segunda-feira, 15 de abril de 2013

POR QUE FALAMOS HMMM QUANDO ESTAMOS PENSANDO?



Você provavelmente não o aprendeu durante uma aula de Português, e ele raramente aparece em um dicionário. Gramaticalmente falando, é uma “interjeição”, ou seja, uma palavra que expressa emoções, estados de espírito, sentimentos. O próprio significado varia conforme o tom: pode significar “não gostei”, “boa ideia!” ou “espere um pouco enquanto penso numa resposta”. O significado muda com o contexto da conversa, também.

De onde veio a expressão? “Não tenho uma teoria para isso”, disse o linguista Anatoly Liberman, da Universidade de Minnesota (EUA) e especialista na origem de palavras. “Pode ter vindo do Inglês ou do Francês. Mas você não consegue traçar sua longa trajetória”.

Ele sugere que o “h” substitui a respiração que antecede a fala, e o “mmm”, emitido sem abrir a boca, indica que você não tem certeza do que dizer. O fato de você emitir o som indica que, pelo menos, continua envolvido na conversa.

Para o psicólogo Nicholas Christenfeld, da Universidade da Califórnia (EUA), especialista em “pausas em diálogos preenchidas” (!) a expressão é popular justamente porque é um som neutro “mais fácil de ser dito do que qualquer outra coisa”. “Hmmm…”, pensaram vocês.

Live Science

MÚSICA CLÁSSICA AJUDA NAS CIRURGIAS


Médicos cirurgiões observaram que tocar música clássica enquanto operam seus pacientes pode beneficiá-los tanto que até o período de recuperação é mais rápido.

O estudo encorajou os pacientes a ouvir peças de Beethoven, Vivaldi e Bach durante as cirurgias. Frank Sinatra também foi oferecido aos que preferiam algo um pouco mais “fácil de ouvir” durante as cirurgias.

96 pacientes submetidos a pequenas cirurgias foram divididos aleatoriamente para participar de operações com música ou silêncio. Todos estavam acordados durante seus procedimentos, que incluíram a remoção rotineira de lesões na pele e a limpeza de feridas em membros superiores após acidentes.

A metade dos pacientes que ouviu música clássica durante sua operação relatou níveis de ansiedade mais baixos e respiração mais lenta do que os demais. Os médicos não avaliaram qual artista ou música era melhor para os pacientes.

“Ser submetido a uma cirurgia pode ser uma experiência estressante para os pacientes, e encontrar maneiras de torná-los mais confortáveis deve ser nosso objetivo como clínicos”, disse o cirurgião plástico Hazim Sadideen, que liderou o projeto no Hospital John Radcliffe, em Oxford, Reino Unido.

Além do fator psicológico, existem também boas razões médicas para encorajar a música clássica. Pacientes mais calmos podem lidar melhor com a dor e se recuperar mais rapidamente.

“Este trabalho pequeno foi a primeira vez que uma tentativa foi feita para medir o impacto da música neste grupo específico de pacientes, ressaltando a necessidade de maior investigação para determinar se a música deve tornar-se parte da prática médica comum”, afirmou Sadideen.

Telegraph

VOCÊ NÃO É DONO DOS PRÓPRIOS GENES

O alerta foi dado por um estudo publicado em 25 de março no periódico Genome Medicine: mais de 40.000 patentes foram concedidas sobre trechos de DNA longos e curtos, virtualmente dando o controle comercial de todo nosso genoma às empresas que as registraram.  

O estudo se concentrou em dois tipos de sequências de DNA patenteadas: fragmentos longos e curtos. Foi descoberto que 41% de todo o genoma humano é coberto por patentes de DNA longo, cobrindo geralmente genes inteiros.  

Além disso, como os genes compartilham estruturas similares dentro de sua estrutura genética, se todas as patentes de sequências curtas forem agregadas, podem cobrir 100% do genoma. O seu médico não vai poder examinar o seu DNA sem violar patentes.  

O problema está chegando à Suprema Corte dos Estados Unidos, que vai revisar os direitos de patentes genômicas em uma audiência no dia 15 de abril. A decisão da Corte vai influenciar diretamente os direitos de companhias de diagnóstico molecular de patentear não um, mas dois genes de câncer do seio e do ovário, BRCA1 e BRCA2, e também qualquer sequência menor dentro de BRCA1, incluindo uma patente para apenas 15 nucleotídeos.  

E não é só estes dois genes que a empresa patenteou: ela tem pelo menos outros 689 genes humanos patenteados, relacionados a outros 9 cânceres, além do desenvolvimento do cérebro e funcionamento do coração.  

Na prática, significa que nenhum médico ou pesquisador poderá estudar o DNA destes genes de seus pacientes, e nenhuma droga de diagnóstico ou tratamento poderá ser desenvolvida baseada nestes genes, sem violar as patentes – a não ser que a droga seja desenvolvida pela empresa.  

A empresa que tem as patentes do BRCA1 e BRCA2 oferecem serviços de diagnósticos de câncer ao custo de US$3.000 por teste (cerca de R$6.000,00), um valor que, graças à proteção das patentes, tem que ser pago, mesmo que outros laboratórios tenham condições de oferecer o mesmo teste a preços mais baixos.  

E não é só o diagnóstico e tratamento que encarecem – a própria pesquisa genética também fica mais cara, já que é praticamente impossível trabalhar com genética sem tropeçar em um gene patenteado por dia. E, se considerarmos as sequências pequenas, que se repetem em todo o genoma, é impossível trabalhar com o genoma humano sem lidar com genes patenteados.  

Para quem tem dinheiro e quer trabalhar com os genes patenteados, outro problema: determinar quais patentes cobrem um determinado gene. As patentes de sequências curtas se sobrepõe e diferentes patentes podem ser aplicadas sobre um mesmo gene, como o BRCA1, por exemplo.  

Como se esta confusão não fosse suficiente, ainda há o problema das patentes de DNA que cruzam a barreira das espécies. Uma empresa que patenteou genes referentes à criação de vacas acabou tendo direitos sobre 84% do genoma humano.

Os pesquisadores apontam que são a favor do sistema de patentes, mas é preciso equilibrar essa proteção aos inventores com o bem da medicina, o investimento em pesquisa e a inovação. Mais que isso: os indivíduos têm que ter direitos sobre seu próprio genoma, e permitir que médicos o examinem da mesma forma que examinam pulmões e rins.  

MedicalXpress

Você não é dono dos próprios genes | HypeScience

hypescience.com/voce-nao-e-dono-dos-proprios-genes/

CÓDIGO GENÉTICO É TRANSFORMADO EM MÚSICA



Cientistas e compositores criaram uma nova música para ser cantada por um coral – os cantores, na verdade, produzem sons de seus próprios códigos genéticos. Quer saber como?

O DNA humano é formado, basicamente, de quatro compostos químicos diferentes. Isso fez com que o músico Andrew Morley tivesse a idéia de atribuir uma nota para cada um desses compostos.

A música resultante foi batizada de Allelle. Cada cantor que foi designado para a música teve seu código genético desvendado – na verdade eles participavam de um outro estudo, que estava tentando determinar a diferença genética entre bons cantores e os desafinados. Depois do processo, eles decoraram as notas de cada composto do seu DNA e a música foi feita.

A “Allelle” vai ser cantada pelo New London Chamber Choir, um coral inglês do qual os cantores do estudo fazem parte, que se apresentará na Sociedade Real de Medicina dia 13 de julho. Se você não foi convidado e quer conferir a música mesmo assim, entre neste site e clique “play” no podcast chamado de “New London Chamber Choir rehearse Allelle” para ouvir um ensaio. Gostou do resultado? Comente!

BBC

O CÉREBRO PREFERE MÚSICA CLÁSSICA


Dizer “esta música é muito boa” ou “nossa! Que música horrível” é muito comum. Todos têm seus gostos particulares e rejeitam artistas e bandas que fogem das preferências pessoais. Mas, uma pesquisa publicada no periódico científico BMC Research Notes revela que talvez haja um padrão. Segundo o artigo, as pessoas tendem a gostar das músicas que soam “complexas” aos ouvidos, mas que são “decifráveis e armazenadas” pelo cérebro, como as composições eruditas.

O autor do estudo, Nicholas Hudson, biólogo da Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, disse que o cérebro comprime a informação musical como um software de computador faz com um arquivo de áudio: ele identifica padrões e remove dados desnecessários ou redundantes. A música clássica, por exemplo, pode parecer complexa para quem ouve, mas o cérebro consegue encontrar padrões para o trabalho de compressão. Pouca coisa é descartada. Hudson usou programas de compressão de músicas para imitar como o cérebro age e usou músicas que já haviam sido analisadas em um estudo de 2009 que mediu como 26 voluntários curtiam músicas de diferentes gêneros musicais como clássico, jazz, pop, folk, eletrônica, rock, punk, techno e tango.

Entre as músicas que o biólogo escolheu, “I should be so Lucky” da Kylie Minogue foi comprimida a 69,5% de seu tamanho original; “White Wedding” do Billy Idol foi diminuída a 68,5%; e a Terceira Sinfonia do Beethoven foi reduzida a 40,6% do seu tamanho inicial. O cérebro, como o software encontraram mais padrões na música do compositor alemão. Com as outras músicas, ele teve pouco trabalho de compressão, pois o resto foi “jogado fora”. Fazendo uma comparação, as músicas mais “comprimíveis” foram aquelas escolhidas como as mais agradáveis no estudo de 2009.

Mas, porque nosso cérebro gosta mais das músicas que o fazem trabalhar mais para comprimi-las? “É da nossa natureza sentir mais satisfação ao atingir uma meta quando a tarefa é mais difícil. As coisas fáceis trazem um prazer superficial. As músicas mais simples, com poucos padrões de compressão, rapidamente ficam irritantes e deixam de ser estimulantes”, disse Hudson. Esta é uma explicação para aquela sensação de enjoar rapidamente de uma música. O teste também incluía barulhos aleatórios que só puderam ser comprimidos a 86%. O resultado foi que estes sons causaram indiferença e tédio nas pessoas.

Já foi dito que música clássica ajuda a memória, ajuda o foco nos estudos e pode até deixar as pessoas mais inteligentes. Este é mais um estudo que comprova a qualidade da música clássica, mas, como diz o ditado: gosto não se discute.

LifesLittleMysteries

MÚSICA ESTÁ MUDANDO O SEU CÉREBRO


Segundo o médico Charles Limb, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, as canções penetram em sistemas fundamentais de nosso cérebro, que são sensíveis à melodia e às batidas, e exercitam nosso cérebro de maneira única.

“Existe evidência suficiente para dizer que a experiência musical muda nosso cérebro”, afirma o cientista estadunidense. “Ela permite que você pense de maneira diferente e treina várias habilidades cognitivas não relacionadas à música”.

Não importa. Sejam canções do AC/DC, do Bee Gees ou peças do Rachmaninoff, é fácil ter fragmentos delas que se repetem incessantemente por algum período determinado, mesmo que a música não seja do seu agrado.

Essa repetição ‘chiclete’ é conhecida por earworm, termo utilizado pela primeira vez em 1980, em tradução literal do alemão Ohrwurm, como afirma o neurologista Oliver Sacks, no livro “Alucinações Musicais”.

A repetição indica que a música entra e subverte parte do cérebro, forçando-o a disparar a música de maneira repetitiva e autônoma.

De acordo com o psicólogo e neurocientista canadense Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Quebec, no Canadá, os fragmentos – e não as músicas inteiras – que ficam em nossas cabeças são simples, tanto melodicamente quanto ritmicamente.

Mas, em casos extremos, essas músicas chicletes podem ser ruins para o dia-a-dia de alguns de nós. Algumas pessoas não conseguem trabalhar, dormir ou sequer se concentrar, porque as músicas os impedem. Por isso, precisam tomar ansiolíticos, que relaxam os circuitos neurais presos na repetição.

Vale ressaltar também que esse efeito chiclete é antigo. Cientistas acreditam que a música é, de alguma maneira, uma adaptação evolucionária que ajudou os ancestrais humanos.

E tem o fato de que ela induz sentimentos, também. Certas músicas são associadas com a lembrança de alguém, ou uma emoção, ou até um estado de espírito. Basta lembrar-se de casos de esportistas que escutam músicas animadas ou agitadas minutos antes de suas competições. Quer fazer um teste? Tente levantar cedo e escutar uma música bem animada. Sua disposição será diferente.

CNN, Folha

PESQUISADORES CONSEGUEM VER IMAGEM MENTAL E DETERMINAR EM QUE VOLUNTÁRIOS ESTAVAM PENSANDO

Um estudo internacional liderado pela Universidade Cornell (EUA) sugere que é possível saber o que uma pessoa está pensando através da análise de imagens de seu cérebro.

Segundo o neurocientista Nathan Spreng, principal autor do estudo, os modelos mentais que temos das pessoas produzem padrões únicos de ativação cerebral, que podem ser detectados a partir de técnicas avançadas de imagem.

“Quando olhamos para os nossos dados, ficamos chocados por termos conseguido decodificar em quem nossos participantes estavam pensando com base em sua atividade cerebral”, disse Spreng.

Compreender e prever o comportamento dos outros é uma chave para navegar com sucesso no mundo social. No entanto, ainda sabemos pouco sobre como o cérebro modela traços de personalidade duradouros que podem conduzir o comportamento dos outros. Essa capacidade nos permite, por exemplo, antecipar como alguém vai agir em uma situação pela qual nunca passou antes.

Os pesquisadores pediram que 19 jovens adultos aprendessem sobre a personalidade de quatro pessoas com traços-chave distintos. Em seguida, eles receberam cenários diferentes (por exemplo, sentado em um ônibus quando uma pessoa idosa entra e não há mais assentos) e tiveram que imaginar como aquelas pessoas iriam responder a tal situação.

Durante a tarefa, os cérebros dos voluntários foram escaneados usando ressonância magnética funcional, que mede a atividade cerebral através da detecção de alterações no fluxo sanguíneo.

Os cientistas descobriram que diferentes padrões de atividade cerebral no córtex pré-frontal medial estavam associados com cada um dos quatro traços-chave diferentes de personalidade.

Em outras palavras, cada pessoa sendo imaginada pode ser identificada com precisão baseado unicamente no padrão de ativação cerebral do participante. Por exemplo, quando os participantes estavam imaginando o que uma pessoa com tal traço de personalidade faria, um certo padrão era visto; uma pessoa com um traço diferente correspondia a um outro padrão, e assim por diante.

Os resultados sugerem que o cérebro codifica os traços de personalidade de outras pessoas em regiões distintas do cérebro, e esta informação é integrada no córtex pré-frontal medial para produzir um modelo de personalidade global usado para planejar interações sociais.

“Pesquisas anteriores já tinham implicado o córtex pré-frontal medial em distúrbios de cognição social como o autismo, e os nossos resultados sugerem que as pessoas com esses distúrbios podem ter uma incapacidade de construir modelos precisos de personalidade”, explica Spreng.

Se dados futuros confirmarem essa hipótese, os pesquisadores podem ser capazes de identificar biomarcadores específicos no cérebro das pessoas para diagnosticar doenças, bem como monitorar os efeitos dos tratamentos para elas.

A equipe da pesquisa incluiu membros da Universidade College London (Reino Unido), da Universidade Harvard (EUA) e da Universidade de York (Reino Unido), e o trabalho científico “Imagine All the People: How the Brain Creates and Uses Personality Models to Predict Behavior” foi publicado na edição de 5 de março do jornal Cerebral Cortex.

Essa não foi a primeira vez que cientistas tentaram (e conseguiram) “ler o pensamento” de voluntários.

Por exemplo, pesquisadores da Universidade de Utah (EUA) descobriram uma maneira de pessoas paralisadas se comunicarem através do uso de implantes de microeletrodos na parte superior do cérebro. Os sinais do cérebro de pessoas paralisadas podem ser traduzidos em palavras, e resultam em informações corretas (acertando o que os pacientes querem dizer) de 76 a 90% das vezes.

Uma outra pesquisa também já conseguiu decodificar o que macacos estavam pensando. Ao estudar o cérebro dos animais enquanto eles tentavam movimentar uma bola para um alvo, a decodificação da atividade dos seus neurônios permitiu que os cientistas soubessem para onde o macaco estava pensando em mover a mão antes mesmo que qualquer movimento fosse iniciado.

Por fim, o médico Adrian Owen, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), já usou uma máquina de eletroencefalografia (EEG) para mostrar que pacientes que não apresentam sinais exteriores de consciência (em coma) são capazes de compreender o que os outros estão dizendo, bem como responder a perguntas simples.[

MedicalXpress, RedOrbit, ScienceDaily

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 27.02.2013

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 27 02 2013
AUTOCONHECIMENTO DESIDERATA
COMPORTAMENTO PALAVRAS TÊM SENTIMENTOS
CORPO HUMANO BANDA LARGA SINAIS PELO BRAÇO DE UM HOMEM
CORPO HUMANO CADA PESSOA PRODUZ UM SOM CEREBRAL ÚNICO
CORPO HUMANO CÉREBRO LUZ PERCEPÇÃO GERA ECONOMIA DE ENERGIA
CORPO HUMANO CÉREBROS DE MÉDIUNS DURANTE PSICOGRAFIA
CORPO HUMANO CÉREBRO NEURÔNIO GUARDA ATÉ UM MINUTO DE MEMÓRIA
CORPO HUMANO GLÂNDULA PINEAL TIMO E A ESPIRITUALIDADE
CORPO HUMANO JOELHO GERA ENERGIA PARA NAVEGAR
CORPO HUMANO MÚSICA É PERCEBIDA NO CÉREBRO
CORPO HUMANO ONDAS CEREBRAIS PRODUZEM MÚSICA
CORPO HUMANO ONDAS DO CEREBRO PARA ESCREVER NO COMPUTADOR
CORPO HUMANO SEU CORPO PODE PREVER O FUTURO CORPO HUMANO LINHAS LEY GLÂNDULAS E O SISTEMA ENDÓCRINO
CORPO HUMANO LUZ MELHORAR HUMOR USE LÂMPADAS FRACAS À NOITE
CORPO HUMANO DESENHOS INDUSTRIAIS EM CAD FEITOS COM OS OLHOS
CORPO HUMANO OLHOS NOTEBOOK CONTROLADO PELO OLHAR
CORPO HUMANO OLHOS PERCEPÇÃO FACIAL VAI ALÉM DO QUE VEEM
CORPO HUMANO OLHOS RASTREAMENTO INAUGURA ERA PÓS MOUSE
CORPO HUMANO ONDAS ALFA FECHAM CÉREBRO CONTRA DISTRAÇÕES
CORPO HUMANO RELÓGIO BIOLÓGICO É ALIMENTADO ELETRICAMENTE
CORPO HUMANO RELÓGIO BIOLÓGICO LER AS HORAS
CORPO HUMANO SALIVA REVELA CAPACIDADE DE TOMAR DECISÕES
CORPO HUMANO SISTEMA SENSORIAL ESCONDIDO SOB A PELE
CORPO HUMANO SONO FICAR SEM DORMIR DIMINUI IMUNIDADE
ESPIRITUALIDADE RISCOS DO ESPIRITISMO PARA O TRANSTORNO MENTAL
HOLISMO MATÉRIA PSICOSSOMÁTICA ENERGIA
HOLISMO MÉDICOS QUEREM APRENDER TERAPIAS ALTERNATIVAS
HOLISMO MEDITAÇÃO PESQUISADORES ADEREM PRÁTICA
MEDICINA MÉDICO NATURALISTA ENSINA EXERCÍCIOS
MEDICINA PLACEBO ATÉ 60% DOS MÉDICOS ACREDITAM EM SUA EFICÁCIA
MEDICINA PLACEBO DESCOBERTOS FATORES QUE EXPLICAM OS EFEITOS
MEDICINA PLACEBO PARTE EFETIVA DO TRATAMENTO MÉDICO
MEDICINA PLACEBO TEORIAS PARA EXPLICAR O EFEITO
MEDICINA PLACEBO FUNCIONA MESMO PACIENTE SABE QUE PILULA É INERTE
MUSICA AFETA DESEMPENHO NO TREINO
MUSICA PLAYLIST ADEQUADA PARA CAMINHAR E CORRER
MUSICA SINCRONIZA CÉREBROS E CRIA REDE INTERCEREBRAL
PENSAMENTO ESPAÇONAVE PILOTADA VAI MELHOR COM DOIS CÉREBROS
PENSAMENTO MÁQUINAS AVANÇAM COM INTERFACE NEURAL PORTÁTIL
PENSAMENTO NEUROPEPTÍDEOS RESPONSÁVEIS POR NOSSA SAÚDE
PENSAMENTO PENSAR NO FUTURO OU NO PASSADO NOS MOVE DE VERDADE
PENSAMENTO PREPARO MENTAL DOS ATLETAS DE ELITE

http://www.youtube.com/watch?v=BLqxRmw942M  

http://www.youtube.com:80/watch?v=yS5cfNtNxAM

http://www.youtube.com/watch?v=VDzDecm3nDY

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LINHAS LEY CORPO HUMANO GLÂNDULAS E O SISTEMA ENDÓCRINO

Nos Ensinamentos Misteriosos, o sistema endócrino é um sistema glandular associado a sete grupos de glândulas; essas glândulas, por sua vez, são associadas aos sete centros de poder do corpo humano. Nesse sistema, vemos a relação entre o corpo físico e o etéreo. O sistema endócrino tem como função produzir e liberar vários hormônios na corrente sangüínea, necessários para o perfeito funcionamento do corpo, Secreções endócrinas regulam a atividade corporal, controlam o crescimento e coordenam a relação entre os impulsos nervosos e as respostas no corpo como um todo.

No nível metafísico, as glândulas servem para dissipar as emanações astrais e divinas canalizadas pelo Centro Divino a cada um dos centros de poder. A função oculta das glândulas pineais é regular as emanações recebidas de luz etérea do Centro Divino coletadas no interior de cada centro de poder. No nível metafísico, as glândulas pineais servem ainda para regular a energia que o corpo etéreo retira de cada centro (para manter sua própria forma).

A tireóide regula a sensibilidade a sensações físicas, psíquicas e etéreas. O timo e o pâncreas coordenam o fluxo e a resposta a correntes de energia associadas ao plexo solar. Esse plexo funciona como uma teia de energia sentindo o estímulo das energias sobre ele, e é regulado pelo baço. As supra-renais mantêm a relação entre os instintos básicos e os princípios espirituais mais elevados.

Quando estimulados, somos inundados por sinais para atacar ou fugir. Reagimos a isso de acordo com nossa natureza espiritual. As gônadas influenciam as relações entre nossos desejos físicos e psíquicos. A energia desse centro, portanto, afeta nossa criatividade tanto de natureza física como mental.

É interessante notar que os ocultistas associam o plexo solar à clarividência. Através desse centro, o corpo é alimentado com energia etérea do Sol, da Lua e das estrelas. Acredita-se que o corpo astral esteja conectado à carne pelo fígado.

O fígado serve para filtrar elementos da corrente sangüínea e também das energias que passam por seu equivalente etéreo. Por essa razão os antigos utilizavam o fígado em suas adivinhações. Anormalidades no fígado refletiam os padrões contidos na energia cósmica que flui através do corpo astral.

No ocultismo, todas as manifestações no plano físico acontecem antes no plano astral. Assim, a aparência física do fígado refletia padrões astrais ainda não manifestos. Os estrucos, talvez mais do que qualquer outra civilização, elevaram esse tipo de adivinhação a uma arte, da qual eram mestres.

SEU CORPO PODE PREVER O FUTURO


Alteração na condutividade elétrica da pele dos voluntários de um dos estudos quando um evento estava para acontecer sem que eles tivessem nenhuma informação a respeito dele - a plotagem escura mostra a alteração na pele quando o evento de fato ocorreu. [Imagem: Mossbridge et al./Frontiers]

Pressentimento corporal. A intuição de acontecimentos futuros sempre foi algo associado com a mente ou com as emoções.

Ou com ambas, compondo a intuição. Mas agora cientistas estão afirmando que nosso corpo pode nos preparar para acontecimentos futuros, pressentindo aqueles que serão importantes para nós.

A conclusão é da Dra. Julia Mossbridge, da Universidade Northwestern (EUA). Segundo ela, estudos científicos têm documentado o "pressentimento corporal" desde 1978.

Ela então decidiu analisar todos os estudos sobre o assunto feitos desde então, e encontrou dezenas de análises do fenômeno, feitas por diferentes grupos de cientistas, em diferentes partes do mundo.

Profecia prática. A Dra. Julia é exigente quanto ao pressentimento, e escolheu apenas estudos nos quais o pressentimento corporal ocorre quando a pessoa que demonstra a pré-ciência não tem nenhuma informação adicional sobre o evento futuro a ser previsto - ela identificou 26 estudos científicos que documentam situações desse tipo.

Por exemplo, um funcionário jogando videogame no computador da empresa, e usando fones de ouvido, não pode ter qualquer informação prévia sobre a chegada repentina do seu chefe.

"Mas nossa análise sugere que, se você estiver sintonizado com seu corpo, você pode ser capaz de detectar mudanças antecipatórias entre 2 e 10 segundos antes," disse a pesquisadora.

Segundo ela, isso é tempo suficiente para que a pessoa não apenas feche o jogo, como abra a planilha na qual deveria estar trabalhando, antes que o chefe entre na sala.

Biologia quântica. Este fenômeno é frequentemente chamado de "pressentimento", ou "sentir o futuro".

Mas a Dra Julia afirma que ela e outros pesquisadores não têm certeza se as pessoas estão realmente prevendo o futuro.

"Eu gosto de chamar o fenômeno de 'atividade anômala antecipatória'," disse ela.

"O fenômeno é anômalo, alguns cientistas argumentam, porque não podemos explicá-lo usando o entendimento atual sobre como a biologia funciona, embora explicações recentes, relacionadas com descobertas ligadas à biologia quântica possam fazer sentido.

"É antecipatório porque parece prever alterações fisiológicas futuras em resposta a um evento importante sem quaisquer indícios conhecidos.

"E é uma atividade porque consiste em mudanças no sistema cardiopulmonar, na pele e no sistema nervoso."

Fronteiras da percepção. Ou seja, se seu corpo começar a lhe emitir avisos, é melhor dar atenção, mas não pergunte aos cientistas como isso funciona, porque eles ainda não sabem.

Mesmo porque outras pesquisas já mostraram que racionalizações podem estragar sua intuição.

O estudo, assinado ainda por Patrizio Tressoldi (Universidade de Pádua - Itália) e Jessica Utts (Universidade da Califórnia - Irvine) foi publicado no último exemplar da revista Frontiers in Perception Science.

Redação do Diário da Saúde

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

SISTEMA SENSORIAL ESCONDIDO SOB A PELE


Essa rede sensorial secreta está espalhada por todos os nossos vasos sanguíneos e glândulas sudoríparas e é, para a maioria das pessoas, quase totalmente imperceptível.

A experiência sensorial humana é muito mais complexa e cheia de nuances do que se pensava, segundo um novo estudo inovador publicado no exemplar de dezembro da revista Pain.

No artigo, os cientistas das universidades de Liverpool (Inglaterra) e Cambridge (Estados Unidos), revelam que o corpo humano possui um sistema sensorial totalmente exclusivo e isolado, independente dos nervos que dão à maioria de nós a habilidade de tocar e sentir.

Surpreendentemente, essa rede sensorial está espalhada por todos os nossos vasos sanguíneos e glândulas sudoríparas e é, para a maioria das pessoas, quase totalmente imperceptível.

Os resultados inéditos vêm se somar a avanços importantes sobre as capacidades sensoriais dos seres humanos. Recentemente, cientistas demonstraram que sensações da pele afetam a audição. Já o prof. Leonid Yaroslavsky, da Universidade de Tel Aviv, acredita que os humanos temos uma capacidade para "ver" cores e formas por meio da pele.

"É quase como ouvir o som sutil de um único instrumento no meio de uma sinfonia", diz o neurologista Frank Rice. "É só quando mudamos o foco das terminações nervosas associadas com as sensações normais da pele que podemos apreciar as sensações escondidas por trás delas."

Os pesquisadores descobriram este sistema sensorial oculto estudando dois únicos pacientes que foram diagnosticados com uma anormalidade até então desconhecida pelo principal autor da pesquisa, o Dr. David Bowsher.

Esses pacientes tinham uma condição extremamente rara chamada insensibilidade congênita à dor, o que significa que eles nasceram com muito pouca capacidade de sentir dor. Outros raros indivíduos com essa condição têm a pele excessivamente seca, muitas vezes mutilam-se acidentalmente e, geralmente, têm graves deficiências mentais.

"Apesar de terem alguns acidentes ao longo de suas vidas, o que torna estes dois pacientes únicos é o fato de que eles levavam uma vida normal. O que os trouxe para a clínica foi a transpiração excessiva, quanto então descobrimos a ausência séria de sensação de dor," disse o Dr. Bowsher.

"Curiosamente, os testes convencionais com instrumentos muito sensíveis revelaram que todas as suas sensações da pele estavam gravemente prejudicadas, incluindo as reações a diferentes temperaturas e contatos mecânicos. Mas, para todos os efeitos, eles tinham sensações adequadas para a vida diária e podem dizer o que é quente ou frio, o que os está tocando e o que é áspero ou suave," conta ele.

O mistério aumentou quando o Dr. Bowsher, da Inglaterra, enviou biópsias de pele dos dois pacientes para o laboratório do Dr. Rice, nos Estados Unidos, que faz análises microscópicas multimoleculares de terminações nervosas da pele, especialmente em relação às condições de dores crônicas, como as causadas por lesões nervosas, diabetes e herpes zóster.

"Em condições normais, a pele contém muitos tipos diferentes de terminações nervosas capazes de distinguir entre diferentes temperaturas, diferentes tipos de contato mecânico, tais como as vibrações de um telefone celular e o movimento dos cabelos e, sobretudo, estímulos dolorosos", explica o Dr. Rice. "Para nossa surpresa, a pele que recebemos da Inglaterra não tinha as terminações nervosas normalmente associadas com as sensações da pele. Então, como é que essas pessoas podiam sentir alguma coisa?"

Sistema sensorial escondido A resposta parece estar na presença de terminações nervosas sensoriais sobre os pequenos vasos sanguíneos e as glândulas sudoríparas incorporadas na pele.

"Há anos meus colegas e eu temos detectado os diferentes tipos de terminações nervosas em pequenos vasos sanguíneos e glândulas sudoríparas, os quais nós assumimos que estavam simplesmente regulando o fluxo de sangue e suor. Nunca imaginamos que eles poderiam contribuir para as sensações conscientes.

"Entretanto, embora todas as outras terminações sensoriais estivessem ausentes neste tipo incomum de pele, os vasos sanguíneos e as glândulas sudoríparas ainda apresentam os tipos normais de terminações nervosas. Aparentemente, esses indivíduos únicos são capazes de 'sentir as coisas' através dessas terminações nervosas restantes," diz o cientista.

"O que nós aprendemos com estes indivíduos incomuns é que há um outro nível de feedback sensorial que pode nos dar uma informação tátil consciente. Problemas com essas terminações nervosas podem contribuir para condições de dores misteriosas, como a enxaqueca e fibromialgia, cujas causas ainda são desconhecidos, o que as torna muito difíceis de tratar," conclui Rice.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/

PREPARO MENTAL DOS ATLETAS DE ELITE

 

Os atletas que chegam a uma Olimpíada têm que treinar pesado e estar com o melhor preparo físico, fazendo com que as diferenças físicas entre eles sejam muito pequenas. Nesse contexto, fatores como o foco e a motivação têm uma influência muito grande sobre seus desempenhos, fazendo com que o preparo mental se torne a chave do sucesso.

Numa área até então apenas explorada pelos psicólogos esportivos, os neurocientistas estão começando a compreender o papel do cérebro no preparo mental. Termos como memória muscular, automaticidade atlética, jogo mental, entre outros, são cada vez mais comuns no vocabulário esportivo.

A prática constante e frequente é importante para se aperfeiçoar a técnica, mas também ajuda muito no preparo mental. Quando um atleta repete um movimento ou rotina diversas vezes, ele passa a contar com sua “memória muscular” para garantir que se lembre do movimento. Não que os músculos possuem memória, mas a prática é a chave para se desenvolver um circuito dedicado do cérebro, chamado de circuito ação/observação, que conecta várias regiões do cérebro. Esse circuito permite a um atleta ensaiar mentalmente um movimento, aprender pela observação e perceber ações sutis em outros atletas.

O sistema motor do cérebro processa informações muito mais rápido do que o sistema verbal, aquele que usamos quando pensamos verbalmente. Portanto, só o fato de você pensar em corrigir um movimento pode afetar o seu desempenho ou resultar em erros inesperados.

Alguns estudos assemelham esse estado de automaticidade atlética ao de um músico de jazz. É um estado mental em que o indivíduo consegue desempenhar com certa facilidade e automaticidade, onde o cérebro diminui a atividade na região responsável pelo raciocínio lógico e aumenta na que responde pelo planejamento e controle dos movimentos voluntários.

Esse estado mental também ajuda o cérebro a manter-se alerta, maximizando a atenção ao mesmo tempo em que controla o estresse. Porém, isso deve ser obtido não somente na academia, mas também na competição, pois o atleta precisa se acostumar a bloquear todas as coisas que acontecem ao seu redor, como os barulhos da plateia.

A grande questão é se as características presentes nos cérebros dos atletas de elite, e que os permitem atingir um alto nível de desempenho, são inatas ou se qualquer pessoa pode desenvolvê-las com o treinamento correto. Essa ainda é uma grande área de estudo, mas as evidências apontam que deve ser uma combinação desses dois fatores. A genética pode influenciar tanto quanto o ambiente, ainda mais quando se considera que o cérebro possui a capacidade de se ajustar conforme os estímulos recebidos, a famosa neuroplasticidade.

www.cerebromelhor.com.br

BANDA LARGA SINAIS ELETROMAGNÉTICOS PELO BRAÇO HUMANO


Nosso corpo possui várias maneiras de transmitir informações: pela fala, gestos, escrita... Agora, cientistas da Universidade da Coreia inventaram uma nova forma, transformaram nossa carne em uma espécie de cabo de banda larga.

Eles colocaram dois eletrodos nos braços de um voluntário, distantes 30 centímetros um do outro. E transmitiram dados a uma velocidade de 10 megabits por segundo entre os dois dispositivos, quase sem perda de informação.

Segundo o site da revista New Scientist, a transmissão gastou menos energia do que se fosse feita via Bluetooth. A pele humana apresenta pouca resistência à transmissão de pequenas ondas eletromagnéticas. Os eletrodos utilizados têm a largura de três fios de cabelo.

Os resultados da pesquisa não vão transformar uma pessoa em um modem gigante, mas podem trazer benefícios à saúde. A tecnologia pode servir para monitorar nossos sinais vitais, por exemplo. Taxas de açúcar ou colesterol no sangue poderão ser medidas com gasto 90% menor de energia quando comparado aos meios tradicionais.

Redação Revista Galileu

GLÂNDULA TIMO E A ESPIRITUALIDADE


No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.

Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital.  Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.

Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.

Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.

Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fóra e para dentro.

Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.

Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.

Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.

Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.

Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.

O teste do pensamento. Um teste simples pode demonstrar essa conexão.

Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abrí-los enquanto você pensa " estou feliz". Depois repita pensando " estou infeliz".

A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...).

Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.

Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado.

As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.

O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..."

Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.

O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.

"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.

Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.

a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o rítmo assim: uma forte e duas fracas.

Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.

O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

amigosdacura.ning.com

PESQUISADORES BRASILEIROS ADEREM À MEDITAÇÃO COMO PRÁTICA TERAPÊUTICA

 
Meditação da Mente Alerta. Pesquisadores brasileiros estão começando a utilizar meditação como prática terapêutica em larga escala.

A Clínica de Redução do Estresse está sendo implantada pelo Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza, da Faculdade de Saúde Púbica (FSP) da USP.

O programa é similar à Mindfulness Based Stress Reduction (MBSR), da Universidade de Massachusetts (EUA), um trabalho iniciado em 1979.

A Clínica de Redução do Estresse tem como fundamento o emprego da Meditação da Mente Alerta, que está se tornando cada vez mais popular no meio médico.

Embora as técnicas de meditação tenham uma longa história de utilização no contexto do treinamento espiritual, nos últimos anos esses métodos começaram a ser sistematicamente aplicados e estudados como parte de um sistema de tratamento médico e psicológico no ocidente.

Vantagens da meditação. Vários estudos vêm mostrando a eficácia da meditação em benefício da integração psicossomática, especialmente relacionada à diminuição dos sintomas ligados ao estresse e à ansiedade.

A prática regular desta modalidade de meditação promove a regulação do funcionamento do sistema imunológico, o que produz um "efeito cascata", beneficiando as defesas do organismo no combate a várias enfermidades.

Pesquisas têm demonstrado que essa prática pode produzir efeitos de curta e longa duração que podem afetar as funções cognitivas e afetivas de forma positiva, entre eles a autoaceitação, ressignificação de experiências emocionais e redução da impulsividade.

Desde a década de 70, também ganhou destaque a investigação dos efeitos cerebrais da meditação, sob a premissa de que estados mentais como baixa ansiedade e afetos positivos podem alterar a atividade neuroelétrica.

Atualmente sabe-se que, além das mudanças funcionais, a meditação também pode produzir mudanças estruturais, atuando sobre a plasticidade cerebral.

Uma pesquisa que comparou a espessura do córtex de meditadores experientes com um grupo controle encontrou uma diferença significativa nas regiões relacionadas à sustentação da atenção, onde a espessura era maior nos praticantes experientes.

Terapia natural. A prática da meditação da atenção plena vem sendo cada vez mais utilizada na prevenção, promoção e no tratamento de várias patologias nas clínicas de saúde mental, oncologia, cardiovascular, dermatologia e gastroenteroloimplangia no Brasil e no mundo.

Suas principais vantagens são o baixo custo, autonomia do paciente e o fato de ser uma terapia natural. Pesquisas mostraram que meditadores com cinco anos de prática ou mais reduzem em até 70% sua procura pelo Sistema de Saúde.

A partir de agosto deste ano, os pesquisadores brasileiros vão começar a pesquisa "Aplicação da Meditação da Atenção Plena" em pacientes com estresse crônico, com o objetivo de aprimorar os conhecimentos e o ensino deste tipo de intervenção no âmbito da saúde coletiva.

Redação do Diário da Saúde

NEUROPEPTÍDEOS NOSSOS PENSAMENTOS SÃO RESPONSÁVEIS POR NOSSA SAÚDE



“Como imaginou na sua alma, assim é.”
Provérbios 23:7

Imagine como seu sistema imunológico tem que se defender aos ataques à que estão sendo submetidos. Se você acha que as bactérias são maléficas, doença do legionário e da gripe são perniciosas, você ficará surpreso ao saber que os médicos e cientistas de investigação concluíram que o mais temido inimigo no corpo não são os micróbios…e sim os pensamentos e as palavras de todos os dias.

E mais: existe um nutriente de efeitos terapêuticos mais eficaz que as vitaminas, os minerais, as enzimas, os sucos naturais e as ervas medicinais: O AMOR.

O cérebro trabalha constantemente, todos os dias do ano, a toda hora, não fecha por festas nem tem férias. Os pensamentos não cessam nunca! É o computador que dirige o organismo e regula praticamente cada uma das funções do metabolismo e seu equilíbrio químico.

Desde o sistema nervoso até a atividade sexual, passando por milhares de atividades normais, da qual você não tem nem ideia, o cérebro é o que comanda e está constantemente criando, guiando, regulando, equilibrando e mantendo todo o organismo a cada momento do dia de acordo com os pensamentos que temos e emoções que temos. sentimos.

A ciência descobriu que de acordo com nossos pensamentos, o cérebro produz substâncias que abrem o que se poderia chamar uma janela. Quando os pensamentos acabam, a janela se fecha.

Por exemplo: quando você vê a pessoa que em seus pensamentos imagina ser a pessoa de seus sonhos e sente amor, essa sensação incrível, percorre seu corpo não é outra coisa senão uma uma substância química. Quando tem pensamentos “calientes” e se excita sexualmente, se deve ao fato do corpo ter liberado outra substância química.

Quando alguém lhe dá uma fechada no trânsito, nesse momento, seus pensamentos são de que você gostaria de ter consigo uma arma laiser para desintegrar este sujeito. Essa ira que sente, esse ácido corrosivo que é jogado no sistema circulatório, no estômago, é outra substância segregada pelo cérebro.

Essas substâncias segregadas pelo cérebro se chamam Neuropeptídeos. E é aqui onde fica inquietante:

A ciência médica fez uma descoberta na última década que passou praticamente inadvertido.

Já era sabido que as células do sistema imunológico, como as demais, tem estações de descargas em sua membrana para assimilar diversas substâncias.

O que se descobriu foi que, na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo das bactérias, vírus, fungos, parasitas e câncer, na realidade, toda doença é um ponto de carga que recebe os Neuropeptídeos como consequência de nossos pensamentos.

Já não tem trabalho bastante com tantos micróbios presentes no ambiente e a proliferação exponencial do câncer? É necessário intrometer-se em nossa vida e monitorar nossos pensamentos que são as conversas privadas que nós temos com nós mesmos? Isso não é tudo!

Já vimos que o sistema imunológico passa o tempo todo escutando nossos monólogos interiores ( pensamentos ) enquanto nenhuma célula, nenhum órgão, nenhum outro aparato do organismo monitora a outro se não está preparado para responder a informação que obtém.

O sistema imunológico não só escuta como reage aos pensamentos. Isto é o que afirma a ciência médica: que as células que defendem o organismo tem pontos concretos de recepção de Neuropeptídeos, as substâncias que o cérebro produz com cada pensamento.

E que a resposta destas células aos germens patogênicos varia dependendo de que se fortaleça, se debilite ou deixe de funcionar totalmente devido à estas substâncias.

Todos pensamentos tem conseqüências físicas e pelo que vimos o cérebro está constantemente vasculhando nossos pensamentos.

comoganharmais.com

CADA PESSOA PRODUZ UM SOM CEREBRAL ÚNICO

Os cientistas estão descobrindo que todo cérebro tem sua própria trilha musical. É um som único, individual e produzido de acordo com a situação vivida. Quando se enxerga algo, ele tem determinadas "notas". Quando se está tenso, apresenta outras, diferentes. A descoberta desta "música" cerebral poderá ajudar no tratamento de problemas como o stress e a insônia e no entendimento de doenças como a epilepsia.

O som do cérebro é formado a partir das oscilações nos sinais elétricos emitidos pelos neurônios. Um dos grupos que estudam o tema é o de cientistas do Departamento de Ciência e Tecnologia de Segurança Nacional, órgão do governo americano. Eles estão conduzindo um trabalho interessante. Primeiro, gravaram as ondas elétricas produzidas por bombeiros em situação de alerta e de relaxamento. Depois, transformaram os sinais em notas musicais e criaram duas composições, obedecendo ao ritmo do cérebro para cada circunstância.

As músicas têm entre dois e seis minutos e, na sua maioria, são executadas ao piano. "As relaxantes se parecem com uma sonata de Chopin", diz Robert Burns, coordenador do trabalho. "E as indicadas para alerta têm melodias que lembram Mozart", conta. Os voluntários foram instruídos a escutar as canções de acordo com a necessidade. Não há resultados conclusivos, mas os pesquisadores acreditam que as melodias podem acalmar ou melhorar a concentração dos profissionais.

Na Inglaterra, cientistas da Universidade de Cardiff estão investigando a relação do ritmo cerebral observado quando se enxerga algo com a substância Gaba. Eles descobriram que, quanto maior sua concentração, mais altas as "notas musicais" fabricadas pelo cérebro. Como o composto está associado a doenças como esquizofrenia e epilepsia, eles acreditam que a informação pode contribuir para a melhor compreensão das enfermidades. "Com essa informação, esperamos entender melhor a ação de substâncias como o Gaba", explicou Krish Singh, autor da pesquisa.

Cilene Pereira
www.istoe.com.br

MÚSICA É PERCEBIDA NO CÉREBRO


Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido."

Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:

01
A música é percebida e desfrutada sem necessariamente ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que envolvem a razão e o julgamento.

02
A resposta à música é mensurável, mesmo quando o ouvinte não está dando uma atenção consciente a ela.

03
Há evidencias de que a música pode levar a mudanças de estados de espírito pela alteração da química corporal e do equilíbrio dos eletrólitos.

04
Rebaixando o nível de percepção sensorial, a música amplifica as respostas às cores, toque e outras percepções sensoriais.

05
Tem sido demonstrado que os efeitos da música alteram a energia muscular e promovem ou inibem o movimento corporal.

06
Música rítmica altamente repetitiva tem um efeito hipnótico.

07
O sentido da audição tem um efeito maior sobre o sistema nervoso autônomo do que qualquer outro sentido.


www.musicaeadoracao.com.br/

JOELHO GERA ENERGIA PARA NAVEGAR DURANTE AS CAMINHADAS


O anel externo possui 72 "dentes" que acionam quatro
transdutores bimorph, responsáveis pela geração de energia
 [Imagem: Pozzi et al./SMS]

Exogerador. Você logo poderá contar com sapatos geradores de energia.

Mas, se você gosta de fazer caminhadas e não se importa em carregar um artefato extra, usar seus joelhos como geradores de energia pode ser uma opção mais potente.

Michele Pozzi coordenou uma equipe de engenheiros de três universidades do Reino Unido para criar um aparelho de colheita de energia circular que vira uma espécie de exoesqueleto ao redor do joelho - com a diferença que, em vez de auxiliar o movimento, ele aproveita o movimento para gerar eletricidade.

Transdutor bimorph. O aparelho consiste de um anel externo, que faz um movimento de vaivém ao redor de um eixo central.

O anel externo possui 72 "dentes" que acionam quatro palhetas geradoras de energia, conectadas ao eixo interno.

Quando cada dente toca uma das quatro palhetas centrais, elas vibram como se fossem cordas de um violão.
O protótipo, aqui em testes de bancada, gera
 2 mW de potência, mas poderá chegar aos 30 mW
[Imagem: Pozzi et al./SMS]

Cada palheta é um gerador piezoelétrico - um tipo de transdutor conhecido como bimorph - que produz eletricidade enquanto durar sua vibração.

Joelho gerador. Com o movimento repetitivo de flexão dos joelhos os transdutores bimorph vibram quase continuamente, o que permite gerar uma potência razoável para equipamentos desse tipo.

O protótipo produz cerca de 2 miliwatts (mW) de potência, mas os pesquisadores afirmam que, com algumas melhorias já idealizadas, ele poderá chegar aos 30 mW - a maioria dos nanogeradores tem potências na faixa dos microwatts.

Segundo a equipe, o joelho é um ponto de partida ideal para a geração de eletricidade pelo movimento do corpo humano devido à grande variação de ângulo, à velocidade significativa e à repetição contínua do movimento.

Site Inovação Tecnológica

UM NEORÔNIO PODE GUARDAR ATÉ UM MINUTO DE MEMÓRIA


Apenas um neurônio na região frontal do cérebro é capaz, sozinho, de guardar memórias por um minuto e possivelmente mais, revela um estudo realizado por cientistas americanos.

A pesquisa é a primeira a identificar o sinal que estabelece uma memória celular não permanente e a revelar como o cérebro guarda informações temporárias.

Segundo um dos responsáveis pelo estudo, o psiquiatra Don Cooper, o estudo ajuda a entender de que forma o cérebro guarda informações que se alteram constantemente.

Ele também disse que o estudo mostra paralelos entre a forma como o cérebro e os computadores guardam informações.

Memória Permanente. O estudo foi feito no Southwestern Medical Center da University of Texas, em Dallas, e aparece na edição de fevereiro da publicação científica Nature Neuroscience.

Usando eletrodos minúsculos, os pesquisadores mediram o processo de formação de memória no cérebro das cobaias.

Os cientistas já sabiam como memórias permanentes são arquivadas.

Este processo, no entanto, leva minutos ou até horas para ser ativado e desativado, e é muito lento para guardar temporariamente informações que chegam rapidamente.

No estudo, os pesquisadores identificaram um outro processo de memória celular, desencadeado por impulsos rápidos de informação que duram menos de um segundo, em células nervosas individuais.
Esse processo pode durar apenas um minuto.

Como um computador. Cooper cita como exemplo o tipo de memória que um crupiê usa quando conta cartas em um jogo de 21 - uma memória que, como bem sabem os donos de cassinos, é sensível aos efeitos do álcool e outras distrações, como o ruído.

(Esta memória) "é mais parecida com a memória RAM de um computador do que com a memória arquivada no disco rígido", disse Cooper.

"A memória no disco rígido é mais permanente e você pode acessá-la repetidamente. A memória RAM é um arquivo temporário que pode ser reescrito e que permite que uma pessoa faça várias tarefas ao mesmo tempo", acrescentou.

O pesquisador acredita que a descoberta tem implicações importantes tratamentos para pessoas com vícios, distúrbios de atenção e perda de memória associada ao estresse.
"Se pudermos identificar e manipular os componentes moleculares da memória, poderemos desenvolver drogas que melhorem a capacidade de uma pessoa de manter essa memória temporária para que ela possa completar tarefas sem ser perturbada", disse Cooper.

"Para pessoas viciadas em drogas, podemos fortalecer essa parte do cérebro associada à tomada de decisões, permitindo que elas ignorem impulsos e avaliem as conseqüências negativas do seu comportamento antes de usar drogas."

O próximo passo das pesquisas, segundo os estudiosos, é identificar a estrutura responsável por reter e regenerar um traço de memória.

BBC do Brasil