segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

CRIANÇAS CRISTAL, ESTRELA, INDIGO




Estes seres estão chegando à Terra, cada vez mais e mais encarnando em todos os países, em todas as raças, em todos os níveis sociais, nas aldeias mais distantes e nas cidades mais populosas.

Astrônomos importantes como Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Sola, Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos, chegaram à conclusão de que o sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação das Plêiades.

Nosso Sol é portanto a oitava estrela da constelação e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione.

Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel de radiação que foi chamado de cinturão de fótons. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética.

A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos nesse anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a Era de Leão, há cerca de doze mil anos.

Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos nesse anel de radiação. Sob a influência dos fótons, todas as moléculas e átomos do nosso planeta passam por uma transformação, precisando se readaptar a novos parâmetros.

A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura que não produz sombra nem escuridão.

Os hindus chamam de Era da Luz os tempos que estão por vir. Desde 1972 o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons, e em 1987 foi a Terra que começou a penetrá-lo, estando gradativamente avançando até que no ano de 2012 deverá estar totalmente imersa em sua luz. As pessoas despertas acordarão como de um sonho com seus centros de energia totalmente abertos, livres do véu do esquecimento, tanto pessoal quanto planetário, pertinentes à terceira dimensão. As pessoas começarão a se reconectar com suas origens e propósitos da alma, que é o retorno da Consciência Crística para o planeta. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma. Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a penetrar no cinturão de fótons, estamos sincronizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.

As Crianças Indigos ão catalisadores desencadeando as reações necessárias para a transformação. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso da potencialidade dos hemisférios esquerdo, menos desenvolvido, e direito, mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual. Elas exigem do ambiente à sua volta certas características que não são comuns nas sociedades atuais. E elas vão agir, aliás já estão agindo através do questionamento e transformação de todas as instituições rígidas que as circundam, começando pela família.

Hoje, o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, um modelo feito para o hemisfério esquerdo do cérebro, o racional, o lógico, incompatível com os Índigos que naturalmente têm o hemisfério direito mais desenvolvido, o que lhes dá o grande poder intuitivo, a grande capacidade de percepção extrasensorial. Como elas possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.

Nos anos oitenta e noventa, mais e mais ondas de índigos chegaram, agora com uma sensibilidade e refinamento maiores ainda! E no final dos anos noventa e início de dois mil eles estão ganhando a companhia das " Crianças Cristal " que chegam também como guerreiros... mas guerreiros espirituais!

Presentemente, nós estamos vendo uma geração de Mestres vindo para o nosso planeta, essas crianças chamadas de " Crianças das Estrelas" . Elas são a nossa esperança para o futuro, elas são a nossa esperança para o presente.

Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. São hiperativos, distraem-se com facilidade, tendo baixo poder de concentração. Têm alta sensibilidade, não conseguem ficar quietos ou sentados, a menos que estejam envolvidos em alguma coisa do seu interesse. Por serem orientados pela parte direita do cérebro, quando adultos, são geralmente atraídos por atividades e ocupações que usam o hemisfério direito, como a música, a arte, a escrita, a espiritualidade.

São intensivamente leais aos seus amigos, acreditam em honestidade e comunicação nas relações. Ficam freqüentemente desconcertados com a desonestidade, a manipulação e outras formas de comportamento egoísta. Uma das características-chave dos Índigos é freqüentemente a sua ira. As figuras de autoridade não conseguem nada com elas. Num nível profundo, elas não reconhecem a autoridade. Sabem que somos todos iguais e por isso ficam irritados, furiosos mesmo, com aqueles que se comportam ditatorialmente , quer sejam pais, professores ou patrões.

Um problema sério quando se trata de Crianças Índigo é o diagnóstico errado habitual dado aos índigos, catalogados como portadores de Transtorno do Déficit de Atenção ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Com isso, dá-se medicação a elas, sedando toda a sua imensa potencialidade. Essas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as. As Crianças Índigo chegam aqui para nos dar um novo entendimento, para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do nosso Planeta.

Até aqui, falamos dessas crianças maravilhosas, as Crianças Índigo. Mas existe mais... as Crianças Cristal estão chegando!

Por volta do ano dois mil essas crianças começaram e encarnar na Terra. Elas representam o próximo passo na evolução humana. Elas seguem às crianças índigo. Sua missão é completar o trabalho começado pelos índigos. Elas também são detonadores de sistemas, são os guerreiros espirituais, elas vêm para começar o processo de renovação e reconstrução. A missão primária de uma Criança Cristal é ensinar as maneiras de vida muiltidimensional em harmonia, paz e amor. Elas estão vindo nos ensinar como viver vidas emancipadas com o reconhecimento dos nossos plenos poderes.  Elas estão vindo para nos ajudar a nos ligar novamente com as Energias Divinas. Elas representam o caminho futuro da raça humana.

Elas são catalisadores para a nossa evolução: várias crianças e adultos Índigo estão fazendo a transição para o estado Cristal com a ajuda da elevação energética que essas crianças fornecem pela mera presença delas na Terra.

As Crianças Cristal são primariamente reconhecidas pelas suas auras que são geralmente claras como cristal mas também podem ter tons de dourado, azul-índigo ou púrpura, dependendo de sua afiliação de Raio.

As Crianças Cristal nascem com acesso ao seu Eu Multidimensional e estão geralmente ancoradas na Sexta Dimensão com a habilidade de se abrirem para a Nona Dimensão, a completa Consciência do Cristo! Isso quando o planeta estiver pronto, provavelmente em torno do ano de 2012, quando a primeira geração de Crianças Cristal atingir os 12 anos de idade.

Existem algumas características bastante definidas que as Crianças Cristal têm quando encarnam: São geralmente bebês grandes e freqüentemente têm cabeças que são proporcionalmente grandes para os seus corpos. Tem olhos grandes e penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. O que esses bebês estão fazendo é acessar os registros de alma do adulto e ler quem é ele. Esse é um comportamento perfeitamente normal para essas crianças e elas ficarão muito contentes se o adulto fizer o mesmo de volta. É a maneira cristal de se comunicar, olhar para a alma de outro ser e sentir quem é ele. Uma coisa que todos nós aprenderemos a fazer no futuro. Emocionalmente, elas são geralmente bebês muito bons e calmos formando um laço intenso com a mãe. Esta é, geralmente, a primeira encarnação delas neste planeta e precisam da reafirmação e estabilidade que a presença física da mãe pode oferecer. São crianças extremamente amorosas e freqüentemente procurarão ajudar e curar tanto humanos como animais em sofrimento.

São crianças também extremamente sensíveis. Elas não só são capazes de ler o registro da alma de uma pessoa como também sentir todas as tensões e raivas não resolvidas que a pessoa carrega em seu subconsciente. É por isso que elas são tão sensíveis ao seu meio ambiente.

Crianças Cristal têm várias dádivas especiais que derivam das suas habilidades multidimensionais. Elas têm a habilidade não só de ler os campos de energia das pessoas como muitas outras habilidades psíquicas, desde mover objetos mentalmente até ler livros sem abrí-los e ainda têm uma grande habilidade de comunicar-se telepaticamente e é por isso que elas, às vezes, não falam até que tenham 4 ou 5 anos de idade.

A missão das Crianças Cristal é avançar a evolução humana pelo processo da ascensão. Só por chegarem em tão grande número e ancorarem a Energia Crística, elas estão facilitando uma mudança nas energias planetárias.

A Criança Cristal move-se facilmente entre as diferentes dimensões. Não estão nada limitadas ao mundo da terceira dimensão, embora tenham corpos e funcionem na realidade da terceira dimensão elas estão essencialmente sintonizadas na sexta dimensão e trazem essa energia para o nosso planeta.

O princípio fundamental por trás dessa maneira de viver é a Consciência da Unificação. As Crianças Cristal percebem e vivem a Unidade. Elas sentem as energias dos outros. Elas captam ansiedade e stress que não são delas. Elas sentem as toxinas no ambiente e na comida.

Elas são o futuro.  Ao chegarem em número tão significativo elas estão precipitando o despertar espiritual de grande número de humanos. E não há limite de idade para isso, Você pode ter 10 ou 100 anos, pegar essa onda de energia Cristal e renascer no seu estado Crístico! Aos pais dessas crianças fascinantes eu gostaria de dizer aqui algumas palavras do Mestre Sananda que eu passei de uma mensagem publicada na revista Amaluz em 1998, Sananda é o nome como esotericamente é conhecido Jesus de Nazaré: " Não as forcem a enquadrar-se nos velhos moldes. Elas chegaram com novas marcas de nível superior para a humanidade codificadas dentro do seu ser. Elas carregam em seu interior grande sabedoria espiritual"

- Lembrem-se de que seus filhos não são vocês. Em outros níveis do seu ser vocês estabeleceram acordos com eles para permitir-lhes vir através de vocês para a experiência no plano terrestre. Repito, eles vieram através de vocês mas não são vocês. Cada um deles é único e vem com sua própria personalidade, talentos e pensamentos. Não esperem que eles vivam os seus sonhos, pois eles têm os deles próprios;

- Essas crianças trazem sistemas neurológicos diferentes em seus corpos. Elas exigirão muito amor e compreensão por parte de suas famílias e da comunidade. Essas crianças podem parecer desajustadas e de certo modo são, porque elas anunciam a chegada da sétima raça original, a raça índigo a seu planeta. Elas são as precursoras de seres de dimensões ainda superiores que virão;

- Seria conveniente que vocês ampliassem seus horizontes com alguns estudos metafísicos. Seria desejável iniciar momentos de meditação familiar e que cada pessoa possa compartilhar em comunhão espiritual juntos, permitam que cada membro da família participe de algum modo. Além disso, as crianças sabem que existem anjos em volta, encorajem essas conexões. Permitam que reino angélico participe desses momentos miraculosos no plano terrestre.

www.atmanamara.com.br

ANDREW ALMAZÁN É MÉDICO CIRURGIÃO E PSICÓLOGO


Um menino mexicano de 12 anos começa hoje a cursar as carreiras de Médico Cirurgião e Psicologia na Universidade das Américas em Puebla, 150 quilômetros a leste da Cidade do México, informaram fontes da instituição.

Trata-se de Andrew Almazán, que acabou de concluir seus estudos de bacharelado e foi admitido pela universidade particular e de grande prestígio para um programa de estudos especiais adequado para sua idade, disseram porta-vozes da instituição.

A universidade informou que Almazán recebeu uma bolsa de estudos Jenkins, que cobre 100% de seus estudos em ambas as licenciaturas além de poder viver com sua família "em uma casa da zona residencial da universidade cujo custo será coberto em sua totalidade por esta instituição".

"Acadêmicos e especialistas da Universidade das Américas criaram para Andrew Almazán um programa de estudos especial, já que o pequeno, por suas tão relevantes condições intelectuais, solicitou a criação de um projeto para crianças superdotadas", destacou a universidade em um comunicado .

cedat.com.mx

MAXIMILIANO ARELLANO BIOLOGIA MARINHA E MEDICINA


O mexicano Maximiliano Arellano, de apenas seis anos, pode começar a estudar Medicina em pouco tempo, por causa de seus conhecimentos na área e de sua memória fotográfica. Ele já participou de conferências sobre questões como osteoporose, diabete e anemia, uma delas na companhia de universitários que observavam perplexos como Maximiliano apresentava com perfeição o que aprendeu.

Sua mãe, Alejandra de la Noé, disse que a família acredita que o menino pode cursar as matérias próprias de sua idade com disciplinas de Medicina para que, aos 13 anos, obtenha a licenciatura. Diretores da faculdade de Medicina do Estado do México, onde "Max" apresentou recentemente uma conferência, disseram que não sabem do interesse da família para que a criança vá estudar lá.

Sua outra grande paixão, além da Medicina, é a biologia marinha. Max guarda como um tesouro um livro de Jacques Costeau e mostrou seu animal preferido, o polvo. Ele gosta de todos os estilos musicais, mas prefere a música clássica e cita os grandes compositores e suas obras mais importantes.

"Quero ser médico para curar as pessoas", disse como qualquer outra criança que demonstra uma vocação precoce, mas que, neste caso, poderia realizar este sonho antes do habitual por causa da sua extraordinária capacidade.

Aos seis anos de idade, Maximiliano Arellano precisou de um banquinho para alcançar o púlpito da Faculdade de Medicina do Estado do México, há algumas semanas. O menino apresentou a universitários uma conferência sobre osteoporose. Se tivesse nascido no Brasil, Max seria obrigado a se matricular na primeira série do ensino fundamental. No Brasil, as políticas públicas que tratam da inclusão de alunos com altas habilidades e superdotação começaram a ser implementadas há apenas dois anos.

Washington Luiz Rodrigues enviou esta Mensagem

NICK DALOISIO DESENVOLVEU UM APLICATIVO PARA SMARTPHONES QUE AGILIZA A NAVEGAÇÃO NA WEB

Um adolescente de apenas 16 anos, de Londres, desenvolveu um aplicativo que ganhou manchetes em várias partes do globo e fechou contrato com um dos homens mais ricos do mundo.

Nick D'Aloisio desenvolveu um aplicativo para smartphones chamado Summly, que resume o conteúdo de páginas e resultados de buscas, agilizando a navegação pela internet.

O adolescente conta que a inspiração para a criação do aplicativo surgiu há seis meses, quando estudava para uma prova de história em seu quarto, no bairro de Wimbledon.

"Eu estava usando mecanismos de buscas online para pesquisas em história. Enquanto eu estudava, notei que encontrei resultados irrelevantes em minha pesquisa e isto me prejudicava, eu me distraía quando clicava nestes resultados", disse o estudante à BBC.

Então Nick imaginou se haveria um jeito de avaliar o significado destes conteúdos instantaneamente, para economizar tempo e evitar distrações.

Versão inicial
Há seis meses, Nick criou uma versão inicial do Summly, que não usava as técnicas avançadas do aplicativo atual, mas ainda assim "era uma boa ferramenta para estudo de textos".

Esta versão inicial conseguiu destaque na imprensa e atraiu o interesse de um conhecido investidor, o bilionário chinês Li Ka Shing, considerado um dos homens mais ricos da Ásia, que acabou investindo US$ 250 mil no desenvolvimento do aplicativo.

"Desde então, estamos avaliando a tecnologia que atualmente temos e explorando novas formas de torná-la mais precisa", disse o adolescente.

O aplicativo permite o acesso no smartphone a versões resumidas de páginas, urls e resultados de buscas em sites como Google, por exemplo.

Nick conta que, no futuro, seu aplicativo poderá ser usado também para resumos de e-books, emails e a tecnologia poderá ser usada também para notícias.

Lançado no meio do mês de dezembro, o Summly conseguiu 30 mil downloads em sua primeira semana e já resumiu dezenas de milhares de páginas.

Atualmente o aplicativo está disponível para o iPhone, mas há planos para lançar versões para o Android e para uso geral na internet a partir no Ano Novo. Mas, Nick afirma que tem ainda mais planos para sua criação.

"Atualmente existe uma abundância de informação, muitas redes sociais criando muito conteúdo. Você precisa de ferramentas como o Summly ou o Siri para selecionar", disse.

O adolescente acredita que os resumos podem facilitar o compartilhamento de conteúdo no Facebook e Twitter.

E, segundo Nick, várias companhias, que ele não revela o nome, já estão sondando para conseguir licenciar a tecnologia que ele criou. Mas, por enquanto, o adolescente está satisfeito com o que conseguiu.

Modéstia
O blogueiro Om Malik, especializado em tecnologia, foi o primeiro a entrevistar o adolescente e o descreveu como um "menino gênio", comparando-o aos fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page.

Nick não aceita o rótulo de gênio e afirma que aprender a criar o programa "não foi tão difícil" e, na verdade, ele conseguiu fazer isto em meio ao dever de casa.

Quando o adolescente entregou seus trabalhos de início do semestre, os professores ficaram surpresos pelo fato de que ele conseguiu codificar o Summly e ainda teve tempo de fazer os deveres.

Agora, ele precisará arrumar tempo para viajar para San Francisco, nos Estados Unidos, em janeiro, para uma reunião com os investidores da Horizon Ventures, que deram apoio ao aplicativo.

E, mesmo com a agenda cheia,  Nick afirma que não pretende abandonar
a escola."Eu gosto, encontro meus amigos, gosto dos esportes, da coisa
toda", disse.

BBC

OLIVIA BOULER RECUPERAÇÃO DO GOLFO DO MÉXICO

Olivia Bouler, de 11 anos conseguiu levantar US$ 200 mil (R$ 320 mil) em um ano com a venda de desenhos e pinturas de aves para a recuperação do golfo do México após o vazamento de petróleo na região, em 2010, considerado o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

Ela nasceu no Estado de Nova York, escreveu para a ONG de preservação ambiental Audubon Society perguntando se podia ajudar.

"Como todos vocês sabem, o vazamento de petróleo no golfo é devastador", escreveu ela.

"Eu sou uma boa desenhista e estava pensando se conseguiria vender algumas pinturas de pássaros e doar o lucro para a sua organização."

A carta foi enviada com um desenho de um Cardeal Vermelho, um pássaro que pode ser visto perto de onde ela mora.

Olivia, que quer ser ornitologista (bióloga especializada em aves), diz que começou a ser interessar pelos pássaros da costa do golfo após os observar durante férias com parentes que moram nos Estados de Louisiana e Alabama.
BBC Brasil

RYAN HRELJAC SACIOU A SEDE DE UM MILHÃO DE AFRICANOS



Ryan nasceu no Canadá em maio de 1991, ou seja, hoje (2010) tem 19 anos. Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhes falou sobre como viviam as crianças na África. Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, que não há poços de onde tirar água, e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas... Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. Sua mãe disse-lhe que ele deveria consegui-los e foi-lhe dando tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana. Finalmente reuniu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares. Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez.

Contagiados por seu entusiasmo, todos puseram-se a trabalhar: seus irmãos, vizinhos e amigos. Entre todo o bairro conseguiram reunir 2.000 dólares trabalhando e fazendo mandados e Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço. Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda. À partir daí começa a lenda. Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios.

Quando o poço de Angola estava pronto, o colégio começou uma correspondência com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África. Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos de meninos e que lutava para estudar a cada dia. Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço. Centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome. - Sabem meu nome? - Ryan perguntou a seu guia. - Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe, ele respondeu.

Hoje em dia, Ryan –com 19 anos- tem sua própria fundação e conseguiu levar mais de 400 poços à África. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem-se empenhado em acabar com a sede na África.

http://www.ryanswell.ca/
http://www.slideshare.net/

TWYLA NITSCH REGRAS PARA SER HUMANO

Ela nasceu numa tribo Sêneca, e desde pequena, conhecia seu destino. Seu avô, um grande mestre de suas tradições (cujos trabalhos de orador ainda são estudados por muitos) , lhe deu um nome mesmo antes dela nascer,Yeh-Weh-Node - "Ela, cuja voz Viaja sobre os Quatro Ventos" - que representou exatamente tudo o que ela fez, espalhando seus ensinamentos ancestrais para a Austrália, África, Holanda, Alemanha, Polônia, Canadá, Israel, Rússia, Japão , as Ilhas Britânicas, Itália e Estados Unidos. Em abril de 1999, ela recebeu o prestigioso Prêmio Norte-americano Vivendo Tesouros em reconhecimento do trabalho de sua vida. Fundou e liderou o Clã dos Lobos, uma organização internacional que promove os ensinamentos de seus antepassados.

Os sênecas, sociedade indígena composta de vários clãs, são um dos membros originais da Liga de Paz das cinco nações, conhecida como a Confederação Iroquois. Seu clã, o clã Wolf, é responsável pelos ensinamentos da sabedoria, filosofia e profecias sobre o planeta Terra, a quem chamam de Mãe, desde os anos de 1700. Dizem que todas as criaturas são membros da mesma família, que todos nascemos unidos e que nosso destino é reclamar a Unidade. Nosso destino é sermos, conscientemente, Um Só SER.

Desde 2007, Vovó Twyla Nitsch percorre a Estrada Azul do Espírito, mas tudo o que ela fez, e falou, permanecerá vivo. É dela as regras para ser humano:

Você receberá um corpo.
Pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu durante essa rodada.

Você aprenderá lições.
Você está matriculado numa escola informal, de período integral, chamada vida. A cada dia, nessa escola, você terá a oportunidade de aprender lições. Você poderá gostar das lições ou considerá-las irrelevantes ou estúpidas.

Não existem erros, apenas lições.
O crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não dão certo fazem parte do processo, assim como as bem sucedidas.

Cada lição será repetida até que seja aprendida.
Cada lição será apresentada a você de diversas maneira, até que a tenha aprendido. Quando isso ocorrer, você poderá passar para a seguinte. O aprendizado nunca termina.

Não existe nenhuma parte da vida que não contenha lições.
Se você está vivo, há lições para aprender.

“Lá” não é melhor do que “aqui”.
Quando o seu “lá” se tornar em “aqui”, você simplesmente entenderá que o melhor é viver o "aqui" e "agora".

Os outros são apenas seus espelhos.
Você não pode amar ou detestar algo em outra pessoa, a menos que isso reflita algo que você ama ou detesta em si mesmo.

O que fizer de sua vida é responsabilidade sua.
Você tem todos os recursos de que necessita. O que fará com eles é de sua responsabilidade. A escolha é sua.

As respostas estão dentro de você.
Tudo o que tem a fazer é meditar, analisar, ouvir e acreditar.

forum.valinor.com.br

REFLETIR E MUDAR

Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: - "Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?"

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro " NÃO ", daqueles bem redondos! - " Não, o meu marido não me faz feliz "! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

- "Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz". E continuou:
"O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.

Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!

SEJA FELIZ , mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

Peça apenas ao Universo/Deus/Espírito Maior que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.

http://www.slideshare.net/

QUASE ACREDITEI

Quase acreditei
que não era nada ao me tratarem como nada

Quase acreditei
que não seria capaz
quando não me chamavam, por acharem que eu não era capaz

Quase acreditei
que não sabia
quando não me perguntavam por acharem que eu não sabia

Quase acreditei
ser diferente entre tantos iguais, entre tantos capazes e sabidos,
entre tantos que eram chamados e escolhidos

Quase acreditei
estar de fora quando me deixavam de fora porque... que falta fazia?

E de quase acreditar adoeci
busquei ajuda com doutores, mestres, magos e querubins

Procurei a cura em toda parte e ela estava tão perto de mim
Me ensinaram a olhar para dentro de mim mesmo
e perceber que sou exatamente, como os iguais que me faziam diferente.

E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida
fazer com que cada ser humano se perceba,
se ame, se admire de si mesmo, como verdadeira fonte de riqueza.

Foi assim que cresci: acreditando.
Sou exatamente do tamanho de todo ser humano.
E por acreditar
perdi o medo de dizer, de falar, participar  e até de cometer enganos.

E se errar? Paciência,
continuo vivendo por isso aprendendo. E errar é humano".

mvivianeb2006quase-acreditei-que-no-era-nada-ao-me.html

domingo, 11 de dezembro de 2011

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E HUMANA ATRAVÉS DA TERAPIA HOLÍSTICA



A capacidade de processar informações compatíveis á funcionalidade exigida, determina aptidão ao agir nas multifacetadas atividades nas quais tem que conviver.

Holisticamente o desenvolvimento da abordagem do autoconhecimento atinge a identidade familiar, social, profissional, o qual molda e constitui a personalidade do individuo a ser reconhecida e preservada.

O individuo é constituído da totalidade do que determina a formação destas identidades, as quais influenciam nos seus parâmetros de escolhas e decisões, muitas vezes sem a sua própria participação quanto à decisão final.

Através do emocional ativado, o individuo somatiza as mais variadas situações. Ao vibracionar através deste estado de consciência, gera e fortalece a sua própria Egrégora [força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas] deixa de gerenciar os segmentos que o constitui de uma forma mais coesa, com o pragmatismo daquele que toma o valor prático como critério da verdade.

À medida em que este condicionamento vai sendo superado, pró-ativa o seu Princípio de Consciência [capacidade funcional assertiva], através do planejamento inteligente define o pensamento estratégico racionalizando os pontos de interação entre os fatos e realidades distintas que compõe o assunto a ser administrado, numa visão atual e de futuro.

O que se deduz desta observação: a prioridade do reconhecimento de Si Mesmo como identidade existente. Quanto maior for o seu desenvolvimento pessoal mais apto está para agir como o resiliente que desenvolve a sua capacidade de recuperação a cada obstáculo e a cada desafio. Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.

O perfil do profissional multifuncional e resiliente é aquele que desconhece crise, objetiva soluções, procura se alinhar a uma equipe multiprofissional, conhece as diretrizes a serem seguidas, delegar poder, sabe ouvir e ser ouvido, deixa claro o limite desta permissão. E sua liderança é reconhecida.

Como um gestor a promover o gerenciamento da sua própria vida, é necessário priorizar suas escolhas/decisões as quais atuam como "mentes interligadas" das suas identidades pessoal, familiar, social, profissional.

Determinante reconhecer o individuo desagregador o qual é incapaz de reconhecer e respeitar a hierarquia constituída, que tem por objetivo principal fragmentar as bases estruturais de um staff/equipe. Esses indivíduos devem ser reconhecidos e reavaliados.

Holismo, antes visto como alternativa de vida e conceito, hoje é o cerne do resiliente que fundamenta a busca da personalidade saudável e sólida, daquele que atua de forma clara e objetiva, com o mínimo de disfuncionalidade para o desenvolvimento das suas próprias capacidades, como Ser integrado ativo e participativo, agindo com equilíbrio no pensar e agir, nos vários segmentos no qual atua.

Neusa Rocha Teles
Psicoterapeuta Holística pertencente ao grupo das Terapias Alternativas
neusarochateles@uol.com.br

Liliane Freire é autora do Video

FILOSOFIA QUÂNTICA PODER DO PENSAMENTO


O maior instrumento de poder de que se tem notícia se encontra dentro de nós:
o nosso pensamento. Como a eletricidade, o pensamento produz resultados de acordo com o uso que se faz dele.

O fato é que estamos continuamente interagindo com o cosmos, emitindo e recebendo vibrações, e assim, criando as experiências que vivemos.

Ao tomar consciência do poder do pensamento, conquistamos a chave para abrir as portas que levam à realização dos nossos desejos mais profundos.

Depois de Einstein e da física quântica, não há como negar que, em essência, SOMOS ENERGIA. É essa energia se consubstancia na matéria, se transformando em corpo, mente, emoção.

Se temos bons pensamentos e nos mantemos em sintonia com as correntes vibratórias carregadas de energia positiva, nos tornamos capazes de realizar as ações que nos levarão à felicidade.

Os pensamentos nos fazem sentir emoções variadas. Essas emoções, por sua vez, influenciam a nossa mente, o nosso organismo e a nossa saúde, ajudando a nos manter saudáveis e bem dispostos, quando são positivas, dependendo do cuidado que temos com aquilo que abrigamos em nossas mentes.

Assim, se queremos ter relacionamentos amorosos felizes, o primeiro cuidado a ser adotado é em relação aos nossos pensamentos.

A lei da sintonia, como toda lei espiritual, pode não ser aceita ou compreendida, mas nem por isso deixa de produzir efeitos.

Assim como a gravidade atrai os corpos para o centro da Terra, os nossos pensamentos têm o poder de atrair para nós aquelas realidades que desejamos viver.

É necessário reconhecer as próprias qualidades e a potencialidade que trazemos dentro de nós e que nos torna capazes de crescer, aprender e avançar.

Só é possível dar aquilo que se possui. Apenas quem é capaz de se amar e de se valorizar pode amar e valorizar o outro.

O caminho para uma boa auto-estima está em cultivar bons pensamentos e ter em mente que eles são a nossa companhia mais constante. Temos a opção de escolher, a cada momento, o que abrigamos em nossas mentes.

Com atenção, esforço e responsabilidade é possível detectar um pensamento menos bom na sua origem, e substituí-lo por outro que irá produzir resultados positivos.

O universo funciona como um espelho e tudo aquilo que transmitimos, retorna para nós amplificado.

Texto O Poder do Pensamento
Autor Jael Klein Coaracy 

 http://www.slideshare.net/

domingo, 4 de dezembro de 2011

MEDICINA E HOLISMO

Hélio Teixeira
Professor Titular e Livre-Docente do Departamento de Clínica Médica
Universidade Federal de Uberlândia, MG.

Esta conceituação antropológica serve para introduzir o médico na percepção holística do ser humano e pretende servir de base para uma nova racionalidade, ao fixar o homem em íntima conexão com seu interior e exterior (universo), considerando-o como parte indissociável do mesmo e inevitavelmente ligado ao seu destino. Holismo (de holos: todo) representa um sistema que vem sendo cogitado desde Heráclito, na antiguidade grega, mas que passou a ser mais sistematizado a partir da publicação do livro Holism and Evolution por Jan Smuts em 1921. Procura ser um modelo científico baseado na interrelação dos fenômenos, onde tudo tem a ver com tudo, não só no ser humano, mas em todo universo, num entrelaçamento que une tudo a tudo. Carl Gustav Jung (1875-1961), considerado um dos criadores do pensamento sintético ou conclusivo, criou a expressão sincronicidade para descrever a “simultaneidade, coincidência significativa ou princípio de conexões acausais”2, com ênfase nas interconexões dos fatos. Jung, inicialmente considerado o seguidor natural de Freud, afinal divergiu fundamentalmente de seu ex-mestre e salientou que “...a análise, na medida em que se restringe à decomposição, deve ser necessariamente seguida por uma síntese.”11 Leonardo Boff12 explica que “o holismo não significa a soma das partes, mas a captação da totalidade orgânica, una e diversa em suas partes, mas sempre articuladas entre si dentro da totalidade e constituindo esta totalidade.”

A percepção do ser humano em sua totalidade adota este sistema de síntese ou agregação dos componentes do ser, ao contrário do método cartesiano analítico, reducionista, fragmentário ou dissociativo. Procura juntar para conhecer. Enfatiza o físico, mas intimamente interrelacionado com a mente, a consciência, o espírito e com as energias do universo. Considera a doença adquirida não como causa, mas como conseqüência do distúrbio interior do ser e admite que o tratamento limitado a ela, doença, é muitas vezes insuficiente para alcançar a cura definitiva (fig. 4). E as doenças teriam, necessariamente, um fundamento muito além da nossa percepção atual e, com certeza, passariam pelas diferentes dimensões do ser até se manifestarem no corpo, etapa mais evidente deste processo. Em nosso estágio evolutivo atual, estamos longe de entender com clareza os íntimos fenômenos da natureza, seja no macro (universo), seja no microcosmos (ser). Assim, não temos resposta ainda para as inúmeras perguntas que surgem.

A boa prática médica atual exige, no entanto, que se entenda o doente para explicar sua doença. Esta nova realidade poderá vir a se constituir em um novo paradigma, o holístico, que, acredita-se, deverá complementar o antigo paradigma cartesiano-newtoniano e engrandecer o conhecimento do todo. Sob este novo paradigma, espera-se que o médico se volte mais para o ser humano, utilizando meios existentes - ou ainda por existir - que verdadeiramente possam favorecer seu equilíbrio pleno, fazendo com que a essência do ser - pneuma - atinja seu destino de evolução, qual seja, a perfeição em Deus. É preciso ousar para progredir, com consciência de que nosso destino está além do que conhecemos hoje. As modalidades terapêuticas filosoficamente mais voltadas para o ser, como homeopatia e acupuntura, em que pesem as incertezas a respeito, aliadas à psicologia transpessoal com abordagem transdisciplinar e complementadas pela ação medicamentosa efetiva na doença, poderão significar um modelo de conduta integral frente ao ser doente, resultando em benefício mais nítido ao mesmo.

Matéria completa www.medonline.com.br/med_ed/med8/holismo.htm

ATLETAS SUPERAM OS SEUS PRÓPRIOS LIMITES


Superar o próprio limite

Em uma descoberta que poderá ser usada já para os Jogos Olímpicos de 2012, cientistas encontraram uma forma de fazer com que atletas literalmente superem seus
próprios limites.

A técnica é bastante simples, e envolve literalmente enganar o cérebro.

Enganar o cérebro dos atletas pode fazer com que eles melhorem seu rendimento em até 5%, garante Kevin Thompson, da Universidade Northumbria.

Isto é mais do que suficiente para ganhar uma medalha de ouro ou mesmo quebrar um recorde mundial.

Correndo contra o avatar
Para desenvolver sua técnica, o Dr. Thompson pediu que ciclistas profissionais corressem contra um avatar mostrado na tela de um computador.

O pesquisador disse aos ciclistas que o avatar de cada um estava correndo com uma velocidade que permitiria que o atleta virtual fechasse o circuito exatamente no melhor tempo que cada um deles havia conseguido em sua carreira.

Na tela do computador, o próprio ciclista era representado ao lado do avatar, de forma que o atleta podia comparar seu rendimento segundo a segundo, como em uma corrida real.

Batendo o próprio recorde
Contudo, na realidade o avatar estava correndo 1% mais rápido do que o melhor tempo do ciclista.

Para surpresa do pesquisador, os ciclistas conseguiram ganhar do avatar, superando seus melhores tempos.

Bastou ir repetindo a mentira para que os atletas conseguissem superar seus próprios recordes em até 5%.

Testes seguintes mostraram que não há ganhos quando o ciclista sabe que o avatar está acima de 2% do seu melhor tempo.

Reserva de energia
O pesquisador acredita que a razão desse desempenho extra pode ser a existência de uma reserva de energia mesmo em atletas de ponta, que acreditam estar sempre no limite.

Durante os treinos, a mente antecipa o fim de uma sessão de exercícios, a fim de definir um ritmo inicial.

Receptores sensoriais, que monitoram as respostas do corpo, realimentam estas informações de volta para o cérebro, permitindo-lhe controlar os recursos do corpo para que eles durem até o final do exercício, para evitar danos.

"Acreditamos que esse sistema seja conservador e, mesmo em indivíduos bem treinados, que têm um quadro bem desenvolvido do próprio ritmo, há uma reserva de produção de energia que pode ser utilizada para melhorar o desempenho," teoriza o pesquisador.

Diário da Saúde

CODIFICACÃO ENTRE O CEREBRO E O RESTANTE DO CORPO




Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), ligado à USP, descobriram que o cérebro possui uma "técnica" para codificar as informações trocadas entre o próprio cérebro e o restante do corpo.

Essa codificação é uma representação das informações sob forma de pulsos elétricos.

Os estudos, que duraram cinco anos, são coordenados pelo professor Reynaldo Daniel Pinto e envolveram siris como cobaias.

Segundo os pesquisadores, os neurônios do siri funcionam por mecanismos muito similares aos dos humanos.

Ruído na central telefônica
Os pulsos elétricos que representam o movimento motor do estômago do crustáceo, embora constantes, apresentaram uma peculiaridade: variações que, em princípio, foram consideradas, por diversos estudiosos, sem importância.

Mas os pesquisadores brasileiros descobriram que um único neurônio fazia o papel de uma "central telefônica", enviando ao cérebro ações realizadas por outros órgãos do siri.

"Usamos um computador para simular o neurônio biológico do siri. Aquilo que os cientistas acreditavam ser insignificante, ao que chamaram de 'ruído', exerce papel fundamental no organismo em questão: além da função motora, ele codifica, simultaneamente, o que faz o outro neurônio ligado a ele", explica o docente.

Neurônio telefonista
Ou seja, os "ruídos" descritos anteriormente, considerados, por muitos estudiosos, sem função, são, na realidade, de extrema importância.

"Se qualquer informação chega ao cérebro, ela vem tanto do músculo quanto do neurônio intermediário, que, por sua vez, contém o comando dado pelo músculo e gera um ritmo periódico para o funcionamento do sistema", explica Reynaldo.

E o neurônio intermediário não apenas avisa o cérebro sobre o que está acontecendo, como também entra em detalhes.

Ele avisa quando a ação foi realizada e seu autor, poupando o cérebro de um contato imediato com cada um dos órgãos.

"Nosso grupo foi capaz de comprovar essa 'nova função' do neurônio, em siris e lagostas. Espera-se que esse resultado seja, também, encontrado em neurônios de outras espécies, incluindo a nossa", afirma Reynaldo.

Implicações sobre o estudo do cérebro
A maneira de entender como o cérebro controla as coisas pode ser totalmente alterada depois desse estudo.

"Imagine que você está andando e o cérebro sabe que você contraiu um músculo da coxa. Se contraiu demais ou de menos, ele precisa saber e sensores espalhados no músculo passam tal informação.

"Mas, essa informação não será passada diretamente. Algum neurônio é que fará esse intermédio e o cérebro, além do acesso a essa informação, tem conhecimento sobre o que o circuito de comando do músculo fez, o que pode ser considerado um ajuste 'mais fino' de nosso corpo", explica o pesquisador.

Tosse ou soluço
A principal importância desse novo mecanismo é a previsão mais eficiente sobre certas ocorrências dos organismos.

No caso do siri, por exemplo, imagine que, enquanto ele se alimenta, um pequeno pedaço de pedra é engolido junto com a comida e entope o aparelho digestivo.

O sensor muscular que, até então, enviava sinais ao cérebro de contração periódica, irá cessar. Mesmo que o cérebro continue sendo avisado dos movimentos de contração, pelo mecanismo descoberto, ele [cérebro] receberá um relatório "incomum".

"Dessa forma, o cérebro tem conhecimento de que há algo errado no movimento do músculo e induzirá uma ação, como tosse ou soluço, por exemplo, para solucionar o problema", exemplifica Reynaldo.

 Diário da Saúde

AUTISTAS SÃO MENTALMENTE SUPERIORES EM VÁRIOS ASPECTOS.


"Nós precisamos parar de considerar que a estrutura cerebral diferenciada dos indivíduos autistas seja uma deficiência."

O alerta está em um artigo do Dr. Laurent Mottron, da Universidade de Montreal (Canadá), publicado nesta semana pela conceituada revista Nature.

Segundo o cientista, as pesquisas revelam que muitos autistas têm capacidades e qualidades que frequentemente excedem aquelas dos indivíduos ditos "normais".

"Dados recentes, e minha própria experiência pessoal, sugere que é hora de começar a pensar no autismo como uma vantagem em algumas esferas, não uma cruz para carregar," afirma Mottron.

Inteligência autêntica
Mottron e sua equipe demonstraram de forma firme e sistemática as habilidades - e às vezes as superioridades - dos autistas em múltiplas operações cognitivas, tais como a percepção e o raciocínio, entre outras.

Seu grupo inclui vários autistas, dos quais Michelle Dawson é um sucesso em particular. Michelle está dando grandes contribuições para a compreensão da condição por meio de seu trabalho e de seu julgamento.

"Michelle desafiou a minha percepção científica do autismo," confessa Mottron.

Esse desafio levou à interpretação dos pontos fortes do autista como a manifestação de uma inteligência autêntica, e não de uma espécie de truque do cérebro que lhes permite executar tarefas inteligentes sem pensar.

Variação da espécie humana
"É incrível para mim que há décadas os cientistas estimem a magnitude da deficiência mental baseando-se na aplicação de testes inadequados e na interpretação incorreta dos pontos fortes dos autistas," diz Mottron.

"Nós cunhamos uma palavra para isso: normocentrismo, ou seja, o preconceito que você tem de que se você faz ou é algo, é normal, e se o autista faz ou é, então é anormal," acrescenta.

O pesquisador afirma lamentar o fato de que muitas crianças autistas acabam fazendo trabalhos repetitivos, trabalhos braçais, apesar de sua inteligência e da aptidão para dar contribuições mais significativas para a sociedade.

"Michelle e outros indivíduos autistas têm-me convencido de que, em muitos casos, as pessoas com autismo precisam mais do que tudo é de oportunidades, muitas vezes de apoio, mas raramente de tratamento," afirma.

"Como resultado, meu trabalho e o de outros propõe que o autismo deva ser descrito e estudado como uma variante aceita dentro da espécie humana, não como um defeito a ser suprimido," conclui Mottron.

Diário da Saúde

APRENDA COM SEUS ERROS E MELHORE SUA INTELIGÊNCIA

Quando você pensa em sua própria inteligência, você imagina a sua inteligência como um dado fixo - "Eu sou 'deste tanto' inteligente.' - ou como alguma coisa em construção - "Fico mais inteligente à medida que estudo."?

Pesquisadores usaram um equipamento de monitoramento das ondas cerebrais para demonstrar que as pessoas que acreditam que podem aprender com seus erros têm reações cerebrais diferentes daquelas que acreditam que sua inteligência é fixa.

"Uma grande diferença entre as pessoas que pensam que a inteligência é maleável e aqueles que pensam que a inteligência é fixa está na forma como eles respondem aos próprios erros," explica o Dr. Jason Moser, da Universidade do Estado de Michigan (EUA).

Segundo os pesquisadores, as pessoas que acreditam que a inteligência é um edifício em construção reconhecem mais facilmente os erros e se esforçam para aprender mais.

Por outro lado, aquelas que acreditam que a inteligência é algo fixo perdem as oportunidades de aprender com os próprios erros.

Isto pode ser um problema para a vida toda, mas pode ser facilmente percebido na escola. Segundo os cientistas, aqueles que acreditam que a inteligência é fixa são facilmente reconhecíveis porque não se esforçam mais depois de terem saído mal em um exame.

Nos experimentos, os cientistas primeiro aplicaram uma série de testes onde era muito fácil cometer erros. Durante os testes, os voluntários tiveram seus sinais cerebrais monitorados.

Ao final, cada participante foi entrevistado, para que se avaliasse qual era sua visão sobre a inteligência: fixa ou em construção permanente.

Quando uma pessoa comete um erro - qualquer que seja sua visão sobre a inteligência - são gerados dois sinais neurais muito rápidos, cerca de um quarto de segundo depois que a pessoa é avisada de seu erro.

O cérebro das pessoas que aprendem com os próprios erros gera um segundo sinal muito mais forte.

Isso parece acender uma luz de alerta porque, em seguida, eles passam a errar menos.

Para o segundo grupo, que tem maior dificuldade em reconhecer os próprios erros, o desempenho manteve-se constante durante o teste, apesar dos erros cometidos.

Segundo os cientistas, esta pesquisa pode ajudar no treinamento das pessoas para que elas reconheçam que podem se esforçar mais para aprender mais - sem precisar de muitos argumentos, apenas mostrando o que acontece em seus cérebros.

Redação do Diário da Saúde

RONAN FARROW É ASSESSOR DE HILLARY CLINTON

 "Aquele garotinho? Tem certeza de que é com aquele garotinho ali que você quer falar?", perguntou, incrédulo, o assessor de imprensa do Departamento de Estado americano.

Durante uma festa do governo, ele se desdobrava para trazer figurões, como a secretária de Estado, Hillary Clinton, até os jornalistas.

O tal garotinho é Ronan Farrow, 23 anos, assessor especial de Hillary para questões da juventude mundial.

Ele é também o único filho biológico da atriz Mia Farrow com o cineasta Woody Allen. Menino prodígio, começou a falar aos sete meses e ler aos dois anos, entrou para a universidade aos 11 e foi aceito no curso de direito de Yale aos 16. Mas, no Departamento de Estado, ele ainda é "aquele garotinho".

"Já passei por vários momentos embaraçosos por ser jovem e desconhecido. A velha guarda fala comigo com condescendência e, às vezes, até certo menosprezo. O que importa é que a chefe dá apoio total ao meu trabalho", diz Ronan.

De volta a 2011, não é difícil entender porque o assessor do Departamento de Estado leva mais de dez minutos para convencer "aquele garotinho" a ir até a área dos jornalistas.

Quando finalmente veio, encheu a repórter de perguntas. Por fim, deu o contato de sua secretária e, depois de duas semanas, concordou em dar uma entrevista por telefone -- desde que fosse sobre sua trajetória profissional.

Só quando o assunto é trabalho, Ronan abre a guarda, fala sem parar e até dá seu email e o número do telefone celular.

"Desde cedo, fiz viagens incríveis com minha mãe para locais de conflito. Em Darfur, no Sudão, sofri muito ao ver as condições de vida do povo. Na volta, tive minha maior vitória: participei de um protesto que acabou fazendo com que os fundos de pensão das universidades parassem de comprar ações de empresas que negociam com o Sudão", conta, empolgado.

Mia e o filho têm muito em comum. Os olhos azuis, os cabelos louros acinzentados e o interesse por direitos humanos são algumas características compartilhadas.

Entre os 14 filhos da atriz -- quatro biológicos e dez adotivos--, Ronan sempre foi o mais próximo. Quando, aos 11 anos, ele entrou para o Bard College, Mia levava o filho às aulas diariamente. Dirigia sua minivan verde por uma hora e meia desde a casa da família, em Connecticut, para onde se mudou depois da separação.

Como Ronan era muito novo para ir de uma sala de aula à outra, a atriz passava o dia no campus com o filho.

Do pai, ele herdou o corpo franzino, a pouca altura (1,68m) e o gosto por música. Assim como Woody faz com o clarinete, Ronan toca guitarra para relaxar: "Tem uma sala de música no Departamento. É para onde vou quando sobra tempo". Ao que parece, não sobra muito. Depois de três anos vivendo em Washington, ele nunca apareceu em colunas sociais.

O restaurante que mais frequenta é a cafeteria do trabalho. "Tem dia que faço as três refeições lá", diz ele, que costuma contar o que comeu no Twitter. "Se a China soubesse o que a cafeteria do Departamento de Estado vende como comida chinesa, teríamos um incidente diplomático", escreveu.

Desde cedo, seu interesse é por ativismo e política. Antes de assumir, em junho, o cargo de assessor de Hillary e diretor do setor de juventude mundial, Ronan trabalhou dois anos no próprio Departamento de Estado, como assessor especial para Assuntos Humanitários e ONGs com foco no Afeganistão e no Paquistão.

Ele também tem no currículo o cargo de porta-voz da Unicef na Nigéria, Angola e Darfur e o Prêmio Humanitário McCall-Pierpaoli de 2008. Para completar o histórico, Ronan publicou artigos em jornais como "Wall Street Journal" e "International Herald Tribune" e trabalhou, nos tempos de Yale, como advogado para uma firma conceituada de Nova York.

Um dos próximos destinos do ativista político é o Brasil, que já foi citado em seus discursos e no Twitter:

"Temos vários programas interessantes em conjunto, como o dos Jovens Embaixadores. O Brasil tem aparecido no cenário mundial com uma resposta vibrante à realidade da população jovem. No ano que vem, finalmente vou conhecer o país durante o Rio+20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2012]."

Curiosamente, Ronan Farrow já trocou de nome duas vezes. Nos primeiros anos de vida, era chamado pelo primeiro nome, Satchel, homenagem do pai a um famoso jogador de beisebol americano.

Depois que o casal se separou, Satchel passaria a ser chamado de Seamus.  Ao se formar em Yale, virou Ronan."Não mudei de nome legalmente.Tenho vários
nomes e posso escolher", justifica, dizendo que na certidão seu nome é
Satchel Seamus Ronan O'Sullivan Farrow.

O sobrenome do pai não entrou porque Mia já tinha oito filhos quando Ronan nasceu e não queria que ele fosse o único diferente entre seis Previns e dois Farrows. Quem disse que nome não é destino?

8 anos (1995)
Ronan já lê Kafka, Camus e Sartre.

11 anos (1998)
Ronan se torna o estudante mais jovem do Bard College e entra para o Hall da Fama dos Jovens Superdotados (YEGS Hall of Fame, em inglês). Woody, que está lançando "Poucas e Boas" (1999), fica sabendo da novidade por jornalistas.

15 anos (2002)
Ronan escreve uma tese sobre ciência política e se forma com nota máxima no Bard College.

16 anos (2003)
Ronan é aceito para o curso de direito da Universidade de Yale. Ele já trabalha como porta-voz da Unicef e assistente de político.

17 anos (2004)
O "Daily Mail" entrevista Ronan: "Woody Allen é meu pai e se casou com minha irmã. Isso é uma transgressão moral. Eu não posso vê-lo. Não posso ter uma relação com meu pai e ser moralmente consistente".

2008 / 21 anos
Ronan entra no Departamento de Estado.

Jornal Folha de São Paulo