quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O RETORNO DA DEUSA

Feminino e Masculino são componentes do Ser, sejam eles hormônios ou valores. Este Ser integral, no entanto, vagarosamente, foi sendo dividido pela sociedade patriarcal, que o reduziu apenas aos valores determinados culturalmente. Desta forma, poder, força, ordem, dever, competitividade, razão, lógica, abstração, que são valores genuinamente masculinos, ficaram restritos ao homem. Os valores femininos tais como, emoção, sensibilidade, intuição, perdão, cooperação, sensualidade, fertilidade, cuidado em relação ao outro, que são valores atribuídos ao sexo feminino, ficaram restritos à mulher. A partir desta verdadeira “cirurgia cultural”, o feminino passou a ser indistintamente sinônimo de mulher, assim como masculino de homem. Em ambos os casos o Ser ficou restrito apenas a uma parte dos seus atributos.

Esta destinação cultural dos atributos humanos só recentemente começou a ser desmistificada. Quem de nós não conhece inúmeros exemplos de mulheres extremamente competitivas, que não hesitam em usar sua força e seu poder para atingir seus objetivos, mesmo que a custa da destruição do outro, ou da outra? Da mesma forma que, quem de nós não poderia citar inúmeros exemplos de homens intuitivos, sensíveis, que pautam suas vidas pelo profundo sentimento de cooperação e pelo cuidado em relação ao outro? Também não é difícil compreender que os valores femininos e masculinos inerentes ao Ser não se referem às opções sexuais de cada um.

Para ser sensível, o homem não precisa renunciar à sua masculinidade, tampouco a mulher, para fazer uso da lógica, da razão e da abstração, não precisa deixar de ser feminina. Hoje estamos descobrindo que os valores inerentes ao feminino e ao masculino guardam uma relação muito mais profunda com a postura ética de cada um, com sua visão de mundo e com seu crescimento interior. Nos mais variados mitos da criação os povos se referenciam ao masculino como sendo Ouranos, o Céu, e ao feminino como sendo Gaia, a Terra, de cuja união tudo se originou. Masculino e feminino, portanto, fazem parte do transcendente.

Para a consolidação da exclusividade masculina, o patriarcado teve que esmagar seu principal inimigo, o feminino. Mais do que a mulher, o feminino é que metia medo aos homens. Era esse lado sensível, intuitivo, curador e místico, que as mulheres possuem e alguns homens também, que precisava ser esmagado para que a Era da Razão se impusesse plenamente.

Cristo, nunca pregou a superioridade masculina. Em seus ensinamentos Jesus anuncia a igualdade fundamental entre o homem e a mulher, postura revolucionária para a época.

Contrariando os costumes do seu tempo, Jesus, cerca-se de mulheres em suas atividades públicas, conversa com elas, trata-as como pessoas, sobretudo quando são desprezadas pelos costumes da época, ou apedrejadas pelos “túmulos caiados”. Apesar desta ser a mensagem do Mestre, até mesmo os apóstolos tiveram dificuldades em assimilar seus ensinamentos e superar os preconceitos ditados pela sociedade patriarcal.

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A JORNADA DO FEMININO AO SAGRADO

O princípio-mãe, que há em tudo, está chamando as mulheres a acordarem sua memória ancestral, despertando sua força interna para o caminho de retorno do feminino ao sagrado”

O momento de despertar é agora, a consciência do sagrado deve ser também despertada nos homens; afinal, todos devem ser reconectados à Grande Teia Mãe, que está nos chamando de volta.

O sagrado é uma consciência, que é uma essência, é a origem essencial que se manifesta em tudo: na parte, no todo, e essa origem, o sagrado, tem movimentos naturais e que essas leis são gestadoras, e por isso é feminina, é
mãe, é mulher nessa dimensão.

O sagrado também é masculino, cada um de nós é filho desse sagrado e herda esse potencial gestador. Eu, como mulher, você, como homem, e tudo na natureza, temos esse potencial. É a nossa herança materna original e natural. Assim, a mulher, por ser mulher nesta dimensão e possuir este manto físico [ela é a mãe que gesta fisicamente e portal para o nascimento], manifesta em si mesma, no seu ser, toda a cosmologia do sagrado gestador, de forma natural.

O sagrado é a essência origem, o sagrado feminino é a reunião desta origem ao feminino, no reconhecimento de seu valor natural e o retorno do feminino ao sagrado é trazer de volta o feminino à consciência-mãe, essencial, gestadora contínua, que é a origem a ser sustentada como consciência. É o que Ísis revela, como um registro do movimento histórico do feminino dentro da tradição da deusa Ísis, em Atlântida, que é a origem do tempo nesta dimensão, buscando a consciência do sagrado, o qual é essa essência, a origem em tudo. A partir dessa consciência, mudar toda a visão da vida, de SI Mesma, do outro, da natureza e reconhecer o valor do sagrado feminino no retorno à consciência do sagrado gestador.

Esta natureza gestadora se encontra mais próxima às mulheres, porque a mulher manifesta em si mesma, de forma natural este potencial gestador, e é aí que começa todo o trabalho do resgate do feminino. Se já é difícil para as mulheres se reconhecerem assim, o que se dirá em relação aos homens. O princípio cosmológico é mãe, por isso esse trabalho, hoje, está mais voltado para as mulheres. As mulheres estão mais abertas, são mais guerreiras, mais sustentadoras, para irem em busca dessa consciência e, aí sim, resgatar o sagrado feminino, no retorno ao próprio sagrado. As mulheres estão cansadas do padrão de dor, sofrimento e injustiças em relação ao feminino e se encontram em busca da freqüência do amor.

Em relação ao masculino, a origem mãe não “contém o masculino“, “é” também o masculino, pois tanto mulheres quanto homens são filhos desta mesma origem, portanto possuidores desta herança natural. Porém, despertar a força gestadora natural interna que se encontra adormecida e aprender a gestar, depende simplesmente da escolha interna. Gestar não é somente engravidar e parir filhos é saber conscientemente direcionar e manifestar seu potencial de consciência intelectual, mental, psíquico, emocional, energético, espiritual em alinhamento à leis gestadoras, ao sagrado.

As tradições cosmológicas são fundamentadas na observação da natureza, nas leis naturais. Elas estudam a origem da vida, independentemente de religião ou crença; elas estão à parte disso. Religião não é fundamentada em cosmologia, tradições cosmológicas, mas mesmo dentro delas existem diferenças, da origem da vida, do universo, de tudo, mas também que essa origem é mãe, gestadora contínua e ainda nos ensina através da observação da origem, como construirmos uma consciência em alinhamento às leis naturaus, ao sagrado.

A verdadeira tradição de Ísis é em sua origem a cosmologia do sagrado gestador, por isto, Ísis é uma deusa “Mãe“ a qual os egípcios mesmo numa consciência fragmentada do sagrado a reverenciavam desta forma. A tradição de Ísis não é o que os livros e pesquisas fundamentadas apenas na arqueologia diz, muito menos o que é mostrado nas paredes frias dos Templos, ou que pessoas fundamentas na fragmentação da consciência, que alimenta conteúdos de fascinação, induz a se imaginar, principalmente sobre o poder das sacerdotisa de Ísis.

A tradição de Ísis fundamentada na consciência do sagrado, que veio de Atlântida e, depois, se estendeu para diversos movimentos do planeta inteiro, e também para o Egito. A deusa Ísis tomou essa forma no Egito porque a civilização egípcia assim a criou, mas a tradição de Ísis, que é origem feminina, descende da cosmologia do sagrado gestador, que era a consciência que foi implantada através do projeto Atlântida no planeta Terra.

Quando houve o rompimento com a origem, com a consciência de que o sagrado é gestador e, por isso, é feminino, as mulheres ficaram sem sua identidade. A partir desse momento, passaram-se milênios e foi perdido o princípio de comando, que é feminino por conta da essência gestadora, de origem.

Não se deve confundir comandar com “mandar”. Estávamos falando aqui de comandar, devido à origem ser feminina. Depois que homens e mulheres romperam com isso, precisou haver o domínio, o qual veio da força masculina. Os homens então tomaram o poder e a mulher, com sua força feminina, ficou fora. Isso é história; não precisa nem acessar as vidas passadas. É só observar que as mulheres ficaram em um plano de inferioridade e passaram a ser objeto de desprezo, servindo apenas para dar à luz. E os homens passaram a tomar conta de tudo.

Só que chegou uma época em que as mulheres quiseram estudar, trabalhar, serem ativas na sociedade como um todo; assim, conseguiram posições e partiram para uma disputa de igualdade, pois estavam cansadas de ser sinônimo de dor e sofrimento por serem consideradas inferiores em todos os sentidos. Elas escolheram tomar como modelo de força, o poder masculino, só que pegaram deste modelo o que ele têm de pior, porque, para mostrar que tinham força, era preciso mostrar que mais fortes que a força masculina, senão elas não seriam reconhecidas. Quando falo que as mulheres se inspiraram no pior do modelo masculino é porque sei que a força masculina também se encontra deturpada em sua verdadeira origem.

As mulheres perderam a identificação com o universo feminino e não reconhecem mais os valores desse universo. E nisso, homens e mulheres estão perdendo muito. A partir do momento em que a mulher não reconhece o universo feminino, tudo perde o sentido, pois se rompe da origem. Ainda na sociedade existe muita resistência ao verdadeiro valor da mulher e ao reconhecimento de sua capacidade de manifestação. O domínio ainda é masculino em tudo. Infelizmente, tanto homens quanto mulheres se encontram muito distantes do sagrado e com isto se encontram distantes de si mesmos e conseqüentemente da natureza-Mãe.

Todos os seres que se encontram em sintonia à busca da consciência do sagrado tem como missão pessoal nesta dimensão este retorno. Assim, primeiramente é necessária uma escolha interna, clara, firme, direcionando para a manifestação do movimento. A partir do momento que se tem a ciência de que o sagrado existe, é necessário ir ao seu encontro para poder desenvolver de dentro para fora esta consciência e assim construir este retorno através do alinhamento às Leis naturais.

Para você construir a consciência do sagrado, é preciso vivenciar. A partir do momento em que você vivencia, você reconhece. E tudo o que eu estou dizendo são leis naturais que fazem parte do nosso dia-a-dia; você precisa focar a visão interna, para reconhecer que tudo tem origem no sagrado gestador, e que esta visão vai além de mulheres e homens. Porém, as mulheres precisam resgatar isto como prioridade, porque o planeta está precisando. Cada ser consciente desse retorno, desse sagrado, se torna um canal. E ser canal vai além de ser um paranormal; canal é “ser” consciência dessa freqüência que está sendo direcionada ao nosso planeta, e a ciência já diz que existem sinais partindo do centro da galáxia. Imaginem os sinais que as dimensões espirituais estão enviando ao nosso planeta “Mãe” e a nós filhos desta dimensão. Porém é preciso “ser” não apenas querer ter. Esses sinais são freqüências que estão chegando, e a que eu considero a mais preenchedora e de maior elevação é a freqüência do amor. Que não é o amor que sentimos, mas é além dele: é a própria consciência do sagrado. O momento é agora. As mulheres são mais próximas a responderem a estes sinais e serem os canais dessas freqüências-mãe para poderem alimentar um pouco a mãe-terra. Se houver também abertura dos homens, ai sim, mulheres e homens reunidos em unicidade sendo canais para sustentar a freqüência do amor, sustentarão de forma firme a abertura deste grande portal para a evolução: o retorno à origem.

Para ser canal é preciso ser como a mata, que é um portal natural, como a cachoeira que é um portal natural, como a natureza que é a origem; isto é um trabalho de construção interna, vivenciado de dentro para fora. É preciso desenvolver a consciência e saber o que se está fazendo. Vai fazer uma fogueira? Então é preciso ser o próprio fogo, as madeiras, as pedras; precisa ser esta gestação que reúne todos os elementos em unicidade e gestam a fogueira como um todo. É a consciência no “ser” e não do “ter”.

Agora é o momento. Não adianta só deixar de usar alguns produtos que poluem a natureza, porque nós, pessoas que não temos acesso ao poder governamental, não vamos conseguir desaquecer o planeta . O que nós devemos fazer é observar qual é o melhor movimento de consumo de produtos, mas principalmente sermos canais, sermos conscientemente uma freqüência para que se nutra a mãe e as mulheres com certeza se encontram mais próximas, mais abertas ao serem tocadas no coração pela mãe. Essa é a missão do dia a dia, sustentar a consciência do sagrado e estendê-la a tudo: à família, filhos, marido, trabalho, amigos, a si mesma, à vida como um todo.

Estamos todos num movimento de consciência espiritual, de unicidade, e é como se as portas estivessem abertas à evolução do ser humano que se encontra nesta busca de origem. Nós mulheres, devemos comungar com esse momento, em que temos o direito e o espaço para manifestar nossa força feminina, nossas idéias filosóficas, religiosas, cosmológicas e outras. É a oportunidade de desenvolvermos a consciência gestadora e poder manifestá-la livremente, pois não temos mais o peso da perseguição fundamentada na distorção dos movimentos cosmológicos, ou seja, não somos mais perseguidas por sermos mulheres e por manifestarmos nossa força gestadora e assumirmos que o comando é Mãe.

Estamos vivendo o melhor momento de todas nossas vidas. É a Teia Mãe que está nos chamando de volta à origem, ao sagrado, clareando o caminho da consciência para um novo ciclo, pois como a Lei é natural, tudo parte da origem e para ela retorna e assim o feminino se encontra em retorno à sua origem: o sagrado.

http://www.revistasextosentido.net/

O SANGUE É UMA EVIDÊNCIA DA CONEXÃO HUMANA

O sangue é um símbolo vivo, uma evidência da conexão humana com os ancestrais e com os códigos de consciência armazenados dentro de todos os seres constituindo uma biblioteca genética em sua essência espiritual, estão os arquivos de experiências pessoais, planetárias e celestiais.

O sangue é rico em padrões e desenhos da natureza geométrica que se reconhecem, de acordo com o estado de consciência e intenção de cada pessoa, os seus pensamentos são registrados pelo seu sangue, ele é rico ou pobre de acordo com o projeto de intenções do indivíduo e pode ser facilmente enriquecido ou reestruturado.

Freqüentemente as mulheres desdenham seu sangue menstrual ao invés de compreendê-lo como fonte de seu poder.

Nós mulheres precisamos recobrar o sagrado que habita em nós. Esqueceram do real valor e poder feminino e isto se reflete em nossa mãe Gaia, o planeta terra. Atualmente é perceptível ver como a terra está desnutrida de energia e sendo ela nossa mãe desta vestimenta física que temos, sentimos como ela precisa de nós.

A maioria das mulheres negam sua feminilidade, a menstruação coisa que para nossas antepassadas era símbolo de poder e força interior pois, este sangue acumulado é o que se transformavaos seus filhos.

As mulheres tinham a noção do poder interior que habitava cada uma, elas sabiam muito bem do sagrado feminino e infelizmente isto foi se perdendo. O que vemos hoje são mulheres que desrespeitam o sagrado feminino, querem competir com os homens em tudo, elas não se conectam mais com a natureza e vivem escravas de coisas industrializadas, cosméticos, botox, silicone e afins. A mãe terra é a geradora de tudo o que vemos manifestado no físico, e nós mulheres somos também as geradoras e transformadoras de energia.

O masculino não tem que ser ''conquistado'' ou ''superado''. Na natureza tudo deve estar em harmonia divina e sendo assim o masculino e feminino são duas forças da natureza complementares. Na filosofia oriental vemos que tudo é YIN E O YANG sendo o yin o princípio passivo, noturno, escuro, frio, yang o princípio ativo, diurno, luminoso, quente. Tudo em perfeito equilíbrio é a unidade trasparecida e isto a maioria de nós perdeu graças ao incentivo que recebemos por anos a fio dos que nos bombardeiam com informações antinaturais.

A mulher quando se torna consciente de seu real poder, desperta a Deusa que a habita e volta a reconexão com nossa sagrada mãe Gaia transformando assim, tudo a sua volta. A nova era será intensamente feminina e maternal pois, a sabedoria ancestral da guerreira é o que dará continuidade e força para os que estiverem presente na reconstrução da nova terra. A consciência de integridade com a mãe natureza, estará em tudo e em todos e o sagrado feminino desperto nas mulheres. Que nossas ancestrais que aqui chegaram primeiramente, nos transfira sabedoria para a continuidade do caminho da Deusa...

almaconsciencia.blogspot.com

SAGRADO FEMININO SAGRADO MASCULINO

A Deusa foi a primeira divindade cultuada pelo homem pré-histórico. As suas inúmeras imagens encontradas em vários sítios históricos e arqueológicos do mundo inteiro, representavam a fertilidade - da mulher e da Terra.

Por ser a mulher a doadora da vida atribuiu-se à Fonte Criadora Universal a condição feminina e a Mãe Terra tornou-se o primeiro contato da raça humana com o divino.

Desde a década de 60, a tomada de Consciência da Terra como valor mais alto a preservar sob pena de não mais haver espécie humana fez decolar a a importância da ecologia e o renascimento dos valores ligados à Deusa: a paz, a convivência na diversidade, a cultura, as artes, o respeito a outras formas de vida no planeta.

A Deusa é a Terra, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do centro dos vulcões, rios, as cores do arco-íris, nosso corpo.

Há um Masculino e um Feminino Divino acessíveis dentro de cada pessoa.
Esta energia, quando ligada plenamente na vida de alguém, cria a totalidade e equilíbrio.O cérebro lógico esquerdo e o cérebro direito intuitivo, unindo-se no coração.

Permitir que o coração seja tocado de um novo modo, tomando consciência da presença do Sagrado Feminino é aceitar e honrar a Intuição , substituir a força pela compreensão, abrir a mente, deixar o coração falar e trazer um comportamento mais amoroso para o equilíbrio nas ações .

Deus e a deusa são as expressões da polaridade que permitiram que o UNO se manifestasse no universo... São os dois lados de uma mesma moeda... as duas faces do Todo, ou sua divisão primeira.

Honrar a Deus e a deusa é crer em um Ser Supremo que, ao se bipartir, criou o princípio Masculino e o princípio Feminino, o Yin e o Yang, o Homem e a Mulher.

magiadaluarj.blogspot.com/

CURA MULTIDIMENSIONAL PARA ASCENSÃO

A Cura Multidimensional para a Ascensão do Sagrado Feminino, objectiva proporcionar uma maior compreensão de qum realmente somos, enquanto

Mulheres e enquanto Polaridade Universal Feminina.

Observar, Resgatar, Amar e Curar o nosso Sagrado Feminino, inclui um profundo auto-conhecimento sobre o nosso potencial emocional e energético, e isso, também inclui a reunificação de todas as nossas partes, vividas em separado até agora.Inclui também, o reconhecimento do Sagrado Masculino, enquanto complemento, e não, enquanto elemento oposto.

O sagrado Masculino, exerce a Função Universal do Serviço, na protecção [proteger a acção] do Sagrado Feminino, enquanto este se dedica à gestação de mais uma nova criação.

Ambos, Sagrados Feminino e Masculino, se completam na sua universalidade [unir o verso = unir os contrários ou os opostos] fecundadora [aquele que dá = masculino] e geradora [aquele que gera a doação = feminino], para depois darem à e para a Luz, as novas expressões Divinas.

Em todas as Mulheres e em todos os Homens existem guardadas as mais profundas fontes de conhecimento acerca do Propósito Maior da Vida. Ambos, quando se reconhecem e se fundem na mesma sintonia, potencializam a Fonte Criadora Universal - O Pai e a Mãe Maiores.

Em todas as Mulheres existem guardadas as memórias sagradas de todos os homens. Todas as Mulheres, foram Mães, de todos os homens. Todas as Mulheres são grandiosas e sábias guardiãs do impulso fecundador da polaridade masculina. Em todas as Mulheres se guardam todos os mistérios da alquímica da Vida/ Todo.

O Amor é a única Fonte de Vida, de Cura e de Sustentabilidade na Existência Maior. A Cura Multidimensonal para a Ascensão do Sagrado Feminino, é o impulso consciente que todas as Mulheres precisam, para irradicarem definitivamente de si próprias, todas as motivações que as têm levado a entregarem-se à dor, ao abandono e à mendigação do amor.

Em todas as Mulheres, existem outras verdades sobre si próprias, e reconhecer que são uma expressão Maior do Amor Divino, é restituir a si mesmas, o merecimento da Vida.

Na história da humanidade, existiram duas Mulheres - as duas Marias - que nos deixaram uma herança exemplar: Na vida do HOMEM mais impotante de todos os tempos - Jesus - existiram Maria, a sua Mãe, e Maria Madalena, a sua Esposa. Ambas, representam o Grande Graal do Sagrado Feminino.

Na vida de todos os homens existem sempre duas Mulheres:
Uma Mulher que dá - a Mãe. Outra Mulher que o recebe - a Esposa.

A Cura Multidimensional para a Ascensão do Sagrado Feminino, oferece a todas as Mulheres, através do seu método de consciencialização, de aceitação e de elevação, um profundo trabalho de Cura, reunificando os Sagrados Feminino e Masculino, no seu coração, com Amor e Reconhecimento.

A Cura Multidimensional para a Ascensão do Sagrado Feminino, é um verdadeiro trabalho que Honra a Vida, reintegrando todos os aspectos que ao longo do tempo foram excluídos do potencial feminino, com o objectivo deliberado e consciente de lhe retirar a Força Geradora, e que ao mesmo tempo, essa força ao ser entregue ao homem, também o desumanizou, sobrecarregando-o com a responsabilidade de suportar algo que não lhe pertence, por natureza. Ao Homem cabe apenas, impulsionar e proteger o Sagrado Feminino, cuidando para que novas expressões de vida e de amor, possam ser dadas à Luz, com a maior integridade possível.

A Cura Multidimensional para a Ascensão do Sagrado Feminino é, essencialmente, um método de Cura com Amor e por Amor que dignifica a Unificação do Sagrado Faminino e do Sagrado Masculino.

Um sem o outro, jamais são poderosos ou podem cumprir a sua Função Universal. Ambos, unificados, exercem o poder da VIDA.

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CICLOS DO CORPO DA MULHER

Observando os ciclos de nosso corpo, entramos em sintonia com o corpo maior e organismo vivo e pulsante que é a Mãe Terra. Nós, mulheres, carregamos em nosso corpo todas as Luas, todos os ciclos, o poder do renascimento e do encerramento.

Aprendemos com nossas ancestrais que temos nosso tempo de contemplação interior quando, como a Lua Nova, nos recolhemos em busca de nossos sonhos e sentimentos mais profundos. As emoções, o corpo, a natureza são alterados conforme a Lua.

Nas tradições antigas, o Tempo da Lua era o momento em que a mulher não estava apta a conceber, era um período de descanço, onde se recolhiam de seus afazeres cotidianos para poderem se renovar. "É o tempo sagrado da mulher", o período menstrual, conforme nos conta Jamie Sams, "durante o qual ela é honrada como sendo a Mãe da Energia Criativa". O ciclo feminino é como a teia da vida e seu sangue está para seu corpo assim como a água está para a Terra. A mulher, através dos tempos, é o símbolo da abundância, fertilidade e nutrição. Ela é a tecelã, é a sonhadora.

Nas tradições nativas norte-americanas há as "Tendas Negras", ou "Tendas da Lua", momento em que as mulheres da tribo recolhem-se em seu período menstrual. É o momento do recolhimento sagrado de comtemplação onde honram os dons recebidos, compartem visões, sonhos, sentimentos, conectam-se com suas ancestrais e sábias da tribo. São elas que sonham por toda a tribo, devido ao poder visionário despertado nesse período. O negro é a cor relacionada à mulher na Roda da Cura. Também são recebidas nas tendas as meninas em seu primeiro ciclo menstrual para que conheçam o significado de ser mulher. Esse recolhimento não é observado somente entre as nativas norte-americanas, mas também entre várias outras culturas.

Diversos ritos de passagem marcam a vida de meninas nativas no seu primeiro ciclo menstrual. Entre os Juruna, quando a Lua Nova aponta no céu, é momento de as meninas se recolherem para suas casas. As meninas kanamari, do Amazonas, também ficam reclusas enquanto dura seu primeiro sangramento, sendo alimentadas somente pela mãe. Assim ocorrem com as meninas tukúna que nesse período de reclusão aprendem os afazeres e a essência do que é ser uma mulher adulta. Observa-se, em alguns casos, como parte do rito, cortar o cabelo e pintar o corpo de negro. São ritos de honra à mulher, e não o afastamento das mesmas pela impureza, como foi mal-interpretado por muitas outras culturas.

Nossos corpos mudam nesse período, fluem nossas emoções e estamos mais abertas a compartilhar com outras mulheres, como uma conexão fraternal. Ao observarmos nossos ciclos em relação à Lua , veremos que a maioria das mulheres que não adotam métodos artificiais de contracepção e que fluem integradas ao ciclo lunar, têm seu Tempo de Lua durante a Lua Nova. É importante observarmos como fluímos com a energia da Lua e seus ciclos, e em que período do ciclo lunar menstruamos. A menstruação é um chamado do nosso corpo ao recolhimento, assim como a Lua Nova é um período de introspecção, propício ao retiro e à reflexão. A Lua Cheia proporciona expansão e, se nossos corpos estão em sintonia com as energias naturais, é o período em que estaremos férteis.

Quantas mulheres atualmente deixaram de observar os ciclos do próprio corpo? Quantas deixaram de conectar-se com as forças da natureza, deixaram de lado a riqueza desse período de introspecção, recolhimento e contemplação de si mesmas? No nosso Tempo de Lua sonhamos mais, estamos mais abertas à sabedoria que carregamos de nossas ancestrais. Aproveite esse período para conhecer e explorar seu interior, agradecendo os dons e habilidades que possui. Compartilhe com outras mulheres esses momentos sagrados de respeito e fraternidade. Ouse sonhar e exercer seu lado visionária. Note que ao estar em conexão com todas as mulheres e com a própria Mãe Terra, muitos sintomas tidos como incômodos vão desaparecendo. Muitos destes sintomas são a rejeição desse período. Com a competição resultante dos valores da sociedade moderna, muitas de nós esqueceram de ouvir a si mesmas, de sentir a necessidade de seus próprios corpos e corações.

Para finalizar, segue um trecho sobre a Tenda da Lua, de Jamie Sams, falando-nos sobre a importância desse ciclo de religação com a Terra e a Lua:

"O verdadeiro sentido dessa conexão ficou perdido em nosso mundo moderno. Na minha opinião, muitos dos problemas que as mulheres enfrentam, relacionados aos órgãos sexuais, poderiam ser aliviados se elas voltassem a respeitar a necessidade de retiro e de religação com a sua verdadeira Mãe e Avó, que vêm a ser respectivamente a Terra e a Lua. As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente a sua natureza receptiva. Ao confiar nos ciclos dos seus corpos e permitir que as sensações venham à tona dentro deles, as mulheres vêm sendo videntes e oráculos de suas tribos há séculos. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade".

Revista Viva Melhor