segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

EXAME DA SALIVA REVELA CAPACIDADE DE TOMAR DECISÕES

Cortisol. O nível de cortisol na saliva é um indicador preciso da capacidade de uma pessoa tomar decisões acertadas em uma situação estressante.  

O cortisol, também conhecido como hormônio do estresse, é um esteroide produzido pelo córtex adrenal e estimulado pelo hormônio adrenocorticotrópico (ACTH), que é produzido na glândula pituitária.  

O cortisol está envolvido em uma série de sistemas, desempenhando um papel relevante no sistema músculo-esquelético, na circulação do sangue, no sistema imunológico, no metabolismo das gorduras, carboidratos e proteínas e no sistema nervoso.  

Por sua vez, estudos têm demonstrado que o estresse pode influenciar a tomada de decisão nas pessoas.  

Por isso, Isabel Peralta e Ana Santos, da Universidade de Granada (Espanha) resolveram analisar as relações entre os dois - estresse e cortisol.  

Decisão e estresse. As pesquisadoras expuseram as voluntárias a situações estressantes usando tecnologias de realidade virtual.  

O estudo analisou apenas mulheres porque as mulheres saem-se sistematicamente melhor do que os homens na tomada de decisões sob condições de incerteza, conforme medido por um teste padrão conhecido como Iowa Gambling Task.  

Os níveis de cortisol foram medidos na saliva das participantes em quatro momentos: antes do teste, imediatamente após o teste, e 10 e 20 minutos depois do teste.  

Os exames revelaram que as voluntárias que não têm grande habilidade de tomada de decisão têm níveis de cortisol na saliva significativamente mais elevados do que aquelas que saíram-se bem nas decisões.  

As pesquisadoras explicam a relação propondo que a capacidade de tomar decisões é um elemento importante para que a pessoa lide com o estresse.  

Isso significa, segundo elas, que os efeitos do estresse psicológico nas pessoas saudáveis com baixos níveis de cortisol podem ser mais brandos.
Redação do Diário da Saúde

FICAR SEM DORMIR DIMINUI IMUNIDADE


Efeitos da falta de sono. A importância do sono para o bom funcionamento do sistema imunológico é conhecida, mas pouco se sabe sobre os mecanismos fisiológicos envolvidos - como o sono altera o funcionamento do corpo.

Uma pesquisa brasileira vem ajudando a elucidar essa questão, mostrando como diferentes tipos de privação de sono interferem nas defesas do organismo.

Na primeira fase da pesquisa, para replicar situações do dia-a-dia, os pesquisadores submeteram voluntários à privação total por 48 horas - algo que ocorre com pessoas que trabalham em sistema de plantão noturno.

Outro experimento envolveu a privação seletiva de sono REM - movimento rápido de olhos, na sigla em inglês), fase do sono em que prevalecem os sonhos - por quatro noites seguidas

Chacoalhadas. "O objetivo [...] foi avaliar a alteração no perfil imunológico dos voluntários causada pela falta de sono. Para isso, realizamos leucograma - exame que mede a quantidade de leucócitos no sangue - antes e depois do experimento", disse Francieli Ruiz da Silva, autora principal do estudo, feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ao longo de uma semana, 30 voluntários saudáveis, entre 18 e 30 anos, permaneceram no laboratório distribuídos em três grupos. Aqueles do grupo controle dormiram normalmente e tiveram seu padrão de sono monitorado por meio do exame de polissonografia.

Os integrantes do grupo submetido à privação seletiva também tiveram o sono monitorado e foram acordados por uma campainha toda vez que o exame indicava a aproximação da fase REM.

"A primeira noite foi tranquila, mas à medida que a demanda do organismo por sono REM foi se acumulando, foi ficando difícil. Esse estágio aparecia cada vez mais cedo, efeito conhecido como rebote de sono REM. Na quarta noite, eles mal cochilavam e já entravam na fase REM", contou Francieli.

Já o grupo da privação total manteve-se alerta por 48 horas com a ajuda de videogames, jogos de cartas, internet e eventuais chacoalhadas.

Nas três noites seguintes, dormiram normalmente e foram monitorados pela polissonografia para registrar o efeito rebote de sono.

Efeitos no perfil imunológico. Enquanto o grupo controle não apresentou alteração no perfil imunológico, como esperado, os voluntários do grupo submetido à privação total tiveram uma elevação no número de leucócitos, especificamente de neutrófilos, o primeiro tipo celular que responde à maioria das infecções.

Também houve aumento de linfócitos T CD4, responsáveis pela imunidade adaptativa, específica para cada doença.

"Considerando que os leucócitos desempenham a função de defesa ao primeiro sinal de invasão por patógenos, observamos que a privação total de sono desencadeou um sinal de alerta no organismo. Ele entendeu como uma agressão e respondeu a um fantasma", disse Francieli.

Essa alteração foi revertida após as primeiras 24 horas de recuperação do sono. "Mas, para nossa surpresa, o número de linfócitos não voltou ao normal após as três noites de recuperação", contou.

No grupo privado de sono REM, foi observada uma diminuição da imunoglobulina A (IgA) circulante no sangue durante todo o período do experimento. Esse efeito permaneceu após as três noites de recuperação do sono.

"Essa imunoglobulina, presente na secreção de mucosas, está diretamente relacionada à proteção contra a invasão por patógenos. Isso poderia explicar por que a privação de sono REM poderia estar relacionada a uma maior suscetibilidade a doenças como gripes e resfriados já descrita na literatura", disse.

Agência Fapesp

RELÓGIO BIOLÓGICO HUMANO É ALIMENTADO ELETRICAMENTE


Bioeletricidade. Biólogos descobriram como os neurônios que compõem o nosso relógio biológico utilizam a bioeletricidade para ajudar a manter nossos ritmos e comportamentos em ordem.

Os resultados sobre o chamado ritmo circadiano também apontam para novos rumos para as pesquisas e os tratamentos sobre os distúrbios do sono e problemas relacionados.

"Esse processo ajuda a explicar como nossos relógios biológicos mantêm uma temporização surpreendentemente eficaz," disse Justin Blau, professor adjunto na Universidade de Nova Iorque, coordenador do estudo.

Blau explica que os resultados podem oferecer novos caminhos para desenvolver tratamentos para distúrbios do sono porque a pesquisa elucida as partes do nosso relógio biológico que "podem ser particularmente sensíveis ao tratamento ou mudanças em diferentes momentos do dia."

Canais de potássio. Em um estudo anterior, a mesma equipe havia descoberto que o ritmo na expressão de um canal de potássio (Ir) ajuda a vincular o relógio biológico com a atividade dos chamados neurônios marcapassos.

Mas o IR não funciona como um simples mostrador do relógio - o canal também serve como realimentador para regular o núcleo do relógio.

Manipulando a atividade dos neurônios marcapassos, os pesquisadores mostraram que mudanças na atividade elétrica dos neurônios do relógio produzem grandes mudanças na expressão dos genes circadianos.

Liga e desligando atividade genética. Aumentando a atividade elétrica à noite, quando os neurônios do relógio biológico são normalmente bastante inativos, os pesquisadores mostraram que esses neurônios passam a apresentar um perfil de expressão gênica mais tipicamente encontrado durante a manhã.

Ao contrário, a diminuição na atividade elétrica pela manhã faz a expressão genética assumir o perfil noturno.

Em outras palavras, o estado elétrico de um neurônio-relógio pode afetar drasticamente a expressão do gene circadiano.

"O que é mais notável nesses resultados é a coordenação entre o disparo dos neurônios e a expressão gênica", observou Blau. "Este é um dos processos extraordinários que ajudam a manter os neurônios-relógio sincronizados e funcionando com tanta precisão

Redação do Diário da Saúde

LER AS HORAS NO RELÓGIO BIOLÓGICO



O tempo interno do corpo pode ser determinado lendo-se os níveis de 50 hormônios e aminoácidos presentes em uma amostra de sangue.[Imagem: PNAS] 
 
Tempo biológico. Que o nosso corpo tem seu próprio relógio biológico para regular ritmos essenciais do nosso corpo todo o mundo já sabe.
 
O que poucos sabem é que o nosso "tempo biológico", mais conhecido como ritmo circadiano, não necessariamente segue o mesmo ritmo do "tempo cósmico", marcado pelos movimentos do Sol e da Terra.
 
Assim, há pessoas que têm dificuldade em ficar ativas no início da manhã, enquanto outras costumam apresentar potência total em seus motores internos bem tarde da noite.
 
Mas há um problema: é muito difícil saber as horas que os nossos relógios biológicos marcam.
 
Que horas são no seu relógio biológico? Os ciclos de sono e vigília, as atividades digestivas e muitos outros processos fisiológicos são controlados por nosso relógio biológico. É por isso que o horário das refeições é tão importante quanto o que você come.

Há pouco tempo se descobriu até que o ritmo circadiano afeta como os pacientes reagem aos medicamentos.

Por exemplo, quando se ajusta um ciclo de quimioterapia para o tempo interno do corpo dos pacientes é possível não apenas melhorar a eficácia do tratamento, como também reduzir os efeitos colaterais.

O problema é ler as horas no relógio biológico individual.
O método mais aceito exige a retirada de amostras de sangue do paciente uma vez por hora, para monitorar os níveis do hormônio melatonina, um dos indicadores associados com o tempo interno do corpo.

Calendário molecular. Agora, um grupo de pesquisadores japoneses desenvolveu um método alternativo para determinar o horário interno do corpo construindo o que eles chamam de um calendário molecular.

O método envolve examinar uma amostra de sangue para determinar os níveis de mais de 50 hormônios, metabólitos e aminoácidos gerados pela atividade biológica.

A vantagem é que bastam duas amostras de sangue de cada pessoa, coletadas em um período de 24 horas.

A nova técnica foi aferida contra o método tradicional baseado na melatonina, e os dois resultados mostraram a mesma hora no relógio biológico dos voluntários.

Medicina personalizada. A expectativa é que o novo exame permita que os médicos sincronizem a aplicação dos medicamentos de acordo com o tempo interno do corpo dos pacientes, sobretudo em tratamentos mais intensos, como quimioterapia, cirurgias e em pacientes internados em UTIs.

"A medicina personalizada tem-se concentrado sobretudo em diferenças genéticas, mas há também diferenças temporais entre os pacientes. Este será o próximo passo na medicina personalizada," afirmou o biólogo Hiroki Ueda, do Centro de Biologia Desenvolvimental Riken (Japão), que liderou a pesquisa.

Science

DESIDERATA

Max Ehrmann nasceu em uma família de imigrantes alemães originários da Baviera, filho de Maximilian Ehrmann e Margaret Barbara Lutz Ehrmann. Ele foi o filho mais jovem do casal e tinha quatro irmãos. Seu pai era um marceneiro metodista que trabalhava na estrada de ferro. O jovem Erhmann estudou na Terre Haute Fourth District School e freqüentava a Igreja Metodista alemã com a família.

Ehrmann obteve uma graduação em língua inglesa na De Pauw University, em Greencastle, além de atuar como editor da revista De Pauw Weekly. Em seguida dedicou-se aos estudos de Filosofia e Direito na Universidade de Harvard, onde também foi o editor da revista The Rainbow. Quando ainda estava em Harvard, publicou o seu primeiro livro, A Farrago, em 1898. Após concluir os estudos universitários, Ehrmann retornou à sua cidade natal em 1898, vindo a exercer o cargo de promotor público assistente durante dois anos.

Nessa época, Ehrmann contraiu febre tifóide e, durante o período em que esteve doente, escreveu o poema Uma Prece (A Prayer). Após restabelecer-se da enfermidade, voltou às suas atividades profissionais, trabalhando durante dez anos na função de gerente de crédito e advogado na fábrica fundada por seus irmãos, a Ehrmann Manufacturing Corporation.

Finalmente em 1912, aos 40 anos, Ehrmann decidiu dedicar-se integralmente à literatura, vindo a escrever mais de vinte livros, além de panfletos, ensaios e poemas, que eram publicados em jornais e revistas nos Estados Unidos.

Morando em um pequeno apartamento em Terre Haute, Ehrmann passou os últimos 33 anos de sua vida dedicando-se ao que mais amava: a poesia e a filosofia. Nos últimos três meses de sua existência, decidiu casar-se com uma amiga de longa data, Bertha King, educadora, escritora e fundadora da King Classical School.

Sobre a vida e o trabalho de Ehrmann, foram escritos dois importantes livros: Max Ehrmann: A poet's life, de sua esposa Bertha K. Ehrmann; e Max Ehrmann, a centennial tribute, de Richard Dowell.

Bertha dedicou o resto de sua vida a disseminar e publicar os pensamentos e poemas de Ehrmann.

Como forma de homenagear o seu ilustre poeta-filósofo, a comunidade da cidade de Terre Haute celebra o nascimento de Max Ehrmann todos os anos.

DESIDERATA - MAX EHRMANN

Viva tranqüilamente, por entre a pressa e os ruídos, e lembre-se de quanta paz há no silêncio. Tanto quanto possível, sem se render, esteja em bons termos com as pessoas.

Diga sua verdade calma e claramente, e ouça os outros, mesmo os mais medíocres e ignorantes – eles também têm a sua história

Evite as pessoas espalhafatosas e agressivas, pois essas são um insulto ao espírito. Não se compare com os outros, para não se tornar vaidoso ou amargo, e saiba: sempre haverá pessoas melhores e piores que você. Desfrute tanto de suas realizações quanto de seus planos.

Cultive seu trabalho, mesmo que ele seja humilde; esse é um bem real, frente às variações da sorte. Seja cauteloso em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso o torne cego para a virtude, que esta sempre presente está; muitas pessoas lutam por ideais nobres e, por toda a parte, a vida é sempre exemplo de heroísmo.

Seja sempre você mesmo. E sobretudo nunca finja afeição. Nem seja cínico em relação ao amor, pois, apesar de toda a aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.

Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude. Fortaleça seu espírito para que ele possa protegê-lo diante de uma súbita infelicidade. Não antecipe sofrimentos pois muitos temores são apenas fruto do cansaço e da solidão. Mesmo seguindo uma disciplina rigorosa, seja leniente consigo.

Você é filho do Universo, tanto quanto as árvores e as estrelas; e tem o direito de estar aqui. E mesmo que isso não seja muito claro para você, não tenha dúvida de que o Universo segue na direção certa.

Portanto, esteja em paz com DEUS, não importa a maneira como você O concebe, e sejam quais forem as suas lutas e aspirações, na terrível confusão que é a vida, fique em paz com sua alma.

Pois, apesar de toda a falsidade e sonhos desfeitos, este ainda é um lindo mundo. Seja cauteloso. Lute para ser feliz.

* Max Ehrmann, poeta e advogado escreveu este texto em 1927. A força e beleza do texto associadas com a divulgação feita por um padre, gerou a falsa idéia que esta poesia havia sido encontrada "na velha Igreja de São Paulo,em Baltimor.

www.cantodapoesia.net/
pt.wikipedia.org

PALAVRAS TÊM SENTIMENTOS


Na raiva, tristeza, alegria ou medo, o discurso assume uma urgência que não está presente em sua expressão com um temperamento mais brando. [Imagem: Annett Schirmer] 
 
Emoção e tempo. Será que a emoção expressa em nossa voz tem um efeito duradouro sobre quem nos ouve?
 
Segundo Annett Schirmer, da Universidade Nacional de Cingapura, a emoção nos ajuda a reconhecer as palavras com maior rapidez e mais precisão.
 
A longo prazo, no entanto, nós não nos lembramos dos discursos emocionalmente carregados de forma tão exata quanto de um discurso emocionalmente neutro.
 
Valor emocional das palavras.  Quando nos lembramos das palavras, elas adquirem um valor emocional.
 
Por exemplo, as palavras ditas em voz triste são lembradas como mais negativas do que as palavras ditas em voz neutra.
 
Na raiva, tristeza, alegria ou medo, o discurso assume uma urgência que não está presente em sua expressão com um temperamento mais brando.
 
As palavras se tornam mais fortes ou mais suaves, mais apressadas ou mais lentas, mais melódicas, irregulares ou mais monótonas.
 
E este discurso emocionado imediatamente capta a atenção de um ouvinte.
 
O que Schirmer e seus colegas queriam saber é se a emoção tem um efeito duradouro sobre a memória, se ajudaria a lembrar melhor ou não desses discursos no longo prazo.
 
Emoção feminina. Os participantes dos experimentos reconheceram melhor as palavras quando as tinham ouvido em tom neutro, em comparação com o tom triste. Além disso, as palavras foram mais lembradas como mais negativas quando foram ouvidas previamente em voz triste.
 
Os pesquisadores também observaram diferenças de gênero na compreensão do discurso.
 
Eles descobriram que as mulheres são mais sensíveis aos elementos emocionais do que os homens, e são mais propensas do que os homens a recordar a emoção carregada na voz.
 
Exames dos níveis do hormônio estrogênio, realizados entre os participantes, mostraram forte correlação com essas diferenças entre gêneros.
 
"Vozes emocionais geram mudanças na memória de longo prazo, bem como captam a atenção do ouvinte. Elas influenciam a forma como as palavras são posteriormente reconhecidas e quais emoções são atribuídas a eles. Assim, as vozes, tal como outros sinais emocionais, afeta os ouvintes além do presente imediato," disse Schirmer.
 
Revista Cognitive, Affective & Behavioral Neuroscience

NOTEBOOK CONTROLADO PELO OLHAR


Movimentar objetos com o poder dos olhos. É esse o alvo dos produtos da companhia sueca Tobii Technology, cujo protótipo mais popularfoi reveladona feira de tecnologia Cebit, em Hannover (norte da Alemanha).

Em parceria com a fabricante de computadores pessoais Lenovo, a empresa produziu um notebook que não precisa teclado ou trackpad (retângulo usado em laptops para fazer as vezes do mouse). É o primeiro laptop do mundo a funcionar a partir de rastreamento do olhar.

Basta calibrar a velocidade do seu olho (o processo leva menos de 10 segundos) e começar a acessar pastas e movimentar janelas sem usar as mãos.

A reportagem testou duas aplicações do laptop: um game parecido com o clássico "Space Invaders", em que é preciso atirar em meteoritos que ameaçam a Terra, e o controle de um mapa virtual. Em ambos os casos, a resposta da máquina foi imediata e o uso, intuitivo.

No caso do jogo, após algum tempo de partida fica cansativo não poder mirar outro lugar que não a tela (e ao fazer isso, você invariavelmente estará perdendo a partida e condenando a raça humana ao extermínio).

RUMO AO MERCADO A empresa não descarta o uso deste tipo de aplicação com periféricos já existentes, como o teclado.

"Agora, precisamos fazer modelos mais baratos e menores. Acredito que isso pode ser atingido em dois anos", diz Henrik Eskilsson, diretora-executiva da Tobii. Cerca de US$ 2 milhões foram gastos no desenvolvimento da tecnologia desde 2006. Por enquanto, só existem 20 exemplares deste notebook no mundo.

"Este protótipo é a prova de que a tecnologia de rastreamento de olhar é madura o bastante para ser usada em computadores com interface padrão", diz Eskilsson.

Jornal Folha de São Paulo

PARA MELHORAR O HUMOR USE LÂMPADAS FRACAS À NOITE


A exposição contínua à luz forte à noite pode aumentar o risco de depressão e os problemas de aprendizado.

A luz forte tarde da noite atrapalha os ritmos circadianos - o relógio biológico do corpo - além do efeito mais óbvio de atrapalhar o sono logo a seguir.

Esses efeitos são significativos o bastante para atuar no cérebro, afetando o nosso comportamento.

Em decorrência desses efeitos, um novo estudo alerta fortemente sobre a exposição à luz não natural, que pode resultar em alterações do humor e da capacidade cognitiva.

Gânglios retinais "Basicamente, o que nós descobrimos é que a exposição crônica à luz eleva os níveis de determinados hormônios do estresse no corpo, o que resulta em depressão, e baixa a função cognitiva," diz o Dr. Samer Hattar, da Universidade Johns Hopkins (EUA).

O mecanismo de atuação da luz artificial passa por células especiais do olho, chamadas gânglios retinais intrinsecamente fotossensitivos, que, ativados pela luz, afetam o centro cerebral responsável pelo humor, pela memória e pelo aprendizado.

Os resultados sugerem que as pessoas devem estão se precaver da exposição prolongada e regular à luz forte à noite, devido a todos os potenciais efeitos.

Só o necessário para ver "Eu não estou dizendo que as pessoas devam ficar no escuro completo à noite, mas eu recomendo ligar poucas lâmpadas e usar luzes menos intensas," diz o pesquisador.

"Basicamente, use somente o que você necessita para enxergar. Isso não será suficiente para ativar essas células que afetam o humor," concluiu.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Nature.

Redação do Diário da Saúde

PERCEPÇÃO DA LUZ PELO CÉREBRO PODE GERAR ECONOMIA DE ENERGIA

Estudos já demonstraram que as lãmpadas
são criticas para a saúde das pessoas
 Case Western University

Flicker Cientistas que estudam detalhes da visão humana fizeram uma descoberta revolucionária que vai permitir a otimização das lâmpadas e outras fontes de luz.

Ajustando as fontes de iluminação para que operem de forma mais eficiente em conjunto com o cérebro humano, os pesquisadores acreditam ser possível economizar bilhões de reais em gastos com eletricidade.

A descoberta diz respeito à forma como os seres humanos percebem modulações temporais da luz.

Por exemplo, a maioria dos dispositivos emissores de luz, tais como lâmpadas, monitores de vídeo e televisores, não emite uma luz contínua, mas uma luz que pisca em alta velocidade.

Quais mais rápido for este tremeluzir, menor é a capacidade do olho humano em percebê-lo, o que é mais confortável.

Percepção visual Estudando como este fenômeno atua no cérebro, os pesquisadores descobriram que existe uma faixa de cintilação dinâmica da luz que otimiza a percepção do brilho pelo sistema visual humano sem que seja necessário aumentar a potência da luz.

Assim, é possível fabricar lâmpadas com o mesmo brilho, mas que consumam menos energia, ou aumentar o brilho sem aumentar o consumo de energia.

"Nós descobrimos uma 'janela' temporal na percepção visual que pode ser explorada para obter economias significativas projetando dispositivos emissores de luz que pisquem com a dinâmica ideal para ativar os neurônios do sistema visual no cérebro humano," disse Stephen Macknik, do Instituto Neurológico Barrow (EUA), orientador do estudo.

Teorias sobre a percepção visual Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores testaram na prática duas teorias contraditórias sobre a percepção visual temporal - o quão brilhante uma luz parece ser aos nossos olhos.

A chamada Lei de Bloch propõe que a percepção do contraste de
um estímulo visual aumenta com sua duração, mas eventualmente se estabiliza em torno dos 100 milissegundos. Por exemplo, um flash de 5 milissegundos parecerá ter metade do brilho de um flash de 10 milissegundos, mas um flash de 200 milissegundos será tão brilhante quanto um de 400 milissegundos.

O Efeito Broca-Sulzer, por outro lado, propõe que a percepção do contraste aumenta inicialmente com a duração do flash, atinge um pico e então cai novamente.

Os pesquisadores descobriram que a discrepância entre a Lei de Bloch e o Efeito Broca-Sulzer é causada por uma influência intrínseca - um desvio - apresentado pelos participantes da experiência, o que leva a dados com um viés que altera as conclusões.

Pico de percepção Ao melhorar o projeto do experimento, de forma a superar esse viés, os resultados demonstraram que a visão temporal de fato segue o Efeito Broca-Sulzer.

"Os pesquisadores têm estudado a visão temporal há mais de 125 anos, mas como a nossa é a primeira experiência desse tipo que estabeleceu um controle de todas as formas conhecidas de critérios, ela é a primeira a medir com precisão o papel da dinâmica temporal na percepção de brilho," diz Dr. Macknik.

"Assim, podemos começar já a fazer economia de energia, pois podemos ajustar a nossa iluminação que que pisque de forma a aproveitar esse pico de percepção."

Redação do Diário da Saúde

A ENERGIA E A MATÉRIA PSICOSSOMÁTICA

A Energia e a Matéria Psicossomática
Os Corpos Sutis e as Terapias Vibracionais

“Um nível crítico de confusão tem saturado o mundo contemporâneo.

Nossa fé e nossos componentes espirituais da vida, na realidade vital de nossa consciência dos valores e de Deus, está sendo corroída sob o ataque implacável do materialismo científico.

Por um lado, recebemos de braços abertos os benefícios gerados por uma ciência que assume a visão mundial materialista.

Por outro, esta visão predominante, não consegue corresponder às nossas intuições sobre o significado da Vida” Amit Goswami – Físico

Dentre os sistemas energéticos que nutrem o nosso corpo, os sistemas de energia bioquímica e neuroelétrica estão bem estabelecidos no circuito científico ocidental.

Novos sistemas energéticos como a bioeletrônica (sistema eletrônico de base biológica) e a biofotônica (baseadas na luz) já estão sendo validados pelos cientistas. Contudo, nosso corpo também utiliza outros sistemas energéticos que envolvem um fluxo específico de energia talvez até mais importante do que os acima citados, como por exemplo a energia sutil.

Nosso corpo não é apenas sensível, mas energeticamente balanceado por ela.

Matéria é energia, e vibra. Pensamentos e emoções também geram energia. Portanto, nossos pensamentos e emoções afetam a matéria, já que são energias.

Desde que, no início do século XX, Einstein propôs sua célebre equação E = mc² a humanidade tomou consciência de que a matéria é uma das formas da energia se manifestar. Podemos dizer que a matéria é energia "cristalizada", ou seja, organizada e integrada de tal modo que ela adquire variados graus de densidades e vibrações em determinadas freqüências. Quanto mais baixa for a freqüência da vibração mais densa será a matéria e mais acostumados estarão os cinco sentidos em lidar com ela.

Desta forma, o chamado mundo físico (o mundo percebido pelos cinco sentidos) é constituído de matéria densa(sob um grau de densidade maior) e sutil(sob um grau de densidade menor), onde quando a freqüência da vibração é mais elevada, a matéria será mais sutil e mais difícil será de ser percebida pelos cinco sentidos.

Todo ser vivo é energia, e assim como tudo na natureza é composto de energia, cristalizada de forma densa ou sutil. Estes dois tipos de matéria se interagem formando a unidade Ser Vivo.

Tudo que existe e se manifesta no plano físico, desde uma pedra, uma planta até os animais e o homem, possui também uma manifestação de energia mais sutil, que pode ser chamada de CORPO ENERGÉTICO.

A matéria sutil tem como característica ser mais expansiva. Ou seja, ocupa um espaço maior e é identificada ao redor do corpo como uma auréola de luz, que chamaremos de CORPOS SUTIS e que perpassam toda a matéria densa. Ou seja, eles "coabitam" na mesma área, sendo que a matéria sutil se expande ao redor do corpo denso.

Assim como o corpo físico, os corpos sutis são complexos e possuem sua própria função e "fisiologia". São importantíssimos frente à organização dos seres vivos, cuja troca constante de energia densa e sutil com o ambiente a sua volta se verifica a cada momento durante toda a expressão de vida do ser. Sem eles não há vida. Isto se dá porque os corpos sutis (ou os mórficos para Sheldrake), estão intimamente ligados com a emoção, energia física e equilíbrio dos órgãos.

Energias ou padrões vibratórios exteriores ao ser podem influenciar seu padrão produzindo tanto desarmonia e conflito como cura, harmonia e evolução.

O pensamento e as emoções atuam como veículos de transformação da energia. A energia, quando processada tem qualidades, e o pensamento e as emoções são as maiores forças que direcionam o processamento desta energia. Uma emoção é capaz de abrir o ser para o meio exterior facilitando a troca energética ou, ao contrário, fechá-lo, ou seja, é capaz de tornar a energia do ser mais positiva ou negativa, dando ao organismo vivo características mais ou menos densas.

De acordo com as mais recentes pesquisas científicas, os animais são seres sencientes e isso se aplica a todos os animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes).

Tal como os humanos, os animais também têm mentes e essas mentes são tão complexas quanto, diferindo das mentes humanas apenas no grau de complexidade, do mesmo modo em que a mente de uma criança é menos complexa do que a mente de um adulto humano, e não diferindo de gênero ou tipo de mente (do mesmo modo que, apesar das diferenças de complexidade, a mente de um adulto humano não é de tipo diferente da mente de uma criança humana – é apenas mais complexa). “Não existe nenhuma diferença fundamental entre o ser humano e os animais superiores em termos de faculdades mentais. A diferença entre a mente de um ser humano e de um animal superior é certamente em grau e não em tipo” – Charles Darwin.

A senciência é a capacidade que um ser tem de sentir conscientemente algo,como por exemplo dor, medo, prazer, alegria e estresse, saudades, etc, ou seja, de ter percepções conscientes do que lhe acontece e do que o rodeia.

Desta forma, independentemente do grau de inteligência que um animal possua, podemos concluir pelas leis da física que estas sensações, como a dor ou a agonia, ou as emoções, como o medo ou a ansiedade, estados subjetivos próximos do pensamento humano, geram energia e portanto compõe o mesmo campo sutil como vimos acima, acarretando nas mesmas consequências da influência dela para a harmonização do organismo.

Hoje em dia é muito mais comum a aceitação de doenças de fundo psicológico e emocional que vão se delineando também na medicina veterinária. Estados depressivos podem alterar comportamentos, mudar atitudes e predispor a doenças. Ansiedades podem provocar diarréias, apatias, automutilação, agressividade, abrindo porta para o acometimento de outras doenças.

Ainda complementando esta complexidade , nesta estreita relação entre os animais domésticos com seus donos, ambos estabelecessem uma certa unidade, onde dono e animal constituem um campo energético complexo, baseado na soma dos campos energéticos de cada um, considerando que pensamentos e emoções são e criam energias como vimos acima. Para a sua existência, seu equilíbrio, um pólo depende do outro. Se subtrairmos o primeiro, o segundo desaparecerá ou se reorganizará. Ou seja, por trás de cada polaridade, compreende-se uma unidade, a qual, uma vez em desordem, afeta a outra polaridade, então afetando a relação entre elas, ou seja, a unidade em si, onde o mais fraco, abre portas para o desequilíbrio, originando muitos sintomas e doenças, na tentativa inclusive do aprendizado em ambas as partes, já que compreendemos acima que os sintomas são uma tentativa de comunicação.

A base das doenças está num desequilíbrio interno, resultante da desarmonização das energias, provocada por sentimentos que levam ao sofrimento, por incapacidade objetiva de se lidar com eles, abrindo portas para o acometimento destas.

A partir daí, surgem as disfunções fisiológicas, pois a homeostasia do organismo vivo é influenciada diretamente pelos impulsos nervosos e pela conseqüente circulação dos diversos hormônios que são liberados de acordo com a qualidade da sua interação com o meio.

Quando se instala um processo a nível físico, é porque o conflito já extravasou do nível nervoso para o nível celular, através das sinapses etérico-físicas, baixando a imunidade, culminando com um quadro que se traduz por doença física, com disfunção dos órgãos afetados, dor, etc.

Um automóvel possui vários indicadores luminosos que se acendem apenas quando existe alguma anomalia grave no funcionamento do veículo. Se, durante uma viagem, um desses indicadores se acende, ele contraria os nossos intentos. Em virtude do sinal, sentimo-nos na obrigação de interromper a viagem.

Por mais que nos incomode parar, compreendemos que seria um disparate nos zangarmos com a luzinha; ao fim e ao cabo ela está a nos avisar da ocorrência de uma perturbação que nunca descobriríamos com a rapidez suficiente, na medida em que se encontra em algum recanto escondido e "inacessível".

Interpretamos, portanto, o aviso que nos é dado como uma recomendação para chamarmos um mecânico que arranje o que houver para arranjar de maneira a que a luzinha se apague e possamos seguir viagem. Nos indignaríamos porém, e com razão, se, para o conseguir, o mecânico se limitasse a retirar a lâmpada.

É óbvio que o indicador deixaria de sinalizar - e era bem isso que pretendíamos, o procedimento utilizado para consegui-lo seria, no entanto, demasiado simplista. Mais correto seria eliminar a causa que fez com que se acendesse o sinal, e não, retirar a lâmpada. Para tal, no entanto, será necessário desviar o olhar do sinal e dirigi-lo para zonas mais profundas a fim de averiguar o que é que não funciona. O sinal apenas queria avisar-nos e fazer com que nos perguntássemos o que é que não ia bem.

O sintoma, na temática que ora abordamos, não é mais do que o tal indicador luminoso do exemplo que acabamos de dar. Aquilo que se manifesta no corpo sob a forma de sintoma é a expressão visível de um processo invisível que pretende interromper através desse seu sinal a nossa rotina habitual, avisar-nos de que há uma anomalia e obrigar-nos a indagar qual possa ser.

Também neste caso seria uma idiotice zangarmo-nos com o sinal, e não menos absurdo procurar suprimi-lo, impedindo assim a sua manifestação. Aquilo que devemos eliminar não é o sintoma mas sim a causa. Por conseguinte, se quisermos descobrir aquilo que o sintoma nos está a sinalizar, teremos de desviar o olhar do sintoma e procurar mais além.

Porém, a medicina moderna afigura-se incapaz de dar tamanho passo e é aí que reside o seu problema: deixa-se deslumbrar pelo sintoma. Por essa razão equipara sintoma e doença, ou seja, é incapaz de separar a forma do conteúdo. É por essa razão que não se regateiam os recursos da técnica para tratar órgãos e partes do corpo, ao mesmo tempo em que se menospreza o Ser que adoece.

Em resumo, a doença é um estado que indica que o Ser deixou de estar em ordem ou em harmonia ao nível da sua consciência. Essa perda do equilíbrio interno manifesta-se ao nível do corpo sob a forma de sintoma.

Nessa perspectiva, o sintoma é um sinal portador de informação, uma vez que através da sua aparição interrompe o ritmo da nossa vida e obriga-nos a ficar dependentes dele.

O sintoma assinala-nos que, enquanto Seres dotados de alma, estamos doentes, ou seja, perdemos o equilíbrio das forças da alma. Informa-nos de que algo falta, acusa um defeito, uma falha. A consciência apercebeu-se de que para permanecermos sãos há algo que nos está a faltar. Essa carência manifesta-se no corpo enquanto sintoma.

Quando se compreende a diferença entre a doença e o sintoma, deixa-se de considerar o sintoma como o grande inimigo cuja destruição deve ser o seu objetivo prioritário, passando antes a encará-lo como um aliado que o poderá ajudar a encontrar aquilo que lhe falta para poder levar de vencida a doença.

Nessa altura, o sintoma será como o Mestre que nos ajuda a estar atentos ao nosso desenvolvimento e conhecimento, um Mestre severo que será duro conosco se nos negarmos a aprender a lição mais importante. A doença não conhece outro objetivo que não o de nos ajudar a reparar as «carências» e a tornar-nos sãos.

O sintoma diz-nos o que é que nos falta para o compreendermos. No entanto, para isso, precisamos reaprender a linguagem dos sintomas.

Como vimos, sabemos muito pouco utilizar, como humanos, nosso cérebro, que dirá estudar e compreender os demais? Ou seja, grande parte dele ainda é por nós pouco explorada. A mídia, a cultura, os dogmas e paradigmas convencionais, normalmente nos norteiam como pensar, agir, aceitar e conceber a nós mesmos...

Além disto, dentro destas potencialidades pouco exploradas de nosso cérebro existem aquelas que são mitificadas como algo sobrenatural, voltado ao cunho religioso, como no caso das percepções e percepções extra sensoriais, muitas comprovadas pela física quântica como Rupert Sheldrake fez em sua teoria da Mente Ampliada.

Se pouco utilizamos e conhecemos nosso cérebro, e portanto assim compreendendo que temos ainda um parco pensar, pouco sabendo sobre nós mesmos, aumentar este conhecimento sobre nós e tudo que nos cerca, envolve termos que desmistificar uma série de conceitos impostos em nós, pela sociedade, seja motivado pelo controle ou falta de conhecimento profundo sobre a vida. E, para aceitá-los, devemos preparar nosso território interno.

Antes disto, discordar do que não sabemos seria demonstrarmos como qualidade “negativa” uma atitude arrogantemente pretensiosa, (que na verdade seria ignorância) seja em que âmbito da questão for.

Por outro lado, como que para enxergarmos a luz, deva existir a sombra, existem pessoas dedicadas a entender estes mistérios pouco discutidos, na tentativa gradualmente bem sucedida de abrir uma porta em nossa janela cerebral, ou simbolicamente nossa alma, para que possamos crescer e compreender muito mais do universo e nós mesmos.

Assim foi Edward Bach e seus florais, Hannemann e a homeopatia, Mikao Usuí e o reiki, a medicina tradicional chinesa e seus princípios taoístas, Rupert Sheldrake, Amit Goswami, Fitjof Capra, Vivaldi, Mozart, Bethoveen, com suas músicas de propriedades catárticas da alma, e muitos outros...

Tudo aquilo que mentalizamos, imaginamos ou sentimos, humanos e animais, em suas proporções, toma forma numa dimensão sutil da existência, causando ação e movimento, vibrações ou ondas na atmosfera, podendo concretizar-se, projetando, alterando o ambiente, somatizando, atraindo para si um tipo de matéria e/ou criando conflitando em si, e até intercomunicar-se telepaticamente, todos conforme processo descrito acima pelas leis da física.

"A dificuldade em se aceitar as terapias holísticas e a física quântica,
está intrinsecamente ligada à cegueira de si mesmo. Refugiando-se nos braços da casualidade habitual para a busca da cura das doenças,investiga-se seus aspectos sob um único prisma, uma única direção."  Safih Quelbèrt

Diante dos fatos, passemos a compreender os benefícios de algumas terapias vibracionais, como a Cromoterapia e Florais de Bach, em humanos e outros reinos como animais, aves e plantas e como aproveitar delas para uma melhor harmonia.

Lucas Fire enviou esta mensagem

MÉDICO NATURALISTA ENSINA EXERCÍCIOS

Um médico naturalista estava muito triste porque participou de congressos e, embora comprovados, os resultados não eram divulgados, e como ele disse 'NÃO DÁ IBOPE''.

Então ensinou a fazer um exercício simples que evita problemas cardíacos

1º. Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar
o corpo na ponta dos pés) , primeiro rápido até esquentaras panturilhas e depois uma sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. A pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; Depois de 2 anos, não engorda mais e, além de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam.Melhora o problema de micro varizes.

2º. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (o famoso escalda pés) - além de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés , melhora o cabelo e melhora,inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na
circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou e, como um fato relevante, a melhora da visão. Evita o encurvamento da coluna.

3º. Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo ou retardando o encurvamento das costa e aliviando as dores nas costas.

4º. Baixando a pressão Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um balde com água muito gelada até os joelhos. Permaneça nesta imersão por 20 min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça desça, baixando a pressão.

Blog do Terapeuta