segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

MAXIMILIANO ARELLANO TEM MEMÓRIA FOTOGRÁFICA


O mexicano Maximiliano Arellano, de apenas seis anos, pode começar a estudar Medicina em pouco tempo, por causa de seus conhecimentos na área e de sua memória fotográfica. Ele já participou de conferências sobre questões como osteoporose, diabete e anemia, uma delas na companhia de universitários que observavam perplexos como Maximiliano apresentava com perfeição o que aprendeu.

Sua mãe, Alejandra de la Noé, disse que a família acredita que o menino pode cursar as matérias próprias de sua idade com disciplinas de Medicina para que, aos 13 anos, obtenha a licenciatura. Diretores da faculdade de Medicina do Estado do México, onde "Max" apresentou recentemente uma conferência, disseram que não sabem do interesse da família para que a criança vá estudar lá.

Sua outra grande paixão, além da Medicina, é a biologia marinha. Max guarda como um tesouro um livro de Jacques Costeau e mostrou seu animal preferido, o polvo. Ele gosta de todos os estilos musicais, mas prefere a música clássica e cita os grandes compositores e suas obras mais importantes.

"Quero ser médico para curar as pessoas", disse como qualquer outra criança que demonstra uma vocação precoce, mas que, neste caso, poderia realizar este sonho antes do habitual por causa da sua extraordinária capacidade.

Aos seis anos de idade, Maximiliano Arellano precisou de um banquinho para alcançar o púlpito da Faculdade de Medicina do Estado do México, há algumas semanas. O menino apresentou a universitários uma conferência sobre osteoporose. Se tivesse nascido no Brasil, Max seria obrigado a se matricular na primeira série do ensino fundamental. No Brasil, as políticas públicas que tratam da inclusão de alunos com altas habilidades e superdotação começaram a ser implementadas há apenas dois anos.

Washington Luiz Rodrigues enviou esta Mensagem

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