sábado, 27 de julho de 2019

EUA TEM ONDA DE PEDIDOS DE PATENTES DE TECNOLOGIA PARA LEITURA DA MENTE


Empresas de neurotecnologia exploram dispositivos como videogames controlados por ondas cerebrais

Dispositivos para analisar o que alguém realmente pensa sobre um produto, videogames controlados por ondas cerebrais e aparelhos que prometem mudar o seu humor em minutos.

Essas são algumas das promessas da chamada neurotecnologia – uma área que vem crescendo nos Estados Unidos, com uma onda de pedidos de patentes de tecnologias ligadas à 'leitura da mente'.

Entre 2000 e 2009, foram menos de 400 pedidos de patentes na área de neurotecnologia nos Estados Unidos, segundo a rede que reúne pesquisadores de estudos neurológicos SharpBrains. Esse número dobrou para 800 em 2010 e, em 2014, subiu para 1,6 mil.

Apesar de muitos pedidos estarem relacionados a área médica, como dispositivos para lidar com lesões cerebrais, a maioria deles tem pouco ou nada a ver com assuntos ligados à saúde.

 “Estamos presenciando um florescer da chamada era da tecnologia invasiva”, disse o executivo-chefe da SharpBrains, Alvaro Fernandez.

“A neurotecnologia vai bem além da Medicina, com empresas que não são da área da saúde desenvolvendo tecnologias para facilitar nosso trabalho e nossa vida.”

Pesquisador alerta para o uso que as empresas estao fazendo do chamado neuromarketing

Nessa área de neurotecnologia, o Instituto de Pesquisa Nielsen têm o maior número de patentes: 100. Em seguida vem a Microsoft, com 89 patentes para softwares que podem acessar estados mentais. Um dos setores que mais cresce é o explorado por empresas como a Thync, uma start-up que está desenvolvendo um dispositivo que se conecta com sensores cerebrais para alterar o humor da pessoa em pouco tempo, da mesma maneira que um café ou uma bebida energética.

Também vem havendo um crescimento na área de videogames controlado por ondas cerebrais, caso de uma parceria entre uma empresa que faz aparelhos de eletroencefalograma e o Institute of Electrical and Eletronics Engineers (IEEE).

Também há empresas que exploram o que vem sendo chamado de neuromarketing, ou seja, usam eletrodos para monitorar atividades cerebrais para, assim, tentar decifrar o que alguém está pensando sobre determinado produto ou propaganda.

O pesquisador Matt Wall, do Centre for Imaging Science, do Hospital Hammersmith, na Inglaterra, afirmou que há muitas empresas sérias nesse campo, mas fez um alerta em relação às companhias de neuromarketing que surgiram nos últimas anos.”

“Por conta da alta disponibilidade e do baixo custos de equipamentos de eletroencefalograma atualmente, essas empresas se escoram em técnicas de análise cerebral que vendem como sofisticadas, que conseguiriam medir dados como o interesse de uma pessoa em determinado tema ou produto, baseado nos sinais registrados no eletro”, diz Wall.

”Mas qualquer pesquisador dessa área sabe que isso é pura balela. Essas empresas acabam fazendo sucesso ao produzirem impressionantes gráficos com dados científicos e ao mostrarem resultados que parecem convincentes o suficiente para que os marqueteiros comecem a vender algum produto.”

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150511_tecnologia_leitura_mente_mdb

GESTÃO QUÂNTICA FUTURO DAS EMPRESAS


Nos últimos cinquenta anos, diversas técnicas surgiram para evoluir a gestão das empresas. Citando apenas três: a Matriz Swot, uma ferramenta para o gestor identificar mais facilmente os pontos positivos e negativos do presente e projetar uma visão de futuro, entendendo o que se coloca como tendência; a Matriz BCG que se propõe a analisar o ciclo de venda de produtos e serviços, permitindo identificar quais geram melhores resultados com menores esforços; e o Balanced Scorecard que mede o desempenho da empresa, identificando o alinhamento atual com seus objetivos estratégicos.

Várias teorias também foram propostas de acordo com os contextos históricos, enfatizando os problemas mais importantes enfrentados na época.  O surgimento dessas novas teorias era provocado por um ambiente corporativo que começou a ser afetado mais rapidamente pelas transformações do mundo e também pelo fato da maioria das organizações ainda raciocinarem por meio da certeza e da previsibilidade.

No entanto, em uma perspectiva de futuro, pode-se dizer que tanto a certeza quanto a previsibilidade estão sendo substituídas, gradativamente, pelo conhecimento, que, juntamente com os valores, são de fato os únicos ativos concretos das empresas.

Este conhecimento, por sua vez, é uma condição de evolução. A cada interação, colaboração  e compartilhamento entre diferentes cérebros, tudo passa a evoluir.
Neste contexto, entra o gerenciamento quântico.

Mas, antes vamos voltar ao que seria a Teoria Quântica. As bases dessa teoria foram assentadas pelo físico alemão Max Planck, que em 1900, postulou que a matéria só pode emitir ou absorver energia em pequenas unidades discretas, chamadas quanta. Assim, essa teoria concentra-se em estudar sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa, em alguns casos, descrever fenômenos macroscópicos.

Max Planck propôs que a energia não é infinitamente divisível, mas vem em pequeninos pacotes. Planck chamou esse pacote de “quantum” de energia. Assim, em 1900, a teoria quântica nasceu. Cinco anos depois, em 1905, Albert Einstein, um jovem físico alemão, ainda desconhecido, publicou a Teoria Especial da Relatividade e a Teoria do Efeito Fotoelétrico, que revolucionou a mentalidade científica para o estudo dos fenômenos atômicos. (Cortesia da imagem: Linda Hall Library)

A Teoria Quântica constitui a base de toda a física moderna. Diferentemente da Física Newtoniana que é cartesiana, linear e burocrática, Planck – ganhador do Nobel de Física em 1918 – por sua vez, afirmava que a energia radiante tem, como a matéria, uma estrutura descontínua que só pode existir sob a forma de átomos. Em termos gerais, esse mundo quântico é um mundo de processos com relações criativas e flexíveis sem concentração de força ou poder.

E o que o gerenciamento quântico tem a ver com as empresas?
Charlotte Shelton, em seu livro “Gerenciamento Quantico”, esclarece:
A base do Gerenciamento Quântico é fazer com que os que ocupam cargos de chefia possam entender a importância de se atuar em conjunto.”
Shelton fornece dicas de como se aplicar a Organização Quântica, usando sete capacidades – Ver, Pensar, Sentir, Saber, Agir, Confiar e Ser. Ela explica que, quando as habilidades quânticas são usadas, o pensar e o agir podem se modificar tanto na vida pessoal como na profissional. Segundo a autora, em uma empresa essa atitude pode trazer resultados positivos, entre eles a oportunidade de aprendizagem, aumento de lucros e melhora nos relacionamentos interpessoais.
Outra autora, Danah Zohar, física, filósofa e autora do livro “O Ser Quântico”, propõe uma nova visão, diferente da de Newton, que separou o homem do universo. Danah destaca que, ao contrário, a física quântica os reintegra.

Isso pode representar uma nova e comparável teoria das origens do ser, baseada nas trocas de energia entre partículas subatômicas; uma nova visão do mundo, que muda nossa compreensão das relações entre corpo e mente e gera conceitos inéditos de criatividade e liberdade; uma nova psicologia que redefine a natureza do ser e de seus relacionamentos.

Ora, vivemos uma verdadeira instabilidade ao nosso redor, sem nenhuma possibilidade de certeza absoluta. Contudo, o modelo atual de gestão das empresas ainda se ampara, como dito no início deste texto, na certeza e na previsibilidade. As organizações são gerenciadas considerando-se que o sistema como um todo funciona a partir da soma de suas partes, prevalecendo rígidos padrões de disciplina e de hierarquia, em que o controle é o atributo essencial em todos os níveis, em um processo totalmente linear cartesiano.

Entretanto, as empresas podem ser consideradas um sistema aberto. Elas afetam e são afetadas por todos os tipos de elementos; recebem, de forma descontínua, um conjunto de fatores impactantes, originados das mais variadas fontes, externas e internas ao seu sistema de gestão. Por mais que planejem seus investimentos e atividades, o futuro será sempre indeterminado ou imprevisível.

Diferentemente deste modelo, o gerenciamento quântico engloba capacidades interligadas a comportamentos e habilidades relacionadas ao local de trabalho, que têm como proposta a transformação das organizações.

Uma empresa que adota a gestão quântica é holística e se preocupa menos com o controle dos processos, buscando encorajar mais o relacionamento entre os colaboradores; ela é flexível, pois procura andar no limite entre a ordem e o caos.

O significado disso tudo é a adoção de funções não tão específicas para os profissionais, adaptando-os às necessidades, muitas vezes, contraditórias entre indivíduos e equipes. Em outras palavras, cai por terra a atividade única de especialista. Todos passam a ter um conhecimento mais abrangente de tudo para solucionar problemas dos mais variados tipos.

Na gestão quântica, todas as posições são válidas, pois não há imposição de ideias. Acaba-se, então, o poder absoluto e centralizador, dando prioridade ao diálogo, que, segundo Danah, é a receita para a quebra de paradigmas e para as transformações.
Os pressupostos de Danah possui seis pontos principais, quais sejam:
1- Descobrir, no lugar de saber. É investigar junto com o outro, em vez de bater-se pela sua certeza.
2- Perguntas, não respostas. Não é ensinar, e sim, explorar possibilidades novas.
3- Partilhar, não ganhar. Não há um ponto de vista melhor que o outro, há propostas.
4- Igual, não superior. Todas as posições são válidas, devemos aprender com todos.
5- Reverência, não poder. Não há imposição de ideias, há gratidão pela riqueza de cada experiência.
6- Escutar. Dialogar é explorar novas possibilidades.
E diante de todo este contexto quântico, o que o futuro nos reserva para nossas carreiras profissionais?
Tom Peters, um dos maiores provocadores do pensamento gerencial em todos os tempos,  acredita que um líder, deveria querer desenvolver pessoas para valer e tornar o ambiente de trabalho um lugar cheio de energia, excitação, oportunidades de crescimento, e não ficar se importando com o organograma. (Cortesia da imagem: Revista HSM)
 Tom Peters, escritor americano, escreveu no final da década de 90, sobre as estruturas hierárquicas, da qual transcrevo uma parte abaixo:
A progressão vertical acabou. Não há mais escadas. A linearidade é coisa do passado. Não é mais assim que as carreiras funcionam. Hoje em dia, uma carreira profissional é como um tabuleiro de xadrez ou como um labirinto. É repleto de passos laterais, para a frente, diagonais ou mesmo para trás, quando isso faz sentido (e muitas vezes faz). Uma carreira profissional é um portfólio de projetos que lhe ensinam novas habilidades, lhe conferem novas conhecimentos especializados, aumentam seu rol de colegas e reinventam você, enquanto marca, constantemente.
Quando você traçar o caminho a ser seguido por sua “carreira”, lembre-se: a última coisa que você deve querer é virar gerente. Como “currículo”, “gerente” é um termo obsoleto. É praticamente sinônimo de “emprego beco sem saída”. O que você precisa é de projetos cada vez mais interessantes, desafiadores e provocantes. Quando você olhar para a progressão de uma carreira feita de projetos, o rumo não é apenas difícil de identificar como também é totalmente irrelevante.”
E, por fim, faço a seguinte pergunta:
Para você, “gestão quântica” é só mais um termo bonito ou de fato uma tendência verdadeira e coerente de transformação para o futuro das empresas? 

Site O Futuro das Coisas/O futuro das Empresas

AUTOCONHECIMENTO E FÍSICA QUÂNTICA PARA EMPREENDER E LIDERAR


A primeira habilidade a se desenvolver ao empreender ou liderar é ter AUTOCONHECIMENTO.

Há 18 anos dedicados a pesquisa, desenvolvimento e inovação entendi que a Física Quântica é o único instrumento alinhado ao Autoconhecimento que pode fazer um ser humano sair do seu estado de entropia. O universo inteiro é formado de matéria e energia, de pequenas partículas/ondas que nada mais são que um grande banco de dados de informação esperado você o acessar. Quando você observa você o acessa e um universo inteiro se move para construir no visível aquilo que sua mente ao observar já construiu no invisível.

Antes eu pensava que a única coisa que salvaria o ser humano, era o amor...hoje eu sei, que a única coisa que pode salvar o ser humano é a amplificação da consciência, porque onde não existe consciência nem o amor entra. E esta consciência passou a ser meu instrumento de trabalho e todo o meu objetivo de vida!

Se você em algum momento pensou ou desejou amplificar a sua consciência, parabéns o universo está conspirando a seu favor. O empreendedorismo e a liderança emergente tem um perfil diferente do empreendedorismo e da liderança convencional. Quando o comando e controle da lugar as relações de cooperação em rede, a autoridade imposta sede lugar a liderança que emerge do coletivo e está a serviço dele.

O novo empreendedor/líder precisa ter AUTOCONHECIMENTO como primeira habilidade desenvolvida para se empreender e/ou liderar. Em união com a Física Quântica, contribui para uma visão sistêmica e unificada para criar propósitos, liderar pessoas, desenvolver processos e projetos.

Um estudo feito recentemente por institutos de pesquisas mostram o aumento de profissionais empreendendo no setor do capital humano e empresas, profissionais e pessoas procurando pela prestação de serviços.

O que é AUTOCONHECIMENTO?

É a percepção e o conhecimento sobre si mesmo, sobre o outro e do meio ambiente a qual se vive. Através do Autoconhecimento é possível se amplificar a consciência sobre os potenciais adormecidos, reconhecendo nossos próprios defeitos, colocando foco em nossas qualidades e naquilo que realmente somos quando nos permitimos alterar nossas crenças, tudo aquilo que nos faz mal, o que nos causa conflitos internos e que atrapalha diversas áreas da nossa vida.

O que é FÍSICA QUÂNTICA?

São dados e informações que regem todo o universo em nível subatômico. As descobertas quânticas do século XX estão sendo incluídas timidamente nas práticas de negócio, no entanto, existem alguns gurus da administração e gestão de pessoas que preveem uma mudança na consciência e uma mudança de paradigma, que incluiria o autoconhecimento e fenômenos quânticos em aprendizagem prática de negócios, tais como desenvolvimento da liderança e do empreendedorismo. Esta nova cultura deve definir um novo paradigma da forma em se empreender e liderar que ajuda a lidar criativamente com mudanças rápidas, a incerteza, a interconexão global, a descentralização e maiores exigências para a ética e o significado de funcionários e clientes.

Nota importante: A Física Quântica prova que os campos eletromagnéticos que criamos quando pensamos, desejamos, observamos ou colocamos intenção em alguma coisa constroem as formas-pensamento e a realidade a qual vivemos. “No momento em que você pede alguma coisa e acredita, e sabe que já a tem no invisível, o universo inteiro se move para deixá-la visível”, a frequência em que você vibra é a mesma que o leva à conquista de seus objetivos. Os pensamentos são magnéticos e emitem uma frequência poderosa capaz de influenciar as pessoas e coisas à nossa volta. Neste workshop você vai saber sobre as ferramentas que estão sendo usadas para a expansão desta consciência.

https://www.circuitonetworking.com/home

GESTÃO QUÂNTICA ORGANIZAÇÕES DE CONHECIMENTO



É preciso duas pessoas para falar a verdade. Uma para falar e outra para ouvir. (Henry David Thoreau, poeta americano)

Na minha visão, cada vez mais, o conhecimento, juntamente com a marca e a cultura/valores, são os únicos ativos realmente próprios e de certa maneira inimitáveis de uma empresa.

O gerenciamento do conhecimento parte da premissa de que todo conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence à empresa.

Para que isso seja verdade factível, deve ter portabilidade, ou seja: para ser da empresa, deve transformar–se em pacote, rotina, modelo, saindo da cabeça das pessoas e tornando–se utilizável e reutilizável por outras pessoas. Este conhecimento é uma espiral evolutiva. Não é finito, imutável, nem pré–determinado. A cada interação, colaboração entre diferentes cérebros, evolui. Uma learning organization, de fato, parte do princípio de que todo conhecimento deve estar disponível na empresa, porque esta aprende com sua evolução.

Além da learning organization de Peter Senge (empresa que aprende com o meio e evolui), os conceitos “empresa viva”, de Arie de Geus (analogia da empresa como organismos vivos), e “empresa quântica”, de Clemente Nóbrega (analogia com conceitos da física quântica – fractais, sistemas abertos e teoria do caos), são hoje fundamentos mais poderosos para a modelagem das organizações do século XXI.

Gerenciamento do conhecimento (KM) significa organizar e sistematizar, em todas as suas relações, relacionamentos e trocas, a capacidade de uma empresa de captar, gerar, criar, analisar, traduzir, transformar, modelar, armazenar, disseminar, implementar e gerenciar a informação que flui por sua organização, tanto interna quanto externa, transformando–a efetivamente em conhecimento, distribuindo–a (ou tornando–a acessível) de maneira personalizada para quem de interesse. As fronteiras das empresas devem ser como membranas, finas, seletivas, mas abertas, permitindo fluidez e renovação.

A matéria–prima desse conhecimento estruturado, o que passa por essa membrana, é a informação. Entendo, porém, que informação, por si só, não é vantagem competitiva. O fluxo de informações e o seu alcance passam a ser cada vez mais pré–requisitos para as empresas do mundo digital. Mas, como qualquer tesouro, só tem valor para quem alcança, sabe e consegue usar.

Por isso, defendemos o modelo quântico de empresa, uma vez que permite sua total adaptabilidade ao mercado, que é, em primeira instância, um sistema caótico. Entendemos ser essa a melhor forma de se permanecer protegido no ambiente competitivo potencializado pela globalização e pelas tecnologias digitais – o “mundo do networking, da coopetição, das redes interligadas”.

Valorizamos o “quântica” porque com esta filosofia a empresa se comporta como um sistema aberto, inteligente, que troca com o meio, aprende e desaprende com ele (destruição criativa), responde, reage. Esta nova organização é capaz de criar complexidades em seu cenário competitivo e mudar as regras da competição. Tendo a inovação como matriz, consegue se antecipar, adaptar e sobreviver. Passa na seleção natural do mercado/clientes e se perpetua, como gene egoísta que coopera para ter mais chance de sobreviver.

A informação aplicada, o conhecimento, passa a ser um ativo da empresa e não mais um suporte à tomada de decisão. A empresa passa então a competir sem fronteiras e sem amarras para captar e disseminar seu conhecimento.

Cada vez mais, acredito que o conhecimento aplicado corretamente, com diferenciação, passa a ser a principal arma de competição no mercado. É a partir dele que os paradigmas são quebrados e surgem as novas tendências que, quando antecipadas, geram barreiras competitivas e, portanto, vantagens competitivas aos que primeiro as entenderem.

Como disse Peter Drucker, “o conhecimento difere de todos os outros recursos por tornar–se continuamente obsoleto; o conhecimento que importa está sujeito a mudanças freqüentes e repentinas”. É assim… mas é isso ou nada! [Webinsider]

Daniel Domeneghetti
CEO da DOM Strategy Partners.

ESCOLA DA INTELIGÊNCIA EDUCAÇÃO SÓCIO EMOCIONAL


Escola da Inteligência | Educação Socioemocional

AUGUSTO CURY SOBRE A ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

AUGUSTO CURY ESSA PALESTRA VAI MUDAR A SUA VIDA

AUGUSTO CURY GESTÃO DA EMOÇÃO

AUGUSTO CURY RENOVANDO O AMOR PRÓPRIO

AUGUSTO CURY ENCONTRO CUIDE-SE MAIS

CAMILA CURY SOBRE A ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

CAMILA CURY DIRETORA DA ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

CAMILA CURY APLICANDO O PROGRAMA DA INTELIGÊNCIA

CAMILA CURY CARTA ABERTA ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

domingo, 23 de junho de 2019

sábado, 22 de junho de 2019

DEUS! EURÍPEDES BARSANULFO


O Universo é uma obra inteligentíssima; Obra que transcende a mais genial inteligência humana. E como todo efeito inteligente tem uma causa inteligente, é forçoso inferir que a do universo é superior a toda inteligência. É a inteligência das inteligências, a causa das causas, a lei das leis, o princípio dos princípios, a razão das razões, a consciência das consciências. É DEUS!

DEUS, nome mil vezes santo! Que Isaac Newton jamais pronunciava sem descobrir-se. É DEUS!

DEUS que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa mãe.
Reconheço-vos eu, Senhor, na poesia da criação, na criança que sorri no ancião que tropeça no mendigo que implora, na mão que assiste na mãe que vela, no pai que instrui, no apóstolo que evangeliza.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, no amor da esposa, no afeto do filho, na estima da Irmã, na justiça do justo, na misericórdia do indulgente, na fé do Pio, na esperança dos povos, na caridade dos bons, na inteireza dos íntegros.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, no estro (inspiração) do vate (poeta), na eloquência do orador, na inspiração do artista, na santidade do moralista, na sabedoria do filósofo, nos fogos do gênio.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, na flor dos vergéis (jardins), na relva dos vales, no matiz dos campos, na brisa dos prados, no perfume das campinas, no murmúrio das fontes, no rumorejo das franças, na música dos bosques, na placidez dos lagos, na altivez dos montes, na amplidão dos oceanos, na majestade do firmamento.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, nos lindos antélios (fenômenos luminosos solares), no íris multicor, nas auroras polares, no argênteo (prateado) da lua, no brilho do sol, na fulgência das estrelas, no fulgor das constelações.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, na formação das nebulosas, na origem dos mundos, nas gênesis dos sóis, no berço das humanidades, na maravilha, no esplendor, no sublime do infinito.

DEUS!
Reconheço-vos eu, Senhor, com JESUS quando ora: PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, ou com os anjos quando cantam: Glória a Deus nas alturas. Aleluia!

O CÉREBRO HUMANO PODE CRIAR ESTRUTURAS EM ATÉ 11 DIMENSÕES

Usando a topologia algébrica, um campo da matemática que faz a associação entre estruturas algébricas e um espaço topológico com o objectivo de obter informações sobre esse espaço, uma equipe de pesquisadores descobriu um universo de estruturas geométricas multidimensionais e espaços dentro das redes do nosso cérebro.

Esta abordagem, nunca usada na neurociência, apresentou resultados surpreendentes. Segundo o estudo, realizado no ano passado, o cérebro humano está cheio de estruturas geométricas multidimensionais operando em até 11 dimensões.

Estamos acostumados a pensar no mundo a partir de uma perspectiva 3D, então isso pode soar um pouco complicado, mas os resultados deste estudo podem ser o próximo passo na compreensão do tecido do cérebro humano, a estrutura mais complexa que nós conhecemos

Esse modelo cerebral foi produzido por uma equipe de pesquisadores do Blue Brain Project, uma iniciativa de pesquisa suíça dedicada a fazer uma reconstrução do cérebro humano alimentada por um supercomputador.

Os pesquisadores descobriram que os neurônios se conectam em “grupos”, e que o número de neurônios em um grupo levaria ao seu tamanho como um objeto geométrico de alta dimensão (um conceito dimensional matemático, não do espaço-tempo).

 “Encontramos um mundo que nunca havíamos imaginado”, disse o pesquisador-chefe, o neurocientista Henry Markram, do Instituto EPFL, na Suíça. “Há dezenas de milhões desses objetos, mesmo em uma pequena partícula do cérebro, através de sete dimensões. Em algumas redes, encontramos estruturas com até 11 dimensões”.

Estas dimensões não são as mesmas que vemos em nosso mundo – as três espaciais e mais uma dimensão de tempo. Em vez disso, elas se referem a como os pesquisadores analisaram os grupos de neurônios para determinar como eles estão conectados.

“As redes são frequentemente analisadas em termos de grupos de nós que estão todos conectados a todos, conhecidos como cliques. O número de neurônios em um grupo determina seu tamanho, ou mais formalmente, sua dimensão”, explicam os pesquisadores no artigo.

Markram sugere que isso pode explicar por que é tão difícil entender o cérebro. “A matemática geralmente aplicada para estudar redes não consegue detectar as estruturas e espaços de alta dimensão que agora vemos claramente”.

Calcula-se que os cérebros humanos tenham impressionantes 86 bilhões de neurônios, com múltiplas conexões de cada célula em todas as direções possíveis, formando a vasta rede celular que de alguma forma nos torna capazes de pensar e ter consciência. Com um número tão grande de conexões para trabalhar, não é de admirar que ainda não tenhamos uma compreensão completa de como funciona a rede neural do cérebro.

A estrutura matemática construída pela equipe nos leva um passo mais perto de um dia ter um modelo cerebral digital. Para realizar os testes matemáticos, a equipe usou um modelo detalhado do neocórtex que eles mesmos criaram em 2015. Acredita-se que o neocórtex seja a parte mais recentemente desenvolvida de nossos cérebros, e esteja envolvida em algumas de nossas funções de ordem superior, como a cognição e percepção sensorial.

Depois de desenvolver sua estrutura matemática e testá-la em alguns estímulos virtuais, a equipe também confirmou seus resultados em tecido cerebral real de ratos. De acordo com os pesquisadores, a topologia algébrica fornece ferramentas matemáticas para discernir detalhes da rede neural tanto em uma visão de perto no nível de neurônios individuais, quanto em uma escala maior da estrutura do cérebro como um todo.

Ao conectar esses dois níveis, os pesquisadores puderam discernir estruturas geométricas de alta dimensão no cérebro, formadas por coleções de neurônios fortemente conectados e os espaços vazios entre eles.

“Encontramos um número e uma variedade notavelmente elevados de grupos e cavidades dirigidas de alta dimensão, que não haviam sido vistas antes em redes neurais, biológicas ou artificiais”, escreveu a equipe no estudo. “A topologia algébrica é como um telescópio e um microscópio ao mesmo tempo”, explica a matemática Kathryn Hess, da EPFL. “Ele pode ampliar as redes para encontrar estruturas escondidas, as árvores na floresta e ver os espaços vazios, as clareiras, tudo ao mesmo tempo”.

Essas clareiras ou cavidades parecem ser criticamente importantes para a função cerebral. Quando os pesquisadores deram um estímulo ao tecido cerebral virtual, viram que os neurônios estavam reagindo de maneira altamente organizada.

“É como se o cérebro reagisse a um estímulo construindo e depois destruindo torres de blocos multidimensionais, começando com hastes (1D), depois pranchas (2D), depois cubos (3D) e geometrias mais complexas com 4D, 5D, etc “, explica outro membro da equipe, o matemático Ran Levi, da Universidade Aberdeen, na Escócia. “A progressão da atividade através do cérebro se assemelha a um castelo de areia multidimensional que se materializa a partir da areia e depois se desintegra”.

Essas descobertas fornecem uma nova imagem de como o cérebro processa informações, mas os pesquisadores apontam que ainda não está claro o que faz com que os grupos de neurônios e as cavidades se formem em suas formas altamente específicas.

Outras pesquisas serão necessárias para determinar como a complexidade dessas formas geométricas multidimensionais formadas por nossos neurônios se correlaciona com a complexidade de várias tarefas cognitivas.

Agora, os pesquisadores querem saber se a complexidade das tarefas que podemos realizar depende da complexidade dos “castelos de areia” multidimensionais que o cérebro pode construir. A neurociência também tem lutado para descobrir onde o cérebro armazena as nossas memórias. Markran tem um palpite. “Elas podem estar “escondidas” em cavidades de alta dimensão”. 

Science Alert, Eurekalert