domingo, 6 de junho de 2010

BUDISTAS NA AMÉRICA ANTES DE COLOMBO


Monges budistas vindos da China e do sudeste asiático podem ter descoberto e colonizado a América séculos antes de Colombo.

Esta curiosa tese, defendida por alguns americanistas europeus, pode ser encontrada no livro "Fundamentos Geográficos da História", do austríaco Hugo Hassinger. Na obra, está a seguinte passagem: "Há notícias de que no início do primeiro milênio de nossa era produziu-se uma emigração de monges budistas e houve travessias que, partindo da região de LiaoTung, na China setentrional, dirigiram-se, pelo Japão até o norte e depois a leste, ao país de Tahan-Kamchatka - uma terra setentrional onde os dias são curtos e cujos habitantes vivem em canoas de pele. Daí, continuaram rumo ao sul em direção à terra de Fu-Sang".

"O chefe da expedição, Hgui-Shan, informou ao historiógrafo imperial, na época de seu regresso, sobre esta exploração que durara vários anos. A verdade é que os sinólogos não conseguiram interpretar em todos os seus detalhes a aventureira crônica da viagem e identificar com segurança os países de Tahan e Fu-Sang. Mas a expedição deixou eco nas lendas dos indígenas mexicanos, tal como diziam na época da conquista: homens de pele clara, vestidos com amplas túnicas, haviam vindo do Ocidente e trazido uma religião que também conhecia as oferendas de flores".

"É digno de nota o fato de a figura do antigo deus mexicano Quetzalcotl ser algo parecida com a de Buda. Apesar de. inúmeras partes que permanecem obscuras na citada crônica da viagem, pode-se acreditar que esta hipótese não seja inverossímil, pois os monges budistas, com sua tenacidade e sobriedade, conseguiram feitos surpreendentes no decorrer de suas viagens pela Ásia central".

Hugo Hassinger afirma ainda que viajantes orientais, como indianos, chineses e cambojanos, freqüentaram a América desde o segundo milénio antes de Cristo até os séculos XI e XII de nossa era.

As culturas précolombianas conteriam muitos traços de origem asiática, inclusive influências de religiões orientais como o hinduísmo e o budismo. Tais influências seriam visíveis principalmente na arte: "O estilo da arte do México e de Honduras concorda com o chinês na época compreendida entre os anos 200 e 500 de nossa era, quando os americanos empregaram o dragão alado como adorno".

"A flor-de-lótus indiana, planta desconhecida em nosso continente, aparece como elemento decorativo em largos frisos feitos pelos maias, numa disposição ornamental que corresponde exatamente às existentes na Índia e no Ceilão. No México e no Yucatan existem imitações de esculturas que representam trombas de elefantes levantadas ou abaixadas, sendo conveniente lembrar que este animal, símbolo de um deus indiano da sabedoria, era nesta época estranho aos americanos".  Site Imagick

O PODER DAS PALAVRAS

As palavras têm poder, cada som, sílaba, letra é uma vibração que ao falar estamos soltando no ar. As ondas repercutem nos campos sutis das pessoas que as ouvem, repercutem em todo o universo, pois tudo está interligado.  É importante conscientizar-se do poder da palavra para utilizá-la sabiamente em nossas vidas. 

O pensamento também é energia que se materializa, e mesmo que isso ocorra num plano mais sutil, a influência se manifesta ao nosso redor, pois “tudo o que está em cima, está embaixo”, e portanto tudo está interligado.

Todo pensamento é palavra, pois aprendemos a pensar assim. E todo pensamento é energia também, energia da mesma matéria-prima que nosso corpo, que os animais, que as plantas e tudo o que existe incluindo os minerais, o vento, a luz, etc.

Ocorre que há diferenças nas vibrações de cada elemento no universo, assim por exemplo, uma pedra vibra em uma freqüência baixa, por isso pode se tocar e vê-la. Já uma luz, vibra em uma freqüência muito superior, por isso, apesar de a enxergarmos, não podemos tocá-la, já um pensamento não podemos nem sequer vê-lo, mas ele está lá, existe e gera repercussões, mesmo à distância. O mundo sutil onde as palavras se manifestam, se chama AKASHA. A influência deste mundo, afeta nossas vidas como um todo, não só no presente mas também no futuro.

Cada palavra expressada tem efeito em nossas vidas, e esta influência poderá ser a nosso favor ou contra nós, conforme a idéia nela expressa. “No início era o verbo”, diz a Bíblia (João,1:1). E o verbo ainda hoje cria o universo humano.

A palavra é muito poderosa, pode condenar, salvar, iluminar, curar e dar esperança, fazer alguém feliz . Através da palavra pode-se vampirizar uma pessoa, profetizar ou amaldiçoar. O pensamento correto leva à palavra e à ação corretas, e assim se faz à felicidade conforme dito em Tiago, 3:12-3 no novo testamento :

“Aquele que não tropeça ao falar é realmente um homem perfeito, capaz de refrear todo seu corpo. Quando colocamos um freio na boca dos cavalos, a fim de que nos obedeçam, conseguimos dirigir todo seu corpo.”

O Dhammapada, uma das escrituras do budismo, ensina:  “Tudo o que somos hoje é resultado do que temos pensado. O que pensamos hoje é o que seremos amanhã: nossa vida é uma criação da nossa mente. Se um homem fala ou age com uma mente impura, o sofrimento o acompanha como a roda segue a pata do boi que puxa a carreta. (...) Se um homem fala ou age com a mente pura, a felicidade o acompanha como sua sombra inseparável.”

Assim como a cabeça do cavalo, a palavra vai à frente, abre caminho e define as linhas pelas quais o futuro será construído.

Jesus Cristo ensina em Mateus, 12;34-37 : “A boca fala daquilo de que o coração está cheio. O homem bom do seu bom tesouro tira o bem, mas o homem mau do seu mau tesouro tira o mal. Eu lhes digo que de toda palavra inútil que os homens disserem darão contas no dia do Juízo. Pois por suas palavras você será justificado, e por suas palavras será condenado”.

No Ocultismo, sabemos que cada palavra mesmo que ociosa têm o mesmo poder de uma palavra pronunciada, isso significa dizer que mesmo as palavras pensadas, têm poder sobre o universo, como é pregado pelas várias e antigas tradições religiosas.

Segundo um antigo provérbio tibetano : “As palavras não têm nem pontas, nem corte, mas podem ferir o coração de um homem”.

Sabemos desse poder sobre as outras pessoas, quando somos crianças, nossos pais têm poder sobre nós e vão nos ensinando a entender palavras pronunciadas com vários sentidos, bons ou maus. Conscientizamo-nos de que as palavras têm poder criador e devemos pronunciá-las sabiamente.

No livro da Gênese, na Bíblia, a criação é realizada através do poder da palavra de Deus. Na medida em que Deus falava, sua criação surgia. [lembre-se de que somos a Sua imagem e semelhança].

O poder de Deus fluiu através da sua palavra. Encontramos referência ao poder da palavra em outros livros da Bíblia: "Nossas palavras também podem criar ou destruir", "Abençoai e não amaldiçoeis", "o Espírito Santo opera através da Palavra de Deus" ou o clássica "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus" de João Evangelista.

As forças invisíveis da natureza, influenciam favoravelmente na energia da pessoa que manifesta palavras [mesmo pensadas] de bondade, amor e alegria, já o contrário também é verdadeiro.

O poder da palavra e do pensamento é como o efeito de espadas de fogo. Este fogo, ao passo que ilumina, também pode queimar se não for tomado com cuidado e atenção. O fogo também representa uma força espiritual e tem o poder de transmutar qualquer energia. Assim, simbolicamente, a palavra também tem esse poder. Quem fala sem pensar, também age sem pensar e saber calar é a mais alta sabedoria que existe, além de ser obtida por muita disciplina. Saber calar, como se faz na meditação, faz com que se abram espaços no nosso ser, seduzindo o espírito a se manifestar, e assim obtemos além de autocontrole e saúde, uma maior consciência em tudo o que fazemos.

As palavras profetizam, por isso, antes de dizer algo de ruim para outra pessoa ou se lamentar sobre sua vida, pense, ou melhor, afaste pensamentos negativos, pois isso irá se manifestar no Akasha e certamente posteriormente, se fará em sua vida material.

Por isso, aproveite o livre-arbítrio dado por Deus, [o poder de escolher entre uma coisa e outra], e pense positivo, fale positivo e aja positivamente em sua vida. Desta forma, verá que seu mundo pessoal se iluminará e coisas incríveis acontecerão em sua vida, mas lembre-se; de acordo com suas aspirações é que isso irá ocorrer.

Para Madame Blavatsky, a palavra era uma das principais armas do guerreiro
da luz. Ela não deixava dúvidas: “O nosso lema é e será sempre ‘não há religião superior à verdade’. O que procuramos é a verdade, e, uma vez encontrada, nós
a colocamos diante do mundo, aconteça o que acontecer.”

Referências à palavra também são encontradas no “Livro dos Vedas” da antiga religião da Índia, considerados um dos mais antigos documentos da literatura indiana datado de milhares de anos. O termo Veda significa conhecimento. Posteriormente, foi codificado na forma escrita.

Wittgenstein grande pensador ocidental, numa visão empirista e científica,
escreveu sobre a palavra: que "os limites de meu mundo são os limites de
minha linguagem". Assim, somente o que é nomeável, ou seja, o que pode
ser traduzido em palavras ou pensado, existe.

Os africanos sabem bem do poder da palavra, e não é à toa que lá na África, a palavra é considerada sagrada. Os africanos acreditam que a palavra tem enorme poder que pode ser perdido se for utilizada banalmente. Assim, eles falam somente o necessário, e escolhem muito bem as palavras a serem usadas. Na antiga religião judaica também, as letras do alfabeto são constituídas, cada uma com um poder específico e ligados à manifestação de Deus, e entendidos na antiga tradição cabalística. Site Imagic