domingo, 8 de agosto de 2010

PROFISSIONAL PROATIVO, REATIVO OU NEUTRO?

A cada grupo de dez funcionários dois deles são altamente positivos e realizadores, isto é, são aquelas pessoas que perante qualquer dificuldade ou desafio sempre vão encarar o problema com a certeza que será possível superá-lo. Elas são otimistas e não se abatem com facilidade perante os desafios do dia-a-dia. Vamos chamá-los aqui de “proativos”.

Agora, destes dez colaboradores existem outros dois que mediante uma adversidade se apresentam pregando a impossibilidade de resolver o problema, desistindo com muita facilidade. E o pior é que eles farão de tudo para contaminar seus pares com estes pensamentos. São os pessimistas que apenas reclamam perante as dificuldades, mas são incapazes de buscar o conhecimento para transpor os desafios diários. Vamos chamar este grupo de “reativos”.

Os seis colaboradores restantes do grupo dos dez não têm opinião formada sobre a dificuldade ou desafio que foi exposto, eles são meros ouvintes e muitas vezes quando as situações de complexidade aparecem, eles não têm consciência deste processo e se limitam a esperar os acontecimentos futuros. Vamos chamar este grupo de “neutros”.

O grande problema desta questão é que os “neutros” são facilmente influenciados pelas pessoas e dependendo do poder de persuasão dos outros dois grupos eles penderão para os proativos (otimistas e realizadores) ou para os reativos (pessimistas e resmungões).

Imagine que um líder identificou que seus funcionários podem dar mais resultados dos que vêm apresentando e determine novas metas de produtividade para todo o departamento.

Dois funcionários, os proativos, estudarão novas formas de produzir, revendo os fluxos e talvez até pedindo algumas alterações no sistema informatizado para ganharem mais tempo e conseguirem alcançar as novas metas determinadas.

Outros dois colaboradores, os reativos, vão começar a reclamar dizendo, sem ao menos refletir, que será impossível alcançar as novas metas, dizendo que o líder está louco em determinar tais desafios e que a única solução para produzir estes resultados é contratando mais oito pessoas para o departamento.

Os outros 6 ( os neutros ) migram para os grupos dos proativos ou reativos dependendo do poder de influência deles.

Neste momento é muito importante a presença da liderança, pois ela terá que fazer coro com os proativos aumentando as chances de migrar os seis neutros para a proatividade resultando as ações necessárias para sucesso das tarefas. O líder precisa detectar as pessoas proativas e desenvolver nelas o poder de influência e persuasão para que no final tenhamos oito pessoas neste grupo.

Conversar com os neutros também é uma boa estratégia, instigando-os a opinarem por soluções para o sucesso do novo desafio.

Esta lei está presente em todas as equipes de trabalho sendo importante que líderes e liderados se enxerguem em quais grupos fazem parte, isto é, sou do grupo dos dois proativos que reagem positivamente perante as dificuldades ou sou do grupo dos reativos que lamenta e se revolta mediante o problema, ou ainda sou do grupo dos neutros que aguarda ser influenciado pelos outros grupos.

Reflita, busque na sua história corporativa como você reagiu perante as dificuldades ou desafios impostos. Caso você se encaixe nos grupos dos reativos ou neutros sugiro a você elaborar um plano de desenvolvimento profissional, pois como dizia Napolen Hill: as dificuldades da vida e do trabalho se dissipam a luz do conhecimento.

portalfox.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CEO CHIEF EXECUTIVE OFFICER


Queda de executivos de grandes empresas revela
que o conceito de liderança e o perfil dos líderes precisa mudar

O sonho de todo executivo de alcançar o posto de Chief Executive Officer (CEO), o ápice da carreira corporativa, está se transformando em pesadelo. Pesquisa recente realizada por uma consultoria internacional revelou que, de cem diretores aptos a serem promovidos a CEO entre as mil maiores empresas norte-americanas, 60 disseram não querer o posto. Ou seja, nem mesmo a realização profissional, a compensação financeira e o glamour são suficientes para acabar com o receio de sofrerem as pressões que já fizeram como vítimas Carly Fiorina (HP) e Michael Eisner (Disney), somente para citar os casos recentes mais famosos.

O motivo é justificado. Os líderes são confrontados com exigências cada vez maiores nos mais diversos níveis. Atender os investidores, gerar resultados no curto, médio e longo prazos; gerir, orientar e motivar funcionários; conhecer e atender as expectativas da família, comunidade e sociedade. E quanto mais alta a liderança, maior a responsabilidade e a pressão.

Equacionar o problema e atender a todas as expectativas, consultores, especialistas e acadêmicos têm proposto diversos perfis: Líder Carismático, Alta Performance, Servidor, Espiritualizado, Equipes, Integrativo, AmbientalComunicativo, Cooperativo,etc. Todos abordando exemplos e estudos de casos procurando mostrar que o seu modelo é o que trará os melhores resultados para as organizações.

Porém, quando analisamos os líderes que conseguiram vencer todas as dificuldades e desafios, se constata é que todos reúnem, em maior ou menor grau, o carisma, a busca pela performance, pragmatismo, ética, comunicação, etc. O que os diferencia é a sua capacidade de se alinhar com a cultura, a missão e os valores da organização onde atuam, utilizando suas qualidades de acordo com o cenário do momento.

Ou seja, não há uma infalível “receita de bolo” para definir um líder. Se o cenário em que atua não estiver alinhado com o seu perfil (competências) o sucesso será pouco provável. Podemos concluir que a característica que parece se cristalizar cada vez mais como sendo a mais importante da atualidade é a que denominamos Liderança de Modelagem Dinâmica, e que pode ser resumida como sendo a capacidade que o líder tem de se moldar ao cenário atual, acompanhar suas transformações e conseguir os resultados esperados. Esse líder tem dois desafios:

Auto-conhecimento suficiente para verificar o alinhamento das competências e motivações com as tarefas dentro deste cenário; identificar/avaliar/entender o cenário.

Se desenvolver o auto-conhecimento depende praticamente da pró-atividade do líder, a identificação dos cenários exige uma abordagem mais holística, contando com a ajuda de sua equipe e rede de relacionamentos. O melhor ponto de partida é analisar os cenários em seus diversos níveis:

Interno   (organização)

Interação operacional 
(clientes e fornecedores)

Estratégico 
o mercado e seus agentes de influência

Político-Social
a comunidade e sociedade em que a organização está inserida
e seus agentes políticos

Ambiental
o meio ambiente em que a organização
está inserida e suas influências

Global
onde grandes questões mundiais são discutidas,
como democracia, relações capital-trabalho,
aquecimento da Terra etc.

Para cada conjugação de cenários teremos necessidade de características diferentes, umas mais fáceis e outras mais difíceis de serem desenvolvidas. As competências devem estar baseadas no uso integral de toda a capacidade racional e emocional, unindo de forma ressonante o tangível e intangível, realidade e imaginação, planejamento,intuição, racionalidade e espiritualidade, concreto,abstrato, óbvio sutil..

Dessa forma, é possível construir um potencial para a ação ajustado à diversidade de exigências nas arenas de atuação do CEO. Praticar a Liderança de Modelagem Dinâmica é estar permanentemente em profundo contato consigo mesmo, com as pessoas e o ambiente que o cerca.

Os resultados promovidos por esse novo perfil de líder se refletirão expressivamente não apenas no balanço anual das organizações, mas também na satisfação pessoal dos executivos, colaboradores e acionistas.

*Dieter Kelber é pesquisador, professor e diretor
do Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual INSADI
e da Business Processes School.

carreiras.empregos.com.br

CARACTERÍSTICAS DE UM LIDER


Oferece uma causa, não apenas tarefas
Cria um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, a missão, o emprego das pessoas que o cercam. Ajuda as pessoas a identificarem com clareza o rumo que pretendem seguir. Estimula as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração. Oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. 

 Forma outros líderes, não apenas seguidores
Seu papel não se resume a motivar seguidores. Investe no desenvolvimento dos futuros líderes. Educa seus filhos para exercerem liderança, não apenas para obedecer. Torna-se mentor dos outros no seu ciclo de amizades, no clube que freqüenta, no projeto comunitário de que participa.

Lidera nos 360 graus, não apenas 90 graus
Atua onde faz diferença, não fica confinado às “paredes” do seu território formal. Exerce a “Liderança 360 graus”: fora, para cima, para os lados. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa família, empresa, equipe. A filha líder influencia o pai. O jogador influencia o treinador da equipe. Constrói “pontes”, em vez de “paredes”.

Surpreende pelos resutados, faz mais do que o esperado
Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o seu melhor. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã.

Inspira pelos valores, não apenas pelo carisma
Essa é a tarefa mais importante do Líder. Esta é a “cola” que une as outras quatro forças, a que dá sentido a tudo.

O Líder Integral cria clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional.

PROATIVO FAZ A DIFERENÇA


Todas as pessoas possuem habilidades e um potencial a ser liberado. Quando esse potencial não é trabalhado, é necessário controlar as atividades delegadas o tempo todo – é assim que reconhecemos um líder. Ao observar sua equipe, é possível perceber que tipo de perfil é encontrado. Pessoas motivadas, que fazem a diferença, ou um grupo que faz o famoso feijão com arroz e não trabalha a criatividade?

A iniciativa, ou melhor, a proatividade deve ser constantemente estimulada. Para conquistar uma equipe que realize sem necessariamente precisar de ordens, que crie e inove com as situações apresentadas no dia a dia, e não apenas reproduzindo-as, precisamos liderar de maneira segura, delegando atividades. Costumo citar que, em uma empresa, temos o gerente, que fiscaliza e controla as ações dos funcionários, e o líder em cargo de gerência, que desenvolve o potencial de seus colaboradores.

Mesmo quem, por natureza, sai na frente tomando atitude necessita de incentivo para não desanimar e continuar oferecendo soluções, resolvendo problemas e encontrando novas saídas. Trabalhar a iniciativa das pessoas, mostrando que elas devem ser uma solução, e não um problema, é desenvolver nesse indivíduo o paradigma da pessoa completa.

Estimulada pelo líder direto, uma pessoa pode ser proativa e ter as quatro áreas de seu desenvolvimento (mente, coração, corpo e alma) interligadas de maneira única. A mente desenvolve o controle para tomar decisões e avaliar as situações, o coração em equilíbrio ativa a facilidade de se relacionar e confiar, enquanto o corpo representa a parte física que precisa estar em sintonia. Já a alma representa a necessidade de fazer a diferença, ou seja, de criar, crescer, atuar e ser reconhecido por isso.

De maneira geral, todo mundo tem potencial. O que falta hoje são líderes que desenvolvam o potencial das pessoas. O verdadeiro líder é aquele que enxerga essa capacidade humana antes mesmo de o indivíduo notar. Um funcionário que chega no horário, bate o ponto, segue sua rotina, almoça, volta ao trabalho sem atraso e termina suas atividades com pontualidade no fim do expediente, por exemplo, nem sempre é sinônimo de competência. O profissional pode ser regrado, responsável com seus horários, mas nem por isso ele é proativo.

A capacidade de inovar está além de seguir convenções, é a união da responsabilidade com o fazer acontecer. Cumpro minhas obrigações e vou mais adiante porque preciso disso para me sentir vivo, produtivo e em constante mutação. Para alguns, essa atitude é natural e, se bem estimulada com elogios e incentivos, transforma-se em grande potência. Se não, uma pessoa com todas essas habilidades pode se acomodar, encher-se de frustrações e, consequentemente, tornar-se reativa. Por isso, é tão necessária a figura do líder que enxerga as potencialidades e as administra a favor de seus funcionários e do progresso da empresa.

Essa motivação acontece de dentro para fora, e não de fora para dentro. A construção de indivíduos proativos, sejam os que têm iniciativa por natureza ou não, acontece por meio da habilidade e competência do gestor, que possui a capacidade de olhar para além das necessidades básicas do trabalho desenvolvido. Esse gestor consegue enxergar a mente, o coração, o corpo e a alma de sua equipe e sai na frente, pois tem um trabalho de qualidade e agrega valor às pequenas atividades que gerencia, ou seja, ganha todo o ciclo profissional. Mais que isso, criam-se indivíduos satisfeitos e preparados, ou melhor, profissionais proativos no sentido completo da palavra.

SEJA PROATIVO

Ser proativo se tornou uma virtude que faz com que os profissionais sejam disputados no mercado de trabalho. Mas o que é ser proativo? Muitas pessoas acham que ser proativo é ter iniciativa, ou mesmo a capacidade de resolver rapidamente os problemas. Mas somente ter iniciativa não basta, a proatividade se refere à antecipação de soluções, por isso o prefixo "pró", e para isso é preciso planejamento.

Desta forma, podemos definir que a pessoa proativa é aquela que se antecipa aos problemas, somando iniciativa e planejamento, consegue prever soluções e ações necessárias. O planejamento pode não prever o futuro, mas aumenta as chances de sucesso.

Outra característica importante do profissional proativo é o questionamento positivo, que serve de base para as mudanças. O questionamento positivo leva a criatividade, que por sua vez leva a inovação. Ou seja, o profissional proativo não se contenta com as soluções prontas, busca alternativas, é persistente e consegue visualizar novas formas de trabalho que trarão melhores resultados.

Desenvolver a atitude da proatividade requer do profissional boa comunicação, envolvimento, conquista de confiança da equipe, saber planejar e estabelecer expectativas de desempenho, buscar novas responsabilidades, buscar conhecimento continuamente.

Nos tornamos proativos somente quando estas características se tornam um hábito no nosso dia-a-dia de trabalho, assim nossos comportamentos são reconhecidos como de um profissional proativo. Esses comportamentos se referem ao estar sempre pronto para colaborar com a equipe, conseguir visualizar possíveis problemas e de que maneiras poderão ser resolvidos.

O profissional proativo, por seu comportamento, desenvolve bons relacionamentos interpessoais, demonstra comprometimento, e se torna referência em sua equipe de trabalho. É aquele vendedor que sempre encontra alternativas para o cliente, é aquele colega que faz além de suas atribuições e por sua eficiência consegue ajudar outros colegas a encontrarem soluções.

Também reconhecemos a proatividade naquela pessoa que faz as coisas acontecerem, coloca a mão na massa junto com a equipe e com isso acompanha de perto o resultado do seu planejamento. Pois planejar requer aplicação, que consiste acima de tudo em ação e prática.

Por isso vamos refletir sobre o quanto estamos sendo proativos no nosso trabalho. Buscamos trabalhar com criatividade? Qual é o seu planejamento para o dia de hoje? Para esta semana? Para o mês? Para o ano? Essas metas estão de acordo com a missão de sua empresa? E a visão? Onde sua empresa quer chegar? Como chegar até lá? O quanto suas ações estão influenciando no resultado de sua empresa? De que forma uma mudança de atitude traria melhores resultados? Pense nisso!

sábado, 24 de julho de 2010

PLANETA TERRA COM SEUS CHACRAS E NADIS

Tal como os seres humanos estão equipados com seu sistema de chacra, o planeta Terra também é um ser vivo respirando, organismo completo com todos os chacras e nadis. Dessa forma sabemos que a geografia nos ensina sobre os continentes, oceanos, montanhas e rios do mundo. Já a geologia estuda as formações rochosas – o esqueleto da Terra. Essas ciências investigam os aspectos mais materiais do corpo do planeta. Então o estudo dos chacras terrestres é mais semelhante a acupuntura na qual exploramos as estruturas de energia mais sutis da Terra.

Os chacras terrestres são como órgãos de um corpo que são vitais para a saúde do mundo e para todos os seres vivos dependentes dos diferentes ambientes oferecidos pelo planeta. Cada chacra serve a uma função dupla: primeiro manter a saúde global total e segundo transmitir e receber a energia codificada com informação.

A confiança é o fundamento ou pré-requisito para a comunição. A Terra tem alguma boa razão para confiar em ti? Se é assim, então é possível aprender a arte de escutar a Terra. A Terra não tem medo, não tem segredos. Mas o enigma da vida permanece... escuta a palavra da Terra e desvela o mistério da vida. Confia na Terra, harmoniza seu propósito individual com a vontade da Terra. Quando a confiança seja mútua entre você e a Terra, então a comunicação se converte reveladora em seu poder – O que abre o Caminho, retira todo o obstáculo entre a situação atual e o Santo Graal (fonte da vida). Encontra o Graal e entenderás o propósito da Terra.

Como comunica a Terra sua informação a outras espécies? Se estudarmos a estrutura da vida do mundo como um organismo, então sabemos onde e quando escutar. Se necessitas de energia para transmitir informação, então as maiores concentrações de energia codificada com informação emanam dos grandes chacras terrestres.

Como nós intuitivamente e de forma muito inconsciente nos comunicamos com a vida, tanto a Terra com o todo? Lembram quando se comunicam com as pessoas nos sonhos? È tudo mental, não há fala.

Existe um grande chacra terrestre situado em cada continente, com a exceção da Antártida (também tem órgãos sutis principais e suas localizações e funções ainda estão sendo estudadas). No centro de cada chacra terrestre existe um lugar sagrado principal. E desde esse ponto sagrado o chacra se expande de um modo circular – seu raio se estende por muitos quilômetros. Se um chacra da Terra estiver operando em um estado ótimo de saúde, seu raio aproximado pode chegar a ser, na maioria dos casos, de umas 777 milhas (1250 km). Deve ser recordado que isso é somente uma quantidade média, já que todos os órgãos vivos que se expandem e se contraem de acordo com complexas condições que podem afeta-las (como poluição, desmatamento, produtos tóxicos, bomba atômica).

Os chacras terrestres também tem profundidade e altura. Assim, a superfície total de um chacra terrestre é esférica como um disco voador, com uma circunferência máxima na superfície da Terra e com extensões verticais até a atmosfera e em direção subterrânea para conectar com as estruturas mais profundas da Terra. A transmissão desde os chacras terrestres segue essa superfície como também viaja através do ar, água e terra.

O lugar sagrado no centro de um chacra define principalmente o propósito dos órgãos da Terra. Mitos, lendas e simbolismos de arquétipos tradicionais ao lugar, iluminam a função de cada chacra terrestre. Assim mesmo a cultura humana regional de cada uma dessas zonas levam algo do “sabor” do chacra situado na sua cercania.

Cada Chacra é um vórtice dinâmico de energias sutis. Em algumas situações, essas forças giram e ascendem tanto em sentido horário como em sentido contrário. Em outras circunstancias, a força do chacra terrestre pode estar dirigida em linha reta . ao longo de caminhos de Dragão, linhas Ley ou linhas de som. Estes caminhos conectores são análogos ao sistemas humanos de circulação, nervoso ou meridianos de acupuntura. As grandes artérias Ley da Terra conectam entre si os chacras terrestres continentais.

A Terra não pode ser compreendida de forma isolada do resto do sistema solar. Em particular, os ritmos da lua e do sol são vitais. Também os variados movimentos da Terra em si são importantes. Todos esses movimentos terrestres, lunares ou solares têm um profundo efeito nos chacras terrestres. Por esse motivo, é essencial fazer sempre esta pergunta: quando é o momento mais propício para interatuar com os diferentes chacras? Cada chacra tem seu próprio lugar no tempo.

Ademais, do sistema solar, os chacras terrestres estão também abertos aos quatro elementos – fogo,ar, água e terra. Por essa razão, todos os chacras têm suas principais dimensões horizontais sobre a superfície onde estão em contato direto com o sol, o ar e a água. É importante recordar que sua contínua interação entre os chacras terrestres é a chave para uma maior qualidade de vida no planeta. Nenhum chacra terrestre atua isolado dos demais. Quadro dos principais chacras da Terra:

Shasta é o primeiro dos chacras terrestres, ele está na base do planeta. Nele os precursores, sem refinar a vida biológica, são soltados na circulação global e desenvolvem. O Monte Shasta regula a vida universal antes de sua integração nas formas de vida individuais e as espécies.A corrente de vida de Shasta não acolhe forma até que é transformada em um dos outros grande chacras continentais.

Na ilha do Sol do lago Titicaca, está localizada a pedra Titicaca, a qual é o centro geométrico do segundo chacra terrestre. Esse é o centro mundial da criação de novas espécies e dos avanços evolutivos significativos das espécies existentes. Esse segundo chacra governa sobre todas as espécies, com especial interesse nas mutações positivas e os avanços evolutivos.

A força de vida não diferenciada do primeiro chacra, o Monte Shasta, é trasmitida ao Lago Titicaca através da grande artéria Ley planetária – a serpente emplumada. Essa corrente telúrica doadora de vida rodeia o mundo e tem seu lugar de evocação na Árvore El Tule no México. Se constroem o segundo chacra planetário sobre um mapa, deixa que a circunferência passe pela união dos rios Napo e Maranon, acerca de Iquitos no Peru, onde o rio Amazonas começa. Esse grande circulo inclui o coração dos Andes, Cuzco e Machu Picchu.

Agora o chacra planetário do plexo solar estão situados em Uluru e Kata Tijuta, lugares gêmeos no território norte da Austrália. A função global deste chacra é manter a Terra e todas as espécies vivas. A serpente do arco-iris viaja no caminho da vida, surgindo de debaixo da superfície da Terra e emergindo em primeiro lugar em Uluru.

O quarto chacra encontra-se em Glastonbury e Shaftesbury, na Inglaterra. Glastornbury é considerado o lugar do Santo Graal e Shaftesbury é o alto lugar da Sagrada Lanza do Propósito. Para que a força de uma maior vida possa ser dirigida ao seu máximo efeito. Então a artéria Ley da Serpente do Arco Íris é capaz de entregar as imortalizantes freqüências do Santo Graal a todos os seres da Terra. Então o Graal, dirigido pela vontade do espírito da Terra, tem o poder de dissolver todas as fronteiras entre nações. Se o coração da Terra se expande a seu circulo completo, então – por todo o mundo – a dor, sofrimento e morte física entre todas as espécies se desvanecerá da experiência e da memória.

O chacra laríngeo terrestre é o único que não está sobre a corrente Ley da Serpente do Arco Íris (feminino) e nem na Serpente Emplumada (masculino). Mas por sua função giratória, ajuda a conduzir a força ao largo do caminho da Serpente do Arco-Iris. Aqui a Terra fala e nada parece estar escutando. Imagine um Oriente Médio onde Jerusalém e Meças são heranças mundiais cosmopolitas abertas a todas as culturas. A voz da Terra está cantando o evangelho da vida a esta região: o Monte Sinai, a Grande Pirâmide (um dos poucos chacras artificiais) e o Monte das Oliveiras.

O sexto chacra, que é móvel, encontra-se atualmente junto ao chacra do coração terrestre. O propósito desse movimento é destilar a sabedoria de vida sobre a Terra em diferentes ciclos terrestres. Na sua função, permite aos indivíduos participar em fases principais do avanço da vida na Terra durante tempos maiores.

O sétimo chacra fica no Monte Kailash, a montanha mais sagrada dos Himalaia. Na sua função, esse chacra permite completar a unidade que deve ser estabelecida entre o propósito evolutivo da Terra e os propósitos individuais, em dedicação a superação de todas as entropias, a eternização de toda a vida.

Concluímos, então, que o planeta, assim como nós, é um ser em evolução. Tem um Cristo que é o Sol Central, cuja sede é o coração, a semelhança de qualquer filho do Criador. Também o planeta possui uma kundalini, o misterioso fogo virginal, que lampeja no coccix no processo de iluminação planetária. Esse fogo desperto e radiante opera maravilha. E possui pulmões que são a camada etérea que envolve o planeta que se purifica através de correntes de energia que circula o corpo planetário.

Possui cabeça que é o pólo, o ponto mais elevado por onde entra as influências ou inspirações oriundas do cosmo. Os órgãos excretores estão localizados no Pólo Sul que servem para expelir as energias degradadas e impuras. Seu esqueleto é formado pelas montanhas e colinas. Carne que são as terras planas e cintura que é o equador. Seu sistema linfático é composto pelos mares e os vasos sanguíneos são os rios. Seus nervos são os veios minerais.

Possui meridianos para a própria respiração, personalidade, tipo de temperamento, temperatura e código energético próprio. Como nós um planeta é um ser em evolução. Nasceu e sua extensão tem uma finalidade, uma meta a cumprir. Precisa evoluir pelos seus próprios méritos e usando seus próprios recursos. Conquistar seu lugar ao sol. Sempre cumprindo as leis do plano da criação.
sites.google.com

sábado, 17 de julho de 2010

DIKSHA DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA SUPERIOR

clicar na imagem para ampliar

A Diksha é experimentada de forma muito particular e cada pessoa vive o seu próprio processo. Em alguns casos, pessoas que receberam Diksha sentiram pressões na cabeça, sensações no corpo, afloraram sonhos, recordações e emoções passadas. Outros contam que sentiram um profundo bem estar, outros ainda tiveram insights altamente reveladores e uma nova compreensão do próprio processo pessoal.

Como se sabe, é milenar a afirmação de sábios, mestres e, atualmente, de cientistas da área de neurociência, que é no cérebro que ocorre a mudança para se atingir o despertar ou o pleno desenvolvimento de potencialidades humanas.

Nesse sentido é que Sri Bhagavan, afirma que a Diksha é um fenômeno neurológico porque ela atua no cérebro na região dos lóbulos parietais e frontais.

Os lóbulos parietais são responsáveis pela orientação espacial e pelas sensações, incluindo a de estar separado de todas as coisas. Nos seres humanos, os parietais estão hiperativos e, portanto, dificultam o sentimento de pertinência, paz e Unidade. Os lóbulos frontais são responsáveis, entre outras funções, pela produção de hormônios como, por exemplo, a oxitocina, a dopamina e outros que são os hormônios da compaixão, do prazer e da alegria. Atualmente, os lóbulos frontais estão pouco ativos no ser humano.

A Diksha atua, harmonizando as funções do cérebro, o sistema límbico, o neocórtex e a medula oblonga, chamada de esfera do criador. É a energia que trabalha incondicionalmente e silenciosamente sem que a pessoa esteja consciente dela.

MANTRA PALAVRA TEM PODER DE MATERIALIZAÇÃO


Muçulmanos, hindus e budistas utilizam algo parecido com o rosário católico, cada um é utilizado de uma forma, mas de um modo geral eles servem para que o devoto não se perca nas orações. No budismo tibetano e na língua sânscrita, o rosário chama-se Mala. Essa preocupação em contar as orações está ligada ao conhecimento antigo, segundo o qual é preciso expressar tantas vezes uma palavra ou uma oração para que ela se materialize no mundo físico.

Já é do conhecimento de vários povos de que a palavra tem poder. Ela cria uma forma mental, daí o que chamamos de forma-pensamento. Por exemplo, o nome da pessoa, quando é chamado e pronunciado corretamente, dá sustentação terrena à pessoa. Por isso que os apelidos não são recomendados e aqueles nomes que facilmente tornam-se diminutivos devem ser evitados. Por exemplo, quase todo Carlos vira Carlinhos. Quase toda Elizabete vira Betinha. Há muita coisa com relação ao nome da pessoa ser pronunciado e escrito corretamente, mas aqui falaremos a respeito da importância dos rosários, focalizando na Mala budista.

Como a nação brasileira só tem quinhentos anos, é preciso sempre lembrar que os conhecimentos tibetanos são registrados há mais de três mil anos - desde a contemplação à medicina oriental. A Mala tem mais ou menos essa idade. Ela é composta de 108 contas e é utilizada para recitar as orações budistas chamadas mantras. Os mantras são criados por seres muito elevados e carregam consigo o poder de seus criadores porque eles sabem utilizar as chaves do universo.

No budismo, os lamas são as pessoas credenciadas para criar mantras, geralmente ele é também médico, no sentido geral oriental e considera o ser humano integral, com corpo, mente, emoção e espírito.

O budismo dá prioridade à leitura e ao conhecimento. As bibliotecas são riquíssimas. Há inúmeras instruções sobre a utilização da Mala e uma delas é: recitar o mesmo mantra 108 vezes, por nove dias, focalizando um objetivo para materializá-lo.

O budismo é uma filosofia de vida e pode ser praticada por qualquer pessoa, não é uma religião. Não é só focalizar, mas visualizar, criar e manifestar no mundo físico, como era ensinado no Egito antigo. Por exemplo, OM MANY PAD ME HUM, relacionado à compaixão, deve ser recitado 108 vezes por nove dias ao mesmo tempo em que você visualizar [para materializar no mundo físico] o objetivo desejado, que, obviamente, tem que ser algo elevado, com amor.

O tibetano utiliza a Mala no pescoço ou enrolado no braço esquerdo porque não é um objeto de adoração. No budismo, não existem objetos de adoração. Os objetos e as estátuas, por exemplo, existem como referência. O simples fato de recitar um mantra altera a vibração energética da pessoa e do lugar onde ela está.

A mesma coisa também se aplica ao rosário católico, ensinado pela Senhora de Fátima. Ela sabe que ao recitar o rosário há alteração do padrão eletromagnético e isso pode ser medido com altímetro. A destruição da Segundo Guerra Mundial não atingiu Portugal, onde havia na época uma quantidade imensa de devotos de Fátima. Medir o lugar onde eu faço orações e o nível de eletromagnetismo é alto, atingindo um raio de quase seis metros quadrados. Isso pode ser criado em qualquer lugar, até no ambiente de trabalho, na clínica, no hospital, em qualquer lugar.

O poder da palavra está ligado ao poder da repetição, a criação das formas através do pensamento, da mente. Tanto os mantras tibetanos, como as orações católicas, já fazem parte do que se chama de Inconsciente Coletivo, ou seja, a torneira eletromagnética do amor e da bondade que existe ao redor dos eixos da terra.

Com relação aos nomes, há os 72 nomes sagrados que só ao pronunciá-los a luz se manifesta. Quando se pronuncia o nome de uma entidade elevada, por exemplo, Jesus, Kuan Yin, Fátima, imediatamente é criada uma conexão como uma rede de internet. A Mala, juntamente com mantras e orações, purifica a mente, reconhece a Si Mesmo como ser de luz, imagem e semelhança de Deus.

tribunaregiao.com.br

sexta-feira, 16 de julho de 2010

BUDISMO MANTRA HARE KRISHNA HARE KRISHNA

Estar preso ao mundo material é como viver imerso num profundo sono. Mas para que alguém acorde espiritualmente, não basta qualquer ruído. É preciso um som dotado de poder e sentido. É exatamente essa a importância dos mantras na religião Hare Krishna. Seus adeptos ensinam que os mantras são sons que podem transformar as pessoas e abri-las para uma vida espiritual.

Por conta desse poder, os sons da tradição Hare Krishna são recitados em lugares e circunstâncias específicas, principalmente nos momentos de meditação. Um deles, porém, não obedece a regras rígidas. Pode ser ouvido a qualquer hora, em qualquer local, e é cantado sempre com uma alegria contagiante. Quase um símbolo da religião, esse mantra é, na verdade, um colóquio celestial' "É como o choro genuíno de um filho buscando pela mãe. É um chamado espiritual pelo Senhor e Sua energia", diz Rasananda.

A crença Hare Krishna é baseada nos ensinamentos dos textos sagrados Vedas, como o Hinduísmo. Aliás, foi nessa outra religião, mais antiga, que nasceram os primeiros mantras. Os hindus escreveram milhares deles. Só no Rigveda, uma coletânea de hinos, são encontrados 10.552 mantras. Cada um deles corresponde a um verso ou uma frase do livro. Consistem em expressões sagradas de adoração e louvor aos deuses e, por isso, são recitadas de maneira solene.

Na linha tântrica do Hinduísmo, que envolve a prática individual, tem fundamento místico, os mantras são palavras guardadas com muito cuidado e segredo. Ao iniciar sua jornada espiritual, o discípulo recebe do mestre seu mantra pessoal, que costuma revelar muito sobre sua personalidade. "A tradição diz que o mestre lê no discípulo qual é o mantra dele", diz Carlos Eduardo. A entrega do mantra é marcada por um ritual de iniciação, chamado de Diksha, que abre caminho para a busca da iluminação. "Ao enunciar o mantra, o praticante revela alguma coisa que está dentro dele, descobre algo sobre si. Fazendo isso com perfeição pode se tornar um Siddha, um homem perfeito", conta.

MANTRA SÃO SONS FORMADOS DENTRO DO CORPO DE UM BUDA

 
Dizem os budistas que os verdadeiros mantras são sons formados dentro do corpo de um Buda quando ele está meditando. Budas são seres dotados de qualidades especiais, que superaram todas as falhas e limitações humanas. Possuem, portanto, dons que as pessoas comuns devem desenvolver. É em reverência a essas qualidades que foi criado o mantra Namo Tassa Bhagavato Arahato Sammasambuddhassa. As palavras escritas em pali, um dialeto do sânscrito, revelam que o Buda é um ser perfeito, abençoado e supremamente iluminado. Quando recitadas, têm o poder de relembrar essas virtudes. "Falar dessas virtudes do Buda pode apaziguar os conflitos, acalmar a mente e irradiar um sentimento de tranqüilidade e amor pela verdade e pelas qualidades que ele representa", afirma Arrhur Shaker, antropólogo e diretor da Casa de Dharma Centro Theravada de Meditação Budhista, em São Paulo.

Os mantras budistas são especialmente usados em rituais e na meditação. Em algumas escolas são mais freqüentes, noutras, menos. Para proferi-los, os monges e iniciados costumam sentar na posição de lótus (uma postura meditativa), com a coluna ereta. Pronunciam baixinho as palavras, segurando uma pulseira de contas, chamada mala. A cada mantra proferido, movem uma continha. Assim, a mente pára de pensar, vem o relaxamento e a concentração fica mais fácil.

Os monges da escola budista Kadampa também sugerem que qualquer hora é hora de recitar mantras, essas palaavras sagradas podem operar grandes transformações. O mantra do Buda da Compaixão, ou Avalokitesvara, é usado com esse intuito. Ajuda a purificar a alma. Recitando Om Mani Pame Hum, repetida e suavemente, qualquer pessoa pode irradiar a principal qualidade deste Buda. "Se você começar a repetir o mantra o tempo todo, sua mente será absorvida pela energia dele e você vai gerar paz com mais facilidade", diz a monja Kelsang Palsang, do Centro Budista Mahabodhi, em São Paulo.

www.comunidadeespirita.com.br

MANTRA TRANSCENDÊNCIA

 

Um som escapa dos lábios. Suave. Baixinho. Segue-se outro. Vibrante. Envolvente. E mais outro. Em pouco tempo, uma seqüência harmoniosa de murmúrios preenche o ambiente. Quem os recita é tomado por uma sensação de paz,  a mente, finalmente em silêncio, pode concentrar-se. Mas, antes de silenciarem, os sons misteriosos ainda têm uma última e importante tarefa. Eles abrem uma porta que pode conduzir o indivíduo à paz interior, ao verdadeiro eu, às virtudes inerentes a todos os seres e, principalmente, a Deus, Buda, Krishna e tantas outras divindades. É assim que agem os mantras.

Repetir continuamente palavras, sílabas ou frases sagradas é uma prática que surgiu há milhares de anos. E nunca mais foi esquecida. Os antigos hindus costumavam recitar os versos de seus livros sagrados, os Vedas, escritos provavelmente antes do ano 1000 a.c. Acreditavam que assim alimentariam seus deuses e evitariam que eles desaparecessem. Depois, passaram a pronunciar os versos com a intenção de pacificar a mente e manter o pensamento focado em certas energias. Logo, essas palavras também se tornaram instrumentos importantes para a prática da meditação. Ganharam, então, o nome de mantras.

O termo vem do sânscrito man, que significa pensar, e tra, instrumento. Os mantras são entendidos, portanto, como um meio de guiar o pensamento. "Ao contrário da linguagem comum, que serve apenas para a comunicação, os mantras contribuem para a formulação de idéias. Criam um estado mental que facilita o pensamento direcionado para uma determinada finalidade", diz Carlos Eduardo Barbosa, professor de Literatura Sânscrita no Instituto Narayana, em São Paulo. Em outro sentido, os mantras também podem libertar a mente e conduzir o pensamento para além do mundo material. "Com o mantra, que é um som espiritual, despertamos, acordamos para a vida espiritual e nos ligamos ao Sagrado", conta Rasananda Swami, líder religioso da Comunidade Hare Krishna de Nova Gokula, em São Paulo.

Ao longo da História, sábios, mestres e homens santos de várias religiões chegaram à mesma conclusão que os hindus. Presentearam, então, os fiéis com palavras e sílabas sagradas, que deveriam ser repetidas em ocasiões especiais. Alguns mantras se transformaram em ferramentas de relaxamento, úteis durante a meditação. Outros começaram a ser utilizados para atrair boas vibrações, bons sentimentos e sabedoria para a vida.

A maioria dos mantras foi mantida na língua original de cada religião. Recitados em sânscrito, chinês, hebraico, aramaico e outros idiomas, podem soar estranhos aos ouvidos desacostumados. Mas todos guardam significados profundos, ora convidando as pessoas a refletir sobre suas palavras, ora envolvendo-as com a energia que emanam. Aos que desejam experimentar o poder desses sons sagrados há apenas uma recomendação: ter fé e devoção. Regras simples para quem pretende, entre outras coisas, atravessar as tais portas que levem ao desenvolvimento espiritual e experimentar a transcendência.

www.comunidadeespirita.com.br

MANTRA NA FORMAÇÃO DO UNIVERSO

 


 
Já sabemos a importância das vibrações ou sons na formação do universo. Certos sons produzem diferentes conjuntos de vibrações no éter. Alguns destes, de freqüências baixas produzem reações e formam partículas de matéria, dando origem a formação de elementos. Como o microcosmo é a representação do macrocosmo, desvendando-se os segredos do micro pode-se conhecer os do macro.

Se nós fecharmos nossos olhos e tentarmos concentrar-nos ao nosso redor, o que sentimos? Todo tipo de poluição sonora. Dirigimos-nos a um local ermo, tranqüilo. Suponhamos no mato, lá também nós ouvimos o canto dos passarinhos, das cascatas, a dança das folhas das árvores ao ritmo do vento, etc. Parece quase impossível escapar do som externo.

Mas, fechando-nos num quarto a prova de som, e continuando a nossa experiência, depois de certa concentração, poderemos ouvir gradualmente a nossa respiração, o som do sangue fluindo nas veias, nas artérias, e o som do sistema nervoso.

Milhares de anos atrás os sábios e os yogis meditavam nas cavernas onde reinava o silencio absoluto. Retrairam suas mentes dos sons do corpo físico, focalizando-as nos centros de energia sutil, que chamamos de sete chakras. Estes sábios ouviram 50 diferentes vibrações dos 7 chakras e traduziram-nas através das cordas vocais, em 50 letras, dando origem ao alfabeto da língua Sânscrito.

O som de cada letra tem certa energia que ajuda controlar a performance [rendimento e atividade] dos determinados centros energéticos chamados de Chakras.  Cada uma destas 50 letras do alfabeto representa um

Rudra
 aspecto masculino da transmutação ou transformação

Shaktirúp
 aspecto feminino da transmutação ou transformação

Vishnu
 aspecto masculino da proteção e preservação

Shakti
aspecto feminino da proteção e preservação

Rishi
nome do sábio que está associado a letra e suas qualidades

Chanda
contexto musical que o alfabeto representa

Bija
como a semente de manga, contém uma árvore de manga,
assim, as letras contêm em si a entidade que representam,
como a letra "ga" é semente do Ganesh ou Ganpati

Para manter o nosso corpo físico dependemos basicamente dos cinco elementos, mas para os outros revestimentos, que nos colocam em posição diferenciada aos outros reinos [animais e vegetais], nós precisamos de energias mais sutis que provem do cosmo. Estas energias estão sempre a nossa disposição mas o seu proveito depende da capacidade de nossa antena, sintonização e processamento. Os centros de controle e processamento que estão no nosso corpo sutil são chamados de Chakras.

Cada aspecto ou manifestação do brahman seja grosseira ou sutil, física ou abstrata tem a sua própria vibração. Os rishis personificaram estas vibrações em deuses e deusas. Por ex.: Brahma, Vishnu, Shiva, Fogo, Terra, Ar, Água, Ganapati, Kártikeya, Laxmí, Kalí, Durgá etc., e combinaram as letras produzindo palavras que têm poder de invocar estas entidades, e estão em total harmonia com a energia que a entidade correspondente representa.  Este conjunto de palavras chama-se MANTRA.

A emissão do som pelo homem tem quatro estágios – para, pashyanti, madhyama e vaikhari. Nos primeiros três estágios o som não é audível e o processo começa no primeiro chakra – básico. No terceiro estágio o som chega ao quarto chakra – coração, aonde o som está quase formado e no último estágio, o som é ouvido através do Quinto chakra – Laríngeo.

Na Índia o Jaimuni foi primeiro a anunciar que o som é eterno e é a matriz da toda criação. O som no estado latente já existiu antes da vibração. Assim, não existe vácuo no universo tudo esta preenchido por este som estático. As propriedades do som mudam conforme a freqüência, amplitude, entonação, volume, harmonia, pronuncia, ritmo etc. A energia do som deve ser organizada e canalizada para produzir certos resultados e isto é feito através dos mantras.

Os mantras são baseados na combinação certa de letras e quando cantados de maneira especifica produzem certos efeitos no nosso organismo, não só no plano físico, mas também no plano mental e espiritual. As letras do mantra são representações das seqüências definidas do som que, para produzir o efeito desejado, devem ser pronunciadas corretamente e seguindo as regras da música – o sur [escala] e ritmo.

Ao pronunciar os mantras, certas vibrações sonoras são geradas e com a prática contínua criam o poder de trazer as energias da respectiva divindade dentro da pessoa. Quando a divindade é realizada ou é atingido o domínio sobre o mantra, o praticante recebe o poder que supostamente reside na divindade.

Para cada mantra existe um rishi (Criador) e um Deus (Entidade). A palavra mantra significa: fórmula sagrada. Literalmente Man em sânscrito quer dizer mente (o revestimento da mente), em sentido amplo Tra significa disciplinar, então, mantra seria disciplinar a mente.

Os mantras ligam de maneira muito especial, os aspectos subjetivo e objetivo da realidade. Segue um exemplo para ilustrar esta função:  o rei insiste com o ministro chefe, que é avançado espiritualmente e recita mantras, para ensinar a ele o seu mantra. O ministro hesita e nega, mas o rei insiste. O ministro ordena ao guarda-costas a prender o rei. Depois de várias tentativas, sem resultado, o rei se aborrece e ordena prender o ministro. No momento seguinte, o ministro preso dá risada e explica ao rei que nos dois casos, a ordem era a mesma e quem recebeu também mas, somente em um caso, foi cumprida. Em relação ao mantra, o resultado depende do preparo espiritual de quem o recita.

As palavras e sílabas não têm só o som, mas também têm significados que não são tão aparentes para os que ouvem só o som. As palavras dos mantras recitadas corretamente tornam-se entidades vivas e transcendem o plano mental quando é compreendida a mensagem e a vibração delas. 

Certos sons, quando articulados produzem efeitos no Akasha, que por sua vez colocam a fonte em comunicação com planos superiores. Quanto maior a articulação, melhor será a qualidade da comunicação. A natureza deste efeito pode ser não explicada pelo atual conhecimento da física mas existe uma relação entre o som e seu efeito no Akasha. Estes sons são conhecidos como as letras do alfabeto sânscrito e os mantras são compostos por estas letras. Como representam diferentes aspectos da energia cósmica, não são destituídos de poder, por isso antes de invocar uma força particular deve-se compreender muito bem a natureza desta força.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

MANTRA LIBERAÇÃO DA MENTE



Em Sânscrito, "man" significa mente, e "tra"significa liberação. Assim, mantra é a combinação de sons transcendentais que libertam nossa mente da ansiedade.

A pessoa que faz do mantra a fonte, extrai muitos benefícios desta prática. O efeito que se experimenta é o da expansão da consciência , a abertura das faculdades intuitivas. Seus corações , por assim dizer, abrem-se a todo tipo de beleza que existe, seja esta beleza algo objetivo ou mesmo espiritual.

Manners, inventou um instrumento cimático que transmite a "correta freqüência da saúde ao órgão". Esta teoria, que já se aplica com grande eficácia , concebe o organismo humano como um complexo acorde, no qual cada órgão possui um tom de afinação determinado. Restaurar a saúde deste órgão é restitui-lhe a sua correta afinação", vibração que é medida por freqüências de movimento da onda sonora.

Acaso não usamos amiúde o termo "estar harmonizado", quando alcançamos um determinado estado de afinação ou plenitude psicofísica? Encontram-se, representados na coluna vertebral humana, tanto os instrumentos de sopro quanto o de corda. A coluna é como uma flauta, cujo som flutuante é a medula espinhal, que sobe e desce com a atividade cerebral, a pulsação do coração e a respiração. Esta verdadeira coluna de luz e som vibra quando a energia vibratória flui através do corpo humano.

A ciência do som pode ser usada para a cura, na educação, no mundo dos negócios, na industria, no comercio. O som apresenta grande influencia sobre o corpo humano. Seu mecanismo inteiro - músculos, circulação sanguinea, nervos - é movido pelo poder da vibração. Como há uma reação entre o som e cada substância, o corpo humano é um bom ressonador para ele. Embora através do som possamos facilmente fazer ressoar certas substâncias como metal e o cobre, não há nada que ressoe mais do que o corpo humano.

Os mantras são formas de expressão espiritual vocalizadas, de cunho profundamente da realidade global das historia das civilizações humanas. Não existe nenhuma civilização passada ou presente que não tenha utilizado as fórmulas mântricas como elementos de integração da alma, e creio que nenhuma futura evitará esta bela manifestação. A base do mantra está no som, este grande e talvez maior dos elementos da arte universal.

matthias.grob.org

MANTRAS SÃO VETORES DE PODER


 
No Tibete, a tradição budista admite que a recitação dos mantras traz efeitos benéficos, essas palavras podem agir sobre a mente.

As palavras vibram através do som pronunciado, elas são os vetores de um poder muito grande.  É um sinal claro de seu poder, que é exercido em vários domínios, como se pode constatar facilmente.

Além disso, todo mundo sabe a importância que as palavras desempenham em nossos estudos, dos quais são um veículo indispensável. Um provérbio tibetano salienta muito bem a força da palavra:

As palavras não tem nem pontas, nem corte,
Mas podem ferir o coração de um homem.

Os tantras ensinam que o corpo do ser humano é inervado por uma rede de 72 mil canais sutis (sânsc. nadis), cujas extremidades acredita-se terem a forma de letras, mais particularmente das dezesseis vogais e das trinta consoantes do alfabeto sânscrito. Os ventos (sânsc.prana) que circulam nos canais são influenciados por essas formas, o que explica o fato de os humanos possuírem a faculdade de produzir uma grande variedade de sons, cuja combinação proporciona a riqueza da língua. A estrutura da rede dos canais sutis parece muito menos elaborada dos animais; é por isso que só dispõe de pouquíssimos sons para se comunicarem.

Um sexto elemento
Contudo, a configuração dos canais sutis não basta para conferir a possibilidade de se exprimir de maneira complexa. O corpo e a mente são, com efeito, compostos por cinco elementos: a terra, o fogo, o ar e o espaço. Os humanos possuem, um sexto elemento que falta aos animais: o elemento consciência primordial (sânsc. jnana).
Por causa desse elemento, o corpo humano é chamado "corpo vajra sêxtuplo". A consciência primordial permite, de um lado, exprimir-se com ajuda de um vocábulo muito amplo e, de outro lado, compreender o sentido do que nos é dito. Ela permite também a reflexão, a informação e o conhecimento.

Os mantras constituem um aspecto da linguagem cuja criação requer capacidades particulares. Tomemos alguém que tenha atingido um nível já bastante superior em relação à humanidade comum: a primeira terra de bodhisattva. Ele possui doze poderes cêntuplos: a capacidade de conhecer os acontecimentos de cem vidas passadas e de cem vidas futuras, de ir a cem campos puros simultaneamente, de escutar simultaneamente o ensinamento de cem buddhas, de permanecer ao mesmo tempo em cem estados meditativos, etc. Entretanto, mesmo um tal ser não pode criar um mantra.

À medida que um bodhisattva percorre a seqüência das dez terras, a potência de seus doze poderes é multiplicada por dez. Chegando à sétima terra, ele fica, além disso, totalmente livre do véu das emoções conflituosas. Mas, a faculdade de compor um mantra ainda lhe é vedada.

Na oitava terra, é produzida uma nova etapa na progressão do bodhisattva que confere à sua mente dez domínios: sobre a duração da vida, sobre os estados de absorção meditativa, etc., e principalmente, sobre o sentido das palavras, tanto que, a partir desse nível, a composição dos mantras torna-se possível.

Na décima terra, graças à "meditação semelhante ao vajra", o bodhisattva atinge a realização última, o estado de Buddha. Um Buddha que possui a onisciência tem, por definição, a faculdade de criar todas as categorias de mantras.

É apenas no nível das três últimas terras de bodhisattva, as "três terras puras", e do estado de Buddha, que a visão de todos os elementos que compõem o samsara e o nirvana é suficientemente vasta para que as implicações dos sons e das palavras sejam perfeitamente compreendidas, o que autoriza a enunciação de um mantra.

Os mantras assim criados veiculam o poder de purificar a mente e tornar evidente sua verdadeira natureza. Portanto, sua função é extremamente benéfica.

Tomemos como exemplo o mantra de Avalokita (Chenrezi), dito "mantra de seis sílabas", Om Mani Peme Hung. Atribui-se a cada uma das sílabas os seguintes poderes:

elas fecham a porta dos renascimentos
nas seis classes de seres do samsara;

elas eliminam as seis emoções conflituosas de base:
elas permitem realizar as seis sabedorias;
elas conduzem à prática perfeita das seis paramitas, etc.

Essas qualidades extraordinárias do mantra de seis sílabas foram descritas pelo próprio Buddha, assim como por Guru Padmasambhava.

Os mantras foram enunciados pelos buddhas e pelos bodhisattvas com ajuda das palavras e sons da língua sânscrita, considerada como língua ideal sobre a terra, superior a qualquer outra. Como o som desempenha um papel muito importante no uso dos mantras, os tibetanos nunca os traduziram para sua língua, mas os transcreveram graças a um sistema de transliteração que permite conservar o som sânscrito, utilizando o alfabeto tibetano. Assim, eles preservaram o poder espiritual inerente à sonoridade sânscrita e à enunciação original do mantra. Os efeitos dos mantras são muito vastos e muito poderosos.

kalu.dharmanet.com.br