os cientistas imaginaram. Muitos cientistas acreditaram que ela poderia, de fato, ser verificada na natureza, e sua compreensão poderia ajudar a meteorologia a fazer previsões do tempo. Mas cientistas da Universidade de Oxford (Inglaterra) desmentem essa ideia: não é bem assim que funciona.

O bater de asas de uma borboleta não é totalmente insignificante: ele chega a causar uma perturbação na pressão do ar. Mas essa perturbação, ao redor do corpo da borboleta, é facilmente absorvida, porque a pressão do ar é cem mil vezes maior. A poucos centímetros da borboleta, o impacto é totalmente absorvido.

O que se chama “efeito borboleta” é um enunciado dentro de uma ideia mais ampla, a teoria do caos. Os físicos se utilizam dessa teoria em uma série de aplicações na observação do universo. A meteorologia, no exercício constante de prever o tempo, precisa trabalhar com muitas margens de erro, e a maioria está associada a pequenos eventos que se desdobram em consequências maiores.


Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha. A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério.

transicao-planetaria


 

ASSEXUAIS ELES VIVEM SEM SEXO

Eles estão em toda parte. No Brasil, uma comunidade no Orkut conta com mais de trezentos membros e já chegaram ao Facebook. Formam um grupo diferente. Não curtem relacionamentos sexuais. Nenhum problema com a libido e mantêm cada um a seu modo e em graus variados bom sistema de autossatisfação. Mas essa é uma atividade pessoal e íntima e nunca compartilhada com o parceiro.

Sim, eles têm parceiros, namoram e casam! Partilham uma vida a dois sem, contudo, se unir sexualmente. São amorosos, querem o encontro e a cumplicidade, mas, abrem totalmente mão do sexo. São os Assexuais. A característica da assexualidade é a ausência de atração sexual. Não sentem desejo de se relacionar sexualmente uns com os outros. Namoram, amam e vivem assim. Fazem parcerias entre eles e os relacionamentos são duradouros. Poucos relatam brigas ou ciúmes, são serenos e seguros porque sabem que essa escolha é, para eles, legítima e coerente.

Raramente se sabe de um casal que tenha rompido o acordo e incluído o sexo em sua união, mas se isso acontecer e houver reciprocidade, por que não? O que não é aceitável entre os assexuais é que um dos parceiros “force a barra” com o outro para a quebra do acordo. Essa é uma regra de conduta e deve ser respeitada.

Muitas vezes a pessoa se descobre assexual já na vida adulta, depois de muito sofrimento, se relacionando com outras pessoas sempre com a sensação de não gostar de sexo, uma violência contra si mesmo. Muitos relatam a alegria e a sensação de liberdade ao se descobrir assexual, isso porque antes, ao forçar uma atividade contrária ao seu desejo, colhia muito mais insatisfação do que alegria e se é assim que se sente, ótimo. E, como disse, há excitação e, assim, a satisfação pessoal é possível.

Não há predominância de sexo. Homens e mulheres podem se descobrir assexuais e aceitar a condição, desenvolvendo a partir dessa “aceitação” novas regras de conduta. Considero importante que a pessoa que não gosta de sexo a dois (já que a autossatisfação é uma prática sexual), tente analisar-se profundamente. Uma decepção amorosa, bloqueios, um trauma, podem fazer cessar o desejo sexual por um tempo e um bom apoio psicológico pode ajudar essa pessoa fazendo com que ela retome sua vida sexual normal.

O assexual gosta de viver sem parceria sexual, não sente falta e é feliz assim. Amam melhor?  São mais desprendidos, já que na maioria inexiste o ciúme doentio e a necessidade de possuir o outro? Talvez. O fato é que vivem normalmente, e, se casados, são como qualquer casal, fora o sexo. Assim como heterossexuais podem se descobrir homossexuais e vice-versa. Também não é condição que alguém que se descubra assexual, não possa sentir que deseja voltar a ser sexual.

O que falei acima se refere à parte moral, se a pessoa estiver dentro de um relacionamento. Importa saber que eles existem, vivem, amam, se alegram e curtem a vida como qualquer pessoa e devem ser respeitados como todos. E como disse o poeta: Toda forma de amor vale a pena!

* Regina Racco é professora de ginástica íntima, autora dos livros: O livro de Ouro do Pompoarismo, A Conquista do Prazer masculino e Pirulito e Outras Delícias, sexo para mestres na arte da sedução -  

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