segunda-feira, 28 de maio de 2012

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS


- Abraham Lincoln Perto do meu preço

- Alteridade pode ser trabalhada na empresa
- Aparencia supera reputação na hora de confiar em alguém
- Autoconhecimento
- Autoconhecimento Contratados pelo Q.I., demitidos pelo Q.E.
- Autoconhecimento Gerenciar a Si Mesmo
- Dinheiro é energia
- Dinheiro é energia propulsora
- É realmente ver a aura das pessoas, dizem os cientista
- Estação espacial vai beneficiar idosos
- Geração XY Baby Boomers
- Geração Y Ideologia do Mercado volta-se contra o Mercado
- Janelle Tam descobre composto antienvelhecimento
- Lidar com ansiedade da Geração Y é desafio das empresas
- Minha atividade como Terapeuta Holística
- O desafio de compreender e combater o bullying nas escolas
- Os mais quietos são aqueles que mudam o mundo

ABRAHAM LINCOLN PERTO DO MEU PREÇO

Abraham Lincoln estava em conferência com uma figura importante da política quando chamou seu guarda-costas e disse:

- Retire imediatamente este senhor daqui!

Preocupado, o segurança perguntou ao presidente:
... - Este senhor o está ameaçando, Sr. Presidente?

E Lincoln respondeu:
- Não. Ele está chegando perigosamente perto do meu preço.

Preço é aquilo que a gente paga pra ou fazer acontecer alguma coisa ou impedir alguma coisa de acontecer.

Lincoln achava que, mais importante que acreditarmos que não temos um preço, era saber qual é o nosso e procurar nos manter longe de quem possa conseguir nos fazer pagá-lo.

Ines Cozzo Olivares
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sábado, 26 de maio de 2012

CONTRATADOS PELO Q.I., DEMITIDOS PELO Q.E.

Até pouco tempo atrás, as considerações a respeito do Q.I. (quociente intelectual) das pessoas nos levou a crença de que o sucesso de nossas conquistas estava prioritariamente ligado à nossa qualificação acadêmica. Eram vistos como gênio e fadados ao sucesso aqueles que gabaritavam testes e tinham agilidade de raciocínio.

Diante dessa afirmação, por muito tempo admitimos que esse fosse o grande propósito da vida: promover a capacitação técnica, pois os mais inteligentes tornar-se-iam os principais agentes de mudança no universo corporativo. Mesmo na atualidade, quando das entrevistas de emprego, ainda é comum que aspectos como conhecimento técnico e experiência na função sejam os principais requisitos no processos de contratação profissional.

Com o passar do tempo, estudos a respeito da excelência humana, comprovaram que as pessoas com Q.I. excepcional não eram, obrigatoriamente, bem-sucedidas profissionalmente. Enquanto outras com QI Moderado, mas dotadas de determinadas competências emocionais sobressaíam-se em suas carreiras. Aspectos como empatia, autogestão, proatividade e flexibilidade passaram a pautar a condição de bem-sucedido no mercado de trabalho.

São recorrentes as queixas de empresários sobre seus colaboradores, dada a dificuldade de se relacionarem em equipe. Ouve-se muito a respeito de centralização, reatividade a críticas e postura defensiva nas empresas.

Na prática, constata-se que as empresas, cada vez mais, tentam munir-se de recursos que possibilitem antever características relacionadas ao perfil sociopsicológico de seus colaboradores e evitar contratações indevidas. Inclusive, um dos papéis do RH é buscar suporte através dos testes de aferição de perfil, que traga luz às questões referentes ao padrão comportamental e temperamento de seus futuros colaboradores.

É sabido que a contratação de um profissional desprovido de ética, respeito mútuo e disposição para atuar em conjunto pode comprometer o clima no ambiente de trabalho e provocar sérios problemas à equipe e por consequência à empresa. E não é comum ver um candidato fazer mea culpa na entrevista e confessar que não gosta de trabalhar em equipe, não digere bem críticas e muito menos alguma repreensão sobre sua conduta na empresa.

Dada a dificuldade de manter um convívio saudável nos ambientes de trabalho, são cada vez mais recorrentes casos sobre assédio moral e justa causa nas empresas, decorrentes de problemas de ordem emocional. Portanto é essencial aprender a controlar a ansiedade e impulsividade. O fato de trabalharmos expostos e sob pressão, além de muitas vezes termos de interagir com pessoas, aparentemente, tão diferentes de nós, ao longo do tempo, propicia uma animosidade por vezes desconhecidas até mesmo de nós próprios.

Independente de termos ou não razão, somos avaliados o tempo inteiro pela ótica de outras pessoas, que nem sempre comungam das nossas ideias e opiniões. Nos ajuda ter consciência de que, assim como nós, os outros também têm suas limitações, e antes de assumirmos uma postura expressa de oposição àqueles com quem trabalhamos, é preferível, em alguns casos, procurar uma oportunidade de trabalho em outro local antes de macularmos nossa reputação e credibilidade profissional.

Certo ditado fala que “não somos o que dizemos, mas o que fazemos”. Fato esse que nos leva a refletir sobre como nossas atitudes influenciam na formação da nossa imagem, pois somos constantemente avaliados por nossas ações e reações e através delas é que as pessoas formam e expressam opiniões a nosso respeito.

Vale ressaltar que o conhecimento técnico e especializado será sempre de fundamental importância, pois é o recurso que nos torna capazes de desempenhar as funções pelas quais somos responsáveis. Mas o desenvolvimento das competências emocionais, no longo prazo, é o que permitirá a nossa sustentabilidade pessoal e excelência das nossas relações de trabalho.

Nesse contexto a única forma de nos permite conquistar a confiança de nossos colegas e chefias e certa estabilidade na empresa e pensar duas vezes antes de agir, tendo conhecimento de que, a despeito de nossas habilidades acadêmicas, são nossas decisões e forma como interagimos nas nossas relações interpessoais que pautarão o sucesso ou fracasso das nossas conquistas profissionais.

Vale ressaltar que o conhecimento técnico e especializado será sempre de fundamental importância, pois é o recurso que nos torna capazes de desempenhar as funções pelas quais somos responsáveis. Mas o desenvolvimento das competências emocionais, no longo prazo, é o que permitirá a nossa sustentabilidade pessoal e excelência das nossas relações de trabalho.

No universo corporativo, bem como nos demais segmentos da nossa vida, terão sucesso aqueles que dedicados ao seu aperfeiçoamento pessoal, com boa dose de resiliência e determinação, se adaptarem ao meio e àqueles com quem convivem. E somente a criação de um diferencial pelo desenvolvimento das habilidades emocionais nos distanciará do estigma de sermos contratados pelo Q.I. e demitidos pelo Q.E. (Inteligência Emocional).

* Waleska Farias é coach e consultora de gestão de carreira e imagem. É especializada em Coaching Integrado - Coaching Executivo, Life Coaching e Quantum Evolution pelo ICI Integrated Coaching Institute - Credenciado pelo ICF International Coach Federation, Treinamento & Desenvolvimento (ABTD), “Leader Trainning” (Instituto Tadashi Kadomoto), Programação Neurolinguistica (INAp)

Revista Época Négocios

quarta-feira, 23 de maio de 2012

GERAÇÃO X Y BABY BOOMERS

Cada geração tem um modo de pensar e um estilo de vida diferente .

Baby Boomers
São pessoas nascidas após 1945, que hoje estão entre os 50 e 70 anos de idade. No Brasil, são os que lutaram contra a ditadura e pela democratização do país. No mundo, são os que lutaram pela liberdade individual e direitos civis. E fizeram, ainda, a Revolução Sexual.

De um lado hippies, ou seja, desapegados de tendências de moda, sendo mais naturalistas ou não se importando com vestimentas. Por outro lado, são yuppies, gostam de seguir tendências, mas têm um lado básico forte.

São pessoas contestadoras, mas tolerantes. Ao mesmo tempo, são naturalistas e pacifistas.

O mundo está muito artificial, tecnológico e consumista. Além disso, criticam a competição do capitalismo e as pessoas muito individualistas.

É preciso resgatar as ideologias humanistas e as utopias que pretendiam transformar o mundo e as sociedades de forma mais justa, igualitária e livre. Acreditam também que os jovens carecem de ideologias e estão cada dia mais individualistas e pragmáticos.

Geração X
Os adolescentes dos anos 80. No Brasil, viveram a fim da ditadura. É a geração que brigou pelo Impeachment do presidente Collor. No mundo, acompanharam o fim da Guerra Fria e a derrubada do Muro de Berlim.

Não há um padrão, no jeito de vestir. Tem um estilo de vida mais agressivo do que os Baby Boomers. Também são mais urbanizados. Pensam que está tudo errado. Adotam uma postura crítica em relação aos mais jovens e são saudosistas. Que a luta pela defesa da democracia através de protestos e manifestações fazia a diferença. Acreditam que os jovens devam participar mais da política, além de se informarem mais. Por outro lado, são descrentes em relação à corrupção.

Geração Y
Estão entre os 20 e 30 anos atualmente.
Ao mesmo tempo em que adoram e seguem tendências de moda, procuram se desprender delas, criando um estilo alternativo.Se sentem incompreendidos. Acreditam que têm liberdade de escolha, mas são indecisos e por isso não fazem suas escolhas. Têm espírito empreendedor - preferem fugir de empregos tradicionais.

Almejam o sucesso pessoal, ao mesmo tempo em que demonstram preocupações sociais e ambientais. Além disso, tem apatia política - em termos de participação efetiva - e às tendências de mercado - carreiras acadêmicas e profissões. O apreço pela tecnologia e os hábitos de consumo revelam uma opção pelo individuo em detrimento do coletivo.

Desilusão pelas esferas tradicionais políticas - Estado e partidos. A maioria não sabe mais o que é esquerda ou direita, socialismo e comunismo. Há, porém, uma maior representatividade de interesses e direitos difusos, marcada pelos movimentos sociais organizados.

Sociólogo Mario Miranda Antonio Junior


GERAÇÃO Y IDEOLOGIA DO MERCADO VOLTA-SE CONTRA O MERCADO

Desqualificação pessoal

Em meados da década de 1990, surgiu uma onda no setor da educação profissional que ficou conhecida pelo sintomático nome de "profissionalização".

Nessa ideologia, exacerbadamente individualista, o desemprego passou a ser responsabilidade de cada pessoa em particular, que não haveria conseguido atingir "as exigências do mercado".

Assim, para não ficar de fora do mercado, passou a valer tudo para alcançar os próprios objetivos.

Agora, esse mesmo "mercado" está às voltas com uma geração de profissionais que cresceu acreditando que isto era verdade e que nunca recebeu lições de trabalho em equipe.

O grupo é tão característico que já recebeu até um nome, Geração Y.

"Só eu"
Segundo analistas de recursos humanos, esses jovens que agora estão chegando ao mercado de trabalho são, sem nenhuma surpresa, individualistas, imediatistas e ambiciosos.

Um dos maiores problemas é que, criados pensando somente em si mesmos, é difícil conciliar seu comportamento com o trabalho em equipe das empresas.

Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores.

Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.

André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos e gestores de 12 empresas de vários setores, incluindo multinacionais.

Sua conclusão é que não basta a companhia estar alinhada com os valores da Geração Y. Para lidar bem com os jovens profissionais, o setor de recursos humanos precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos e hierarquias.

Por exemplo, esses jovens individualistas devem aprender a conviver com uma estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências - numa palavra, precisam aprender que uma empresa é uma equipe.

Estratégias como essas podem ajudar a aproveitar pontos positivos da geração, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com metas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões.

Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.

Sem amor à camisa
E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.

"Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades," diz Santos, que fez sua pesquisa em conjunto com a professora Marisa Pereira Eboli.

Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas.

Mas pode reverter-se em arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.

"A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias durante a adolescência e, em alguns casos, também na infância. É diferente das gerações anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico", diz Santos.

Sem compromisso
A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.

Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo.

"Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina", aponta um profissional de RH ouvido pelos pesquisadores.

Agência USP

OS MAIS QUIETOS SÃO AQUELES QUE MUDAM O MUNDO

Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Mas o poder deste grupo para promover mudanças é muito maior do onde se imagina. É o que defende a escritora americana Susan Cain, autora da obra “Quiet: the power of the introverts” (na tradução literal, “Quieto: o poder dos introvertidos”) é um livro onde fala de relações interpessoais. A autora critica algumas convenções sociais básicas, como o trabalho coletivo.

Muitas escolas ou empresas estimulam o conceito de “trabalho em equipe”, objetivando criatividade e a busca por soluções. Isso é um erro, de acordo com Susan, já que a maior parte das grandes realizações humanas foram alcançadas por pessoas que agiram sozinhas.

A escritora explica que uma série de experimentos psicológicos, desde os anos 50, tem comprovado que o trabalho coletivo “mascara” aquilo que cada indivíduo realmente pensa, já que todos se preocupam em ter a opinião aceita pelo grupo. Logo, a criatividade de cada um é atrofiada, e não estimulada. A introversão, segundo ela, é frequentemente confundida com a falta de iniciativa e criatividade, mas isso é um conceito falso.

Susan não defende que os trabalhos em equipe sejam abolidos. É preciso ter em mente, contudo, que nem sempre quem fala mais em grupo deve ser o líder. Pessoas introvertidas podem liderar muito bem em determinadas situações. O cenário onde o introvertido age é determinante para dizer quem ele é.

Susan conta, por exemplo, que uma pessoa introvertida chega até a salivar mais do que um extrovertido ao beber algo que estimule sensações mais fortes, como um suco de limão. E estas reações ao meio externo, segundo a escritora, são a chave para entender os tímidos.

Os lugares onde frequentamos – instituições de ensino, de trabalho e centros religiosos, por exemplo – exaltam aqueles que se destacam, que são mais vistos. Aqueles que gostam de passar mais tempo consigo mesmos tendem a ser relegados a um segundo plano. Segundo a pesquisa da escritora, um terço das pessoas podem ser consideradas introvertidas.

É natural que elas tentem negar essa condição – se forçando, por exemplo, a ir a festas onde não gostariam de estar, por preferir ficar em casa fazendo algo sozinhas - pois foram educadas para agir de forma extrovertida.

O que Susan recomenda é que a sociedade evite valorizar os extrovertidos em todas as situações, pois nem sempre eles são os mais adequados para realizar determinadas tarefas.

É preciso reconhecer qual tipo de contribuição o grupo de introvertido pode dar. O primeiro passo para isso, segundo ela, é se livrar do preconceito contra este tipo de pessoa.

Stephanie Dornelas
Tea Lotus enviou esta Mensagem

segunda-feira, 21 de maio de 2012

É POSSÍVEL VER AURA DAS PESSOAS, DIZEM CIENTISTAS

Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.

A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo
Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como "curandeiros", de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um "significativo efeito placebo" nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia
Nas pessoas sinestetas - que apresentam a sinestesia - as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas "normais".

"Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas," explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador
Os cientistas espanhóis afirmam que "nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo".

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como "O homem santo de Baza".

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas "é, de fato, um caso claro de sinestesia".

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu "poder de cura".

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas
"Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros]," escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, "embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia", seus efeitos curadores devem-se unicamente a um "significativo efeito placebo".

Diário da Saúde

DINHEIRO É ENERGIA FLUINDO EM SUA VIDA


Este é o princípio básico subjacente a todas as questões financeiras no nosso mundo. De uma perspectiva financeira, toda a matéria, toda a existência, tudo é uma massa de energia vibratória. Ar, árvores, humanos, mesas e cadeiras, tudo isto representa diferentes formas de energia. Cada um é composto por partículas atómicas que se movem num movimento constante. Alguns parecem sólidos, como uma mesa ou uma parede, mas apenas porque contêm energia de uma forma mais densa e com movimentos mais lentos. Alguns parecem mais etéreos, como a água ou o ar. Mas não passam de formas de energia. Lembre-se que a água pode ser congelada para criar gelo, ou ser aquecida para criar vapor, a energia simplesmente assume formas diferentes

Pela mesma regra, o dinheiro é energia, quer seja sob a forma de moedas, notas, cheques, cartões de plástico, transferências electrónicas ou impressões de computador. Contém a mesma energia fundamental que existe em si e em tudo no nosso universo. Todo o nosso mundo é energia, nesta ou naquela forma e isso inclui o dinheiro.

A energia nunca deixa de existir. Desloca-se de um lado para o outro e assume esta ou aquela forma, pelo que tem sempre ao seu dispor uma generosa quantidade de energia. Para trazer dinheiro para a sua vida, é necessário que traga energia para a sua vida. Pode fazê-lo atraindo-a da natureza, comendo bem e cuidando da sua saúde em geral. Pode atraí-la através de uma espiritualidade saudável, vivendo em boa vontade e libertando-se de quaisquer velhas bagagens emocionais obsoletas. Pode atraí-la do seu ambiente, desfazendo-se da confusão e criando um espaço pacífico e despendendo tempo com relaxamento ou meditação. Não viva de ressentimentos ou medos em torno do dinheiro, porque estes bloquearão a energia financeira á sua volta.

Depois de atrair a energia, esta pode ser convertida em dinheiro concentre-se em saber que isto pode e há-de acontecer, em lugar de tentar compreender como ocorre. Confie que é assim que o processo funciona. Confie que existe dinheiro suficiente que chegue até si para aquilo que precisa. Participe na parte do nosso mundo que envolve dinheiro numa forma que resulte para si. É necessário que tenha um envolvimento com o dinheiro, para permitir que a energia que atrai se transforme em dinheiro.

Mantenha-se ativo e permaneça confiante. Quando aproveita a energia e se envolve numa potencial opurtunidade financeira, o dinheiro começará a jorrar. Lembre-se de o deixar fluir na sua vida, e saiba que mais se seguirá.

A Sabedoria do dinheiro
Carolyn Temsi & Caro Handley

DINHEIRO É ENERGIA PROPULSORA

Cada ser humano monta sua estratégia de vida emocional, de ligação com a vida bem como suas relações com o dinheiro na infância, geralmente antes dos 7 anos de idade. Como esta estratégia é inconsciente, ela passa a funcionar como piloto automático na vida de cada um.

O dinheiro não é só racional.
Ele funciona no canal das emoções e das crenças, com registros no nosso sistema neurológico. Então, para atualizar-se frente ao mundo de hoje com o dinheiro eletrônico e virtual, torna-se necessário compreender esta energia propulsora sob todos estes canais.

Tratamos de emoções como energia em movimento.
Ou seja, as emoções nos faz sentir diferentes estados de alegria e tristeza, medo e raiva, vontade e apatia, amor e ódio.

O dinheiro é uma energia que move todos os interesses do planeta. E com as novas tecnologias, desmaterializou-se e se desvinculou do tempo-espaço, estando ao mesmo tempo em todos os lugares e em lugar algum. Multiplica-se e se move na velocidade da luz a partir de decisões como um clic.Vivendo em um mundo de constantes mudanças, interconectado, movido à energia do dinheiro.

http://www.guiarh.com.br/

ALTERIDADE PODE SER TRABALHADA NA EMPRESA

 
Uma das funções dos líderes é questionar-se sobre o que é fundamental para um bom trabalho em equipe. Comprometimento, motivação e treinamentos são tópicos constantemente necessários. Todavia, um tema de grande relevância raramente tem merecido atenção e esse tema é a alteridade, concepção que parte do pressuposto básico de que todo o homem social interage e interdepende de outros indivíduos.

De acordo com Káritas de Toledo Ribas, administradora de empresas, especialista em Medicina Comportamental e Coach Ontológica, investir em vínculos consistentes e favoráveis contribui para que os colaboradores de qualquer empresa, independentemente do porte, sintam-se realmente parte de algo maior, e percebam que são partes fundamentais e estratégicas para um funcionamento organizacional eficaz. “Dessa forma, teremos maiores chances de vivenciar uma equipe de alto desempenho”, explica Káritas.

O trabalho com alteridade tem como foco desenvolver a competência de perceber “o outro” como um verdadeiro outro, validando seus pontos de vistas, seus afetos e seus sentimentos. Isso não significa que não existirão conflitos ou resistências, porém seus integrantes compreendem a importância do manejo dessas situações de forma a colaborar com o desenvolvimento da multiplicidade de olhares e pontos de vista. A aprendizagem contínua é umas das características marcantes das equipes que tem como foco o desenvolvimento dessa competência, aponta a especialista.

A alteridade ainda traduz-se na competência de notar no outro suas qualidades, dignidade e percepção singular. “Quanto menos alteridade houver nas relações entre as equipes, mais distanciamento haverá entre os componentes, dificultando a comunicação, resultando em um grande ruído, diminuindo assim, as chances de um resultando satisfatório”, explica Káritas.

Uma das ferramentas de análise do desempenho da equipe pode ser o simples feedback, tão utilizado para aperfeiçoar a performance da equipe. “O contato com o mundo é feito por meio do contato com pessoas como nós. É por meio do outro que somos capazes de nos perceber e corrigir nosso comportamento”, ressalta a especialista.

Káritas defende que é bem mais difícil criar uma equipe de alto desempenho sem a criação de vínculos que facilitarão o convívio e a liberdade de expressar situações e sentimentos o que irão permitir a geração de um clima de crescimento e aprendizagem contínua.

“A integração ficará em segundo plano, o que pode resultar em uma não manifestação de criatividade por parte do grupo, porque não haverá relações entre os integrantes. Se os colaboradores mantêm distância, impedindo a possibilidade do estabelecimento desses vínculos, essa separação torna-se gradativamente intransponível e o outro passa a ser percebido como incompatível”.

Uma comunicação eficaz requer dedicação, mas pode ser facilmente aprendida. “Investir em programas de desenvolvimento que permitam maior contato com este tema pode ser uma forma para obter um salto de qualidade, pois, reestruturações comportamentais sólidas e aprendizagem efetiva exigem longos períodos para solidificarem-se e tornarem-se orgânicos e naturais”, conclui.

Carreiras & Gestão

BULLYING NAS ESCOLAS

Estudo do IBGE aponta que, dos 60 mil alunos do Ensino Fundamental entrevistados, cerca de 30% já foram vítimas de violência ou bullying no ambiente estudantil nos 30 dias anteriores à pesquisa.

13% deles relataram ter-se envolvido em ao menos um episódio de briga durante o último mês.

Para a professora Marta Angélica Iossi Silva, da USP, tais números não revelam exatamente uma novidade - e nem dizem respeito só à última década.

A professora Marta lidera um grupo composto por psicólogos, enfermeiros e pedagogos que, desde 1985, investiga a violência doméstica e institucional, com ênfase nos casos de bullying.

Porém, mais do que buscar entender o fenômeno, o grupo se empenha na avaliação e implementação de um plano para intervenção, sendo responsável pela criação de redes de apoio e proteção à criança e ao jovem.

"Isso possibilita a ampliação do campo de pesquisa para a família, instituições de saúde, de educação e de acolhimento, além, dos conselhos tutelares", explica a professora.

Bullying: fenômeno antigo, percepção recente
Não há, na língua portuguesa, uma tradução precisa que descreva o real significado do termo bullying.

A palavra, vinda do inglês bully (valentão, brigão), compreende comportamentos com diversos níveis de violência, que vão desde atitudes inoportunas ou hostis, até atos francamente agressivos, que incluem ofensas verbais ou violência física.

Estes atos intencionais acontecem repetidas vezes, sem uma motivação aparente, e causam nas vítimas sentimentos de dor, angústia, exclusão e discriminação.

"Acredita-se que o fenômeno bullying é tão antigo quanto à própria existência da escola. Porém, ele era visto como ações características da infância e adolescência, pertencentes à fase de amadurecimento do ser humano e, não havia nenhuma associação dessas atitudes com violência e, menos ainda, da representatividade desses atos na vida de pessoas que conviveram com esse fenômeno", explica Julliane Messias Cordeiro Sampaio, uma das pesquisadoras do grupo.

Julliane afirma que o bullying está presente em todas escolas, independente de serem privadas ou públicas, de educação básica ou ensino fundamental, situadas em capitais ou em cidades do interior.

"De forma geral, as escolas não estão preparadas para enfrentar este fenômeno. Percebemos que profissionais da educação - professores, diretores e coordenadores - possuem dificuldades para distinguir o bullying de situações de mera indisciplina," comenta a pesquisadora.

Agência USP

domingo, 20 de maio de 2012

LIDAR COM ANSIEDADE DA GERAÇÃO Y É DESAFIO PARA EMPRESAS

Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores. Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.

Para sua pesquisa de mestrado, o administrador André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos (RH) e gestores de 12 empresas de setores variados, entreelas multinacionais conhecidas. A conclusão foi que não basta a companhia estar alinhada com os valores da Geração Y. Para lidar bem com os jovens profissionais, o RH precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos ehierarquias.

Por exemplo, com estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências com retorno de informações. Estratégias como essas ajudam a aproveitar pontos positivos da geração, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com entregas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões. Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.

E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.

“Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades”, diz Santos, que é graduado em administração de empresas e foi orientado pela professora Marisa Pereira Eboli.

Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas. Mas pode reverter-se em arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.

“A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias durante a adolescência e, em alguns casos, também na infância. É diferente das gerações anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico”, diz Santos. A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.

Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo. “Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina”, aponta um profissional de RH.

Alguns afirmaram que as outras gerações também eram ansiosas e buscavam alinhar necessidades pessoais e organizacionais. No entanto, a Geração Y é a que mais expressa suas angústias e reage para resolvê-las. Também demonstra autonomia na hora de perseguir os objetivos. Com uma ressalva: esperam que o gestor aponte aonde devem chegar e, a partir daí, preferem caminhar até lá por conta própria.

Thiago Minami, especial para a Agência USP
André Laizo dos Santos laizo@uol.com.br

JANELLE TAM DESCOBRE COMPOSTO ANTIENVELHECIMENTO



Nanocelulose
Uma estudante canadense de 16 anos de idade descobriu um composto inovador com potenciais efeitos antienvelhecimento e preventivos contra diversas condições.

Janelle Tam identificou a substância antioxidante em uma polpa superfina de celulose.

Essa chamada nanocelulose vem sendo pesquisada por inúmeros grupos de cientistas ao redor do mundo, devido às suas potencialidades em diversas áreas.

Mas a descoberta mais significativa até agora coube a uma estudante que ainda nem entrou para a faculdade.

Antioxidante de nanocelulose
Janelle Tam participou de um concurso nacional cujo desafio era "Como você irá mudar o mundo?".

Ela foi buscar a resposta nas fibras que mantêm as plantas de pé, a celulose.
A celulose é composta de minúsculas partículas, formando a chamada nanocelulose, ou celulose nanocristalina.

A estudante foi a primeira a demonstrar que a nanocelulose tem efeitos antioxidantes, com potencial para combater os radicais livres no organismo.

Seus resultados, que precisarão ser confirmados por cientistas de carteirinha, indicam que a nanocelulose pode ser um antioxidante melhor do que as vitaminas C e E, porque ela seria mais estável, mantendo o efeito por mais tempo.

Janelle juntou a nanocelulose com outras nanopartículas, moléculas de carbono C60 conhecidas como fulerenos, que têm o formato parecido com uma bola de futebol.

Segundo ela, a combinação fulereno-nanocelulose funciona como um "nano-aspirador de pó", sugando e neutralizando os radicais livres.

Suporte
A irmã da estudante também foi premiada no evento.
O pai das duas é professor de engenharia química da Universidade de Waterloo, o que pode explicar como ela teve acesso aos equipamentos de laboratório necessários para uma caracterização tão detalhada de materiais considerados "de ponta".

Janelle recebeu um prêmio de cinco mil dólares canadenses, mas o valor de mercado de sua substância pode ser muito maior.

Diário da Saúde

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O UNIVERSO CONSPIRA A SEU FAVOR


Os comportamentos universais do ser humano são muito previsíveis porque sempre seguem um padrão. O da frase acima é um deles. Logo, não há motivo disto impactar negativamente em nossa felicidade. Simplesmente seja grato e siga o teu caminho. Se o quê você quer é legal, é moral e é ético, vá buscar porque é teu e está lá te esperando.

Grande abraço a todos. SUCESSO SEMPRE!!!

Ademilson Zerede
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quinta-feira, 10 de maio de 2012

CEREBRO LÊ CORRETAMENTE LETRAS TROCADAS

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

De acordo com uma pesquisa de uma universidade inglesa, não importa em qual ordem as letras de uma palavra estão, a única coisa importante é que a primeira e última letras estejam no lugar certo. O resto pode ser uma bagunça total, que você ainda pode ler sem problema. Isto é porque nós não lemos cada letra isolada, mas a palavra como um todo.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5

Este pequeno texto serve apenas para mostrar como nossa cabeça consegue fazer coisas impressionantes! Repare nisso! No começo estava meio complicado, mas nesta linha sua mente vai decifrando o código quase automaticamente, sem precisar pensar muito, certo? Pode ficar bem orgulhoso disso! Sua capacidade merece, parabéns! 

minilua.com/texto-com-letras-trocadas

BUDISMO DALAI LAMA O QUE SURPREENDE NA HUMANIDADE

Perguntaram ao Dalai Lama…-
“O que mais te surpreende na Humanidade?”

E ele respondeu: - “Os homens…
Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.

E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.

E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.

Renata enviou esta Mensagem

sexta-feira, 4 de maio de 2012

DALAI LAMA MINHA RELIGIÃO É A FÉ

"Esta é minha religião verdadeira, minha simples fé. Não é preciso um templo ou uma igreja, uma mesquita ou uma sinagoga; não há necessidade de uma filosofia complicada, de uma doutrina ou de um dogma. O templo deve ser nosso próprio coração, nosso espírito e nossa inteligência. O amor pelos demais e o respeito pelos seus direitos e sua dignidade, não importando quem sejam e o que possam ser. Isto é do que todos precisamos”.
 
Carla enviou esta Mensagem


YEHUDA BERG DESPIR-SE DO EGO


Era uma vez um mendigo maltrapilho tão pobre que só podia mesmo se vestir em farrapos. Um gentil alfaiate decidiu ajudá-lo. Tomou as medidas do homem e lhe disse para voltar duas horas depois. Quando voltou e experimentou as roupas, o mendicante começou a gritar com o alfaiate: “Esta roupa não cabe em mim!”


“A roupa nova cabe em você” disse o alfaiate, “mas primeiro você tem que tirar sua roupa velha!” Nós também precisamos nos livrar de nossa forma egoísta de pensar. Se não o fizermos, não haverá lugar para a Luz do Criador entrar em nossavida

Simone de Oliveira enviou esta Mensagem

YEHUDA BERG ESPIRITUALIDADE

Há termos e condições na espiritualidade, como em tudo na vida.

Se não percorrermos a metade do caminho que nos aproxima da Luz, a Luz não percorrerá a outra metade do caminho até nós.

É como se estivéssemos olhando em um espelho. Nossa imagem refletida se aproxima ou se afasta conforme nos movemos. Somos nós que temos de dar o primeiro passo.

Simone de Olieira enviou esta Mensagem

DEEPAK CHOPRA O CAMINHO DO MAGO


Existe um Mago dentro de todos nós. Esse Mago tudo vê e tudo sabe.
O Mago está além dos opostos, do prazer e da dor. Tudo que o Mago vê tem suas raízes no mundo invisível. A natureza reflete o estado de alma do Mago.
O corpo e a mente podem adormecer, mas o mago está sempre desperto. O Mago possui o segredo da imortalidade.

A volta da magia só pode acontecer com o retorno da inocência. A essência do Mago é a transformação.

O Mago observa o mundo ir e vir, mas sua alma habita as esferas de luz. O cenário muda, o observador permanece o mesmo. Seu corpo é apenas o lugar que suas memórias chamam de lar.

Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena ser feita e a única que jamais é respondida. É seu destino desempenhar uma infinidade de papéis, mas esses papéis não são você. O espírito não é localizado, mas deixa atrás de si uma impressão digital que chamamos de corpo. Um Mago não acredita ser um evento localizado que sonha com um mundo maior. Um Mago é um mundo que sonha com eventos localizados.

Os Magos não acreditam na morte. À luz da consciência, tudo está vivo! Não existem inícios ou fins. Para o Mago, eles não passam de elaborações mentais. Para viver mais plenamente, é preciso morrer para o passado. As moléculas se dissolvem e se extinguem, mas a consciência sobrevive à morte da matéria na qual ela viaja.

A consciência do Mago é um campo que existe em toda a parte. As correntes de conhecimento contidas no campo são eternas e circulam eternamente. Séculos de conhecimento estão comprimidos em momentos reveladores. Vivemos como ondulações de energia no vasto oceano de energia. Quando o ego é posto de lado, temos acesso à totalidade da memória.

Quando as portas da percepção forem purificadas, você começará a enxergar o mundo invisível : o mundo do Mago. Existe dentro de você um manancial de vida onde você pode purificar-se e transformar-se. Purificar-se consiste em livrar-se das toxinas da sua vida: emoções tóxicas, pensamentos tóxicos e relacionamentos tóxicos. Todos os corpos vivos, físicos e sutis, são feixes de energia que podem ser diretamente percebidos.

O Poder é uma faca de dois gumes. O poder do ego busca controlar e dominar. O poder do Mago é o poder do amor. A sede do poder é o eu interior. O ego nos segue como uma sombra escura. Seu poder é inebriante e sedutor, porém essencialmente destrutivo. O eterno conflito de poder termina na unidade.

O Mago vive num estado de conhecimento. Esse conhecimento dirige sua própria realização. O campo da consciência se organiza ao redor das nossas intenções. O conhecimento e a intenção são forças. O que você pretende muda o campo a seu favor. As intenções comprimidas em palavras envolvem o poder mágico. O Mago não tenta solucionar o mistério da vida. Ele está aqui para vivê-lo.

Todos possuímos um eu-sombra que é a parte da nossa realidade total. A sombra não está presente para magoá-lo e sim para mostrar-lhe onde você está incompleto. Quando a sombra é abraçada, ela pode ser curada. Quando ela é curada, ela se transforma em amor. Quando você puder viver com todas as suas qualidades opostas, você estará vivendo seu eu total como o Mago.

O Mago é o mestre da alquimia. A alquimia é a transformação. É através da alquimia que você começa a busca da perfeição. Você é o mundo. Quando você se transforma, o mundo em que você vive também será transformado. As metas da busca – o heroísmo, a esperança, a graça e o amor – são a herança do intemporal. Para invocar a ajuda do Mago, você precisa ser forte na verdade, sem ser teimoso no julgamento.

A sabedoria está viva e é, portanto, sempre imprevisível. A ordem é outra face do caos, o caos é outra face da ordem. A incerteza que você sente interiormente é a porta de entrada para a sabedoria. A insegurança sempre estará com o que busca : ele continua a tropeçar mas nunca tomba. A ordem humana é feita de regras. A ordem do Mago não tem regras : ela flui com a natureza da vida.

A realidade da sua experiência é uma imagem especular das suas expectativas. Se você projetar as mesmas imagens todos os dias, sua realidade será a mesma todos os dias. Quando a atenção é perfeita, ela cria ordem e clareza a partir do caos e da confusão.

Os Magos não lamentam a perda, porque a única coisa que pode ser perdida é o irreal. Mesmo que você perca tudo, o real permanecerá. No cascalho da devastação e do desastre estão enterrados tesouros ocultos. Quando você examinar as cinzas, examine bem!

Na medida em que você conhece o amor, você se torna o amor. O amor é mais do que uma emoção. Ele é uma força da natureza e, portanto, tem que conter a verdade. Quando você pronuncia a palavra amor, você pode captar o sentimento, mas a essência não pode ser proferida. O amor mais puro situa-se onde é menos esperado : no desapego.

Além de andar, sonhar e dormir, existem infinitas esferas de consciência. O Mago existe simultaneamente em todas as épocas. O Mago enxerga infinitas versões de cada evento. As linhas retas do tempo são na verdade fios de uma teia que se estende em direção ao infinito.

Os buscadores nunca se perdem, porque o espírito está sempre acenando para eles. Os buscadores recebem continuamente pistas do mundo do espírito. As pessoas comuns chamam essas pistas de coincidências. Não existem coincidências para o Mago. Cada evento existe para expor outra camada da alma. O espírito deseja conhecê-lo. Para aceitar esse convite, você precisa deixar cair suas defesas. Comece a procurar em seu coração. A gruta do coração é o lar da verdade.

A imortalidade pode ser vivida em meio à mortalidade. O tempo e o intemporal não são opostos. Por abarcar tudo, o intemporal não tem opostos. No nível do ego, nos esforçamos para resolver nossos problemas. O espírito percebe que o problema é o esforço. O Mago tem consciência da batalha entre o ego e o espírito, mas compreende que ambos são imortais e não podem morrer. Cada aspecto seu é imortal, até mesmo as partes que você julga com mais severidade.

Os Magos jamais condenam o desejo. Foi seguindo seus desejos que eles se tornaram Magos. Todo desejo é criado por algum desejo passado. A cadeia do desejo nunca acaba. Ela é a própria vida. Não considere nenhum desejo inútil ou errado : um dia cada um deles será realizado. Os desejos são sementes que esperam o momento propício para germinar. A partir de uma única semente de desejo, florestas inteiras se desenvolvem. Acalente cada desejo do seu coração, por mais trivial que ele possa parecer. Um dia esses desejos triviais o conduzirão a Deus.

O maior bem que você pode fazer ao mundo é tornar-se um Mago! Este trabalho é dedicado com muito carinho, ao Mago que me ensinou a buscar o caminho do milagroso!

Marco enviou esta Mensagem

DEEPAK CHOPRA CARÊNCIA


O que a maioria de nós leva para o relacionamento não é a plenitude, mas a carência. A carência implica uma ausência dentro de si... A carência é uma força poderosa, capaz de criar ilusões poderosas. Ninguém pode realmente entrar dentro de você e substituir a peça que está faltando.

Doutores de Coração Idcor
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terça-feira, 1 de maio de 2012

MATEMÁTICA REVELA CONEXÃO ENTRE A MÚSICA E UMA TEIA DE ARANHA

Este olog usa símbolos, em vez de palavras, para mostrar a
relação entre forma e função presente na teia de aranha e em uma
composição musical.
 
Cientistas descobriram uma relação matemática que mostra uma
analogia precisa entre a estrutura física da teia de aranha e a
estrutura sonora de uma música.
 
Isto prova, segundo eles, que a estrutura de cada uma delas tem
uma relação similar com a sua função.
 
Ou seja, a "lei" matemática que descreve a relação entre as
proteínas que formam a teia de aranha e suas propriedades de
resistência e leveza é a mesma que descreve a relação entre as
notas musicais e o efeito que a música exerce sobre o ouvinte.
 
Além das claras implicações filosóficas da descoberta, a
metodologia matemática poderá guiar os cientistas na
sintetização de novos materiais.
 
Esses materiais poderão ser criados para atender a necessidades
specíficas, por meio da repetição de padrões de estruturas
menores, da mesma forma que as proteínas são reunidas para
forma a teia de aranha, ou as notas musicais são reunidas para
formar uma melodia.
 
Mas o que têm em comum uma teia de aranha e uma melodia?
 
Para descobrir isto, os pesquisadores fizeram uma comparação
passo a passo que começou com os blocos fundamentais de
cada um deles - um aminoácido e uma onda sonora - e foi até
um segmento de fio de seda e uma canção simples.
 
A conclusão de David Spivak, Markus Buehler e Tristan Giesa
parece surrealista.
 
Segundo eles, os padrões estruturais das proteínas estão
diretamente relacionados com a leveza e a resistência da teia de
aranha, da mesma forma que a "tensão sônica" das notas da
canção está relacionada com a resposta emocional induzida no
ouvinte
 
Ao encontrar similaridades com exatidão matemática entre
coisas tão diferentes, os pesquisadores demonstraram que sua
metodologia pode ser usada para a comparação de descobertas científicas em áreas diferentes.
 
O trabalho também sugere que os engenheiros poderão ampliar
seu conhecimento dos sistemas biológicos estudando a relação
existente entre a forma e a função de cada elemento.
 
Finalmente, e de forma mais prática, o trabalho abre a
perspectiva de que, de posse de uma necessidade - por exemplo,
um material com propriedades específicas para atender a uma
determinada função - os engenheiros possam sintetizá-lo
repetindo padrões simples já encontrados na natureza.
 
A conexão entre a forma e a função de um material é estabelecida por um mecanismo chamado "log ontológico", ou olog.
 
Um olog é um meio abstrato de categorizar as propriedades
gerais de um sistema - seja ele um material, um conceito
matemático ou um fenômeno - revelando as relações inerentes
entre sua estrutura e sua função.
 
"Há indícios crescentes de que padrões similares de estruturas
materiais em nanoescala, tais como aglomerados de ligações de hidrogênio ou estruturas hierárquicas, governam o comportamento dos
materiais no ambiente natural," afirma Buehler.
 
Segundo ele, o estudo permitiu então "compilar informações
sobre o funcionamento dos materiais de forma matematicamente rigorosa e identificar os padrões que são universais para uma grande
classe de materiais."
 
"Seu potencial para modificar o ambiente - no projeto de novos
materiais, estruturas ou infra-estrutura - é imenso," conclui o
pesquisador.
 
Site Inovação Tecnológica