terça-feira, 7 de setembro de 2010

ALFABETO EMOCIONAL

O Dr. Juan Hitzig estudou as características de alguns longevos saudáveis e
concluiuque além das características biológicas, o denominador comum entre
todos eles está em suas condutas e atitudes.

“Cada pensamento gera uma emoção e cada emoção mobiliza um circuito hormonal que terá impacto nos trilhões de células que formam um organismo
As condutas “S”: serenidade, silêncio, sabedoria, sabor, sexo, sono, sorriso,
promovem secreção de Serotonina, …enquanto que as condutas “R”: ressentimento, raiva, rancor, repressão, resistências, facilitam a secreção de  Cortisol, uma hormona corrosiva para as células, que acelera o envelhecimento.
As condutas “S” geram atitudes “A”: ânimo, amor, apreço, amizade, aproximação. As condutas “R” pelo contrário geram atitudes “D”: depressão, desânimo, desespero, desolação.
Aprendendo este alfabeto emocional, lograremos viver mais tempo e melhor, porque o “sangue ruim” (muito cortisol e pouca serotonina) deteriora a saúde, oportuniza as doenças e acelera o envelhecimento. O bom humor, pelo contrário, é a chave para a longevidade saudável.

luzcardoso.blogspot.com

NECESSITAMOS APREENDER A VOAR

B. Boutros Ghali

Agora, mais do que nunca,
a causa da mulher, é a causa de toda a HUMANIDADE

Para cada mulher forte cansada de aparentar debilidade,
há um homem débil cansado de parecer forte.

Para cada mulher cansada de ter que agir como tonta,
há um homem agoniado por ter que aparentar saber tudo.

Para cada mulher
cansada de ser qualificada como "ser emotiva"
há um homem
a quem se tem negado o direito de chorar, "ser delicado"

Para cada mulher
catalogada como pouco feminina quando compete,
há um homem
obrigado a competir para que não se duvide de sua masculinidade.

Para cada mulher cansada de ser um objeto sexual,
há um homem preocupado com sua potência sexual.

Para cada mulher
sem acesso a emprego ou a um salário satisfatório,
há um homem
que deve assumir o sustento de outro ser humano.

Para cada mulher
que desconhece os mecanismos do automóvel,
há um homem
que não aprendeu os segredos da arte de cozinhar.

Para cada mulher
que dá um passo em direção à sua liberação,
há um homem
que redescobre o caminho da liberdade.

A Humanidade possui duas asas
Uma é a mulher, a outra é o homem.
Enquanto as asas não estiverem igualmente desenvolvidas,

A HUMANIDADE NÃO PODERÁ VOAR
NECESSITAMOS UMA NOVA HUMANIDADE

www.slideshare.net

VIDA RETRIBUI E TRANSFERE


A vida é como jogar uma bola na parede
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força

Por isso, nunca “jogue uma bola na vida,”
 de forma que não esteja pronto para recebê-la.
A vida não dá nem empresta.
Não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos

    pensador.uol.com.br 

NOSSO CORPO PRODUZ LUZ

Nesta ilustração, pode-se verificar que o corpo humano, especialmente
o rosto, emite luz visível em pequenas quantidades que variam durante
o dia.

O corpo humano literalmente brilha, emitindo uma luz em quantidades
e níveis muito pequenos que aumentam e diminuem no decorrer do dia,
afirmam cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão em artigo
publicado esta semana na revista científica Plos One.

Pesquisas já haviam demonstrado que o organismo emite luz visível,
mil vezes menos intensa do que podemos perceber a olho nu.

Na realidade, praticamente todos os seres vivos emitem uma luz muito
fraca, o que se acredita ser um subproduto de reações bioquímicas
envolvendo os radicais livres. 

Esta luz visível difere da radiação infravermelha - uma forma de luz
invisível - que vem o calor do corpo.

Para saber mais sobre essa fraca emissão de luz visível, os cientistas
japoneses trabalharam com câmeras extraordinariamente sensíveis,
capazes de detectar um único fóton.

Cinco voluntários sadios do sexo masculinos foram colocados em
frente das câmeras em quartos em completa escuridão com seus peitos
nus.

A exposição foi realizada de três em três horas durante 20 minutos - das
10 às 22 horas - por três dias. Os cientistas descobriram que a luz emitida
pelos corpos aumentou e diminuiu ao longo do dia, com a intensidade
mais fraca às 10 horas e mais alta às 16 horas, caindo progressivamente
depois desse horário.

Estas descobertas sugerem que as emissões de luz estão ligadas ao
nosso relógio biológico, provavelmente devido à forma como os nossos
ritmos metabólicos flutuam ao longo do dia.

Outro fato descoberto no estudo é que o nosso rosto brilha mais do que
o resto do corpo. Segundo os pesquisadores, isto pode acontecer
porque o rosto normalmente é mais bronzeado - que o restante do corpo -
pois é mais exposto à luz solar.

A melanina, pigmento da pele, tem componentes fluorescentes
que poderiam reforçar essa produção de luz.

O pesquisador Hitoshi Okamura, biólogo da Universidade de Kyoto,
afirma que uma vez que a produção desta fraca luz está ligada ao
metabolismo do organismo, este estudo indica que câmeras que
detectam essas emissões poderiam ajudar a detectar condições
médicas.

"Se você puder ver essa trêmula luminosidade da superfície do corpo,
você poderá ver toda a condição corporal",  disse o pesquisador
Masaki Kobayashi, biomédico do Instituto de Tecnologia em Sendai,
no Japão, que também participou do estudo.