domingo, 7 de outubro de 2012

CÉREBRO CONTROLA MOVIMENTO USANDO RITMOS MUSICAIS

O sinal elétrico que chega ao músculo é um amálgama do
ritmos compostos não por neurônios que ligam e desligam,
mas por neurônios que oscilam ritmicamente
Imagem: Mark Churchland/Stanford

Cérebro musical

O funcionamento do cérebro humano é muito mais harmônico do que os neurocientistas acreditavam.

Antes visto como uma rede onde sinais elétricos seriam enviados ao longo de fios biológicos - e por isso comparado com os computadores - as pesquisas mais recentes vêm mostrando um cérebro, por assim dizer, muito mais artístico.

Primeiro se descobriu que o cérebro transmite informações em várias frequências, que lembram muito as estações de rádio.

No final do ano passado, em uma descoberta que mudou completamente a visão que se tinha da chamada atividade neural, que era vista como uma sequência homogênea de pulsos elétricos, cientistas descobriram que nosso cérebro toca sua própria música.

Uma música, aliás, que já está sendo usada para a elaboração de novas explicações sobre a esquizofrenia.

Ritmo dos neurônios
Agora, uma equipe da Universidade de Stanford (EUA) descobriu que os movimentos físicos do corpo humano não são controlados pelo cérebro como se este acionasse interruptores que ligassem motores.

Na verdade, os pesquisadores demonstraram que a atividade cerebral que controla o movimento não codifica nenhuma informação espacial externa - como a direção, a distância ou a velocidade com que um braço, por exemplo, deve se mover.

Em vez disso, a atividade neural que controla os movimentos é rítmica por natureza - o córtex motor é um gerador de dinâmico de padrões, e não uma chave liga-desliga dos "motores musculares".

O sinal elétrico que chega ao músculo é um amálgama dos ritmos compostos não por neurônios que ligam e desligam, mas por neurônios que oscilam ritmicamente.

A descoberta de Krishna Shenoy, Mark Churchland e John Cunningham desmonta as teorias atuais sobre o controle dos movimentos pelo cérebro, com largas implicações para a neurociência.

Ritmo cerebral
Os neurocientistas consideravam que os neurônios do córtex motor - aqueles que controlam todos os movimentos do corpo humano - seriam semelhantes aos neurônios ligados à visão, que transmitem uma espécie de mapa, uma representação das cenas do mundo ao nosso redor.

Mas essa consideração estava incorreta.
"Nossa principal descoberta é que o córtex motor é um gerador flexível de padrões, e envia sinais rítmicos ao longo da medula espinhal," explica o Dr. Churchland.

Assim, em uma analogia com um automóvel, os neurônios não são como o volante, que vira as rodas para um lado ou para o outro - ou os braços, as pernas etc.

Cada neurônio é como uma peça do carro, e apenas o seu funcionamento em conjunto - um funcionamento ritmado, em que cada um cumpre uma tarefa particular - consegue explicar o movimento final resultante.

Segundo os pesquisadores, "a população inteira dos neurônios oscila de um modo maravilhoso e perfeitamente coordenado".

"Cada neurônio se comporta como um músico em uma orquestra. Quando os ritmos de todos os instrumentistas de toda a orquestra são tomados em conjunto, emerge um movimento fluido e preciso," disse Churchland.

"O ritmo é o bloco fundamental com que se constrói o movimento," conclui ele.

Diário da Saúde

NOSSOS CORPOS ESPIRITUAIS E NOSSA EVOLUÇÃO


São vários os corpos que nos acompanham em uma vida, que efetivamente é uma jornada de aprendizado. Cada corpo esta sintonizado em uma faixa vibratória possuindo assim uma freqüência específica.

Para que se tenha uma idéia vamos comparar esses corpos à difusão de diferentes ondas de rádio num mesmo quarto, ou, como mensagens de telefones fluindo ao longo de uma única fibra ótica sem que ela se misture.

Da mesma maneira que uma onda de rádio é "inaudível" a um rádio que não está sintonizado naquela determinada estação, ao morrermos, passamos a existir de forma muito mais sutil e vibramos numa freqüência tão rápida que nosso novo corpo torna-se invisível à maioria das pessoas não clarividentes.

Porque o Espírito precisa de Corpos? Para que o espírito possa atuar em uma dimensão mais densa se reveste de corpos que diminuem sua potência energética.

Exemplo:
Hidroelétrica             800.000 Kwh
Sub-estação              380.000 Kwh
Transformadores         13.000 Kwh
Lâmpada                   110/220 V

Este processo é denominado descenso energético.
Classificação dos Corpos
Corpo Físico
Corpo Etérico ou Duplo Etérico
Corpo Astral ou Perispírito
Corpo Mental Inferior
Corpo Mental Superior
Corpo Búdico
Corpo Átmico ou Espírito

São 7 (sete) os corpos a serem estudados.

Corpo Físico
O corpo Físico é o envelope do princípio pensante, que vemos nascer, crescer e morrer. É o suporte material de quem o espírito
se utiliza quando encarnado para ajudá-lo em sua evolução.

Corpo Etérico ou Duplo Etérico
O Duplo Etérico é, um corpo fluídico, que se apresenta como uma duplicata energética do indivíduo, interpenetrando o seu corpo físico, ao mesmo tempo em que parece dele emergir. O duplo etérico emite, continuamente, uma emanação energética que se apresenta em forma de raias ou estrias que partem de toda a sua superfície. Ao conjunto dessas raias é que, geralmente, se denomina
aura interna. É também na supercície do duplo etérico que concentram os “Chacras” e o “Fluído Vital” .

Semyon Kirlian Auras ChacrasFotos Kirlian

Corpo Astral ou Perispírito Perispírito (do grego = em torno de)
É o envoltório sutil e perene do espírito, que possibilita sua interaçãocom o meio espiritual e físico.

O Perispírito é o princípio intermediário entre a matéria e o Espírito, cuja finalidade é tríplice:

Manter indestrutível e intacta a individualidade;
Servir de substrato ao corpo físico, durante encarnação ;
Constituir o laço deunião entre o Espírito e o corpo físico, para a transmissão recíproca das sensações de um e de outro .

Corpos Mentais Mental InferiorMental Superior
O corpo mental inferior é formado pela:
Mente Instintiva também conhecida por Instinto,
Mente Subjetiva,Sub-consciente ou Inconsciente.

A Mente Instintiva é o arquivo dos aprendizados por toda a vida, para serem consultados no momento necessário e utilizados, sem precisar consultar o intelecto mediante a necessidade de realizar uma operação já aprendida. Ex: Execução de uma música, Dirigir um veículo, Escrever.

Graças a ação da Mente Instintiva, as espécies animais aprenderam a fazer as coisas necessárias para a sua sobrevivência e progresso.

Corpo mental Superior
O Corpo Mental Superior é formado pela Mente Intelectiva, Consciente, e pela Mente Espiritual.

Mente Intelectiva
Raciocínio (certo/errado);Mente Objetiva :
Tomar decisões, escolher, decidir pensar;

Mente Espiritual :
Desejos sublimes, pensamentos nobres, intuição pura.

A Mente Intelectiva é responsável pelo raciocínio. É o princípio mental que distingue o homem do “bruto”. Funciona entre a Mente Instintiva, que tenta atrair o ser para o nível inferior, e a Mente Espiritual, que prodigaliza as noções sublimes da vida superior.

Mente Espiritual
Mente Intelectiva
Mente Inferior
O Passado. O que deve ser processado no Presente.O que está por vir.

A Mente Objetiva é responsável por pensar de forma lógica, optar pelas escolhas e tomar assim decisões. Se o reflexo de uma decisão não foi satisfatório, é perfeitamente possível tentar uma escolha que resulte na ação esperada.

A Mente Espiritual, cuja ação se exerce através do chacra Coronário, ainda é patrimônio de poucos homens,os quais se sentem impelidos por desejos, aspirações e sonhos cada vez mais elevados, crescendo, sob tal influência sublime, para maior intimidade e amor com o plano Divino.

Corpo Búdico
É uma palavra sânscrita que significa “intuição”.O Corpo Búdico é um corpo atemporal, ou seja, não depende do tempo tudo é gravado nele de nossas menores até as maiores experiências vividas durante toda existência de nosso espírito.

Corpo Átmico (Atamn ou Espírito)
Constitui a Essência divina presente em cada criatura, o Espírito, a Centelha de Deus.

Evolução
O evoluir do Homem consiste em viver e experienciar em todos os níveis da criação, desde o Físico até o Espiritual, para, desta experiência, recolher conhecimento e percepções que propiciam o desenvolvimento harmonioso de seu intelecto e sensibilidade de maneira a tornarem-no sábio e feliz.

Ao longo de sua jornada evolutiva a criatura humana sofre sucessivas "mortes" e vai perdendo seus corpos, sem perder os "valores" inerentes a cada um deles. É como a flor que na sua expressão de beleza pura, contém a essência do vegetal por inteiro.

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CELULA PODE GERAR NOVOS NEURÔNIOS

Pesquisadores descobriram uma forma de gerar novos neurônios humanos a partir de outro tipo de célula adulta encontrada no cérebro. O estudo é um passo adiante nas terapias para o tratamento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira e será publicada na edição de amanhã da Cell Stem Cell, da Cell Press.

"Este trabalho tem como objetivo converter células que estão presentes em todo o cérebro, mas elas próprias não são células nervosas em neurônios", afirma Benedikt Berninger, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz. "O principal objetivo que temos em mente é que isso pode, um dia, permitir que induzamos a conversão dentro do próprio cérebro e, assim, proporcionar uma nova estratégia para reparar o cérebro lesionado ou doente", complementa.

As células que fizeram a mudança de uma "identidade" para a outra são conhecidas como pericitos. Essas células, encontradas em estreita associação com vasos sanguíneos, são importantes para manter a barreira entre sangue e cérebro intacta, e tem sido demonstrado que elas participam no processo de cicatrização em outras partes do corpo. "Agora, se pudéssemos marcar essas células e fazer com que elas produzam células nervosas, poderíamos aproveitar esta resposta à lesão.

Testes mostraram que os neurônios recém convertidos poderiam produzir sinais elétricos e alcançar outros neurônios, fornecendo evidências de que as células convertidas poderiam integrar redes neurais. "Embora haja muito a se aprender sobre a adaptação de uma estratégia de reprogramação neuronal direta para reparação significativa in vivo, nossos dados fornecem um forte apoio para a noção de que a reprogramação neuronal de células de origem pericíticas dentro do cérebro danificado possa se torar uma abordagem viável para substituir os neurônios degenerados", escrevem os pesquisadores.

noticias.terra.com.br

CONSCIÊNCIA E CÉREBRO QUÂNTICO HOLOGRÁFICO

Em 1998, apresentamos no congresso Science and the Primacy of Consciousness, na Universidade de Lisboa em Portugal, a conferência Information Self-Organization and Consciousness, propondo uma nova visão da consciência denominada Teoria Holoinformacional da Consciência, na qual o cérebro e o universo são compreendidos como sistemas informacionais interconectados por uma dinâmica global instantânea. É uma concepção fundamentada na natureza holográfica do funcionamento cerebral, de Karl Pribram, na estrutura quântico-holográfica do universo de David Bohm, e no princípio quântico da não-localidade.

A repercussão desta proposta na comunidade científica internacional, levou à publicação da mesma em 1999, na Europa, na revista World Futures- The Journal of General Evolution, da UNESCO,editada por Erwin Laszlo, maior autoridade mundial na áreas de sistemas, e no mesmo ano nos USA, no The Noetic Journal, do Noetic Advanced Studies Institute.

Em 2000, fomos convidados para publicá-la de forma mais ampliada no livro Science and the Primacy of Consciouness- Intimation of a 21st Century Revolution (Noetic Press, USA), editado por Richard Amoroso, Diretor do Noetic Advanced Studies Institute, na Califórnia, e outros co-autores, como Karl Pribram, Ruppert Sheldrake, Amit Goswami, Stanislav Grof, Henry Stapp, Fred Allan Wolf, todos pesquisadores da consciência, de renome internacional.

Um desenvolvimento mais elaborado e avançado desta concepção holoinformacional da consciência, denominado Holoinformatonal Consciousness, acaba de ser lançado em 2010 nos USA, pela NOVA Publishers, como capítulo do livro The Complementarity of Mind and Body. The Realization of the Dreams of Descartes, Einstein, and Eccles, organizado por Richard Amoroso, e com os co-autores, Karl Pribram, Henry Stapp, Fred Alan Wolf, Mikai Draganescu, e outros.

Para facilitar a compreensão do tema, vamos inicialmente especificar o significado dos termos holográfico e não-localidade.

Não-localidade
É uma propriedade fundamental do universo, exaustivamente comprovada, tanto a nível quântico, quanto a nível macroscópico, responsável por interações instantâneas entre todos os fenômenos cósmicos. É uma consequência da Teoria do Campo Quântico de Umezawa que unificou os campos eletromagnético nuclear e gravitacional em uma totalidade indivisível subjacente.

Sistemas holográficos
São sistemas geradores de imagens tridimensionais, em que a imagem virtual, ou holograma, é criada quando um laser incide sobre um objeto, e este o reflete sobre uma placa. Sobre essa placa incide um segundo laser, produzindo uma mistura das ondas do primeiro com as do segundo. Este padrão de interferência de ondas armazena a informação acerca da forma e volume do objeto, e ao ser refletido pela placa, gera uma imagem tridimensional do objeto no espaço. O relevante é que nos sistemas holográficos cada parte do sistema contém a informação completa sobre o objeto; se quebrarmos a placa em pedaços, cada pedaço refletirá a imagem tridimensional do objeto no espaço, demonstrando que o todo está nas partes, assim como cada parte está no todo. Esta propriedade fundamental dos sistemas holográficos, foi descrita por Dennis Gabor, que ganhou o Prêmio Nobel pela invenção do holograma.

Redes neurais holográficas
A teoria quântico-holográfica ou holonômica de Pribram, hoje exaustivamente comprovada experimentalmente, demonstra a existência de um processo de tratamento quântico-holográfico da informação no córtex cerebral, denominado holograma neural multiplex, dependente dos neurônios de circuitos locais, que não apresentam fibras longas e não transmitem impulsos nervosos comuns. “São neurônios que funcionam no modo ondulatório, e são sobretudo responsáveis pelas conexões horizontais das camadas do tecido neural, conexões nas quais padrões de interferência holograficóides podem ser construídos”.

Tal como a música não pode ser localizada no piano, e sim em todo o campo ressonante que o circunda, as memórias de um indivíduo não estão localizadas somente no cérebro, mas também no campo de informação holográfica que o envolve!

Rumo a uma teoria holoinformacional da consciência
Pribram inferiu a possibilidade do processamento informacional holográfico do universo poder se interconectar ao processamento holográfico neuronal do córtex cerebral, mas não direcionou suas pesquisas por esta vertente.

Vislumbrando esta possibilidade de conexão entre o cérebro e o universo, propusemos que os padrões quânticos e as redes neurais holográficas do cérebro são parte ativa do campo quântico-holográfico do universo, e que esta interconexão informacional é simultaneamente local (mecanicística-newtoniana), e não-local (holística-quântico-holográfica), e a denominamos holoinformacional.

A não-localidade quântica permite uma interconexão instantânea entre o cérebro e o cosmos. Considerando ainda a propriedade matemática básica dos sistemas holográficos, de cada parte do sistema conter a informação do todo, os dados matemáticos da física quântica de Bohm, e os dados experimentais da teoria holográfica de Pribram, propusemos, alem disto, que esta interatividade universal nos permitiria acessar toda a informação existente nos padrões de interferência de ondas existentes no universo, desde sua origem, pois a natureza holográfica do universo, permitiria que cada parte, cada cérebro-consciência, contivesse a informação do todo.

Como fazer
Para que esta conexão cérebro-universo seja possível, é necessário aquietarmos nosso cérebro, sincronizando o funcionamento dos hemisférios cerebrais, e permitindo que o modo de tratamento holográfico da informação neuronal se otimize. Isto se consegue facilmente por meio das práticas de meditação, relaxamento e oração que comprovadamente sincronizam as ondas dos hemisférios cerebrais, gerando um estado alterado de consciência (referências eletroencefalográficas e clínicas podem ser encontradas em meus livros, O Homem Holístico, a unidade mente-natureza, e Caminhos da Cura, ambos da Editora Vozes).

http://www.fontevida.com.br/consciencia_holografica_91.html

TENTAÇÃO FAZ CÉREBRO ENTRAR EM CONFLITO

Tempestade cerebral

Tentação é um termo que, para muitas pessoas, ainda evoca questões religiosas.

Mas os cientistas abordam a tentação do ponto de vista do autocontrole, por exemplo, quando você quer uma sobremesa, mas sabe que deveria evitá-la.

E esse sistema de autorregulação parece gerar uma verdadeira tempestade cerebral, acionando simultaneamente áreas antagônicas.

"Parece que temos sistemas independentes capazes de guiar nossas decisões, e, em situações de tentação, nossos sistemas podem competir para controlar o que devemos fazer," explica a Dra. Cendri Hutcherson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).

Ela é a principal autora de um artigo que descreve esses sistemas cerebrais competitivos, um trabalho publicado nesta sexta-feira no The Journal of Neuroscience.

Opções e decisões
Cendri verificou que os dois sistemas cerebrais não são opositores ferrenhos - na verdade, eles quase sempre guiam nosso comportamento na mesma direção, sem qualquer conflito.

"Mas, em alguns casos, como na situação tão comum de resistir à tentação de comer uma torta de chocolate, eles podem guiar o comportamento para ações diferentes. Além disso, o resultado da decisão parece depender de qual dos dois sistemas toma o controle do comportamento," explica ela.

Até agora, os cientistas consideravam que lidar com as tentações era simplesmente uma questão de atribuir valores numéricos à importância de cada uma das opções, e optar pela que pesasse mais.

Como os humanos não são máquinas lógicas, tipo Sr. Spock ou androide Data, os cientistas se deram conta de que a questão é um pouco mais complicada.

Uma complicação agora revelada pela competição entre os dois sistemas, em que um pode tomar a direção da ação do indivíduo, de uma forma ainda não totalmente compreendida.

Cérebro em conflito
As duas áreas do cérebro que são ativadas no momento da tentação são o córtex prefrontal dorsolateral (atrás das têmporas) e o córtex prefrontal ventromedial (no centro da testa, logo acima dos olhos).

Quando os voluntários diziam não querer a comida, a primeira dessas áreas parece assumir o controle, com uma forte correlação entre a ativação da região dorsolateral e o comportamento.

Quando os voluntários cediam à tentação, a correlação aparecia entre o comportamento e a segunda região, a ventromedial.

Os pesquisadores também descobriram que a capacidade do cérebro de mudar de controle entre essas duas áreas não é instantânea. Demora cerca de dois segundos antes de o cérebro ser plenamente capaz de ignorar a região em conflito.

"Esta pesquisa sugere uma razão pela qual é tão difícil controlar nosso comportamento," conclui a pesquisadora.

Diário da Saúde