domingo, 9 de maio de 2010

OS ANCESTRAIS E AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS DO NOSSO CORPO

 
De acordo com os ancestrais de diferentes partes de nosso mundo, nosso corpo sente e pensa. Por exemplo, no caso dos ancestrais das tribos australianas, quando uma pessoa se fere ou adoece, a tribo se reúne ao redor do enfermo e canta pedindo perdão à ferida ou parte afetada. E esta começa automaticamente a dar sinais de melhora e ocorrem curas milagrosas.

O mesmo ocorre nas assombrosas curas dos kahunas ou médicos magos havaianos. Eles entram em oração direta com a parte afetada pedindo-lhe perdão. Esse ato de oração envolve os magos, o paciente e todas as vidas durante as quais eles possam ter se encontrado e se envolvido com essa pessoa. E também ocorrem curas consideradas milagrosas.

No conhecimento ancestral Inca, tudo é reciprocidade, quando alguém adoece ou se enche de energia pesada ou “hucha”, por ter atitudes egoístas, não deixando fluir o “sami” ou energia leve. Por isso, nas curas se pede para aquela parte do corpo se harmonizar com ‘pachamama’ permitindo que o bloqueio se reequilibre. E a pessoa se cura.

No caso dos Lakotas, na América do Norte, eles falam com o corpo para informar-lhe que existe uma medicina que vai curá-lo. E logicamente as pessoas se curam.

Como vemos, examinando alguns casos de medicina ancestral, chegamos a uma interessante conclusão: os ancestrais aceitavam as partes de nosso corpo como um ser completamente inteligente e autônomo do cérebro. Isso durante os últimos séculos passou a ser considerado como fraude ou superstição. Mas vejamos agora as descobertas mais recentes da ciência. Você vai ficar estupefata (o).

A sabedoria do corpo é um bom ponto de acesso às dimensões ocultas da vida: é totalmente invisível, mas inegável. Os investigadores médicos começaram a aceitar este fato em meados dos anos oitenta. Anteriormente, considerava-se que a capacidade da inteligência era exclusiva do cérebro. Então, foram descobertos indícios de inteligência no sistema imune e, logo a seguir, no digestivo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA IMUNE
A Dra. Bert descobriu (e logo outros cientistas confirmaram), que existem tipos de receptores inteligentes não só nas células cerebrais, mas em todas as células, de todas partes do corpo (chamaram inicialmente de neuropeptídios). Quando começaram a observar as células do sistema imunológico, por exemplo, as que protegem contra o câncer, contra as infecções, etc., encontraram receptores dos mesmos tipos que os do cérebro.

Em outras palavras, suas células imunológicas estão literalmente vigiando cada um dos seus pensamentos, cada emoção, cada conceito que você emite, cada desejo que tem. Cada pequena célula T e B do sistema imunológico produz as mesmas substâncias químicas produzidas pelo cérebro quando pensa. Isto torna tudo muito interessante, porque agora podemos dizer que as células imunológicas são pensantes. Não são tão elaboradas como as células cerebrais, que podem pensar em português, inglês ou espanhol. Mas sim, elas pensam, sentem, se emocionam, desejam, se alegram, se entristecem, etc. E isto é a causa de enfermidades, de estresse, câncer, etc. Quando você se deprime entram em greve e deixam passar os vírus que se instalam em seu corpo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA DIGESTIVO
Há dez anos, parecia absurdo falar de inteligência nos intestinos. Sabia-se que o revestimento do trato digestivo possui milhares de terminações nervosas, mas que eram consideradas simples extensões do sistema nervoso, um meio para manter a insossa tarefa de extrair substâncias nutritivas do alimento. Hoje, sabemos que, depois de tudo, os intestinos não são tão insossos. Estas células nervosas que se estendem pelo trato digestivo formam um fino sistema que reage a acontecimentos externos: um comentário perturbador no trabalho, um perigo iminente, a morte de um familiar. As reações do estômago são tão confiáveis como os pensamentos do cérebro, e igualmente complicadas.

A INTELIGÊNCIA DO FÍGADO
As células do cólon, fígado e estômago também pensam, só que não com a linguagem verbal do cérebro. O que chamamos “reação visceral” é apenas um indício da complexa inteligência destes milhares de milhões de células. Em uma revolução médica radical, os cientistas acessaram uma dimensão oculta que ninguém suspeitava: as células nos superaram em inteligência durante milhões de anos.

A INTELIGÊNCIA DO CORAÇÃO
Muitos acreditam que a consciência se origina unicamente no cérebro. Recentes investigações científicas sugerem, de fato, que a consciência emerge do cérebro e do corpo atuando juntos. Uma crescente evidência sugere que o coração tem um papel particularmente significativo neste processo. Muito mais que uma simples bomba, como alguma vez se acreditou, o coração é reconhecido atualmente pelos cientistas como um sistema altamente complexo, com seu próprio e funcional “cérebro”. Ou seja, o coração tem um cérebro ou inteligência.

Segundo novas investigações no campo da Neurocardiologia, o coração é um órgão sensorial e um sofisticado centro para receber e processar informação. O sistema nervoso dentro do coração (ou o “cérebro do coração”) o habilita a aprender, recordar e tomar decisões funcionais independentemente do córtex cerebral. Além da extensa rede de comunicação nervosa que conecta o coração com o cérebro e com o resto do corpo, o coração transmite informação ao cérebro e ao corpo, interagindo através de um campo elétrico. somostodosum.ig.com.br

domingo, 2 de maio de 2010

AUTOCONHECIMENTO É A CURA ENERGÉTICA DO FUTURO

A Biologia da Crença
Ciência e Espiritualidade na mesma sintonia

Dr. BRUCE LIPTON, biólogo celular, renomado cientista norte-americano e professor universitário, cientista pesquisador, lecionou na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin, desenvolveu pesquisas na universidade de Stanford e seus estudos pioneiros sobre a membrana celular foram os precursores de uma nova ciência, a EPIGENÉTICA, da qual se tornou fundador e um dos seus maiores especialistas. Lipton colocou em cheque os próprios conhecimentos com o objetivo de “enxergar” um pouco além do que apontavam os mais tradicionais estudos da física e da biologia. A Biologia da Opinião é um revolucionário trabalho no campo da Nova Biologia.

Utilizando sólidas bases científicas  estabelece um link entre a biomedicina do passado e a essência da cura energética do futuro.não controlam nossa biologia; ao invés disso, o DNA é controlado por sinais que se originam fora da célula, incluindo as mensagens energéticas que emanam dos pensamentos. A profunda e esperançosa síntese do Dr. Lipton a respeito da melhor pesquisa em biologia celular e física quântica está sendo aclamada como uma descoberta revolucionária que mostra que nossos corpos podem ser mudados quando nós retreinamos nossos pensamentos.

A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca.

As células têm vontade própria e um propósito de vida. Procuram ambientes que sejam adequados à sua sobrevivência e evitam os que possam ser tóxicos e hostis. Por aproximadamente 2,75 bilhões de anos, a Terra foi habitada por seres unicelulares, mas as vantagens evolucionárias de viver em comunidade fizeram com que as colônias se transformassem em organizações de milhões, bilhões e até trilhões de células. Essa exigência evolucionária é reflexo da necessidade biológica de sobrevivência. Quanto mais consciência um organismo tem do ambiente que o cerca, melhores são suas chances de sobreviver. Quando as células se agrupam, aumenta exponencialmente sua consciência do meio.

Aproximadamente 96% das pessoas nascem com uma carga genética capaz de lhes proporcionar uma vida muito feliz e saudável. Somente 2 a 4% das doenças são estritamente genéticas (relacionadas a um único gene), as demais são resultado de complexas interações entre genes múltiplos e fatores ambientais.

No século 17, René Descartes negou o conceito de que a mente tenha influência sobre o corpo - a medicina tradicional, baseada em um universo de matéria puramente física e em conceitos Newtonianos, concordava com a teoria de Descartes sobre a divisão mente/corpo. A realidade de um universo quântico retoma conceitos que Descartes refutou - sim, a mente (energia) emana do corpo físico exatamente como ele pensava. A nova compreensão da mecânica do universo, porém, mostra como o corpo físico pode ser afetado pela mente não material. Pensamentos, que são a energia da mente, influenciam diretamente a maneira como o cérebro físico controla a fisiologia do corpo.

Quando se trata de habilidade de processamento neurológico, a mente subconsciente é milhões de vezes mais forte que a mente consciente. Se os desejos da mente consciente entrarem em conflito com os programas subconscientes, qual lado você acredita que vencerá? À medida que nosso cérebro vai aprendendo e incorporando informações no nosso “banco de dados”, vamos desenvolvendo nossas crenças e são as crenças que controlam nossa biologia. É nossa a decisão de escolher usar ou não uma “lente” que vê o mundo colorido, belo e harmônico, e é esta visão que vai atrair nossa “realidade”.

Mahatma Gandhi.
 “Suas crenças se tornam seus pensamentos,
seus pensamentos se tornam suas palavras,
suas palavras se tornam suas ações,
suas ações se tornam seus hábitos,
seus hábitos se tornam seus valores
seus valores se tornam o seu destino”
amaraljorge.blogspot.

AMIT GOSWAMI INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

O indiano Amit Goswami costuma dizer que todos nós temos dois lados. Um é o lado Isaac Newton - aquele que quer entender tudo em termos objetivos, matemáticos. Outro é o que ele chama, numa referência ao poeta inglês, de William Blake, mais sutil, que vê o mundo a partir de uma percepção intuitiva. Para ele, é na confluência desses dois lados que está a raiz da criatividade.

"Quase 100 anos de pesquisas sobre criatividade mostram que os cientistas também dependem da intuição. Nem tudo é racional, matemático", escreveu em O Universo Autoconsciente , publicado no Brasil pela Editora Aleph. Goswami sabe do que está falando. Ph.D. em física nuclear, até os 45 anos de idade estava mais para Newton do que para Blake. Era ateu convicto. Até que despertou para uma outra maneira de ver o mundo, ao perceber que era impossível realizar medições quânticas usando somente a inteligência racional e que a visão dos espiritualistas sobre o mundo era a mais acertada para entender a física quântica. Começou, então, a estudar as relações entre razão e intuição. Hoje, professor emérito no Instituto de Física da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, é um físico respeitado e especialista sobre essa nova ciência - do estudo da consciência dentro da ciência - que permite integrar o lado objetivo ao lado sutil: a inteligência espiritual.

Não é papo esotérico. A inteligência espiritual é uma evolução na maneira como a ciência descreve nossa relação com a vida e com o mundo. Por décadas, acreditou-se que a base para uma vida de sucesso era o quociente de inteligência, ou QI, 100% baseado na compreensão e manipulação de símbolos matemáticos e lingüísticos.

Nos anos 90, Daniel Goleman criou a expressão "inteligência emocional" para descrever a necessidade de se desenvolver o autoconhecimento e a empatia. Mais recentemente, cientistas encontraram evidências de que o cérebro humano foi programado biologicamente para fazer perguntas filosóficas e subjetivas, como "quem sou eu?" ou "o que torna a vida digna de ser vivida?".

O neuropsicólogo Michael Persinger e o neurologista Vilayanu Rama Chandran, da Universidade da Califórnia, identificaram no cérebro humano um ponto chamado de "módulo Deus", que aciona a necessidade humana de buscar um sentido para a vida.

É sobre isso que fala Goswami em sua participação em Quem Somos Nós?, um filme polêmico que defende que a realidade pode ser alterada por nossos pensamentos. Autor de livros como O Médico Quântico (Cultrix) e A Física da Alma (Aleph), ele se tornou quase um ídolo pop depois do filme. É requisitado mundialmente para conferências e virá ao Brasil em agosto. Semanas antes da viagem, ele falou a Época NEGÓCIOS.

"Inteligência também é criatividade.
É como você vai além da mente, além do conhecido"

O que é inteligência espiritual? A palavra espírito pertence à definição de espiritual, que significa holístico, pleno, a base do ser, e tem uma conotação antiga. Eu uso o termo "inteligência supramental", porque significa a inteligência além do mental. Tem a ver com nossos valores, virtudes e com os arquétipos que definem verdade, beleza, amor, justiça, bondade. É uma inteligência mais ligada à intuição do que à razão.

Como podemos desenvolvê-la? Temos quatro tipos de percepção: a sensação, no plano físico, a emoção, no plano vital ou energético, e o pensamento, no plano mental. E também a percepção sutil, a intuição, no plano supramental. Quando dependemos apenas do racional, que é a tendência hoje em dia, jogamos fora nossa intuição. O aspecto sensorial nós não descartamos, porque ele faz parte da relação física com o mundo, mas freqüentemente ignoramos bastante a emoção e a intuição. Isso precisa mudar.

A inteligência espiritual está se tornando mais importante? Nos últimos 50 anos, desenvolvemos uma visão de mundo materialista, reforçando os lados sensorial e mental. Ainda acreditamos que o mental faz parte do físico, que a mente é um fenômeno criado pelo cérebro. O que proponho é que, ao contrário, é a mente, a consciência, que cria não só o cérebro, mas a vida, a realidade que percebemos. De outra forma, qualquer conceito que não possa ser definido pelo materialismo é negado.

O senhor critica a "cultura da informação" em que vivemos hoje. Por quê? A cultura materialista coloca muita ênfase na informação. As pessoas hoje vivem na internet, perdendo muito tempo para processar informação sem conteú­do, quando poderiam estar vivendo a vida de maneira mais voltada para o interior, para a subjetividade. Deveríamos dar muito mais atenção a nosso mundo interior.

Como fazer isso? Entendendo que a consciência é a base da existência. Ao dar valor primordial à consciência, podemos apreender todas as suas qualidades, não só as experiências materiais e sensoriais, mas também o que sentimos e intuímos. Essa intuição é um fenômeno que se explica pelo conceito de não-localidade, uma comunicação na qual não há troca de sinais, explicada pela física quântica. É um fenômeno em que moléculas, elétrons e pessoas se comunicam mesmo a longas distâncias. Isso é a evolução de nosso conceito de inteligência, porque previamente o argumento era que inteligência era a maneira como usamos nosso computador cerebral. Lógico que existe um componente em seu DNA que explica como você usa seu cérebro, mas inteligência também é criatividade - é como você vai além da mente, além do conhecido. Precisamos integrar a intuição e a criatividade a nossa razão.

Nem só razão, nem só emoção. Para o indiano Amit Goswami, a base da criatividade é a inteligência que se baseia nas percepções sutis e na intuição. Veja o que o físico indiano fala sobre inteligência espiritual.

Esta mudança da ciência, de uma visão materialista para uma visão espiritualista, foi quase totalmente devida ao advento da Física Quântica. Ao mesmo tempo, houve algumas mudanças em Psicologia Transpessoal, em Biologia evolucionista, e em Medicina. Mas acho que é correto dizer que a revolução que a Física Quântica causou na Física, na virada do século, seria baseada não apenas no movimento contínuo, mas também no descontínuo. Não apenas transferência local de informações, mas transferência não-local de informações. É um conceito interessante, pois os físicos sempre acreditaram que a causalidade subia a partir da base: de partículas elementares, átomos, para moléculas, para células, para cérebro. E o cérebro seria tudo. O cérebro nos daria consciência, inteligência, todas essas coisas. Mas descobrimos, na Física Quântica, que a consciência é necessária, o observador é necessário. É o observador que converte as ondas de possibilidades, os objetos quânticos, em eventos e objetos reais.

Às vezes, eu digo que todos nós, todas as pessoas, cientistas, todos nós temos dois lados. Um é semelhante a Newton, que quer entender tudo em termos de objetividades, ciências e matemática, e o outro é William Blake, que é místico e ouve diretamente, intuitivamente, desenvolvendo seu retrato do mundo baseado nessa percepção intuitiva. O que ocorre nessa integração é que começamos a entender a natureza da criatividade. E a falsa idéia de que cientistas só trabalham com idéias racionais e matemáticas, está, aos poucos, caindo.

Einstein disse isso muito claramente: "Não descobri a Teoria da Relatividade apenas com o pensamento racional". As pessoas não levam a sério tais declarações. Mas Einstein falou sério. Ele sabia que a criatividade era importante. Agora, quase cem anos de pesquisas sobre criatividade estão mostrando que os cientistas também dependem da intuição. Eles também dependem de visões criativas para desenvolver sua ciência. Nem tudo é racional, matemático; nem tudo é pensamento racional.

Sou um grande seguidor de Jung. Acho que Jung foi dos precursores da integração que está ocorrendo agora. Nos meus primeiros textos, eu citava muito a afirmação de Jung de que, um dia, a Física Nuclear e a psicologia se unirão. Acredito no conceito de arquétipo de Jung, que fala de aspectos eternos da consciência, contextos eternos da consciência. Acho que é um conceito muito poderoso. Mas, ao mesmo tempo, na Física Quântica, existe a idéia de que tudo que pertence à consciência são possibilidades. E por causa disso, por tudo ser possibilidade, surge a questão: alguém pode ir além de arquétipos fixos e considerar que os arquétipos estão evoluindo?

Devemos levar nosso mundo interno muito mais a sério. E, quando fazemos isso, nossa vida interna adquire uma enorme importância. Sim, a vida interna lida com o pensamento, a beleza, os arquétipos, de uma forma diferente que a vida externa, materialista. E, focalizando na vida interna, não só podemos nos transformar (essa é a parte mística), mas também podemos ter visões sobre o que criar, como criar, sobre nossas artes, sobre nossa música, até sobre a ciência. Revista Época Negócio

ESPIRITUALIDADE NO TRABALHO

O mundo das corporações e empresas é parte de uma nova vivência espiritual que está levando ao nascimento da espiritualidade prática, que por sua vez leva a um crescimento diário e constante, ao contrário da espiritualidade vivida na era anterior.

Nessa nova fase, o abandono do mundo físico e carnal em nada contribuirá para o nascimento da força espiritual verdadeira, apenas tornará o caminho mais longo, em vez de mais curto.

Algumas pessoas podem se perguntar sobre o que acontecerá se as pessoas não quiserem seguir essa nova sintonia. A resposta é muito simples: serão dinossauros num mundo em constante mutação. As empresas estarão cada vez mais abertas a pessoas que estejam seguindo esses caminhos, principalmente porque as inovações tão necessárias nos tempos atuais serão geradas por essa nova massa crítica de guerreiros espirituais.

Os ensinamentos dos mestres estão aí para todos desfrutarem e, mais do que nunca, a força divina se fará presente em cada ser humano na face do planeta, e será realizada a Grande Obra do Grande Arquiteto, e isso será feito no dia-a-dia.

Quando vamos para o trabalho, surge um excelente momento para ativarmos os níveis superiores de consciência. Na maior parte das vezes, estamos com um pouco de sono e já preocupados com o que vai acontecer ao chegarmos. Essa hora pode fazer toda a diferença do mundo para que tenhamos um dia bom.

Manter a mente limpa por alguns instantes, mesmo no trânsito das grandes cidades, não é difícil. E além do mais, se preocupar com algum problema não o resolve. Podemos chamar isso de primeira atitude espiritual. A segunda e mais importante é não fazer aos outros o que não gostaríamos que fosse feito conosco. Essas duas atitudes levam o ser humano a se sintonizar com energias mais elevadas e a constituir um corpo mental e espiritual mais forte.

Tudo está levando o ser humano a atingir novos níveis de conscientização, mudando até a idéia que se tem com relação ao capital e sua função na sociedade. Hoje, o acúmulo de capital está se tornando um símbolo de algo que deve ficar no passado: o dinheiro deve circular e gerar mais riqueza. As filosofias nascidas nos últimos tempos têm nos ensinado que a prosperidade é uma forma de energia que, para crescer, deve ser compartilhada por todos.

Mesmo o poder já não é mais visto como um fim em si, mas como uma forma de compartilhar interesses. As empresas não querem mais o chefe todo-poderoso, que manda e todos obedecem sem questionar. O que elas buscam são pessoas que possam ser catalisadores de mudanças, que permitam a todos atingirem o máximo de suas potencialidades. http://www.revistasextosentido.net/

sábado, 1 de maio de 2010

ESPIRITUALIDADE CONSCIENTE NAS EMPRESAS

Após anos de pesquisas, um psicólogo pesquisador, chegou a conclusão que, quem cuida do corpo, mente e espirito, tem uma vida mais saudável e mais feliz.

Se você, de alguma forma duvida disso, saiba que 91% dos grandes, líderes e chefes, segundo a revista Fortune, aprenderam a ter ética, respeito e valores morais.

A espiritualidade que esteve durante muito tempo restrita, somente a religiões, agora tem congressos, cursos e livros abordando o tema, e melhor, longe dos templos e das igrejas, mas com certeza mais perto do coração das pessoas.

Hoje a globalização abala as fundações das certezas milenares criando um admirável novo mundo que está reorganizando os espaços espirituais e esse mundo moderno, com suas incertezas e problemas, faz com que empresários e gerentes sintam a angústia do mundo que está nascendo e muitos estão buscando na espiritualidade, um caminho de equilíbrio, pois estão descobrindo que para estas transformações serem positivas, elas devem vir de dentro de cada um, naquele lugar em que nasce a fé na vida e no humanidade.

Por isso, cada vez mais os líderes nas empresas estão descobrindo que trabalhar a espiritualidade, é estudar paradigmas da vida e encontrar novas respostas para as perguntas do dia-a-dia empresarial.

Sabe-se que mesmo por distâncias incomensuráveis do universo, estamos conectados a tudo e todos e sendo assim somos responsáveis por nós e pelo outros em nossa volta, pois tudo está conectado numa cadeia que responde de forma boa ou ruim de acordo com nossas ações.

E nas últimas décadas, apesar de todos os avanços que o homem conseguiu, de suas façanhas tecnológicas e até a descoberta de outros mundos, o ser humano deixou de lado o mais importante, amar o próximo como a si mesmo.

O estudo da espiritualidade, nos ajuda a compreender, entender e respeitar o outro. Nela aprendemos, amar, respeitar, hierarquia, autoritarismo, questionar ideias e não pessoas. Esse questionamento, deve despertar novas ideias e agregar, melhorias ao ambiente de trabalho.

Para os empresários, a espiritualidade, visa um planejamento estratégico, um intercâmbio de informações, ou seja, valores morais, hábitos, missão, contribui para uma mudança de valores, pois a ignorância é a causa principal da pobreza, pois a fusão do técnico com o eclético, torna uma integração individual e social e igualitária.

Valores morais, éticos, solidariedade, compaixão, são conceitos corretos e qde pessoas com atitudes, atitudes elas positivas, que não estão somente ligados a religião, contudo temos que aprender um conceito espiritual para assim, melhorarmos a nós mesmos e a sociedade na qual vivemos.

Não vamos catequisar o trabalhador em alguma religião específica do dono da empresa e sim, mostrar valores universais vindos de todas as religiões. É uma questão mais universal e naõ religiosa. Nessa base, analisamos o mundo de um lado espiritualista, principalmente quando tratamos de ética e bom senso.

Ao pensarmos desta forma, aprendemos que não é necessário ter espaços para meditação, orações etc, aprende-se que ações sustentáveis socialmente e espiritualmente são boas para o desenvolvimento das capacidades renovadoras nas empresas.

Não basta criar incentivos financeiro, hoje as pessoas para serem motivadas dentro da empresa, devem ir laém de simplesmente vender produtos e serviços, os funcionáriso devem se sentir parte de algo maior, até porque os consumidores também estão exigindo uma nova maneira de lidar com os produtos e empresas, hoje a compra é influenciada pela valorização da missão e os objetivos empresariais, na hora de adquirir algo, o consumidor não vê somente o preço mas como a empresa lida com os funcionários e também com o planeta.

Sei que parece um discurso utópico, mas várias empresas estão implantando uma gestão que trabalha a espiritualidade e mudando aforma de pensar o seu negócio. Isso acontece não só no Brasil, mas em todo mundo, isso levará a surgir uma nova safra de empresas e ONG´s.

Hoje a força da mudança está nas empresas, que sabendo lapidar esta capacidade, em prol dos seus funcionários, das populações e por meio de ações sociais, cria um conjunto de valores poderosos e transformadores.   www.revistasextosentido.net/

ESPIRITUALIDADE CHEGA NAS EMPRESAS

A espiritualidade, que sempre esteve mais restrita às religiões, está hoje penetrando campos inesperados. Quando poderíamos imaginar que empresários e executivos buscassem ajuda em atividades tão diferenciadas, dentre as quais estivesse a espiritualidade? Quando poderíamos imaginar que um dia pudessem ser realizados congressos com a presença deste tema? Ficamos admirados com sua emergência e imaginamos que isto tenha acontecido de repente.

Sem que pudéssemos esperar, a espiritualidade nos surpreende ao surgir como uma espécie de tábua salvadora para nossas angústias atuais. É o que parece, mas a espiritualidade vem sendo semeada há muito, inclusive por homens de ciência.

Segundo o físico Fritjof Capra, um dos artigos de Einstein criou a mecânica quântica e com ela emergiram paradoxos que abalaram os físicos da época. Descortinou-se um mundo novo, provocando reflexões como esta do físico Werner Heisenberg: "será este mundo tão absurdo como nós está provando nossas pesquisas?". Esta expressão deveu-se a mudanças como esta expressada pelo físico Niels Bohr: "as partículas materiais isoladas são abstrações, e suas propriedades são definíveis e observáveis somente através de sua interação com outros sistemas".

Semelhantemente aos físicos, talvez a globalização nos esteja ajudando a descobrir um mundo novo dentro das organizações. A tensão atual tem feito com que empresários e seus gerenciadores permaneçam abertos a qualquer possibilidade de ajuda. A angústia tem sido muito intensa. Não se pode perder oportunidades e a espiritualidade parece mostrar-se como um caminho adequado. Contudo, não há possibilidade das organizações colherem os expressivos frutos resultantes da espiritualidade, se empresários e seus gerenciadores não estiverem verdadeiramente envolvidos com seus propósitos. "Se qualquer organização quiser sobreviver, terá que promover radicais transformações em si mesma. Estas não se referem a estrutura, mas sim aos valores, essencialmente, aos valores do coração e da alma", diz Judi Neal, professora de gerenciamento da Universidade de New Haven.

Portanto, compreender a espiritualidade significa questionar paradigmas usuais, ver uma realidade diferente daquela de costume, encontrar formas menos sofridas de convivência, entender nossa interdependência e necessidade de ajuda mútua.

Essas questões ficam veladas pela aparência das coisas, mas nas organizações tornam-se mais visíveis na medida em que nos perguntamos: "quais são as marcas da evolução das organizações inclusive empresariais? Não nos é exigido grande esforço para perceber que uma dessas marcas é a fragmentação: foco técnico de um lado e foco humano do outro, departamentos organizadamente separados, cada indivíduo na sua posição hierárquica, realizando a específica função para a qual se especializou. Isto significa que traçamos limites divisórios, mas "o resultado de tal violência, apesar de ser conhecido por muitos outros nomes, é simplesmente infelicidade", diz o bioquímico Ken Wilber. Traçar limites significa dar origem a antagonismos, inventar batalhas, fomentar competições, criar inimigos. As divisões podem até ser úteis como referenciais, mas quando as transformamos em verdades, temos como conseqüência o fomento das atitudes defensivas, as quais tendem a imobilizar uma empresa. A energia humana que poderia ser integralmente utilizada na produtividade, é desviada para a defensividade, porque, competição significa ameaça e quem se sente ameaçado se defende.

Não há separações como nos demonstram o físico Albert Einstein: "um ser humano (...) concebe a si mesmo, (...) como algo separado de todo resto, uma ilusão de ótica de sua consciência...", o filósofo e matemático Alfred North Whitehead: a "comunidade das realidades do mundo significa que cada acontecimento é fator na natureza de todos os outros..." e os mestres taoístas Sen Tsan: "... a Verdadeira Mente não é dividida, quando nos pedem uma identificação direta, só podemos dizer: Não-Dois", Lao Tsé: "Com o barro o oleiro faz o vaso, mas este só ganha significado pelo seu vazio interior. Assim são as coisas físicas, parecem o principal, mas o valor está na metafísica". Podemos perceber claramente uma convergência entre físicos e místicos, definindo uma identificação entre espiritualidade e unidade universal.

Como partes inseparáveis do universo, não somos apenas responsáveis por nós, mas por tudo o que nos cerca e por tudo o que fazemos. Por mais paradoxal que pareça, temos que aprender a cuidar de nós mesmos na medida em que cuidamos dos outros. Pode-se pensar: "como posso não estar separado, se não sinto a dor que o outro sente?" Isto é tão somente uma verdade aparente, pois ampliando nosso nível de consciência, sentiremos a dor como o outro a sente, da mesma forma que a mãe sente em relação ao filho. Um exemplo marcante está na relação entre Mao Tsé Tung e Dalai Lama. Mao invadiu o Tibete, destruiu a quase totalidade de seus templos e exterminou inúmeros tibetanos. Quando de sua morte, perguntaram ao Dalai Lama: "e agora que Mao morreu o que o Sr. tem a dizer?" O Dalai Lama respondeu: "é mais uma alma para a qual eu tenho que rezar". Para os Lamas tibetanos, o chinês não é um povo cruel, mas tão somente ignorante, ou seja, não sabem o que ainda estão fazendo. Contudo, os chineses obrigaram os tibetanos a espalhar a mensagem que visa transformar o planeta num paraíso semelhante àquele em que viviam

Fragmentar significa perder. Por exemplo, ao separar o foco técnico do foco humano, valoriza-se um em detrimento do outro, pois somente assim pode-se escolhe. Toma-se o escolhido e joga-se fora o outro, despreza-se o que há de interessante no foco descartado. Por considerarem ingênuas as abordagens que baseiam-se no foco humano, mesmo porque, lidar com o humano exige um preparo que empresários e gerenciadores negam-se a alcançar, optam pelo foco técnico e perde-se o potencial contido dentro do humano.

Wilber nos diz: "a consciência da unidade é o verdadeiro território sem limites". Cristo nos deixou: "a fim de que todos sejam um; como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós" (João 17:21). É preciso repensar as idéias fragmentadoras da realidade ou Cristo e Wilber está completamente errados.

São fatos que indicam que espiritualidade significa caminhar em direção à integração, à união, à unidade universal. Qual a possibilidade de começarmos a refletir sobre a ajuda que a espiritualidade pode fornecer às organizações, inclusive empresariais? Precisamos entender que a espiritualidade configura-se como um caminho que nos ajuda a desenvolver a consciência de estar neste mundo de um modo responsável. Ser responsável por si mesmo significa ser responsável também pelos outros. Para tornar possível o alcance da consciência deste fato, é preciso libertar a própria essência. Está na essência de cada um o maior potencial de contribuição à disposição da sociedade, um bem deveras precioso para ser jogado fora como temos feito desde a revolução industrial. A espiritualidade pode ajudar-nos a assumir nossas responsabilidades perante a vida em todos os sentidos, dos quais a responsabilidade profissional é apenas uma.    http://www.guiarh.com.br/

sábado, 17 de abril de 2010

FORÇA DA MENTE

Henry Ford disse: "Se desenharmos fortemente na mente a coisa desejam, um pequeno ente espiritual que está dentro de nós irá em busca desta coisa desejada até o devido lugar e voltará com ela".

É exatamente isso. Atraímos para nós as coisas que desejamos com uma força magnética. Não devemos, porem, ter multa pressa em ver o resultado. Se ficarmos multo impacientes em ver o resultado, enquanto a coisa desejada está se aproximando“Ainda não vem, ainda não vem” fará estacionar no meio do caminho a coisa que vem se aproximando e impedirá a sua concretização. Por isso, enquanto a coisa desejada não chega, deve-se acreditar: “Já está se aproximando de mim... Já está se aproximando...” e manter-se firme na crença de que seguramente  realizado, sem jamais se Impacientar.

Mesmo que você deseje algo magnífico, se não sabe para que utilizá-lo depois de conseguido, se não tem um objetivo certo onde empregá-lo, ele pode não se realizar. Vamos supor que uma pessoa deseje um milhão de cruzeiros e lhe apareça essa quantia, mas a pessoa não sabe o que fazer com o dinheiro. Nesse caso, o seu desejo de possuir um milhão de cruzeiros não é um desejo sincero, do fundo da alma. Por não ser um desejo verdadeiro, não se concretiza. É preciso desenhar na mente com nitidez idéias objetivas: “A coisa conseguida será empregada de uma maneira útil nisto e naquilo; ela será utilizada em tais e tais coisas boas que não prejudiquem ninguém”. E ter firme convicção de que estas coisas concretas virão mesmo.  Se a ambição é boa, se está bem clara e definida, você poderá buscar quanto quiser. Não há necessidade alguma de fazer cerimônia dizendo que não merece um destino tão magnifico. "A unidade de propósito é um dos fatores essenciais do triunfo"

Disse Henry Ford:  "Oitenta por cento (80%) da humanidade não sabe o que quer. Se perguntarmos a quinze por cento (15%) o que quer, dirá alguma coisa vaga sem a menor definição. E, finalmente, somente cinco por cento (5%) sabe o que quer, como quer e porque o quer.

www.imagick.com.br

SEUS PENSAMENTOS CRIAM OS SEUS AMANHÃS


As pessoas frequentemente me perguntam, "O que são afirmações e como eu posso usá-las?" Uma afirmação é uma declaração que fazemos. Se as afirmações são usadas consistentemente, elas se tornam crenças e produzirão sempre resultados, algumas vezes de modos que nem mesmo podemos imaginar.

Eu sempre disse: "A vida é simples. O que emitimos, recebemos de volta". Nós podemos dizer em voz alta ou pensarmos uma afirmação durante todo o dia, tal como "Tudo está bem", inúmeras vezes. Ou podemos ter uma lista de 20 afirmações e apenas dizermos ou escrevermos uma a cada dia. O número de vezes que dizemos ou escrevemos uma afirmação está realmente a critério de cada indivíduo.

Quando nos concentramos nestas afirmações e começamos a mudar o nosso modo de pensar, a nossa voz interior reage imediatamente a estes novos pensamentos.  Precisamos dizer para nós mesmos: "Obrigada por compartilhar. Este é um pensamento que eu estarei lhe enviando muitas vezes, assim acostume-se a isto!" É como se a nossa mente fosse um arquivo e estes pensamentos fossem novos documentos que estamos colocando nele.

Este é o momento em que vocês ou curtem ou não curtem a sua vida. O que vocês estão sentindo agora, criam os seus amanhãs. Isto não é uma coisa maravilhosa para saber? Vocês estão no comando da sua vida!

Se estiverem fazendo afirmações positivas e não estiverem alcançando os resultados que querem, então analisem para ver com que freqüência durante o dia vocês se permitem a se sentirem tristes ou perturbados. Estas emoções são exatamente o que está adiando a manifestação de suas afirmações e interrompendo o fluxo da sua prosperidade.

Nós vivemos em um Universo em expansão, ilimitado. As possibilidades a nós disponíveis estão bem além do que as nossas mentes humanas possam imaginar. A única coisa que sempre nos limita é o nosso pensamento. Nós desperdiçamos os nossos pensamentos, com limitações. Nossos pensamentos são muito preciosos Cada pensamento que temos está criando o nosso futuro. Cada pensamento!

A cada vez que temos um pensamento que nos faça sentir mal de algum modo, é um pensamento desperdiçado. Não somente desperdiçamos uma oportunidade de termos um pensamento positivo e criarmos uma vida magnífica para nós mesmos, nós contribuímos com a pilha de pensamentos que nos trazem experiências desagradáveis.

Cada pensamento é precioso. Nós podemos aprender a pensar em afirmações positivas. Sim, dá trabalho adquirir o controle sobre os nossos pensamentos, entretanto, as recompensas são tremendas. O passado não tem poder sobre nós. O nosso poder se encontra nos pensamentos que escolhemos ter hoje. Lembrem-se, há oportunidades infinitas para a prosperidade ante nós.

Podemos ter pensamentos felizes. Podemos ter pensamentos positivos. Podemos dizer: "Sim, eu posso fazê-lo!" Nós podemos ter pensamentos que nos façam sentir alegres. Podemos aprender a pensar somente em toda a prosperidade no mundo. Podemos elevar os nossos pensamentos. Podemos saudar o dia com um sorriso. Podemos permitir que o mundo saiba que estamos felizes por estarmos vivos. Podemos expressar gratidão a cada momento. Podemos amar os nossos corpos. Podemos ser o nosso melhor amigo. Através de nossas ações, seremos um exemplo para os nossos filhos. Apenas ao nos observarmos, eles aprenderão a como criar uma vida feliz e satisfatória.

Nossa recompensa é que iremos assistir dia a dia as nossas vidas se transformando em experiências mais alegres, amorosas, saudáveis, prósperas, fabulosas. E isto durará pelo resto de nossas vidas na Terra. Assim se exercitem a ter pensamentos que lhes façam sentir bem. Deste modo, vocês estarão sempre criando a sua vida com alegria. A alegria traz sempre mais coisas que nos façam alegres.

Afirmem: Eu sou o único pensador em minha mente. E eu escolho ter pensamentos alegres, felizes, amorosos e positivos, durante 24 horas, nos 7 dias da semana. Eu amo a Vida e a Vida me ama. www.imagick.com.br

PSICONEUROIMUNOLOGIA SOMOS O QUE PENSAMOS


Conseguiu se provar cientificamente que a consciência determina, de fato, o nosso estado de saúde.  O mérito da comprovação é da psiconeuroimunologia, que estuda a relação entre pensamentos, emoções, comportamento o sistema imunológico do ser humano.

Os resultados das pesquisas confirmam o que a tradição esotérica sempre soube: somos o reflexo do nosso mundo mental.

Joan Kroc, viúva do fundador da cadeia de lanchonetes McDonald's, doou em 1989 dois milhões de dólares à Universidade de Los Angeles para que cientistas de vários campos possam pesquisar de que modo a alma é capaz de fazer adoecer ou curar o corpo.  Assim partindo dos hambúrgueres se construiu na Califórnia a ponte para a medicina integral.  Reunir o grupo de dez cientistas que começou essas pesquisas seria inimaginável alguns anos atrás, quando uma conversa entre imunologistas, especialistas  neurologistas, de um lado, e psiquiatras e psicólogos, de outro, dificilmente chegaria a um denominador comum.

Mas os tempos mudaram. Hoje existem muitos pontos de contato entre eles, graças
a um novo campo de pesquisas que se está espalhando rapidamente pelos Estados Unidos a psiconeuro-imunologia. Esse novo campo de pesquisas une o que, até agora, escava totalmente separado na medicina.

O que tem a ver a alma de uma pessoa, pensamentos, emoções e comportamento com seu sistema imunológico, aquele importante guardião da saúde? Ainda há pouco essa questão era ridicularizada pelos especialistas. Durante décadas foram concentrados esforços internacionais em desvendar, passo a passo, os segredos das células imunes (as responsáveis pela defesa do organismo, como os glóbulos brancos). 

Os especialistas chegaram à conclusão de que o sistema imunológico, depois do cérebro, é o sistema mais complicado do corpo e desenvolveu, relacionando-se
com milhões de germes hostis, uma precisão letal, se pensava, ele era autônomo. Todas as células entendiam tão bem seu serviço que nenhuma delas precisava de conselhos de ninguém.  Pensamentos, emoções e tudo que acontecia na cabeça
não tinham nada a ver com o sistema imunológico assim parecia.

Tal conceito estava totalmente de acordo com o paradigma da medicina ortodoxa. Até pelo menos 400 anos o dualismo corpo alma era um axioma, segundo o qual
as moléstias surgem apenas por causa de deslizes no plano físico e não têm nada
a ver com a consciência.

Quem acreditava que uma doença pudesse ser causada por influências psicológicas, sociais ou mentais conseguia no máximo sorrisos de desdém por parte dos médicos ortodoxos.

A mudança veio do cosmos. Durante a missão Apollo III, uma explosão a bordo colocou em perigo a volta à Terra e os astronautas ficaram extremamente estressados.

Os médicos da Nasa descobriram que a quantidade de células imunes diminuíra bastante, e dois dos três astronautas estavam com uma resistência tão baixa que ficaram com gripe. Será que foi o estresse que reduziu o número de células imunes? Será que o sistema imunológico não é autônomo?

No fim dos anos 70 se abandonou a hipótese da autonomia do sistema imunológico
o "acaso" teve um papel predominante. Quando começou uma experiência bem comum com camundongos, o psicólogo Robert Ader, da Universidade de Rochester, no Estado de Nova York, sequer sonhava que estava perto de descobrir a relação entre psique e sistema imunológico.

Desde as pesquisas com cães feitas pelo vivisseccionista russo Pavlov, essa é uma experiência padrão nas pesquisas psicológicas.  Ader ensinou os animais a rejeitar água com açúcar, colocando na água uma substância que causava enjôo: ciclofosfamida. Os camundongos aprenderam depressa. Depois da primeira dose da mistura eles associavam uma coisa com a outra e rejeitavam a água açucarada. Ader tirou então o medicamento e, com o tempo, os camundongos começaram novamente a confiar na água com açúcar.

Após algumas semanas, muitos camundongos adoeceram e alguns morreram o que era totalmente inesperado e misterioso por se tratar de camundongos saudáveis e novos. Será que o medicamento também enfraquecera o sistema imunológico dos animais? Improvável, pois eles haviam tomado apenas uma dose da substância, o que não podia ter tido resultados tão negativos.

Ader teve então uma idéia brilhante. Da mesma forma que aquela única dose causou durante tanto tempo uma aversão às doses de água com açúcar, o sistema imunológico ficou enfraquecido durante muito tempo, o que somente podia ter sido causado pela reação psicológica ao medicamento. Os camundongos aprenderam a associar a mistura ao enjôo; cada vez que bebiam o líquido, o estado psicológico ligado à rejeição levava os a um enfraquecimento contínuo do sistema imunológico, até ficarem doentes e morrerem.

A conclusão era óbvia: o sistema imunológico é condicionável. Já que reage ao poder do costume, devia ser influenciável pelo cérebro. Com isso, foi se o mito da sua autonomia e nasceu a psiconeuro-imunologia.

"Bem, e daí?", dirão muitos adeptos da Nova Era. "É claro que a mente controla o corpo. Além disso, de qualquer modo, tudo está ligado a tudo." Sim, mas exatamente como? Já há três mil anos a literatura médica da Índia vê o corpo como uma projeção da consciência.

Quem leva a integração de tudo a sério precisa saber com clareza de que modo a mente movimenta as moléculas do corpo. Como nossos pensamentos e emoções conseguem nos fazer adoecer ou curar? Como aquela consciência imaterial influencia os processos biológicos?

Diante disso, a medicina ortodoxa se cala com orgulho. Ela não considera a consciência como algo sério! Mas, se nos dirigimos a um terapeuta holístico, naturopata, a um homeopata, acupunturista ou médico espiritualista, recebemos quatro respostas diferentes. Todos falam de energias, mas cada um de uma energia diferente. E, no fundo, ninguém sabe o que quer dizer "energia".

Tampouco a psiconeuro-imunologia tem respostas claras. Mas o que ela postula nos últimos anos é fascinante: qualquer coisa acontecendo no cérebro é observada pelo sistema imunológico. Se se trata de estresse, desespero ou de bem estar e felicidade, as células imunes sabem - e, dependendo do caso, sua ação é diminuída ou aumentada. Os mensageiros das informações para o cérebro/sistema imunológico trabalham com substâncias pequeninas: os neurotransmissores e os peptídios. Até agora foram descobertos mais ou menos 70 deles, mas provavelmente existem algumas centenas. Eles são produzidos pelo cérebro [a maior "glândula" do corpo] e se instalam em determinados lugares, chamados "receptores", na superfície das células imunes.

O cérebro de uma pessoa depressiva libera grande quantidade dessas substâncias transmissoras, que por sua vez também "deprimem" as células imunes. O principio é simples: nosso sistema imunológico é feliz quando estamos felizes e triste quando estamos tristes. O "programa" na cabeça se projeta em nosso estado de saúde.

O cérebro "ouve" tudo que acontece no sistema imunológico. Mas, como sabemos hoje, as células cerebrais e os glóbulos brancos falam a mesma língua molecular e sabem tudo uns sobre os outros. Porque a criação das substâncias transmissoras não é monopólio do cérebro: o sistema imunológico também é capaz de produzir hormônios de "estresse", liberando até a endorfina, analgésico próprio do corpo. Do mesmo modo, dos intestinos, estômago ou rins são liberadas substâncias transmissoras que influenciam nossas emoções e pensamentos. Literalmente, emoções têm pouco a ver com a cabeça, e mais com a barriga.

Aquela totalidade tão freqüentemente postulada já assume agora formas concretas. Através dos neurotransmissores e dos peptídios, tudo é ligado a tudo. As conseqüências dessa descoberta são revolucionárias. Um corpo capaz de influenciar o cérebro, cuja atividade pode ser observada por cada célula desta fantástica rede psicossomática não tem mais muito a ver com o organismo tratado pela medicina ortodoxa. A divisão em sistema nervoso, imunológico, digestivo, hormonal, em todo caso, vale apenas parcialmente. Até Candice Perth, uma hiperortodoxa bióloga molecular, conhecidíssima nos EUA, já fala em body mind [corpo mente]. Também aqui as paredes estão desmoronando...

O mais fascinante das substâncias transmissoras moleculares são flexíveis e diferenciadas o bastante para projetar imediatamente processos mentais no nível físico. São os mensageiros sutis do corpo, agindo nas fronteiras entre os mundos.

O que está em cima é igual ao que está embaixo diz a sabedoria hermética dos antigos. O que pensamos ou sentimos se projeta imediatamente no padrão dos neurotransmissores. A psicocinese [o poder de mover objetos através da força de vontade], por exemplo, é para o cérebro uma coisa comum.

Sem dúvida alguma, nossos pensamentos formam a realidade material do cérebro. Já constava nos Vedas: o corpo é a projeção de nossa consciência, e muitos biólogos moleculares modernos estão de acordo. Pelo menos no campo molecular, somos o que pensamos...

Uma pesquisa feita na Universidade Stanford, na Califórnia, com pacientes sofrendo de poliartrite, deu resultados bem interessantes. Essa doença se desenvolve com um aumento constante das dores nas juntas, limitando cada vez mais os movimentos dos membros. Os pacientes foram informados detalhadamente sobre seu estado de saúde, fizeram exercícios de relaxamento físico e aprenderam técnicas para dominar melhor as dores atrozes. O curso teve bons resultados, as dores diminuíram e os pacientes conseguiram se movimentar cada vez melhor.

Diante disso, os pesquisadores se perguntaram: Por quê? Informação, relaxamento, exercícios ou o controle das dores? E descobriram, surpresos, que nenhum desses fatores teve uma influência predominante. Na verdade, os resultados positivos surgiram principalmente da convicção de que ele [o paciente] era capaz de melhorar o próprio estado de saúde.

Esperança e outras atitudes positivas são apenas características que estimulam a capacidade de autocura. Também a maneira certa de lidar com o estresse é importante. Quem assume a responsabilidade pela própria vida, quem vê os problemas como desafios não adoece, mesmo em situações difíceis. Mas a lista de fatores positivos é ainda mais longa: amigos, bons contatos sociais, senso de humor, especialmente a capacidade de rir de si mesmo, atitude otimista, capacidade de desabafar e, é claro, o amor.

Em uma outra pesquisa, o psicólogo David McClelland, da Universidade Harvard, assistiu com seus alunos a um filme de madre Teresa de Calcutá mostrando seu trabalho naquela cidade indiana. Todos os estudantes ficaram profundamente impressionados, como provou o exame do sistema imunológico de cada um. A globulina de imunidade A (IgA), um anticorpo responsável pela destruição de infecções nas vias respiratórias, tinha aumentado fenômeno que McClelland chama de "efeito madre Teresa".

Um filme sobre o huno ‘Átila’ não conseguiu, em todo o caso, competir com madre Teresa. Quando os estudantes assistiram àquele filme, a ação dos anticorpos IgA diminuiu. Mas mesmo esse tipo de filme não tem uma influência tão nefasta. Quem não tem mais esperança, não vê mais sentido na vida, está deprimido e pessimista; quem se estressa e cansa facilmente sobrecarrega o próprio sistema imunológico. Também a solidão faz mal. Pesquisas mostram, nesses casos, o enfraquecimento do sistema imunológico.

A psiconeuroimunologia não tem dúvidas: o que acontece em nossas cabeças tem infalivelmente conseqüências físicas. Todos nós, com saúde ou não, podemos provar essa descoberta.

A medicina ortodoxa não pode mais deixar de enfatizar, como fez até agora, a importância das energias autocurativas. O médico não deve apenas prescrever remédios, mas também exercícios de relaxamento, auto hipnose, meditação, visualizações ou treinamento mental. Porque os dados científicos mostram justamente esse caminho.

Franz Ingrelfinger, ex editor da revista New England Journal of Medicine, calcula que 80% de todas as doenças se curam sozinhas. E com isso ele não quer dizer gripes leves ou dores de cabeça e nas costas, causadas pelo "estresse", mas até doenças bastante graves.

Tratamentos psicológicos e espirituais estão na moda e com muita razão. Na medicina ortodoxa eles foram ignorados durante muito tempo.  Quem acredita na cura total, integral, deve levar em conta a vida toda: desde os genes até as emoções; desde as bactérias até a profissão; desde os remédios até o pensamento positivo; desde a higiene até a esperança; desde a obesidade até a poluição; desde a alimentação até a iluminação. Freqüentemente não encontramos respostas simples. Aqueles que dão mais valor à consciência que à matéria não devem cair em outra armadilha: a idéia de que sua saúde depende exclusivamente do pensamento positivo para poder modificar o mundo material da maneira que quiser.

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domingo, 4 de abril de 2010

UDUMBARA A FLOR CELESTIAL ANUNCIA A CHEGADA DE UM MESTRE AO PLANETA


Lendária Flor desata controvérsia na imprensa chinesa sendo notícia nos meios estatais por vários dias antes de ser censurada.

Cercada de mistérios e profecias a aparição da belíssima Flor a cada 3.000 anos, segundo a tradição esotérica de vários países asiáticos, anuncia a chegada ao planeta de um Grande Sábio ou Ser Iluminado.

"A Flor Udumbara se asemelha a um sino e seu talo parece um fio de seda.  As Flores podem surgir em qualquer lugar, em folhas de outras plantas, em aço inoxidável, tábuas de madeiras, plástico, frutas, granito, vidro, portas de alumínio, papel, lâmpadas elétricas, etc... ".
Beth Sarno enviou esta Mensagem

sábado, 3 de abril de 2010

EDUCAÇÃO EMPRESARIAL RESPONSÁVEL


Em um mercado de trabalho global agitado, entender as conexões fundamentais entre negócios, meio-ambiente e sociedade se tornou essencial.

Os papéis eresponsabilidades dos negócios como uma força global estão se tornando urgentes e complexos.

Conceitos relacionados com a responsabilidade social e sustentabilidade estão ganhando reconhecimento como elementos essenciais na administração de negócios.

A complexidade e interdependência crescentes requerem novas aproximações. Empresas precisam de ferramentas de administração integrativa que ajudem a agregar interesses sociais, ambientais e de governo no pensamento estratégico
e nasoperações diárias.

Elas precisam de apoio ao internalizar e integrar estes pontos no centro dos negócios, firmar diálogos com investidores (stakeholders) e apresentar relatórios
de suas condutas.

Elas necessitam de líderes talentosos que possam não somente avançar em
objetivos organizacionais e realizar obrigações legais e fiduciárias com os
acionistas (shareholders), mas que também estejam preparados para lidar
com o amplo impacto e potencial dos negócios como uma força global positiva
na sociedade.

Toda mudança significativa e permanente na conduta das corporações visando responsabilidade social e sustentabilidade deve envolver as instituições que mais
atuam como direcionadores de comportamento nos negócios.

http://www.pactoglobal.org.br/

EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Educar corporativamente é fazer as pessoas pensarem criticamente, envolverem-se, se autogerenciarem e emocionarem-se em perceber que estão mudando a cada dia e para melhor.

Educar corporativamente é humanizar o ser, a empresa, a sociedade, o meio ambiente, educar corporativamente é também um exercício de responsabilidade social, pois visa a formação de profissionais éticos, que agreguem, valores a si próprios, à suas famílias, às suas empresas e à comunidade 

A motivação é uma das grandes forças impulsionadoras do comportamento humano e as empresas precisam possuir dentro delas uma estratégia para manter seus colaboradores motivados,
aumentando assim sua rentabilidade, isso será como uma mola propulsora da diferenciação da empresa diante de seus colaboradores, em motivação e eficiência, e com isso, surge o ponto de partida para o sucesso organizacional e pessoal de todos os envolvidos no processo.

A General Motors foi a líder, criando o General Motors Institute em 1927. Somente na década de 50, nos Estados Unidos, surgiram seguidores, mas foi a partir da década de 80 que as Universidades Corporativas proliferaram, criadas e mantidas por empresas. Afirma-se, através de estudos realizados que até o ano de 2010 haverá cerca de 3.700 Universidades Corporativas nos Estados Unidos. Embora muitas tenham espaço físico, a maioria atua também por meio virtual.

No Brasil a demanda pelo modelo da Universidade Corporativa na qual a empresa planeja seu próprio ambiente de treinamento, tem aumentado cada vez mais.

Diversas organizações e Universidades de ensino têm firmado convênio no sentido de estreitar este novo tipo de atividade: Accor Brasil, Caixa Econômica Federal, Escola Amil, Carrefour, Telemar, Alcoa, Universidade ALL – América Latina Logística, Universidade Brahma, Universidade Datasul, Universidade Mc Donald’s, Universidade Motorola, Universidade Tigre, Visa Training, Xerox.

O termo educação resulta em uma abordagem de desenvolvimento muito mais ampla que o treinamento em si. A educação continuada se estende a totalidade da empresa. A visão das empresas que adotam essa abordagem estende-se para todo seu negócio onde todos os colaboradores estão envolvidos.

A educação não mais termina quando o aluno se forma na escola tradicional. Na antiga economia, a vida de um indivíduo era dividida em dois períodos: aquele em que ele ia para a escola e o posterior a sua formatura, em que ele começava a trabalhar. Agora, espera-se que os trabalhadores construam sua base de conhecimento ao longo da vida.

O efeito da educação contínuo nas organizações é duradouro, ao contrário do treinamento, que traz resultados imediatos, a educação continuada reflete em resultados que aparecerão a longo prazo.  A educação organizacional continuada não visa a essa competição, mas sim a competitividade, gerando pessoas saudáveis e competentes. A implementação de educação continuada não é simplesmente uma mudança de nomes, não significa que ocorrendo isso o comportamento das pessoas será diferente. É preciso transformar a atitude mental de organizações inteiras, não sendo fácil e nem rápido, mas terá que ser feito a não ser que queiramos permanecer parados no tempo Mesmo assim, não se pode esquecer de que o modo como se vive é um longo resultado de uma educação convencional. É dessa forma que se visualiza um extenso caminho de transformação.

Liderança, os líderes são de importância vital, mas é preciso criar no futuro um novo papel para eles que será criar novos líderes, também se faz necessário separar o líder do ato da liderança. Liderança não é um manual a ser seguido, mas sim um comportamento que assume o que a pessoa é.

Muitas empresas vêm utilizando cenários para criar realidades alternativas que ampliem a visão dos gerentes. A idéia é simular um futuro bem próximo, assim o processo é impulsionado para onde se quer chegar. Talvez aí resida o maior salto e desafio do modelo de aprendizado, passando do sistema hierárquico, onde a alta cúpula age e pensa, para um novo modelo onde as ações devem acontecer em todos os níveis organizacionais. O papel de formação, de criação de uma imagem corporativa de disseminação de conceitos, princípios, aprendizados para a formação do capital intelectual passa a ser cada vez mais imprescindível para o sucesso organizacional.

David Garvin, da Harvard Business School, “a organização que aprende é a que dispõe de habilidades para criar, adquirir e transferir conhecimentos e é capaz de modificar seu comportamento de modo a refletir os novos conhecimentos e idéias”.

As organizações modernas são aquelas que estão em constante aperfeiçoamento. Os responsáveis pela aprendizagem nas empresas são pessoas que estão em constante produção de competências e habilidades, mas o mais importante é saber ensinar, ser o mestre é poder contribuir com o desenvolvimento daqueles que o cercam. Existem alguns modelos decorrentes a este processo, tais como o gestor.

Sendo líder de lideres, gerenciando poder e a filosofia política da empresa através de novos conceitos como inovação e liderança, pessoas de grande talento em contínuo processo de mudança, sempre visando a otimização da participação gerando comprometimento visando a força humana dentro da organização, desenvolvendo a capacidade de comunicação.

Um estrategista, reinventando o próprio conceito de estratégia, criando o futuro, sendo o pioneiro e sempre percebendo a competitividade como uma oportunidade, lembrando sempre do passado, ou seja, suas experiências, desenvolvendo a capacidade de sempre pensar e agir estrategicamente.

Aente de transformação, procurando lidar com resistência a mudanças de forma positiva, ou seja, construtiva, transformando círculos viciosos em círculos virtuosos e com estratégias inovadoras de mudança e transformação, auto-organização e a evolução da empresa buscando dinamismo e mudanças contínuas.

Catalisador de resultados, percebendo que as coisas acontecem através da participação máxima das pessoas, da competência em decidir e assegurar a ação integral no espaço e tempo, ou seja, utilizando todo o recurso em favor da própria empresa, criando estímulos de forma contínua.

Gestor como diplomata desenvolve a arte de conciliar interesses, ou seja, as habilidades técnicas, relacionadas à habilidade interpessoal e intergrupal aspectos relativos a ambientes de relacionamentos internos e externos. O gestor como representante da organização e sua competência em relacionar-se bem.

Negociador, conquistando a confiança das pessoas e negociando de forma aberta e transparente essas considerações evidenciam que os objetivos da empresa estão em sintonia com a qualidade dos resultados esperados, a arte de transformar conflitos em processos de desenvolvimento contínuo, a competência essencial de harmonia, ou seja, ambiente interno: colaboradores e ambiente externo: clientes, fornecedores etc

Gestor como exemplo, deve desenvolver a máxima coerência entre discurso e ação, a própria motivação do líder posicionando na vida de forma positiva, estimulante, potencializando a força interior pelo equilíbrio em todas as dimensões da vida, educando pelo exemplo e a competência em relacionar-se com as pessoas, ser o líder exemplo, ou seja, capacidade de criatividade, autodesenvolvimento e intuição.

As empresas tendem cada vez mais a empreender esforços no processo educacional, pois este fator é crucial na retenção de talentos, isto porque somente pela educação será possível viabilizar caminhos para desenvolver os profissionais do futuro.

Numa visão geral oportunizada neste estudo a educação corporativa é mais uma ferramenta utilizada pela organização, para proporcionar um diferencial de grande importância no mercado.    www.fecap.br/