sexta-feira, 28 de maio de 2010

CURA PELO SOM

O "arrastamento" é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o "arrastamento" pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. "Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal".

"Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único". "O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo".

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro "banho de saúde". Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. "Spectrum Suíte" foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.

Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.

Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser... você pensa que está ficando calmo, a sua mente "mente" para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.

O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.

Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (Presposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

"Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo. Está na hora de você se sintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado".

O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.

"A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.

Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SITEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!

Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus "canos" dão problemas... Existe a"Oficina de consertos" que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações.

A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao "recipiente" alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:"Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações". Neste sistema... é que entra o SOM.

No Centro de Medicina "Upstate de Syracuse N. Y." trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: "A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura".

O Dr. Becker demonstrou também "que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados".

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que "campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas". Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.

Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que "a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a "informação" para as células e influenciar sua aparência".

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.

O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. "Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos".

"O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas". Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a "dieta saudável do som" do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: "É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.

A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.

melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura".

Todos nós somos "transformadores vibratórios"! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.

A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os "padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular".

"Bioquímicos, astrofísicos e antigos uogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias".

"Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação". Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.

"As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas". Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.

As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. .

O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.  Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino.

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc.

O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados "criam" as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores.

"Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível". Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?

Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: "a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana".

Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O "coração" do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia. "O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível". Blair.

A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma "onda estacionária". As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. "O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias"

A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

James Bogh descreve em seu livro "Arachne Risig" que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.

Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela "puxada" da teia. Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.

"Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária". Itzhak Bentov.

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.

Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: "Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último".

Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através das músicas apropriadas para repouso.

Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão "ressoou" respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.

Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: "Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental".

Toda a matéria física produz tons" agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.

A ressonância ou vibração simpática depende somente do "tom", desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..

Por estas razões é que nos tornamos em "discos de Chaladni" diante dos sons "silenciosos" das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.

A "Sience News" noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

"Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os "bio-efeitos" da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta."

"Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo" é mais do que uma imagem poética. Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

"O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um "tom muscular".

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração". Dr. Manners.

"A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO".

"Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal". Steven Halpern.

Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. da Universidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

"Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras". Relatório de um hospital de Londres.

CÉREBRO ENCARA PERDA COMO DOR

Perder dinheiro pode literalmente doer, segundo um estudo divulgado nesta semana. Cientistas verificaram que a área do cérebro que é ativada quando perdemos dinheiro é a mesma que responde ao medo e à dor.

Ao todo, 24 voluntários participaram de um jogo de apostas onde poderiam ganhar e perder dinheiro. Seus cérebros foram monitorados através de ressonância magnética. Durante o trabalho, os pesquisadores, da University College, de Londres, verificaram que os participantes estavam aprendendo a prever chances tanto de ganhar quanto de perder –- em uma região cerebral conhecida como estriato.
No entanto, quando a “previsão” falhava, e os voluntários perdiam em vez de ganhar, a área do cérebro ativada era outra –- a mesma que responde à dor.

Segundo os pesquisadores, isso faz sentido. “Não queremos perder dinheiro da mesma maneira que não querermos sentir dor”, diz o líder do estudo, Ben Seymour. “Faz sentido que as formas com que prevemos e evitados os dois estejam relacionadas”, diz ele.

Segundo Seymour, entender como o cérebro responde à perda de dinheiro pode ajudar a compreender melhor porque algumas pessoas se arriscam mais financeiramente do que outras.

Lucas enviou esta Mensagem