quarta-feira, 26 de maio de 2010

PODER DO CORAÇÃO

As células têm memória e o coração carrega um código energético especial, que nos conecta com os demais seres humanos e com o mundo à nossa volta.

Pesquisas científicas recentes sugerem que o coração pensa e que as células têm memória, havendo uma relação entre esses dois processos. Explique-nos, em linhas gerais, de que forma isso se dá. O fato de que as células têm memória é uma lei básica da natureza. Mesmo os mais simples organismos unicelulares lembram como se movimentar, encontrar alimento, fazer sexo e evitar os predadores. Os cientistas chamam isso de “memória da função”, mas, se uma célula pode lembrar, é bem provável que muitas células juntas poderiam ter “memórias” mais complexas e elaboradas.

As células do coração são as únicas células rítmicas. Elas pulsam mesmo quando estão fora do corpo. Não é insensato sugerir que milhares de células do coração ressoando juntas e expostas a bilhões de células do sangue que passam pelo coração, a cada segundo, podem conter memórias.

Um dos hormônios do corpo associado com a memória é a substância chamada acetilcolina. A falta das moléculas dessa substância é verificada na doença de Alzheimer, na qual a função de memória se encontra gravemente diminuída.

O DNA do nosso corpo que contém o nosso código genético age como uma espiral de cobre, permitindo que os nossos genes transmitam códigos elétricos entre si. O coração gera um campo eletromagnético de cinco mil milivolts, é capaz de emitir freqüências de onda de rádio, e ele fala com o cérebro através de uma substância chamada ANP, Peptídeo Naturético Atrial (Atrial Naturetic Peptide), descoberta no coração. A força eletromagnética do cérebro é cerca de 140 milivolts, a energia codificadora elétrica do coração é forte. As nossas células, os nossos genes, as substâncias no coração e a eletricidade do nosso corpo gerada primariamente pelo coração se combinam para ajudar a fabricar e armazenar as memórias.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia mostraram que um único elétron podia alterar as memórias de nossos genes.  As células do coração, colocadas próximas a outras células do coração, se comunicam entre si e entram juntas numa batida rítmica.

Existem dezenas de fascinantes descobertas em pesquisas que indicam o princípio de que estamos ligados de uma maneira que ainda não entendemos.

Além de memórias dos nossos ancestrais, as células poderiam carregar também “lembranças” de vidas passadas? A questão das memórias de vidas passadas é muito interessante. Se por um lado tem havido muita publicidade sobre reivindicações de pessoas de que elas foram um rei ou uma rainha ou outra figura histórica bem conhecida na sua “vida passada”, tem havido também pesquisas muito cuidadosas, que levantam muitas questões sérias e interessantes sobre essa possibilidade. O dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, viajou pelo mundo por quase 40 anos para documentar mais de dois mil casos de crianças pequenas que afirmam recordar-se de vidas passadas. No Havaí, onde nasci, acredita-se que nossos ancestrais estão sempre conosco e dentro de nós. Acreditamos, e a ciência o demonstra, que nossas células carregam os códigos daqueles que vieram antes de nós.

Para os cientistas, uma das coisas mais difíceis de aceitar é a idéia de que a separação e os limites são ilusões. Todos nós somos de fato Um e conectados em muitos níveis. Não importa se nosso cérebro presta atenção ou não, nossas células lembram de onde viemos. Cabe a nós prestar atenção a isso.

Diante das descobertas da cardioenergética, podemos dizer que o coração é o maior responsável pela nossa saúde, e não o cérebro, como propõe a psiconeuroimunologia?  Como o psicólogo Abraham Maslow afirmou, a saúde é uma questão de ser, não de fazer.  Quem somos é primordial para o nosso bem-estar.

A medicina moderna tem uma orientação muito mecânica. Ela busca explicações concretas e singulares. Não há dúvida de que o cérebro não está realmente na nossa cabeça, mas no corpo todo. As células do estômago e do coração falam com o cérebro tanto quanto o cérebro fala com o nosso corpo.

O coração é muito mais do que um mecanismo bombeador. Ele não está a serviço do cérebro, mas é um parceiro para formar com ele nossa organização interna de manutenção da saúde.

O coração secreta hormônios, como o ANF, que ajuda a regular todo o sistema do nosso corpo. O coração bem como o cérebro é um órgão hormonal. A questão em saúde não é “a mente sobre a matéria”, mas “a mente é matéria”.

Nosso corpo inteiro e todos os seus sete bilhões de células podem pensar, sentir e conectar-se com outras células. Por causa de sua imensa energia eletromagnética e de outras energias, o coração particularmente se conecta com outros corações. A saúde e a cura são questões de compaixão, de ligação e de estar consciente de que nós não “temos” um corpo, mas somos o nosso corpo.

Sendo assim, que conselhos o senhor daria para quem deseja se curar de um mal qualquer ou evitar doenças?  Toda cura é uma questão de reconexão – seja a reconexão com o nosso próprio corpo, com os nossos sistemas corpóreos e células se conectando umas com as outras, ou a conexão com os nossos ancestrais e a terra.

Cura é conexão.  Quando nos tornamos “cardiossensíveis” e ouvimos o nosso coração, encontramos ali mensagens de cura que todos nós compartilhamos – um tipo de sabedoria espiritual em comum de paciência, unidade, agradabilidade, humildade e ternura, a qual é a linguagem do coração, que permite que os milagres aconteçam.

Se você quiser aprender realmente sobre o código do coração, sente-se, fique de mãos dadas com alguém que você ama, e sinta a energia da conexão coração com coração. A energia do coração está à nossa volta. Cabe a nós querermos ser receptores.

Podemos aprender com essas pessoas corajosas e normalmente humildes. Elas são como astronautas espirituais.  Alguns zombam delas, mas se estivermos dispostos a ouvir amorosa e abertamente, podemos ouvir o código do coração. Se permanecermos com o coração duro, deixamos de nos beneficiar com as lições do coração e com aqueles que as aprenderam.

O ponto simples, mas profundo, é que todos nós estamos conectados Alguns
de nós reconhecem esse fato, dão profundo valor a isso e tentam sintonizar-se
com a energia sutil dessa conexão. descobri que o que for que nos conecta é
algo sutil. Precisamos de uma mente inocente, conectada com a natureza.

www.orion.med.b

CORPO HUMANO CEREBRO CONVERSA COM O CORAÇÃO

Para os cientistas, a central emocional humana seria tão somente o cérebro. Mas um novo estudo acaba de demonstrar que essa noção não está totalmente correta. Ao que parece, o coração também "fala" com o cérebro -- embora o que ele diz ainda não esteja totalmente claro.

O estudo foi realizado por Marcus Gray, do University College de Londres, e seus colegas, e publicado na última edição da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a "PNAS". "Nós estudamos pacientes com uma variedade de problemas cardíacos durante uma tarefa experimental levemente estressante. As pessoas tipicamente respondem com atividade cardíaca aumentada, mas apenas alguns de nossos pacientes foram capazes de experimentar isso", relatou Gray.

"Observamos uma forte associação entre o desempenho cardíaco e a atividade cerebral, o que sugere que algumas regiões do cérebro ouvem atentamente à performance do coração", conclui.

A grande surpresa foi encontrar essa atividade cerebral aumentada em regiões do córtex cerebral -- área mais externa do cérebro que é responsável pelo fenômeno mais intrigante desse órgão: a produção da consciência.

"Nós encontramos evidências de que a atividade cerebral nas regiões temporal esquerda e lateral prefrontal está fortemente associada ao desempenho do coração", diz Gray. "Nossa pesquisa sugere que regiões evolutivamente mais novas, ou avançadas, também acompanham as batidas do coração."

A descoberta da associação pode ter um impacto médico no futuro -- talvez seja possível identificar coisas como arritmias cardíacas a partir de imagens do funcionamento do cérebro. "Não é inteiramente correto dizer, com base em nossa pesquisa, que arritmias podem ser detectadas somente com os 'scans' cerebrais", diz Gray. "Entretanto, com o aumento do entendimento da relação entre a função cerebral e a cardíaca, isso será potencialmente atingível no futuro."

Gray acredita que o coração pode induzir o cérebro a interpretar muitas das emoções positivas que sentimos, o que de certa forma restaura algumas das noções românticas até então enterradas pela frieza do monopólio cerebral das emoções. "A atividade cardíaca responde a muitas emoções e a sensação de sentir seu coração batendo forma um aspecto importante dessas emoções", diz. G1

CORPO HUMANO INTESTINO É O SEGUNDO CÉREBRO

Os intestinos (delgado e grosso) têm relação direta com o nosso humor, disposição, vitalidade e alegria. Por incrível que pareça os intestinos estão sendo considerados nosso segundo cérebro por médicos e especialistas, devido às últimas pesquisas demonstrarem que grande parte de nossas defesas imunológicas, alguns hormônios e neurotransmissores serem fabricados neste órgão. Sendo assim afeta nossas emoções e funciona como um órgão inteligente.

Hoje se sabe que 80% do nosso potencial imunológico concentra-se na mucosa intestinal, demonstrando que nossas defesas e vitalidade estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal. Outra descoberta é que cerca de 90% da serotonina (neurotransmissor responsável pela alegria) é produzida pelo Intestino, mostrando a estreita relação deste órgão com a depressão, pois a serotonina está baixa em pessoas com depressão.

O cérebro, a pele e o sistema digestivo vêm da mesma origem embrionária, explicando a profunda relação deles com a estética, o humor, a nossa vitalidade e disposição. pt.shvoong.com/.../1752176-intestino-segundo-cérebro