segunda-feira, 31 de maio de 2010

ANATOMIA OCULTA DO CORPO HUMANO

Bertol Brecht usava a expressão distância crítica para explicar que, quando estamos demasiado perto de algo ou alguém, não conseguimos avaliá-lo correctamente nem ter uma consciência crítica adequada a seu respeito. Com efeito, estamos tão perto dos nossos corpos físicos que é difícil compreendê-los totalmente. É preciso ir além deles e dos seus impulsos automáticos para podermos perceber toda a sua importância como instrumentos da nossa evolução. Com distância crítica, a consciência consegue ver o conjunto.
 
O corpo físico será uma ferramenta decisiva conforme o uso que dele fizermos. Para muitos, realmente, o corpo é um mecanismo desconhecido, mas a tradição esotérica mostra-nos o corpo como um templo vivo e dinâmico, em que cada órgão é uma central energética, e onde há inteligência em todas as células. O verdadeiro caminho espiritual, ao invés de nos distanciar do corpo, ensina-nos a assumir a responsabilidade pelo que lhe ocorre, a perceber em profundidade este nosso fiel instrumento, e a descobrir e girar nele a chave para a unidade simultânea com Deus, com o universo e com o nosso próprio eu interior. O complexo funcionamento do corpo parece foi planeado por uma inteligência infinita:
 
“Escritos inconfundivelmente em cada célula, tecido, órgão, e glândula do corpo estão os sinais de uma mente certa de um propósito, planeando cada pormenor para uma finalidade definida”. As células são especializadas. Uma delas selecciona o cálcio, outra o fósforo. Uma prepara o potássio, outra o sódio. Há uma divisão de tarefas bem planeada e bem executada em cada aspecto do organismo. A inteligência cósmica opera tanto na misteriosa estrutura genética do nosso rim como nas leis que regulam a vida de uma galáxia. A tarefa do ser humano atento é aprender a comportar-se em harmonia com a vida subtil que coordena o seu próprio corpo físico e que faz parte da inteligência universal.
 
Os nossos pensamentos são importantes até mesmo para a vida celular. “O nosso corpo é feito de biliões de pequeninas células altamente sensíveis e sujeitas à influência da nossa mente”, escreveu Napoleon Hill. “Se a mente de uma pessoa é do tipo preguiçoso, as células do seu corpo tornam-se também preguiçosas. A preguiça é o resultado da acção de uma mente inactiva sobre as células do corpo. Se tiver dúvidas sobre isso, tome um banho e esfregue-se bem, estimulando deste modo as células do corpo, e verá como a preguiça desaparecerá. Ou então pense num jogo que lhe agrade muito e verá com que rapidez as células do seu corpo responderão ao seu entusiasmo”. Para Napoleon Hill, “as células agem de acordo com o estado mental, exactamente como os habitantes de uma cidade agem de acordo com a psicologia colectiva que a domina”. Hill acrescenta: “Se um grupo de cidadãos consegue fazer com que a cidade adquira a reputação de bem sucedida, essa acção beneficiará a todos os habitantes. O mesmo princípio se aplica às relações entre mente e corpo. Uma mente activa e dinâmica conserva as células do corpo em constante estado de actividade”
 
O cérebro e o coração são os dois grandes centros de comando da vida. Platão via a cabeça humana como uma miniatura do universo. Protegido pelo crânio, no ponto mais elevado do corpo humano, coordenando todas as nossas sensações físicas, memórias, reacções, estados de espírito e posicionamentos, está o comando cerebral, que opera em total unidade com o sistema cardíaco-respiratório. O cérebro pesa um quilo e meio e reúne 14 biliões de células. Por ele passa meio litro de sangue a cada minuto. Ele é lógico no seu hemisfério esquerdo, intuitivo e criativo no lado direito, emocional no seu sector límbico, e coordena as reacções automáticas e padrões vibratórios no seu tronco, situado no topo da coluna vertebral. O cérebro é a coisa mais complexa e maravilhosa que a vida física do planeta Terra já criou.
 
Segundo a sabedoria oriental, há sete cavidades ou espaços vazios no cérebro. Neles existe apenas akasha, luz astral. Cumprem uma função de ligação com o plano espiritual. A sabedoria egípcia diz, em linguagem simbólica, que esses ventrículos são “câmaras onde moram os deuses”. De acordo com os antigos, o cérebro humano era um templo. A sabedoria esotérica afirma ainda hoje a mesma coisa. Os alquimistas consideram que as virtudes celestiais são captadas pelo cérebro sob a forma de “orvalho”. A tradição rosacruz e a cabala usam a mesma imagem ao descrever a intuição, pela qual o cérebro capta as vibrações da inteligência cósmica e da harmonia universal 3. O maná da Bíblia cristã é o mesmo orvalho da cabala e da alquimia. Em o Exôdo 16:13-15, o alimento que cai do céu em forma de orvalho é, sobretudo, espiritual. No Evangelho de João (6:33-35), Jesus Cristo confirma esse significado do orvalho como símbolo da inspiração espiritual que desce até à mente pura.
 
Além do cérebro, o outro grande comando visível da vida do corpo humano é o coração. Com 300 gramas de peso médio, é do tamanho de um punho fechado e bate cerca de 90 mil vezes a cada dia que passa. Bombeia cinco toneladas de sangue no mesmo período. Quando recolhe o sangue venoso, que lhe chega com gás carbónico e detritos, o coração envia-o para o pulmão, que o devolverá purificado e rico em oxigénio. O coração, então, lança o sangue reciclado para todo o organismo. Não é à toa que o coração é símbolo de várias virtudes humanas, inclusive o heroísmo. Ele não pára de trabalhar, rodeado e ajudado pelos pulmões, cuja eficácia é admirável. Manly Hall escreveu que um coração, arrancado de um corpo, pode bater sem parar por até meia hora. Ele não precisa do comando cerebral para bater.
 
Esotericamente, o coração é a sede da vida. Ele é o sol do nosso corpo. A nossa vida foi confiada sobretudo a ele. Se no cérebro há um ponto em que pulsa a energia do Senhor Deus [Mestre Sanat Kumara, o Senhor do Mundo na tradição oriental], no coração brilha um raio um raio da luz de Cristo, Buda, a compaixão universal. É o coração que cria condições para que o cérebro receba do céu o orvalho divino. Cabe aqui fazer uma pergunta: o coração purifica o sangue, mas quem purifica o coração? Na verdade, ele depende do comportamento correcto do resto do corpo para que possa estar saudável. Necessita que o corpo tenha quantidade adequada de exercícios, que a alimentação seja correcta e que as emoções e pensamentos sejam equilibrados para manter-se puro e, assim, dar condições ao cérebro de captar o orvalho da paz celestial. Os Upanishades, escrituras hindus, abordam a questão:
 
“Quando o uso dos sentimentos é purificado, o coração se purifica. Quando o coração é purificado, existe uma constante lembrança do Eu superior. Quando existe uma constante lembrança do Eu superior, todos os vínculos são desfeitos e a liberdade espiritual é alcançada.”
 
Para os Upanishades, o coração é a sede da nossa consciência imortal, e nele mora Brahman, o Deus criador do Universo. O próprio princípio hermético da tradição egípcia, segundo qual o cosmo inteiro está contido em cada uma das suas partes, pode ter sido inspirado pela sabedoria milenar dos hindus. Diz o Chandogya Upanishad:
 
“Dentro da cidade de Brahman, que é o corpo, existe o coração, e dentro do coração existe uma pequena casa. Essa casa é como um lótus. Dentro dela mora aquilo que deve ser procurado, investigado e percebido.”
 
No Plano Físico, esta moradia mística inclui dois ventrículos ou cavidades que controlam o trabalho do coração. O ventrículo direito produz a contracção que empurra o sangue usado de volta aos pulmões. O ventrículo esquerdo contrai-se mandando o sangue novo e oxigenado para a aorta, de onde irá para todas as células do corpo. Em conjunto, os ventrículos controlam o ritmo da vida.
 
O processo vital é uma ondulação musical entre ar novo e ar velho, contracção e expansão, esforço e descanso, som e silêncio. O coração é como o corpo de um pássaro cujas amplas asas são os pulmões. Quando o pássaro está a baixa altitude, as asas batem apressadamente; quando o pássaro voa alto, as asas batem serenamente. Daí a importância da respiração profunda, que leva a estados de consciência firmes e elevados.
 
Prossegue o Upanishad: “O que é então que, morando dentro desta casa, desse lótus do coração, deve ser procurado, investigado e percebido? (Resposta) Tão grande quanto o Universo exterior é o Universo dentro do lótus do coração. Dentro dele estão os céus e a Terra, o Sol, a Lua, o relâmpago, e todas as estrelas. O que está no macrocosmo está nesse microcosmo.”4 O lótus do coração corresponde também ao chakra cardíaco, um centro de força cósmico que é a grande fonte de paz universal no nosso interior. Para que este centro entre em plena actividade, no entanto, é necessário que o coração esteja livre de egoísmo.
 
O sangue, constantemente reciclado pelo coração, tem, segundo o médico e alquimista Paracelso (1490-1541), “um espírito de ar e de fogo”. A ciência moderna dá detalhes: o sangue humano - cerca de seis litros para uma pessoa de 70 quilos - contém cerca de 25 trilhões de glóbulos vermelhos transportadores de oxigénio e outros tantos glóbulos brancos ou leucócitos, encarregados da defesa do organismo contra bacilos e bactérias. Quando há uma infecção, o pus constitui um amontoado de cadáveres de glóbulos brancos que morreram defendendo a saúde do organismo.

Cabalisticamente, escreve Manly Hall, o sangue é um fluido eléctrico carregando consigo em suspensão o princípio vital absorvido pela respiração, que a sabedoria hindu chama de prana. Em todas as culturas humanas, o sangue é visto como um poderoso símbolo da vida. Em alguns povos antigos, quando os homens queriam firmar um compromisso irreversível, costumavam jurar derramando solenemente uma ou duas gotas do seu próprio sangue.

O fígado tem menos prestígio que o cérebro, o coração ou o sangue, porém a sua importância é fundamental, porque separa o joio do trigo. Com 1,7 kg de peso, o fígado contém em si a quarta parte do sangue do corpo e produz um litro de bílis por dia. Líquido de cor esverdeada, a bílis cumpre papel decisivo ajudando a digerir gorduras. Assim como o pâncreas, o fígado digere gorduras em grande escala. Ele também produz açúcar, que é essencial para os músculos, e destrói substâncias nocivas. Recicla-as, quando isso é possível, ou decide pela sua eliminação. Além de tudo, o fígado ainda recicla os glóbulos vermelhos que não servem mais para o transporte do oxigénio, e encaminha a parte útil deles para que novos glóbulos vermelhos sejam produzidos no baço e na medula dos ossos.

Muitas pessoas agridem os seus organismos movidas pela gula e porque não sabem da necessidade de uma alimentação adequada. Assim, o fígado é frequentemente forçado a trabalhar demais. Maneiras práticas de ajudar o fígado, são fazer respiração profunda, não comer demasiadamente e manter uma dieta leve e saudável, sem excesso de gorduras.

Segundo o Suwen, um tratado de medicina chinesa tradicional, o fígado é o grande gerador de forças, o criador da cólera, da coragem e das virtudes do guerreiro. Ele também é associado à natureza inferior e às qualidades menos nobres da personalidade. Porém, o fígado que não seja sobrecarregado e tenha boas condições de trabalho conseguirá manter o sangue puro, ajudado pelos rins e por toda a equipa de transmutação química do nosso organismo.

Com isso, o coração e o cérebro serão beneficiados, tornando a vida espiritual mais fácil e dando a ela uma base física sólida.

O fígado está simbolicamente associado às provações do caminho espiritual. No mito de Prometeu, o herói rouba o fogo divino de Zeus, activando a espiritualidade humana, mas passa a ter o seu fígado devorado durante cada dia por uma águia. O significado esotérico da história inclui o facto de que, quando alguém se conecta com a energia divina, deve pagar o preço correspondente em termos de purificação pessoal, tarefa chefiada no Plano Físico pelo fígado. No caso da gula, por exemplo, um problema emocional - a busca cega de prazer físico imediato - acarreta um problema físico, um físico sobrecarregado de trabalho, o que repercute sobre a função renal.

Os dois rins trabalham como analistas químicos e são responsáveis directos pela qualidade do sangue. Eles filtram constantemente o sangue, eliminando pela urina o que for inútil ou nocivo. Simbolicamente, os rins estão associados à força e à resistência diante das adversidades.

A tradição esotérica vê duas árvores simbólicas no corpo humano. O tema da árvore, aliás, está presente em todas as tradições religiosas. A árvore da vida tem as suas raízes no alto, no divino, no Sol ou no céu, conforme os vários mitos e tradições. No caso do corpo humano, há pelo menos duas árvores trabalhando em conjunto. Uma, é o sistema nervoso, presente em todo o organismo, mas cuja raiz é o cérebro. Por essa árvore corre energia etérica, basicamente eléctrica. A outra árvore é formada pelas ramificações do sistema circulatório, e a sua raiz é o coração. Por ela corre a energia vital. Para a sabedoria esotérica, o fenómeno da vida humana e animal é precisamente a reunião do princípio vital, prana, administrado pelo coração, com o princípio eléctrico-etérico, administado pelo cérebro. O coração e a mente governam a vida. O cérebro capta e produz electricidade etérica no alto do corpo e transmite-a para detonar e dar estímulo às transmutações da vida biológica. Ao mesmo tempo, o prana é captado pelo aparelho respiratório e colocado à disposição de cada célula pelo “departamento de circulação” do organismo, que também recolhe mensagens e detritos por onde vai passando. É no sangue que a vida se renova a cada segundo.

Não se pode pensar ou sentir a vida espiritual como algo divorciado do nosso corpo físico. Ao contrário, é necessário reconhecer que o corpo físico é um processo espiritual, e então agir à altura desta percepção. O estudo do sistema endócrino, por exemplo, mostra como se dá a ponte do mundo físico para o mundo subtil. O sistema glandular trabalha como uma equipa entrosada. Uma glândula é qualquer órgão que produz alguma substância. Se a substância vai para actividades relativamente externas, como é o caso da bílis, da saliva e do suor, a glândula é chamada de exócrina. Se a substância vai para o sangue, a glândula é chamada de endócrina. O sistema endócrino é o conjunto das glândulas que lançam hormónios no sangue. A palavra hormónio vem do grego e significa “mensageiro”. Através dos seus mensageiros, as glândulas endócrinas regulam quimicamente as funções do corpo.

As endócrinas, diz a sabedoria esotérica, são uma verdadeira hierarquia oculta funcionando no corpo humano. Não é por acaso que a ciência engatinha no seu estudo. O segredo da vida passa pela sua compreensão. A mais conhecida é a tiróide, situada no pescoço, logo abaixo do pomo-de-adão. Ela regula a velocidade e o ritmo geral do corpo, inclusive o batimento cardíaco, a actividade mental e a atitude diante da vida. A tiróide é vista como mediadora entre as emoções e os pensamentos. Outras glândulas endócrinas são as quatro paratiróides, as supras renais, o timo, os ovários, na mulher, e os testículos, no homem.

O sistema endócrino está organizado como uma orquestra, e os estudiosos usam a palavra mestre para designar a glândula que, aparentemente, comanda o espectáculo: a hipófise ou corpo pituitário, situada no centro do crânio, na altura da ponta do nariz. Ela envia mensagens bioquímicas de comando para as outras glândulas endócrinas. Segundo a sabedoria esotérica, a hipófise trabalha para o antahkarana, a ponte entre o eu imortal e o eu terrestre, do mesmo modo como a tiróide faz a ponte entre pensamentos e emoções.

Há, porém, uma glândula que comanda a própria hipófise, segundo os sábios orientais. Trata-se da glândula pineal, sede da visão intuitiva, o instrumento mais elevado da alma imortal. Para René Descartes, o filósofo francês do século 17, “a glândula pineal é a sede da alma”. De acordo com a sabedoria esotérica, a pineal é a ponte entre o mundo objectivo e o mundo subjectivo. Com o tamanho de uma ervilha, localizada a pouca distância da hipófise, essa pequena glândula é a sede da percerpção intuitiva ou “terceiro olho”. Quando o sábio aprende a comandá-la, pode comandar também, conscientemente, todo o metabolismo do seu corpo.

O que fazer enquanto não chegamos a esse ponto da nossa evolução? A qualquer momento, qualquer pessoa pode colaborar com o trabalho do seu sistema endócrino. São recomendáveis a prática regular da meditação e a leitura calma de bons textos sobre a sabedoria da vida. A aurto-observação atenta, feita do ponto de vista do potencial divino presente em cada sert humano, é outro item de importância. Na prática da auto-observação, o estudante da sabedoria identifica os seus erros sem autocondenação ou autojustificação e decide serenamente corrigi-los, tanto na vida externa como na vida interior.

Os significados ocultos do imenso laboratório vital que é o corpo humano podem estimular uma avaliação mais séria da nossa atitude diante da vida. Os ensinamentos espiritualistas são unânimes em afirmar que o corpo físico é a casa que a alma habita. Mas frequentemente esquecemos que cada célula e cada órgão desta casa viva são dotados de uma inteligência activa e trabalham o tempo todo para o nosso bem-estar. Pessoalmente, sinto uma misteriosa gratidão por tantas inteligências que operam para proteger-me dos erros que cometo e das dificuldades que enfrento na vida, à medida que respiro, trabalho, caminho e tenho emoções. O sentimento de parceria consciente com todas as inteligências vitais que tornam possível a saúde do nosso corpo, torna-nos mais sensíveis à necessidade de dar boas condições de trabalho às nossas células, pulmões, coração, estômago, rins e outros órgãos. E isso é tão importante para a vida espiritual quão necessário para a vida material.

A harmonização de céu e terra na vida humana não é um facto isolado mas integra o plano divino para o terceiro milénio. O ponto actual da agenda da nossa evolução é a recuperação da harmonia interna, do equilíbrio e da unidade consciente com toda a vida. Esse é o estágio que a humanidade deve atingir e está atingindo agora. E quando sintonizamos nossa energia pessoal com a vitória da verdade e da vida, o vasto ecossistema do nosso corpo e o nosso sistema emocional funcionam melhor. Isso, por sua vez, estimula a vitória da vida e da verdade ao longo do caminho.

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O CÉREBRO IMPRIME O QUE VÊ

Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de uma pessoa  a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver que certas partes do cérebro sendo ativadas.

Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginar o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos.

Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos?

A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados. Então devemos nos questionar, o que é realidade?

Somos bombardeados por grandes quantidades de informação que, quando entram no seu corpo, são processadas pelos seus órgãos sensoriais, e a cada passo partes da informação vão sendo descartadas.

O que finalmente chega na consciência é o que serve mais à pessoa. O cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 bits. E esses 2.000 bits são sobre o que está ao nosso redor, nosso corpo e o tempo.

somostodosum.ig.com.b

O CEREBRO OPERA ALÉM DA CONSCIÊNCIA QUE EXPERIMENTA NO ATUAL NÍVEL EVOLUTIVO

Primeiro é necessário entender que a mente não lê, palavras conhecidas, soletrando um texto, que passa uma mensagem inteligível, é uma sinfonia verbal; conhecendo o tom é fácil dar seqüência

fator implícito
sinfonia verbal
não passas pelas linhas do organismo conhecedor
a consciência

Na constituição estrutural do ser [humano, animal ou vegetal] há uma propriedade que nós rotulamos, na nossa obra, de inércia do comportamento. Essa propriedade tem a função de condicionar, biomecanicamente, toda e qualquer atividade que se repete, liberando o organismo gestor [a mente] para as atividades pouco comuns ou de maior complexidade. É uma faculdade das células, uma espécie de micro sistema mental, que faz a ‘máquina’ funcionar sem as complexidades do sistema gestor ou mente.

Você nota que no texto 1, o fluxo ocorre com naturalidade, não há o que interpretar, porque é um texto fácil com palavras banais . As partículas, corretamente posicionadas, dão o tom da harmonia. No início do texto nem se percebe que há erros.

No texto 2, requer interpretação, a dificuldade é imensa, está tudo trocado. Já no texto 3, com a mudança de partículas e poucas mudanças nas palavras, existe uma pequena dificuldade com alguns termos que requerem interpretação, mesmo com quase tudo na mesma ordem do texto 1.No caso que estamos analisando, funciona como uma agência de correios

Texto 1
Correspondências com endereços normais.
Vão direto para o carteiro.

Texto 2 e 3
Correspondências com endereços confusos.
Essas vão para o setor de interpretação,
onde terão os endereços normalizados
ou serão devolvidas para o remetente.

No primeiro texto as células cerebrais trabalham diretamente, independente das palavras estarem certas ou erradas – as partículas dão o tom da ‘melodia’. Nos outros dois textos [2 e 3] vamos observar uma pequena demora no curso de leitura, que é a intervenção da mente no processo [o bioprocessador de domínio entra em cena e nem sempre ele consegue interpretar a palavra]. Tente ler um texto de cabeça para baixo – você vai notar a mesma lentidão no fluxo.

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaacmoo um tdoo. Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo
e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Tente ler o texto abaixo, são as mesmas palavras do texto 1

bloa. de Sohw tdoo um cmoo. plravaa aorcdo De a isladoa, Ltera mas cdaa lmeos não nós poqrue é Itso pobrlmea. sem e pdoe bçguana anida ttaol ler vcoê, que crteo uma rseto ser pdoe O lgaur no. piremria etejasm Lteras útmlia que a iprotmatne csioa uma a é etãso úncia plravaa Lteras de, em as ignlsea com de uma ipomtra qaul uinrvesriddae odrem, peqsiusa não uma

Tente ler esse também

aorcdo uma De peqsiusa as uinrvesriddae ignlsea, não em ipomtra com qaul de odrem Lteras plravaa de etãso, uma a úncia uma csioa iprotmatne é e piremria etejasm útmlia a Lteras que lgaur no crteo. rseto pdoe O ser bçguana uma ttaol, vcoê anida que pdoe sem pobrlmea. Itso ler poqrue nós lmeos é de cdaa Ltera não isladoa, a plravaa cmoo tdoo. um bloa mas Sohw

Mesmo já conhecendo as palavras, você tem dificuldade no segundo texto, que foi totalmente modificado, e um nível menor no terceiro, que sofreu poucas mudanças.
www.conhecerse.com

DISPOSITIVO REDUZ AS DORES DO PARTO


A empresa Israelense ACU Medical Technologies anuncia o lançamento mundial do dispositivo EasyLabour, destinado a aliviar as dores durante o trabalho de parto. “Optamos por fazer o lançamento mundial do produto na Hospitalar, pois consideramos que o Brasil é hoje um mercado alvo excelente para produtos inovadores no campo da medicina”, destaca a diretora geral da ACU Medical Technologies, Yael Golombek.

A eficácia do dispositivo EasyLabour® foi testada e comprovada por ensaios clínicos realizados em Israel. O dispositivo provou que 90% dos partos tiveram redução da dor. Em muitos casos, o uso do dispositivo possibilitou às gestantes um nível suficiente de redução da dor, que lhes permitiu passar por todo o processo do parto sem receber qualquer anestesia medicamentosa.

O dispositivo, em formato de cinta, está baseado na técnica de pressão por contato (Acupressão), uma técnica terapêutica não medicamentosa e não invasiva destinada a aliviar a dor. Este método é reconhecido há muito tempo como tendo eficácia elevada no alívio das dores do parto, mas até agora era executado apenas manualmente. O dispositivo foi desenvolvido durante três anos por uma equipe de engenheiros de Israel, com a assistência de médicos especializados em obstetrícia e parteiras.

sejabeminformado.blogspot.com

sábado, 29 de maio de 2010

MÚSICA ATIVIDADE ELÉTRICA DO CÉREBRO

Testes realizados no Laboratório de Neurofisiologia Clínica do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP) evidenciaram o poder da música sobre a atividade elétrica cerebral e também sobre o aumento do potencial da voz . O trabalho foi realizado comparando nove cantores líricos a outras nove pessoas não cantoras e envolveu especialistas dos Setores de Neurologia (Departamento de Neurologia, Psiquiatria e Psicologia Médica) e de Otorrinolaringologia (Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia da Cabeça Pescoço) da FMRP e do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia da USP de São Carlos (EESC).

Durante seis meses, os pesquisadores analisaram as reações do cérebro, as condições da laringe e o poder de acústica da voz dos dois grupos de pessoas, utilizando técnicas e equipamentos como Eletroencefalograma (EEG), para o mapeamento cerebral, e um analisador acústico digital especialmente desenvolvido pelo professor José Carlos Pereira, da EESC. As análises das condições da laringe ficaram sob a responsabilidade do professor Marcos Grellet, da Otorrinolaringologia.

Segundo a pesquisadora Paula Viana, responsável pela parte neurológica do trabalho, esta é a primeira vez que é feito um estudo simultâneo de mapeamento cerebral e de acústica da voz. "Os resultados mostram, por exemplo, uma correlação positiva entre maior atividade cerebral, no caso dos cantores, e o aumento do potencial da voz". O teste com os cantores foi realizado envolvendo a vogal A, cantada e falada. As pesquisas devem continuar utilizando outras vogais.

A análise do EEG dos cantores líricos, enquanto cantavam, mostrou ativação da região frontal esquerda. Segundo Paula, esta área do cérebro está relacionada com processos de verbalização, atenção voluntária e emoções positivas, como alegria e prazer. Também foi observada a ativação da região temporal direita que é relacionada à cognição musical. Paula informa que estas atividades cerebrais não foram observadas nos cantores em condição de repouso.

No grupo de não cantores também foi observada ativação de região temporal direita, enquanto as pessoas ouviam música clássica. "O fato demonstra que a percepção musical também leva à modificação da atividade elétrica cerebral em não cantores, reforçando a  habilidade musical latente no cérebro humano".

Os cérebros dos cantores não foram ativados ao ouvir música clássica, mas somente quando interpretavam a música. Paula acredita que isso seja devido a um efeito de habituação dos cantores, que necessitam, portanto, de maior estímulo. Outro fato curioso observado nos exames dos cantores foi a correlação positiva entre o aumento do potencial de voz com a maior amplitude do ritmo alfa (atividade cerebral de área posterior do cérebro, relacionada com repouso e vigília).

Os resultados também mostraram forte ligação entre a musicalização e a linguagem . A pesquisadora comenta que foi observada ativação de áreas relacionadas à linguagem. Este fato sugere que a estimulação musical precoce possa levar a um melhor domínio da linguagem verbal. "Se a criança for estimulada desde cedo com a música, ela deve desenvolver partes do cérebro, inclusive em tamanho, mais do que outras", justifica Paula.

Vários estudos têm demonstrado os efeitos do treinamento musical não só na habilidade verbal, mas também em outros domínios como matemática, raciocínio espacial, coordenação motora e sensibilidade. Pesquisadores americanos observaram que a estimulação musical precoce (antes dos sete anos de idade) pode levar a um maior desenvolvimento tanto anatômico (aumento de tamanho) como funcional (maior atividade dos neurônios) de algumas áreas do cérebro. www.usp.br/agen/repgs

MÚSICA FAZ BEM AO CÉREBRO


A música interfere na plasticidade cerebral, favorece conexões entre neurônios na parte frontal do cérebro (relacionada a processos de memorização e atenção) e estimula comunicação entre os lados do cérebro, o que pode explicar sua relação com raciocínio e matemática. É o que explica Mauro Muszkat, coordenador do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"Somos essencialmente musicais: no ritmo de andar, batimentos cardíacos fala - que é a música das palavras. A música é importante para o neurodesenvolvimento da criança e de suas funções cognitivas", diz.

O especialista comenta que cada tipo de som exerce influência em diferentes áreas cerebrais. "Músicas mais lógicas, como as de Mozart, estimulam a resolução de problemas espaciais, por exemplo", diz. "A música básica, rítmica, se relaciona com a porção anterior, o som melódico age nas áreas temporais e a música com contrastes e efeitos influencia áreas associativas." www.letras.com.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CURA PELO SOM

O "arrastamento" é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o "arrastamento" pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. "Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal".

"Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único". "O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo".

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro "banho de saúde". Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. "Spectrum Suíte" foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.

Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.

Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser... você pensa que está ficando calmo, a sua mente "mente" para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.

O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.

Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (Presposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

"Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo. Está na hora de você se sintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado".

O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.

"A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.

Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SITEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!

Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus "canos" dão problemas... Existe a"Oficina de consertos" que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações.

A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao "recipiente" alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:"Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações". Neste sistema... é que entra o SOM.

No Centro de Medicina "Upstate de Syracuse N. Y." trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: "A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura".

O Dr. Becker demonstrou também "que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados".

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que "campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas". Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.

Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que "a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a "informação" para as células e influenciar sua aparência".

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.

O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. "Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos".

"O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas". Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a "dieta saudável do som" do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: "É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.

A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.

melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura".

Todos nós somos "transformadores vibratórios"! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.

A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os "padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular".

"Bioquímicos, astrofísicos e antigos uogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias".

"Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação". Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.

"As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas". Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.

As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. .

O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.  Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino.

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc.

O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados "criam" as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores.

"Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível". Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?

Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: "a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana".

Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O "coração" do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia. "O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível". Blair.

A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma "onda estacionária". As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. "O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias"

A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

James Bogh descreve em seu livro "Arachne Risig" que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.

Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela "puxada" da teia. Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.

"Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária". Itzhak Bentov.

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.

Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: "Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último".

Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através das músicas apropriadas para repouso.

Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão "ressoou" respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.

Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: "Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental".

Toda a matéria física produz tons" agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.

A ressonância ou vibração simpática depende somente do "tom", desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..

Por estas razões é que nos tornamos em "discos de Chaladni" diante dos sons "silenciosos" das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.

A "Sience News" noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

"Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os "bio-efeitos" da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta."

"Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo" é mais do que uma imagem poética. Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

"O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um "tom muscular".

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração". Dr. Manners.

"A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO".

"Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal". Steven Halpern.

Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. da Universidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

"Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras". Relatório de um hospital de Londres.

CÉREBRO ENCARA PERDA COMO DOR

Perder dinheiro pode literalmente doer, segundo um estudo divulgado nesta semana. Cientistas verificaram que a área do cérebro que é ativada quando perdemos dinheiro é a mesma que responde ao medo e à dor.

Ao todo, 24 voluntários participaram de um jogo de apostas onde poderiam ganhar e perder dinheiro. Seus cérebros foram monitorados através de ressonância magnética. Durante o trabalho, os pesquisadores, da University College, de Londres, verificaram que os participantes estavam aprendendo a prever chances tanto de ganhar quanto de perder –- em uma região cerebral conhecida como estriato.
No entanto, quando a “previsão” falhava, e os voluntários perdiam em vez de ganhar, a área do cérebro ativada era outra –- a mesma que responde à dor.

Segundo os pesquisadores, isso faz sentido. “Não queremos perder dinheiro da mesma maneira que não querermos sentir dor”, diz o líder do estudo, Ben Seymour. “Faz sentido que as formas com que prevemos e evitados os dois estejam relacionadas”, diz ele.

Segundo Seymour, entender como o cérebro responde à perda de dinheiro pode ajudar a compreender melhor porque algumas pessoas se arriscam mais financeiramente do que outras.

Lucas enviou esta Mensagem

quinta-feira, 27 de maio de 2010

PODER ANALGÉSICO DA MENTE

Estudos já mostraram que quando você realmente acredita que não vai doer, quase não dói mesmo. Um estudo feito recentemente por um grupo italiano indica como seu cérebro processa: produzindo opióides próprios que agem especificamente sobre a representação mental daquela parte do seu corpo que vai sofrer o ataque. Assim, a anestesia "psicológica" é dirigida somente àquela porção do corpo, preservando a sensibilidade das outras.

Fabrizio Benedetti, Claudia Arduino e Martina Amanzio, da Universidade de Torino, contaram com a participação de 173 voluntários no estudo.

Todos os voluntários recebiam uma injeção de capsaicina, um dos princípios ativos da pimenta, simultaneamente nas costas das mãos e no dorso dos pés. A injeção de capsaicina provoca uma dor ardente localizada. A cada minuto, os voluntários avaliavam a intensidade da dor em uma escala de 0 (nenhuma dor) a 10 (dor insuportável). Em média, os voluntários avaliaram a dor inicial como 5 ou 6, decaindo gradualmente até desaparecer (dor 0) 15 minutos após a injeção.

Alguns voluntários, no entanto, receberam antes da injeção um creme aplicado a uma das mãos, ou a um dos pés. O creme, apresentado como "um anestésico local poderoso que alivia a ardência da capsaicina", era na verdade um placebo, uma mistura de óleo de tomilho e água, sem ação anestésica própria. Resultado: enquanto a dor inicial percebida nas outras partes do corpo era avaliada em 5-6, a dor inicial na mão ou pé que havia recebido o placebo recebia um mero "3", e desaparecia mais rapidamente, em apenas 10 minutos!!

Estudos anteriores haviam mostrado que a antecipação de um efeito analgésico leva à produção de opióides pelo cérebro, que então agem sobre o próprio cérebro diminuindo de fato a sensação de dor. No estudo italiano, o efeito "analgésico" do creme pôde ser anulado por uma injeção prévia de naloxone, que bloqueia a ação de opióides, mostrando que a dor reduzida em decorrência da expectativa era de fato devida à produção de opióides endógenos. A grande novidade deste estudo é mostrar que o opióide produzido na expectativa da analgesia age somente para a parte do corpo que recebeu o suposto analgésico. A explicação mais simples oferecida pelos pesquisadores é que o opióide produzido não atua no cérebro em geral, mas somente nas regiões do cérebro que representam aquela parte do corpo que é objeto da expectativa.

Em outras palavras: se você acredita piamente que seu dedo mindinho da mão esquerda está anestesiado e não vai sentir dor, seu cérebro produz opióides que agem na representação do seu dedo mindinho da mão esquerda, e só nela, e anestesiam seu mindinho pra você. Mesmo que o "anestésico" que lhe aplicaram no mindinho tenha sido só um placebo.

Dá até pra criar uma frase para essa nova explicação biológica do "poder de sugestão" da mente: "Me engana, que eu produzo uns opióides e gosto..."
www.imagick.org.br

QUINTESSENCIA DO CORPO HUMANO

Um senhor rude, sem cultura , diz:
«O homem é feito de carne. . O seu corpo é sólido. Come alimentos sólidos para sobreviver e sempre foi assim. Da Terra nascemos e ao pó voltaremos

Um biólogo garante:
«O homem é feito de líquidos! Com setenta e cinco porcento de água e uma baixa quota de sólidos! O homem depende muito mais dos líquidos do que de sólidos! Ele precisa de oxigénio para as células e água para os fluidos corporais, pouco mais! Inclusive existem estudos que comprovam que o homem pode sobreviver durante bastante tempo ligado a um respirador artificial que lhe forneça ar puro e a um fornecimento de líquidos ricos em nutrientes que nem têm que ser ministrados oralmente – até podem ser fornecidos via endovenosa que o homem sobreviverá igualmente. Do seu peso total, apenas uma pequena parte é sólida.»

Um filósofo. alega
«Enganam-se!» Diz o terceiro personagem. «Já estudei essa questão! O corpo humano é essencialmente espaço! Nada! Exactamente como todo o cosmos, ele é vácuo! Senão vejamos: A carne é feita de tecidos. Os tecidos de células. As células de átomos. E os átomos de eletrões protões e nucleões. Já viram bem qual é o volume relativo de um átomo em relação ao volume somado dos seus electrões mais núcleo? É enorme! Isto é: Um átomo é cerca de 99,99% de espaço com 0,01% de matéria! Assim se conclui que o corpo humano é feito de Ar. Ou, se quiserem, de Espaço.»

O homem sem ter cursos ou diplomas, diz:
«Amigos, a mim o que me interessa é viver a vida e apanhar sol. Como? Não perceberam? Reparem: Conheço determinados ioguis que atribuem grande importância à mastigação seja de sólidos ou de líquidos, apesar de comerem muito pouco! Dizem-me que se pode viver muito bem sem comer grande coisa, bastando para isso reaprender a alimentar-se começando pela pureza de todos os elementos constituintes. Não será verdade que o corpo humano seja antes de mais pura energia em manifestação num complexo e belo conjunto de forças? Ele é tudo o que vocês disseram mas é essencialmente a energia que simultaneamente faz mover à volta e ao mesmo tempo segura os eletrões ao núcleo. Sem essa energia o átomo não seria. A célula não se formaria e os tecidos não poderiam existir quanto mais um órgão ou corpo. O corpo humano é energia em ação e alimenta-se basicamente de energia. A Energia luminosa do quarto elemento. O Fogo. O Sol

De certa forma, todos têm razão.
Acredito que existe toda uma ciência apenas na Alimentação quando considerada do ponto de vista holístico, integral, que contempla a digestão, a respiração e a Iluminação.

As necessidades de alimentação em termos dos quatro tipos de elementos básicos (Terra, Água, Ar e Fogo) são directamente proporcionais ao grau de expansão de cada consciência em cada corpo respectivo de manifestação e representam o estado vibratório do individuo. À medida que o Homem vai evoluindo espiritualmente (não há outra evolução) ele vai naturalmente refinando a sua escolha alimentícia e procura cada vez mais a subida na escala dos elementos (alimentos).

Por isso mesmo, em breve todos os humanos se alimentarão conscientemente de Luz levando lenta mas progressivamente toda a humanidade a uma realidade de corpos luminescentes e semi-translúcidos. No futuro seremos Seres de Luz. Todos.

"O teu corpo não é quem tu és, é algo que tu tens.
A tua mente não é quem tu és, é algo que usas.
A essência de quem tu és é a tua alma."

quarta-feira, 26 de maio de 2010

PODER DO CORAÇÃO

As células têm memória e o coração carrega um código energético especial, que nos conecta com os demais seres humanos e com o mundo à nossa volta.

Pesquisas científicas recentes sugerem que o coração pensa e que as células têm memória, havendo uma relação entre esses dois processos. Explique-nos, em linhas gerais, de que forma isso se dá. O fato de que as células têm memória é uma lei básica da natureza. Mesmo os mais simples organismos unicelulares lembram como se movimentar, encontrar alimento, fazer sexo e evitar os predadores. Os cientistas chamam isso de “memória da função”, mas, se uma célula pode lembrar, é bem provável que muitas células juntas poderiam ter “memórias” mais complexas e elaboradas.

As células do coração são as únicas células rítmicas. Elas pulsam mesmo quando estão fora do corpo. Não é insensato sugerir que milhares de células do coração ressoando juntas e expostas a bilhões de células do sangue que passam pelo coração, a cada segundo, podem conter memórias.

Um dos hormônios do corpo associado com a memória é a substância chamada acetilcolina. A falta das moléculas dessa substância é verificada na doença de Alzheimer, na qual a função de memória se encontra gravemente diminuída.

O DNA do nosso corpo que contém o nosso código genético age como uma espiral de cobre, permitindo que os nossos genes transmitam códigos elétricos entre si. O coração gera um campo eletromagnético de cinco mil milivolts, é capaz de emitir freqüências de onda de rádio, e ele fala com o cérebro através de uma substância chamada ANP, Peptídeo Naturético Atrial (Atrial Naturetic Peptide), descoberta no coração. A força eletromagnética do cérebro é cerca de 140 milivolts, a energia codificadora elétrica do coração é forte. As nossas células, os nossos genes, as substâncias no coração e a eletricidade do nosso corpo gerada primariamente pelo coração se combinam para ajudar a fabricar e armazenar as memórias.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia mostraram que um único elétron podia alterar as memórias de nossos genes.  As células do coração, colocadas próximas a outras células do coração, se comunicam entre si e entram juntas numa batida rítmica.

Existem dezenas de fascinantes descobertas em pesquisas que indicam o princípio de que estamos ligados de uma maneira que ainda não entendemos.

Além de memórias dos nossos ancestrais, as células poderiam carregar também “lembranças” de vidas passadas? A questão das memórias de vidas passadas é muito interessante. Se por um lado tem havido muita publicidade sobre reivindicações de pessoas de que elas foram um rei ou uma rainha ou outra figura histórica bem conhecida na sua “vida passada”, tem havido também pesquisas muito cuidadosas, que levantam muitas questões sérias e interessantes sobre essa possibilidade. O dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, viajou pelo mundo por quase 40 anos para documentar mais de dois mil casos de crianças pequenas que afirmam recordar-se de vidas passadas. No Havaí, onde nasci, acredita-se que nossos ancestrais estão sempre conosco e dentro de nós. Acreditamos, e a ciência o demonstra, que nossas células carregam os códigos daqueles que vieram antes de nós.

Para os cientistas, uma das coisas mais difíceis de aceitar é a idéia de que a separação e os limites são ilusões. Todos nós somos de fato Um e conectados em muitos níveis. Não importa se nosso cérebro presta atenção ou não, nossas células lembram de onde viemos. Cabe a nós prestar atenção a isso.

Diante das descobertas da cardioenergética, podemos dizer que o coração é o maior responsável pela nossa saúde, e não o cérebro, como propõe a psiconeuroimunologia?  Como o psicólogo Abraham Maslow afirmou, a saúde é uma questão de ser, não de fazer.  Quem somos é primordial para o nosso bem-estar.

A medicina moderna tem uma orientação muito mecânica. Ela busca explicações concretas e singulares. Não há dúvida de que o cérebro não está realmente na nossa cabeça, mas no corpo todo. As células do estômago e do coração falam com o cérebro tanto quanto o cérebro fala com o nosso corpo.

O coração é muito mais do que um mecanismo bombeador. Ele não está a serviço do cérebro, mas é um parceiro para formar com ele nossa organização interna de manutenção da saúde.

O coração secreta hormônios, como o ANF, que ajuda a regular todo o sistema do nosso corpo. O coração bem como o cérebro é um órgão hormonal. A questão em saúde não é “a mente sobre a matéria”, mas “a mente é matéria”.

Nosso corpo inteiro e todos os seus sete bilhões de células podem pensar, sentir e conectar-se com outras células. Por causa de sua imensa energia eletromagnética e de outras energias, o coração particularmente se conecta com outros corações. A saúde e a cura são questões de compaixão, de ligação e de estar consciente de que nós não “temos” um corpo, mas somos o nosso corpo.

Sendo assim, que conselhos o senhor daria para quem deseja se curar de um mal qualquer ou evitar doenças?  Toda cura é uma questão de reconexão – seja a reconexão com o nosso próprio corpo, com os nossos sistemas corpóreos e células se conectando umas com as outras, ou a conexão com os nossos ancestrais e a terra.

Cura é conexão.  Quando nos tornamos “cardiossensíveis” e ouvimos o nosso coração, encontramos ali mensagens de cura que todos nós compartilhamos – um tipo de sabedoria espiritual em comum de paciência, unidade, agradabilidade, humildade e ternura, a qual é a linguagem do coração, que permite que os milagres aconteçam.

Se você quiser aprender realmente sobre o código do coração, sente-se, fique de mãos dadas com alguém que você ama, e sinta a energia da conexão coração com coração. A energia do coração está à nossa volta. Cabe a nós querermos ser receptores.

Podemos aprender com essas pessoas corajosas e normalmente humildes. Elas são como astronautas espirituais.  Alguns zombam delas, mas se estivermos dispostos a ouvir amorosa e abertamente, podemos ouvir o código do coração. Se permanecermos com o coração duro, deixamos de nos beneficiar com as lições do coração e com aqueles que as aprenderam.

O ponto simples, mas profundo, é que todos nós estamos conectados Alguns
de nós reconhecem esse fato, dão profundo valor a isso e tentam sintonizar-se
com a energia sutil dessa conexão. descobri que o que for que nos conecta é
algo sutil. Precisamos de uma mente inocente, conectada com a natureza.

www.orion.med.b