segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 30 12 2019

DEUS ESTÁ NA MENTE HUMANA

DR. MARIO MARTINEZ BIOCOGNITIVA CIÊNCIA E MICROFISIOTERAPIA

BRUCE LIPTON 95% POR CENTO DE NOSSA VIDA SÃO PROGRAMAÇÕES

Duas vezes por dia, seu cérebro está preparado para baixar informações

INTELIGÊNCIA HUMANA

O QUE É O QA E POR QUE ELE PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O QI NO MERCADO DE TRABALHO



Há algum tempo, se você quisesse avaliar as perspectivas de alguém crescer na carreira, poderia considerar pedir um teste de QI, o quociente de inteligência, que mede indicadores como memória e habilidade matemática.
Mais recentemente, passaram a ser avaliadas outras letrinhas: o quociente de inteligência emocional (QE), uma combinação de habilidades interpessoais, autocontrole e comunicação. Não só no mundo do trabalho, o QE é visto como um kit de habilidades que pode nos ajudar a ter sucesso em vários aspectos da vida.

Tanto o QI quanto o QE são considerados importantes para o sucesso na carreira. Hoje, porém, à medida que a tecnologia redefine como trabalhamos, as habilidades necessárias para prosperar no mercado de trabalho também estão mudando. Entra em cena então um novo quociente, o de adaptabilidade (QA), que considera a capacidade de se posicionar e prosperar em um ambiente de mudanças rápidas e frequentes.
"O QI é o mínimo que você precisa para conseguir um emprego, mas a QA é indicador de sucesso a longo prazo", diz Natalie Fratto, vice-presidente da Goldman Sachs em Nova York que se interessou pelo QA enquanto investia em novas empresas de tecnologia. Depois, ela apresentou uma palestra popular na plataforma TED sobre o assunto.
Fratto diz que o QA não é apenas a capacidade de absorver novas informações, mas de descobrir o que é relevante, deixar para trás noções obsoletas, superar desafios e fazer um esforço consciente para mudar. Esse quociente envolve também características como flexibilidade, curiosidade, coragem e resiliência.
À medida que a sociedade muda, o QA pode se tornar mais importante do que o QI? Em caso afirmativo, como identificar e aprimorar o seu QA?
Amy Edmondson, professora de Administração da Harvard Business School, diz que é a velocidade vertiginosa das mudanças no mercado de trabalho que fará o QA vencer o QI.
tecnologia mudou bastante a forma como alguns trabalhos são feitos, e a tendência continuará — nos próximos três anos, 120 milhões de pessoas nas 12 maiores economias do mundo possivelmente precisarão ser recolocadas por causa da automação, de acordo com um estudo da IBM deste ano.
Qualquer função que envolva detectar padrões nos dados — advogados revisando documentos legais ou médicos buscando o histórico de um paciente, por exemplo — é fácil de se automatizar, diz Dave Coplin, diretor da The Envisioners, consultoria de tecnologia sediada no Reino Unido. Isso ocorre porque um algoritmo pode executar essas tarefas com mais rapidez e precisão do que um humano.
Para evitar a obsolescência, os trabalhadores que cumprem essas funções precisam desenvolver novas habilidades, como a criatividade para resolver novos problemas, empatia para se comunicar melhor e responsabilidade. Ou seja, usar a intuição humana para complementar o trabalho das máquinas: "Se algo pode fazer 30% das tarefas que eu costumava fazer, o que posso fazer com essa lacuna não utilizada? Os vencedores são aqueles que escolhem fazer coisas que outros não conseguem."
Edmondson diz que toda profissão vai exigir adaptabilidade e flexibilidade, do setor bancário às artes. Digamos que você é um contador. Seu QI te ajuda nas provas pelas quais precisa passar para se qualificar; seu QE contribui na conexão com um recrutador e depois no relacionamento com colegas e clientes no emprego. Então, quando os sistemas mudam ou os aspectos do trabalho são automatizados, você precisa do QA para se acomodar a novos cenários.
Todos os três quocientes são um tanto complementares, pois todos ajudam a resolver problemas e, portanto, a se adaptar, aponta Edmondson. Um candidato ideal possui todos os três, mas nem todos são assim.
Ter QI, mas nenhum QA, pode ser um bloqueio para as habilidades existentes diante de novas maneiras de trabalhar.
No mundo corporativo, o QA está sendo cada vez mais buscado na hora da contratação. De acordo com o estudo da IBM, 5.670 executivos em todo o mundo classificaram as habilidades comportamentais como as mais críticas para a força de trabalho atualmente, e a principal delas era a capacidade "de ser flexível, ágil e adaptável à mudança".
Will Gosling, líder em consultoria de capital humano da Deloitte no Reino Unido, diz que não há um método definitivo para medir a adaptabilidade como um teste de QI, mas as empresas acordaram para o valor do QA e estão mudando seus processos de recrutamento para identificá-lo nas pessoas.
A Deloitte, por exemplo, tem feito simulações online com candidatos em que eles são avaliados quanto à sua adaptabilidade; um dos testes pede que a pessoa mostre como estimularia colegas relutantes a se juntar à equipe de triatlo da empresa. A Deloitte também procura contratar pessoas que demonstraram ter bom desempenho em diferentes funções, setores ou locais de trabalho.
Fratto, da Goldman Sachs, sugere três formas pelas quais o QA pode se manifestar em possíveis candidatos: se eles podem imaginar versões do futuro fazendo perguntas "e se"; se podem desaprender informações para desafiar pressupostos; e se gostam de explorar ou buscar novas experiências.
Ela diz que essa não é uma receita definitiva para o QA, mas os recrutadores devem fazer esse tipo de pergunta para buscar evidências dessa habilidade nos candidatos. Na verdade, ela coloca essas questões aos líderes das empresas de tecnologia que estão pleiteando seu investimento.
Uma coisa boa do QA é que, mesmo que seja difícil mensurá-lo, especialistas dizem que ele pode ser desenvolvido.
Penny Locaso, fundadora da BKindred, empresa australiana da área da educação que trabalha com o valor da capacidade de adaptação, diz que algumas pessoas têm personalidades mais curiosas ou corajosas, o que pode explicar por que são naturalmente melhores em se adaptar do que outras.
"No entanto, se a pessoa não continuar a surfar até o limite do desconforto, a adaptabilidade com a qual nasceu pode diminuir com o tempo."
Ela sugere três maneiras para aumentar a adaptabilidade: primeiro, limite as distrações e aprenda a se concentrar no mapeamento das adaptações que devem ser feitas; em seguida, faça perguntas desconfortáveis, como pedir um aumento salarial, para desenvolver coragem e normalizar o medo; terceiro, estimule sua curiosidade por coisas fascinantes e busque respostas sobre elas em conversas com outras pessoas, em vez do Google — hábito atual que "faz com que nosso cérebro seja preguiçoso" e diminui nossa capacidade de resolver desafios difíceis.
Otto Scharmer, professor da Sloan School of Management no MIT, que escreveu livros sobre o aprendizado no futuro emergente, sugere outros métodos. Em uma palestra no TED, ele recomenda permanecer aberto a novas possibilidades, tentando ver uma situação através dos olhos de outra pessoa e reduzindo seu ego para que possa se sentir confortável com o desconhecido.
Uma coisa que sabemos é que os locais de trabalho do futuro funcionarão de maneira diferente. Podemos nem todos estar à vontade com o ritmo da mudança, mas podemos nos preparar.
Como diz Edmondson: "Aprender a aprender é uma missão crítica. A capacidade de aprender, mudar, crescer, experimentar se tornará muito mais importante do que o domínio de um assunto."
BBC News Brasi

OS CIENTISTAS ENCONTRARAM UM "UNIVERSO MULTIDIMENSIONAL DENTRO DO NOSSO CÉREBRO


Os neurocientistas lançaram recentemente algumas novidades emocionantes e significativas que mudarão nossa maneira de olhar para o cérebro humano. Uma nova descoberta foi feita revelando que o cérebro humano tem estruturas e formas que, por sua vez, podem atingir até onze dimensões. Os cientistas dizem que encontraram um mundo que nunca teriam imaginado. Através do uso da topologia algébrica, de geometrias multidimensionais e espaços foram descobertos nas redes neuronais do cérebro humano.
Os cérebros humanos são estimados para conter uma média de 86 bilhões de neurônios, cada célula possuindo diferentes conexões que se conectam e se expandem em cada direção, transmitindo uma rede celular incrivelmente grande que nos permite pensar e alcançar a consciência incrivelmente. O que os neurocientistas descobriram é o primeiro desenho geométrico das conexões neurais e como elas reagem a diferentes estímulos. Para demonstrar como todas as células cerebrais humanas se encaixam para realizar tarefas extremamente complexas, os cientistas usaram métodos de visualização criando modelos virtuais através de software de computador. Em seu estudo, os cientistas revelam como as estruturas são formadas ao mesmo tempo em que são entrelaçadas em uma unidade que cria uma estrutura geométrica precisa.


Um neurocientista que é diretor do projeto Blue Brain em Lausanne, Suíça, foi entrevistado e disse: "Nós encontramos um mundo que nunca imaginamos antes. Descobrimos dezenas de milhões desses objetos, mesmo em uma pequena porção do cérebro, até sete dimensões. No entanto, em algumas redes, também descobrimos estruturas com um máximo de 11 dimensões ". Todos os neurônios dentro do nosso cérebro são capazes de interagir com outros adjacentes de forma precisa, para formar um objeto com conexões intrincadas. Surpreendentemente, os neurônios que aderem em grupos ou famílias maiores estão incluídos no objeto. Os especialistas em neurociência realmente realizaram um teste em um tecido cerebral real para obter os resultados corretos.


Em uma entrevista com a WIRED, Ran Levi Aberdeen, cientista matemático da Universidade de Aberdeen, disse: "A presença de grandes cavidades quando o cérebro está processando informações indica que os neurônios da rede respondem aos estímulos de forma extraordinariamente organizada. É como se o cérebro tivesse respondido a um pulso e depois construído uma torre de bloco multidimensional (quebrou!) (Formidável), a partir de barras (1D), placas (2D), cubos (3D) e geometrias mais complexas com 4D, 5D, etc. A sequência de atividade em todo o cérebro se assemelha a um castelo de areia multicolorido que tem a capacidade de se materializar fora da areia e depois se desintegrar ".
O professor Cees van Leeuwen da KU-Leeuven, na Bélgica, disse em uma entrevista com a Wired: "Física externa, espaços de grande porte são comumente usados ​​para representar estruturas de dados complexas ou condições do sistema. Por exemplo, o estado de um sistema dinâmico no espaço dos estados. O espaço é apenas a combinação de todos os graus de liberdade que o sistema possui e seu estado representa os valores que esses graus de liberdade estão tomando ". A evidência desta pesquisa foi publicada na revista científica Frontiers in Computational Neuroscience.

CÉREBRO PASSA A SE AUTODESTRUIR QUANDO NÃO DORMIMOS


Dormir traz diversos benefícios para os seres vivos – principalmente para nosso cérebro. Além de repor as energias que gastamos durante o dia, o sono também “limpa” os restos da atividade neural que são deixados para trás durante o dia a dia e podem ser prejudiciais. Mas agora, em uma nova pesquisa, pesquisadores descobriram algo curioso: este mesmo mecanismo de limpeza acontece também em cérebros que estão sendo privados do sono ou que têm dormido pouco. Mas com um porém: ao invés de limpar os restos das sinapses, estes cérebros começam a limpar as próprias sinapses e neurônios, em um processo que beira o canibalismo.


A equipe liderada pela neurocientista Michele Bellesi, da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, examinou a resposta do cérebro de mamíferos aos maus hábitos de sono e descobriu essa semelhança bizarra entre os ratos descansados ​​e sem sono. E o pior: a recuperação do sono pode não ser capaz de reverter os danos nos cérebros que passam a se alimentar de si mesmos.
Como as células em outras partes do corpo, os neurônios do cérebro estão sendo constantemente atualizados por dois tipos diferentes de células gliais, que funcionam como uma espécie de cola do sistema nervoso.

Umas delas, as células da microglia, são responsáveis ​​por limpar as células velhas e desgastadas através de um processo chamado fagocitose. Já os astrócitos removem as sinapses desnecessárias no cérebro para refrescar e remodelar sua fiação.

Sabemos que esse processo ocorre quando dormimos para limpar o desgaste neurológico do dia, mas agora parece que a mesma coisa acontece quando começamos a perder o sono. Mas ao invés de ser uma coisa boa, o cérebro começa a devorar partes saudáveis de si mesmo e se machucar.

“Mostramos pela primeira vez que porções de sinapses são literalmente comidas por astrócitos por causa da perda de sono”, conta Bellesi.

Para descobrir isso, os pesquisadores imaginaram os cérebros de quatro grupos de ratos: um grupo foi deixado para dormir por 6 a 8 horas (bem descansado); outro foi periodicamente acordado do sono (espontaneamente acordado); um terceiro grupo foi mantido acordado por mais 8 horas (privação de sono); e um grupo final foi mantido acordado por cinco dias seguidos (cronicamente privados de); e um grupo final foi mantido acordado por cinco dias seguidos (cronicamente privados de sono).


Quando os pesquisadores compararam a atividade dos astrócitos entre os quatro grupos, identificaram-na em 5,7% das sinapses dos cérebros de camundongos bem descansados ​​e em 7,3% dos cérebros de camundongos espontaneamente acordados.

Nos camundongos privados de sono e cronicamente privados de sono, eles notaram algo diferente: os astrócitos aumentaram sua atividade para realmente comer partes das sinapses, como as células microgliais comem resíduos – um processo conhecido como fagocitose astrocítica.

Nos cérebros de camundongos privados de sono, descobriu-se que os astrócitos estavam ativos em 8,4% das sinapses e, nos camundongos cronicamente privados de sono, 13,5% das sinapses apresentavam atividade astrocitária.

Segundo os pesquisadores, a maioria das sinapses que estavam sendo comidas nos dois grupos de camundongos privados de sono eram as maiores, que tendem a ser as mais antigas e mais usadas, o que provavelmente é uma coisa boa. “Elas são como móveis antigos e, portanto, provavelmente precisam de mais atenção e limpeza”, diz Bellesi.

Mas quando a equipe checou a atividade das células microgliais nos quatro grupos, eles descobriram que ela também aumentara no grupo cronicamente privado de sono. E isso é uma preocupação, porque a atividade microglial desenfreada está associada a doenças cerebrais como Alzheimer e outras formas de neurodegeneração.

“Descobrimos que a fagocitose astrocítica, principalmente de elementos pré-sinápticos em grandes sinapses, ocorre após a perda de sono aguda e crônica, mas não após a vigília espontânea, sugerindo que pode promover a limpeza e reciclagem de componentes desgastados de sinapses fortes e muito usadas”. os pesquisadores relatam.


“Por outro lado, apenas a perda crônica de sono ativa as células da micróglia e promove sua atividade fagocítica, sugerindo que a interrupção prolongada do sono pode estimular a microglia e talvez predispor o cérebro a outras formas de danos”.

Muitas questões permanecem. Não sabemos o que aconteceria se esse processo fosse replicado em cérebros humanos, nem se recuperar o sono pode reverter o dano. Mas o fato de que as mortes por Alzheimer aumentaram em incríveis 50% desde 1999, juntamente com a luta que muitos de nós têm para ter uma boa noite de sono, significa que isso é algo que precisamos entender logo.

Jéssica Maes, em 30.05.2018
Hypescience

ONDAS DE LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO LAVANDO O CÉREBRO DURANTE O SONO



Esse processo é necessário para livrar o órgão de quaisquer toxinas que possam ter se acumulado durante o dia. E agora uma equipe da Universidade de Boston (EUA) nos prestou o enorme favor de gravar esse fenômeno incrível.

Usando ressonância magnética, os pesquisadores monitoraram o cérebro de 13 indivíduos com idades entre 23 e 33 anos enquanto eles dormiam.

Estudos anteriores haviam sugerido que o líquido cefalorraquidiano (LCR) era importante para a remoção de resíduos do cérebro. No entanto, essa ação nunca havia sido diretamente observada.

“Sabemos há algum tempo que existem essas ondas elétricas de atividade nos neurônios. Mas, até agora, não tínhamos percebido que também existiam ondas no LCR”, disse a neurocientista Laura Lewis, da Universidade de Boston.

Além do fenômeno do LCR, outras coisas acontecem no nosso cérebro quando estamos dormindo, como a atividade cerebral de ondas lentas (que serve parcialmente para fixar novas memórias) e a diminuição do fluxo sanguíneo. Tudo isso parece se combinar para remover proteínas desnecessárias e outros detritos do órgão.


Segundo a equipe de cientistas, essas descobertas podem ajudar no estudo de diversos distúrbios neurológicos e psicológicos, principalmente os associados a padrões de sono.
Pesquisas futuras também poderiam registrar a atividade do LCR em indivíduos mais velhos, a fim de detectar a deterioração do processo à medida que envelhecemos, auxiliando assim na compreensão de problemas relacionados à idade.

Uma questão que permanece em aberto é como exatamente o LCR, as ondas cerebrais e o fluxo sanguíneo entram em sincronia com tanta eficácia. De acordo com os pesquisadores, pode ser que, conforme os neurônios “se desligam” durante a noite, eles não precisem de muito sangue. À medida que o sangue drena, por sua vez, a pressão no cérebro pode ser mantida pelo influxo do LCR.

“Essa é apenas uma possibilidade. Quais são os elos causais? Um desses processos está causando os outros? Ou existe alguma força oculta que está dirigindo todos eles?”, levantou Lewis.

Hypescience
Natasha Romanzoti, em 12.11.2019

CIENTISTAS PESQUISAM EXISTÊNCIA DA ALMA

Segundo pesquisadores americanos, a alma humana estaria localizada no cérebro

Muitas pessoas garantem: já viram almas andando por aí. Dois cientistas querem ajudar essas pessoas a não virarem chacota – eles fazem uma pesquisa científica para provar que almas realmente existem.

Eles são o médico americano Stuart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose. Numa reportagem feita pela publicação Daily Mail, eles explicaram que a alma de uma pessoa está dentro das células cerebrais em um lugar chamado microtúbulo. Os microtúbulos, segundo os livros de biologia, são estruturas proteicas que fazem parte do citoesqueleto das células. Elas ajudam no transporte celular pelo corpo humano.


Para os dois cientistas, elas são mais do que que isso. Pelo menos é o que afirmam na pesquisa que visa a formar a teoria quântica da consciência.

Segundo os pesquisadores, os microtúbulos têm energia quântica do universo. Essa energia seria a alma e ajudaria a formar a consciência de uma pessoa durante toda a sua vida. Portanto, quando a pessoa morre, essa energia quântica voltaria ao universo, de onde veio. Isso seria, portanto, a alma.

A teoria de ambos é muito criticada pela comunidade científica.

E toda vez que são provocados por um pesquisador, eles respondem com a teoria das pessoas que são ressuscitadas depois de uma parada cardíaca e sempre voltam com uma história do momento da morte.

Para eles, a história nada mais é do que a experiência dessa energia quântica indo embora do corpo e se vendo obrigada a voltar – já que a pessoa conseguiu sobreviver ao acidente cardíaco.

Revista Exame

DNA SEGREDO DA VIDA

CÉREBRO PODE SER HACKEADO


“Ler pensamentos” pode soar esotérico, mas não é uma ideia distante da ciência. No episódio de 03/07 do programa “Through the Wormhole” (“Através do Buraco de Minhoca”, em referência a um fenômeno da física teórica), o ator Morgan Freeman apresenta cinco pessoas que, à sua maneira, investigam a possibilidade de “acessar a mente” de alguém.

Marc Salem, psicólogo que trabalha em Nova York (EUA), diz que é capaz de decifrar os pensamentos de uma pessoa graças a pistas dadas pela linguagem corporal. Ele conta, porém, que não basta ver um único sinal (“coçar o nariz pode significar que você está mentindo, ou [apenas] que seu nariz está coçando”), mas o contexto em que ele é realizado.


Fazendo uso de ferramentas mais tecnológicas, por sua vez, o inventor e neurologista Philip Low pretende captar e traduzir impulsos elétricos cerebrais através de um aparelho que ele está desenvolvendo, batizado de iBrain. Portátil, esse monitor deverá captar (a partir de sensores colocados no escalpo) sinais do cérebro da pessoa e transmiti-los para um computador, no qual poderão ser convertidos em ações virtuais específicas em um programa.


Outra abordagem é a do neurocientista Jack Gallant, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). Junto com sua equipe, Gallant trabalha na compilação de um “dicionário cerebral”, mostrando imagens a voluntários e analisando seus impulsos cerebrais por meio de ressonância magnética. Mais uma vez, uma máquina faria a “ponte” entre a mente de duas pessoas.

O empresário e neurocientista Chris Berka não apenas quer ser capaz de acessar a mente de uma pessoa, mas também de provocar alterações nela.

Com foco e treinamento, um atleta profissional pode atingir um pico de concentração e executar uma tarefa com maestria. Berka analisa casos desse tipo em busca de padrões de impulsos cerebrais. A ideia é, de alguma forma, induzir artificialmente esse pico, melhorando o desempenho de um amador.


Outra abordagem é a do neurocientista Jack Gallant, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). Junto com sua equipe, Gallant trabalha na compilação de um “dicionário cerebral”, mostrando imagens a voluntários e analisando seus impulsos cerebrais por meio de ressonância magnética. Mais uma vez, uma máquina faria a “ponte” entre a mente de duas pessoas.

O empresário e neurocientista Chris Berka não apenas quer ser capaz de acessar a mente de uma pessoa, mas também de provocar alterações nela.

Com foco e treinamento, um atleta profissional pode atingir um pico de concentração e executar uma tarefa com maestria. Berka analisa casos desse tipo em busca de padrões de impulsos cerebrais. A ideia é, de alguma forma, induzir artificialmente esse pico, melhorando o desempenho de um amador.


Já a psicóloga Ilana Hairston, do Academic College of Tel Aviv Yaffo (Israel), adota uma abordagem de interferência mais sutil: ela treina pessoas para que associem cheiros a determinados sons, abrindo caminho para a “implantação” de pensamentos, o que pode ser usado com fins terapêuticos.
Considerando tudo isso, e também o fato de que é possível alterar sua noção de beleza por meio de estímulos elétricos, talvez a leitura e a manipulação mental não estejam tão distantes do presente.

Hypescience

NEURÔNIO ROSA MOSQUETA


Os cientistas descobriram um novo tipo de neurônio só encontrado até agora em humanos.
A descoberta foi chamada de "neurônio rosehip", ou rosa mosqueta, em tradução literal – uma planta silvestre cujo formato lembra uma rosa que perdeu as pétalas.
A expectativa dos pesquisadores é que ele ajude a responder por que muitos tratamentos experimentais para doenças do cérebro têm funcionado em camundongos, mas não em pessoas.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Nature Neuroscience. Um grupo internacional de 34 cientistas participou do trabalho, por meio de colaboração entre a Universidade de Szeged, na Hungria, e o Instituto Allen para a Ciência Cerebral, com sede em Seattle, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores afirmam que os resultados abrem as portas para um novo redesenho do cérebro humano.
O neurônio rosa mosqueta foi encontrado na camada 1 do cérebro, também chamada de neocórtex, a mais externa e responsável pela consciência, uma característica considerada exclusivamente humana e de extrema importância.
Danos ao neocórtex podem afetar seriamente as habilidades cognitivas de um ser humano, ou seja, as capacidades de aprender e assimilar informações, por exemplo.
Ainda falta, porém, esclarecer qual seria a sua função específica.
O rosa mosqueta faz parte de um subtipo de neurônios chamados inibidores, aqueles que impedem a ação de outros organismos celulares cerebrais.
Sua morfologia tem intrigado aos cientistas, já que parece que a união com seu ''parceiro celular" é feita apenas por meio de uma parte muito específica de sua massa.
"Isso pode significar que eles controlam o fluxo de informações de uma maneira muito específica", explica o neurologista Gábar Tamás, da Universidade de Szeged, na Hungria, e coautor do estudo.
Segundo os pesquisadores, nunca antes havia se encontrado um corpo celular com essas características.
"Ele é especial por sua forma, por suas conexões e também por causa dos genes que contém", explicou Trygve Bakken, coautora da pesquisa e neurocientista do Instituto Allen, dos EUA.
Segundo os cientistas que conduziram o estudo, o fato de essas células não terem sido encontradas, entre outros, nos animais mais estudados pelos laboratórios – os camundongos – poderia explicar por que muitos dos experimentos realizados posteriormente em humanos não tiveram os mesmos resultados atingidos com os roedores.
Eles identificaram o neurônio incomum em células de tecidos cerebrais doados por dois adultos do sexo masculino enquanto catalogavam células com base em suas impressões digitais anatômicas e genéticas.
A descoberta pode levar à criação de modelos mais precisos e ajustados do nosso órgão mais importante.
"Se quisermos entender como o cérebro humano funciona, precisamos estudar os seres humanos ou espécies que estejam estreitamente relacionadas", disse Bakken em um comunicado.
Os próximos passos do estudo serão explorar o córtex externo de primatas e, em seguida, em pessoas que sofrem de distúrbios neuropsiquiátricos, para comprovar se apresentam alterações.

BBC