Pesquisadores descobriram uma forma de gerar novos neurônios humanos a partir de outro tipo de célula adulta encontrada no cérebro. O estudo é um passo adiante nas terapias para o tratamento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira e será publicada na edição de amanhã da Cell Stem Cell, da Cell Press.
"Este trabalho tem como objetivo converter células que estão presentes em todo o cérebro, mas elas próprias não são células nervosas em neurônios", afirma Benedikt Berninger, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz. "O principal objetivo que temos em mente é que isso pode, um dia, permitir que induzamos a conversão dentro do próprio cérebro e, assim, proporcionar uma nova estratégia para reparar o cérebro lesionado ou doente", complementa.
As células que fizeram a mudança de uma "identidade" para a outra são conhecidas como pericitos. Essas células, encontradas em estreita associação com vasos sanguíneos, são importantes para manter a barreira entre sangue e cérebro intacta, e tem sido demonstrado que elas participam no processo de cicatrização em outras partes do corpo. "Agora, se pudéssemos marcar essas células e fazer com que elas produzam células nervosas, poderíamos aproveitar esta resposta à lesão.
Testes mostraram que os neurônios recém convertidos poderiam produzir sinais elétricos e alcançar outros neurônios, fornecendo evidências de que as células convertidas poderiam integrar redes neurais. "Embora haja muito a se aprender sobre a adaptação de uma estratégia de reprogramação neuronal direta para reparação significativa in vivo, nossos dados fornecem um forte apoio para a noção de que a reprogramação neuronal de células de origem pericíticas dentro do cérebro danificado possa se torar uma abordagem viável para substituir os neurônios degenerados", escrevem os pesquisadores.
noticias.terra.com.br
domingo, 7 de outubro de 2012
CONSCIÊNCIA E CÉREBRO QUÂNTICO HOLOGRÁFICO
Em 1998, apresentamos no congresso Science and the Primacy of Consciousness, na Universidade de Lisboa em Portugal, a conferência Information Self-Organization and Consciousness, propondo uma nova visão da consciência denominada Teoria Holoinformacional da Consciência, na qual o cérebro e o universo são compreendidos como sistemas informacionais interconectados por uma dinâmica global instantânea. É uma concepção fundamentada na natureza holográfica do funcionamento cerebral, de Karl Pribram, na estrutura quântico-holográfica do universo de David Bohm, e no princípio quântico da não-localidade.
A repercussão desta proposta na comunidade científica internacional, levou à publicação da mesma em 1999, na Europa, na revista World Futures- The Journal of General Evolution, da UNESCO,editada por Erwin Laszlo, maior autoridade mundial na áreas de sistemas, e no mesmo ano nos USA, no The Noetic Journal, do Noetic Advanced Studies Institute.
Em 2000, fomos convidados para publicá-la de forma mais ampliada no livro Science and the Primacy of Consciouness- Intimation of a 21st Century Revolution (Noetic Press, USA), editado por Richard Amoroso, Diretor do Noetic Advanced Studies Institute, na Califórnia, e outros co-autores, como Karl Pribram, Ruppert Sheldrake, Amit Goswami, Stanislav Grof, Henry Stapp, Fred Allan Wolf, todos pesquisadores da consciência, de renome internacional.
Um desenvolvimento mais elaborado e avançado desta concepção holoinformacional da consciência, denominado Holoinformatonal Consciousness, acaba de ser lançado em 2010 nos USA, pela NOVA Publishers, como capítulo do livro The Complementarity of Mind and Body. The Realization of the Dreams of Descartes, Einstein, and Eccles, organizado por Richard Amoroso, e com os co-autores, Karl Pribram, Henry Stapp, Fred Alan Wolf, Mikai Draganescu, e outros.
Para facilitar a compreensão do tema, vamos inicialmente especificar o significado dos termos holográfico e não-localidade.
Não-localidade
É uma propriedade fundamental do universo, exaustivamente comprovada, tanto a nível quântico, quanto a nível macroscópico, responsável por interações instantâneas entre todos os fenômenos cósmicos. É uma consequência da Teoria do Campo Quântico de Umezawa que unificou os campos eletromagnético nuclear e gravitacional em uma totalidade indivisível subjacente.
Sistemas holográficos
São sistemas geradores de imagens tridimensionais, em que a imagem virtual, ou holograma, é criada quando um laser incide sobre um objeto, e este o reflete sobre uma placa. Sobre essa placa incide um segundo laser, produzindo uma mistura das ondas do primeiro com as do segundo. Este padrão de interferência de ondas armazena a informação acerca da forma e volume do objeto, e ao ser refletido pela placa, gera uma imagem tridimensional do objeto no espaço. O relevante é que nos sistemas holográficos cada parte do sistema contém a informação completa sobre o objeto; se quebrarmos a placa em pedaços, cada pedaço refletirá a imagem tridimensional do objeto no espaço, demonstrando que o todo está nas partes, assim como cada parte está no todo. Esta propriedade fundamental dos sistemas holográficos, foi descrita por Dennis Gabor, que ganhou o Prêmio Nobel pela invenção do holograma.
Redes neurais holográficas
A teoria quântico-holográfica ou holonômica de Pribram, hoje exaustivamente comprovada experimentalmente, demonstra a existência de um processo de tratamento quântico-holográfico da informação no córtex cerebral, denominado holograma neural multiplex, dependente dos neurônios de circuitos locais, que não apresentam fibras longas e não transmitem impulsos nervosos comuns. “São neurônios que funcionam no modo ondulatório, e são sobretudo responsáveis pelas conexões horizontais das camadas do tecido neural, conexões nas quais padrões de interferência holograficóides podem ser construídos”.
Tal como a música não pode ser localizada no piano, e sim em todo o campo ressonante que o circunda, as memórias de um indivíduo não estão localizadas somente no cérebro, mas também no campo de informação holográfica que o envolve!
Rumo a uma teoria holoinformacional da consciência
Pribram inferiu a possibilidade do processamento informacional holográfico do universo poder se interconectar ao processamento holográfico neuronal do córtex cerebral, mas não direcionou suas pesquisas por esta vertente.
Vislumbrando esta possibilidade de conexão entre o cérebro e o universo, propusemos que os padrões quânticos e as redes neurais holográficas do cérebro são parte ativa do campo quântico-holográfico do universo, e que esta interconexão informacional é simultaneamente local (mecanicística-newtoniana), e não-local (holística-quântico-holográfica), e a denominamos holoinformacional.
A não-localidade quântica permite uma interconexão instantânea entre o cérebro e o cosmos. Considerando ainda a propriedade matemática básica dos sistemas holográficos, de cada parte do sistema conter a informação do todo, os dados matemáticos da física quântica de Bohm, e os dados experimentais da teoria holográfica de Pribram, propusemos, alem disto, que esta interatividade universal nos permitiria acessar toda a informação existente nos padrões de interferência de ondas existentes no universo, desde sua origem, pois a natureza holográfica do universo, permitiria que cada parte, cada cérebro-consciência, contivesse a informação do todo.
Como fazer
Para que esta conexão cérebro-universo seja possível, é necessário aquietarmos nosso cérebro, sincronizando o funcionamento dos hemisférios cerebrais, e permitindo que o modo de tratamento holográfico da informação neuronal se otimize. Isto se consegue facilmente por meio das práticas de meditação, relaxamento e oração que comprovadamente sincronizam as ondas dos hemisférios cerebrais, gerando um estado alterado de consciência (referências eletroencefalográficas e clínicas podem ser encontradas em meus livros, O Homem Holístico, a unidade mente-natureza, e Caminhos da Cura, ambos da Editora Vozes).
http://www.fontevida.com.br/consciencia_holografica_91.html
A repercussão desta proposta na comunidade científica internacional, levou à publicação da mesma em 1999, na Europa, na revista World Futures- The Journal of General Evolution, da UNESCO,editada por Erwin Laszlo, maior autoridade mundial na áreas de sistemas, e no mesmo ano nos USA, no The Noetic Journal, do Noetic Advanced Studies Institute.
Em 2000, fomos convidados para publicá-la de forma mais ampliada no livro Science and the Primacy of Consciouness- Intimation of a 21st Century Revolution (Noetic Press, USA), editado por Richard Amoroso, Diretor do Noetic Advanced Studies Institute, na Califórnia, e outros co-autores, como Karl Pribram, Ruppert Sheldrake, Amit Goswami, Stanislav Grof, Henry Stapp, Fred Allan Wolf, todos pesquisadores da consciência, de renome internacional.
Um desenvolvimento mais elaborado e avançado desta concepção holoinformacional da consciência, denominado Holoinformatonal Consciousness, acaba de ser lançado em 2010 nos USA, pela NOVA Publishers, como capítulo do livro The Complementarity of Mind and Body. The Realization of the Dreams of Descartes, Einstein, and Eccles, organizado por Richard Amoroso, e com os co-autores, Karl Pribram, Henry Stapp, Fred Alan Wolf, Mikai Draganescu, e outros.
Para facilitar a compreensão do tema, vamos inicialmente especificar o significado dos termos holográfico e não-localidade.
Não-localidade
É uma propriedade fundamental do universo, exaustivamente comprovada, tanto a nível quântico, quanto a nível macroscópico, responsável por interações instantâneas entre todos os fenômenos cósmicos. É uma consequência da Teoria do Campo Quântico de Umezawa que unificou os campos eletromagnético nuclear e gravitacional em uma totalidade indivisível subjacente.
Sistemas holográficos
São sistemas geradores de imagens tridimensionais, em que a imagem virtual, ou holograma, é criada quando um laser incide sobre um objeto, e este o reflete sobre uma placa. Sobre essa placa incide um segundo laser, produzindo uma mistura das ondas do primeiro com as do segundo. Este padrão de interferência de ondas armazena a informação acerca da forma e volume do objeto, e ao ser refletido pela placa, gera uma imagem tridimensional do objeto no espaço. O relevante é que nos sistemas holográficos cada parte do sistema contém a informação completa sobre o objeto; se quebrarmos a placa em pedaços, cada pedaço refletirá a imagem tridimensional do objeto no espaço, demonstrando que o todo está nas partes, assim como cada parte está no todo. Esta propriedade fundamental dos sistemas holográficos, foi descrita por Dennis Gabor, que ganhou o Prêmio Nobel pela invenção do holograma.
Redes neurais holográficas
A teoria quântico-holográfica ou holonômica de Pribram, hoje exaustivamente comprovada experimentalmente, demonstra a existência de um processo de tratamento quântico-holográfico da informação no córtex cerebral, denominado holograma neural multiplex, dependente dos neurônios de circuitos locais, que não apresentam fibras longas e não transmitem impulsos nervosos comuns. “São neurônios que funcionam no modo ondulatório, e são sobretudo responsáveis pelas conexões horizontais das camadas do tecido neural, conexões nas quais padrões de interferência holograficóides podem ser construídos”.
Tal como a música não pode ser localizada no piano, e sim em todo o campo ressonante que o circunda, as memórias de um indivíduo não estão localizadas somente no cérebro, mas também no campo de informação holográfica que o envolve!
Rumo a uma teoria holoinformacional da consciência
Pribram inferiu a possibilidade do processamento informacional holográfico do universo poder se interconectar ao processamento holográfico neuronal do córtex cerebral, mas não direcionou suas pesquisas por esta vertente.
Vislumbrando esta possibilidade de conexão entre o cérebro e o universo, propusemos que os padrões quânticos e as redes neurais holográficas do cérebro são parte ativa do campo quântico-holográfico do universo, e que esta interconexão informacional é simultaneamente local (mecanicística-newtoniana), e não-local (holística-quântico-holográfica), e a denominamos holoinformacional.
A não-localidade quântica permite uma interconexão instantânea entre o cérebro e o cosmos. Considerando ainda a propriedade matemática básica dos sistemas holográficos, de cada parte do sistema conter a informação do todo, os dados matemáticos da física quântica de Bohm, e os dados experimentais da teoria holográfica de Pribram, propusemos, alem disto, que esta interatividade universal nos permitiria acessar toda a informação existente nos padrões de interferência de ondas existentes no universo, desde sua origem, pois a natureza holográfica do universo, permitiria que cada parte, cada cérebro-consciência, contivesse a informação do todo.
Como fazer
Para que esta conexão cérebro-universo seja possível, é necessário aquietarmos nosso cérebro, sincronizando o funcionamento dos hemisférios cerebrais, e permitindo que o modo de tratamento holográfico da informação neuronal se otimize. Isto se consegue facilmente por meio das práticas de meditação, relaxamento e oração que comprovadamente sincronizam as ondas dos hemisférios cerebrais, gerando um estado alterado de consciência (referências eletroencefalográficas e clínicas podem ser encontradas em meus livros, O Homem Holístico, a unidade mente-natureza, e Caminhos da Cura, ambos da Editora Vozes).
http://www.fontevida.com.br/consciencia_holografica_91.html
TENTAÇÃO FAZ CÉREBRO ENTRAR EM CONFLITO
Tempestade cerebral
Tentação é um termo que, para muitas pessoas, ainda evoca questões religiosas.
Mas os cientistas abordam a tentação do ponto de vista do autocontrole, por exemplo, quando você quer uma sobremesa, mas sabe que deveria evitá-la.
E esse sistema de autorregulação parece gerar uma verdadeira tempestade cerebral, acionando simultaneamente áreas antagônicas.
"Parece que temos sistemas independentes capazes de guiar nossas decisões, e, em situações de tentação, nossos sistemas podem competir para controlar o que devemos fazer," explica a Dra. Cendri Hutcherson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).
Ela é a principal autora de um artigo que descreve esses sistemas cerebrais competitivos, um trabalho publicado nesta sexta-feira no The Journal of Neuroscience.
Opções e decisões
Cendri verificou que os dois sistemas cerebrais não são opositores ferrenhos - na verdade, eles quase sempre guiam nosso comportamento na mesma direção, sem qualquer conflito.
"Mas, em alguns casos, como na situação tão comum de resistir à tentação de comer uma torta de chocolate, eles podem guiar o comportamento para ações diferentes. Além disso, o resultado da decisão parece depender de qual dos dois sistemas toma o controle do comportamento," explica ela.
Até agora, os cientistas consideravam que lidar com as tentações era simplesmente uma questão de atribuir valores numéricos à importância de cada uma das opções, e optar pela que pesasse mais.
Como os humanos não são máquinas lógicas, tipo Sr. Spock ou androide Data, os cientistas se deram conta de que a questão é um pouco mais complicada.
Uma complicação agora revelada pela competição entre os dois sistemas, em que um pode tomar a direção da ação do indivíduo, de uma forma ainda não totalmente compreendida.
Cérebro em conflito
As duas áreas do cérebro que são ativadas no momento da tentação são o córtex prefrontal dorsolateral (atrás das têmporas) e o córtex prefrontal ventromedial (no centro da testa, logo acima dos olhos).
Quando os voluntários diziam não querer a comida, a primeira dessas áreas parece assumir o controle, com uma forte correlação entre a ativação da região dorsolateral e o comportamento.
Quando os voluntários cediam à tentação, a correlação aparecia entre o comportamento e a segunda região, a ventromedial.
Os pesquisadores também descobriram que a capacidade do cérebro de mudar de controle entre essas duas áreas não é instantânea. Demora cerca de dois segundos antes de o cérebro ser plenamente capaz de ignorar a região em conflito.
"Esta pesquisa sugere uma razão pela qual é tão difícil controlar nosso comportamento," conclui a pesquisadora.
Diário da Saúde
Tentação é um termo que, para muitas pessoas, ainda evoca questões religiosas.
Mas os cientistas abordam a tentação do ponto de vista do autocontrole, por exemplo, quando você quer uma sobremesa, mas sabe que deveria evitá-la.
E esse sistema de autorregulação parece gerar uma verdadeira tempestade cerebral, acionando simultaneamente áreas antagônicas.
"Parece que temos sistemas independentes capazes de guiar nossas decisões, e, em situações de tentação, nossos sistemas podem competir para controlar o que devemos fazer," explica a Dra. Cendri Hutcherson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).
Ela é a principal autora de um artigo que descreve esses sistemas cerebrais competitivos, um trabalho publicado nesta sexta-feira no The Journal of Neuroscience.
Opções e decisões
Cendri verificou que os dois sistemas cerebrais não são opositores ferrenhos - na verdade, eles quase sempre guiam nosso comportamento na mesma direção, sem qualquer conflito.
"Mas, em alguns casos, como na situação tão comum de resistir à tentação de comer uma torta de chocolate, eles podem guiar o comportamento para ações diferentes. Além disso, o resultado da decisão parece depender de qual dos dois sistemas toma o controle do comportamento," explica ela.
Até agora, os cientistas consideravam que lidar com as tentações era simplesmente uma questão de atribuir valores numéricos à importância de cada uma das opções, e optar pela que pesasse mais.
Como os humanos não são máquinas lógicas, tipo Sr. Spock ou androide Data, os cientistas se deram conta de que a questão é um pouco mais complicada.
Uma complicação agora revelada pela competição entre os dois sistemas, em que um pode tomar a direção da ação do indivíduo, de uma forma ainda não totalmente compreendida.
Cérebro em conflito
As duas áreas do cérebro que são ativadas no momento da tentação são o córtex prefrontal dorsolateral (atrás das têmporas) e o córtex prefrontal ventromedial (no centro da testa, logo acima dos olhos).
Quando os voluntários diziam não querer a comida, a primeira dessas áreas parece assumir o controle, com uma forte correlação entre a ativação da região dorsolateral e o comportamento.
Quando os voluntários cediam à tentação, a correlação aparecia entre o comportamento e a segunda região, a ventromedial.
Os pesquisadores também descobriram que a capacidade do cérebro de mudar de controle entre essas duas áreas não é instantânea. Demora cerca de dois segundos antes de o cérebro ser plenamente capaz de ignorar a região em conflito.
"Esta pesquisa sugere uma razão pela qual é tão difícil controlar nosso comportamento," conclui a pesquisadora.
Diário da Saúde
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS
Propósito Sagrado, você é uma criação de Deus
Jesus Cristo Autoconhecimento
A brisa do mar traz bem-estar
Altruísmo aumenta massa cinzenta do cérebro
Cérebro Sistema de limpeza
Cérebro se "liberta do corpo"
Eternos estudantes caem na armadilha de adiar a vida profissional
Gasto com filho pode chegar a R$ 2 milhões até os 23 anos
Olho de Hórus, Terceiro Olho e Glândula Pineal
Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres
Não somos separados do cosmos
Nicholas Schiefer cria algoritmo de busca mais preciso que o Google
O corpo humano é um TemploPersonalidade
Nietzsche Sobre o amor
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Nietzsche Sobre o amor
CÉREBRO "SE LIBERTA DO CORPO"
O cérebro vai aos poucos se libertando do corpo, o "cérebro define a nossa percepção do que é o corpo que o abriga".[Imagem: Everton Zanella Alvarenga]
Nova era nas pesquisas sobre o cérebro
"Para entender o cérebro é preciso entender como funciona uma orquestra neural." Com essa imagem, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, abriu a conferência Just follow the music (Simplesmente siga a música) na 24ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em Águas de Lindoia, em São Paulo.
O neurocientista apresentou ao público as ideias que nortearam suas pesquisas sobre o cérebro, destacando que "não existe a ditadura do neurônio único. O que existe são circuitos". Essa ideia, conta, vem do psicólogo canadense Donald Hebb que, em 1949, publicou Organização do Comportamento, um dos livros "mais citados e menos lidos da neurociência".
"Como Hebb não tinha provas experimentais de suas teorias, a publicação não teve impacto imediato. Mas sua contribuição foi imensamente maior. Ele criou uma nova era sem que ninguém percebesse", apontou.
O cérebro não é simplesmente uma máquina
Segundo Nicolelis, durante mais de 100 anos o ponto de vista da neurociência foi o de mandar uma informação para o cérebro e tentar decodificar o que o cérebro fazia com aquela informação. Ou seja, a idéia era entender o funcionamento do cérebro de fora dele. Mandava-se um sinal (visual ou tático) e tentava-se decodificar o que ocorreu. "Mas esse ponto de vista está incompleto. É preciso entrar na perspectiva do cérebro para entendê-lo."
"Sob essa abordagem, o sinal que eu mandei e que para mim não tem significado, para você tem um significado já adquirido antes mesmo de olhar pra ele. Ou seja, o fato de que você sabe que vai olhar ou tocar alguma coisa, como a sua história pregressa dominou ou influenciou a definição da dinâmica do seu cérebro durante toda a sua vida, faz com que esse evento já tenha um significado para você antes mesmo que ele ocorra", explicou.
Em outras palavras, "o cérebro não é um agente passivo, não é um decodificador de informação, ele é um modelador de realidade".
O cérebro que se liberta do corpo
"O que eu estou tentando fazer na minha pesquisa é mudar o ponto de vista da neurofisiologia para dentro do cérebro e ver o mundo de lá para fora, em vez de fora para dentro. E quando fazemos isso, tudo muda, porque quando racionalizamos o cérebro em casinhas, mostramos nossa maneira cartesiana de ver o mundo. Mas o cérebro não evoluiu sobre esses preceitos, ele não evoluiu sobre a lógica das ciências humanas", disse o neurocientista, que se denomina um "relativista do cérebro".
Seu trabalho atesta a ideia de que o cérebro vai aos poucos se libertando do corpo, ou seja, a ideia segundo a qual o "cérebro define a nossa percepção do que é o corpo que o abriga".
O pesquisador brasileiro exemplifica com estudos feitos em seu laboratório com animais, como a macaca rhesus Aurora, que, posicionada diante de um videogame sem joystick, demonstrou destreza em um jogo mesmo sem usar as mãos, apenas com os impulsos emitidos pelo cérebro que controlaram um braço robótico.
"O cérebro tem o potencial de se libertar do corpo e é capaz de condicionar padrões corticais sem contração muscular. Aurora incorporou o braço robótico como uma parte do corpo, o que leva a crer que o cérebro pode simular o desejo motor em uma dinâmica espaço-temporal", afirmou.
Interface cérebro-máquina
Uma das hipóteses de trabalho considera que as funções do cérebro não são definidas por áreas corticais específicas, mas por interações distribuídas por múltiplas áreas corticais e subcorticais, que definem os comportamentos e as funções.
Nicolelis em seu trabalho de pesquisa pretende, além de explicar comportamentos motores e princípios de funcionamento dos circuitos neurais, que em breve essa interface cérebro-máquina possa ser "a base, o coração de algo chamado neuroprótese cortical que sirva para a restauração das funções motoras que sofreram algum tipo de lesão".
"Essa é uma possibilidade: restaurar um comportamento motor pela leitura da música cerebral", disse o cientista, que atualmente elabora um livro sobre o assunto para o público em geral.
Alex Sander Alcântara - Agência Fapesp
Nova era nas pesquisas sobre o cérebro
"Para entender o cérebro é preciso entender como funciona uma orquestra neural." Com essa imagem, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, abriu a conferência Just follow the music (Simplesmente siga a música) na 24ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em Águas de Lindoia, em São Paulo.
O neurocientista apresentou ao público as ideias que nortearam suas pesquisas sobre o cérebro, destacando que "não existe a ditadura do neurônio único. O que existe são circuitos". Essa ideia, conta, vem do psicólogo canadense Donald Hebb que, em 1949, publicou Organização do Comportamento, um dos livros "mais citados e menos lidos da neurociência".
"Como Hebb não tinha provas experimentais de suas teorias, a publicação não teve impacto imediato. Mas sua contribuição foi imensamente maior. Ele criou uma nova era sem que ninguém percebesse", apontou.
O cérebro não é simplesmente uma máquina
Segundo Nicolelis, durante mais de 100 anos o ponto de vista da neurociência foi o de mandar uma informação para o cérebro e tentar decodificar o que o cérebro fazia com aquela informação. Ou seja, a idéia era entender o funcionamento do cérebro de fora dele. Mandava-se um sinal (visual ou tático) e tentava-se decodificar o que ocorreu. "Mas esse ponto de vista está incompleto. É preciso entrar na perspectiva do cérebro para entendê-lo."
"Sob essa abordagem, o sinal que eu mandei e que para mim não tem significado, para você tem um significado já adquirido antes mesmo de olhar pra ele. Ou seja, o fato de que você sabe que vai olhar ou tocar alguma coisa, como a sua história pregressa dominou ou influenciou a definição da dinâmica do seu cérebro durante toda a sua vida, faz com que esse evento já tenha um significado para você antes mesmo que ele ocorra", explicou.
Em outras palavras, "o cérebro não é um agente passivo, não é um decodificador de informação, ele é um modelador de realidade".
O cérebro que se liberta do corpo
"O que eu estou tentando fazer na minha pesquisa é mudar o ponto de vista da neurofisiologia para dentro do cérebro e ver o mundo de lá para fora, em vez de fora para dentro. E quando fazemos isso, tudo muda, porque quando racionalizamos o cérebro em casinhas, mostramos nossa maneira cartesiana de ver o mundo. Mas o cérebro não evoluiu sobre esses preceitos, ele não evoluiu sobre a lógica das ciências humanas", disse o neurocientista, que se denomina um "relativista do cérebro".
Seu trabalho atesta a ideia de que o cérebro vai aos poucos se libertando do corpo, ou seja, a ideia segundo a qual o "cérebro define a nossa percepção do que é o corpo que o abriga".
O pesquisador brasileiro exemplifica com estudos feitos em seu laboratório com animais, como a macaca rhesus Aurora, que, posicionada diante de um videogame sem joystick, demonstrou destreza em um jogo mesmo sem usar as mãos, apenas com os impulsos emitidos pelo cérebro que controlaram um braço robótico.
"O cérebro tem o potencial de se libertar do corpo e é capaz de condicionar padrões corticais sem contração muscular. Aurora incorporou o braço robótico como uma parte do corpo, o que leva a crer que o cérebro pode simular o desejo motor em uma dinâmica espaço-temporal", afirmou.
Interface cérebro-máquina
Uma das hipóteses de trabalho considera que as funções do cérebro não são definidas por áreas corticais específicas, mas por interações distribuídas por múltiplas áreas corticais e subcorticais, que definem os comportamentos e as funções.
Nicolelis em seu trabalho de pesquisa pretende, além de explicar comportamentos motores e princípios de funcionamento dos circuitos neurais, que em breve essa interface cérebro-máquina possa ser "a base, o coração de algo chamado neuroprótese cortical que sirva para a restauração das funções motoras que sofreram algum tipo de lesão".
"Essa é uma possibilidade: restaurar um comportamento motor pela leitura da música cerebral", disse o cientista, que atualmente elabora um livro sobre o assunto para o público em geral.
Alex Sander Alcântara - Agência Fapesp
ALTRUÍSMO AUMENTA MASSA CINZENTA DO CÉREBRO
A junção entre os lobos parietal e temporal (amarelo) é fortemente correlacionada com o comportamento altruístico da pessoa.[Imagem: University of Zurich]
Cientistas descobriram que pessoas altruístas apresentam um significativo incremento na massa cinzenta do cérebro.
"Este é o primeiro estudo a relacionar a anatomia do cérebro e a ativação do cérebro humano para o altruísmo," disse Ernst Fehr, da Universidade de Zurique.
"Os resultados sugerem que o desenvolvimento do altruísmo através de um treinamento adequado ou práticas sociais pode ocorrer através de mudanças na estrutura cerebral e das ativações neurais que identificamos em nosso estudo," prevê ele.
Holismo científico
Descobertas recentes das neurociências têm revolucionado o conhecimento que temos do cérebro.
Mas, depois de décadas de determinismo biológico - a crença de que somos o que somos devido unicamente à nossa biologia - a ciência tem timidamente começado a ceder espaço para percepções mais integrais do ser humano.
A descoberta de que o cérebro é altamente adaptável levou a descobertas como a de que as mudanças no cérebro podem ser induzidas voluntariamente, dando sustentação a novas pesquisas na área de psicoterapia e meditação, entre outras, abrindo caminho para terapias não-medicamentosas de alta eficácia.
Cérebro é mais do que uma máquina e se "liberta do corpo", diz cientista.
O presente estudo não se insere diretamente nessa linha, mas lhe dá um forte suporte experimental.
Empatia e altruísmo
Pessoas com elevada empatia e capacidade de compreensão dos outros são mais altruístas.
Por sua vez, a capacidade de compreender as perspectivas dos outros já havia sido previamente associada com a maior atividade em uma região do cérebro conhecida como a junção temporoparietal.
Sentimento da empatia é detectado no cérebro
Com base nestes resultados passados, Fehr e sua equipe levantaram a hipótese de que o tamanho da junção temporoparietal e seus níveis de ativação poderiam dar pistas sobre diferenças individuais quanto ao altruísmo.
A interpretação subjacente é de que o altruísmo é a empatia posta em ação, assim como a caridade é o amor em movimento.
As imagens de tomografia cerebral não deixaram dúvidas: quanto mais difícil é o ato altruístico - o experimento envolvia dar até todo o seu dinheiro para os outros - maior é a ativação da junção temporoparietal, algo não percebido naqueles que simplesmente preferem ficar com seu próprio dinheiro.
Além disso, essa maior ativação é suportada por uma junção temporoparietal fisicamente maior.
Treinando o altruísmo
"Nós elucidamos a relação entre o hardware e o software do comportamento altruístico humano," comemora Yosuke Morishima, coautor do estudo.
"Esses resultados são muito entusiasmantes para nós. Entretanto, ninguém deve ir logo tirando a conclusão de que o comportamento altruístico é determinado apenas pelos fatores biológicos," alerta o Dr. Fehr.
Segundo ele, os resultados levantam a questão fascinante de se é possível promover o desenvolvimento de regiões cerebrais que deem suporte ao comportamento altruístico.
Redação do Diário da Saúde
Cientistas descobriram que pessoas altruístas apresentam um significativo incremento na massa cinzenta do cérebro.
"Este é o primeiro estudo a relacionar a anatomia do cérebro e a ativação do cérebro humano para o altruísmo," disse Ernst Fehr, da Universidade de Zurique.
"Os resultados sugerem que o desenvolvimento do altruísmo através de um treinamento adequado ou práticas sociais pode ocorrer através de mudanças na estrutura cerebral e das ativações neurais que identificamos em nosso estudo," prevê ele.
Holismo científico
Descobertas recentes das neurociências têm revolucionado o conhecimento que temos do cérebro.
Mas, depois de décadas de determinismo biológico - a crença de que somos o que somos devido unicamente à nossa biologia - a ciência tem timidamente começado a ceder espaço para percepções mais integrais do ser humano.
A descoberta de que o cérebro é altamente adaptável levou a descobertas como a de que as mudanças no cérebro podem ser induzidas voluntariamente, dando sustentação a novas pesquisas na área de psicoterapia e meditação, entre outras, abrindo caminho para terapias não-medicamentosas de alta eficácia.
Cérebro é mais do que uma máquina e se "liberta do corpo", diz cientista.
O presente estudo não se insere diretamente nessa linha, mas lhe dá um forte suporte experimental.
Empatia e altruísmo
Pessoas com elevada empatia e capacidade de compreensão dos outros são mais altruístas.
Por sua vez, a capacidade de compreender as perspectivas dos outros já havia sido previamente associada com a maior atividade em uma região do cérebro conhecida como a junção temporoparietal.
Sentimento da empatia é detectado no cérebro
Com base nestes resultados passados, Fehr e sua equipe levantaram a hipótese de que o tamanho da junção temporoparietal e seus níveis de ativação poderiam dar pistas sobre diferenças individuais quanto ao altruísmo.
A interpretação subjacente é de que o altruísmo é a empatia posta em ação, assim como a caridade é o amor em movimento.
As imagens de tomografia cerebral não deixaram dúvidas: quanto mais difícil é o ato altruístico - o experimento envolvia dar até todo o seu dinheiro para os outros - maior é a ativação da junção temporoparietal, algo não percebido naqueles que simplesmente preferem ficar com seu próprio dinheiro.
Além disso, essa maior ativação é suportada por uma junção temporoparietal fisicamente maior.
Treinando o altruísmo
"Nós elucidamos a relação entre o hardware e o software do comportamento altruístico humano," comemora Yosuke Morishima, coautor do estudo.
"Esses resultados são muito entusiasmantes para nós. Entretanto, ninguém deve ir logo tirando a conclusão de que o comportamento altruístico é determinado apenas pelos fatores biológicos," alerta o Dr. Fehr.
Segundo ele, os resultados levantam a questão fascinante de se é possível promover o desenvolvimento de regiões cerebrais que deem suporte ao comportamento altruístico.
Redação do Diário da Saúde
PROPOSITO SAGRADO VOCÊ É UMA CRIAÇÃO DE DEUS
Você é uma criação magnífica e divinamente inspirada de Deus. Você está aqui na Terra durante este tempo tumultuoso na história com um propósito sagrado. Cada alma que está aqui, cada alma que chega agora, participa do significativo processo de transformação que está acontecendo na Terra.
Você está aqui não por acaso, mas por um plano divinal. Você tem algo extraordinário e precioso para distribuir para o mundo e agora é o momento para que seja revelado quem você é e qual é seu propósito sagrado.
Este processo de transformação na Terra é mais do que as mudanças ambientais que são visíveis a olho nu. A Terra é um ser vivo que esperou pacientemente em sua evolução por este momento no tempo, quando os portais espirituais de luz começariam a se abrir, permitindo-lhe expandir e crescer para um novo nível de si mesma.
Esta mudança espiritual tem um profundo significado por toda a vida, e muitos bilhões de almas se reuniram para estarem presentes fisicamente durante este tempo, para experienciarem esta mudança. Para todas as almas e para você em particular que é orientado pelo seu coração a ler esta mensagem, há uma cura em sua vida agora possível, profunda e milagrosa.
Tudo que tem sido um pesado fardo em seu coração, tudo que o limitou e o manteve separado de Deus e do seu verdadeiro eu interior, é agora capaz de ser total e completamente liberado e transformado. Esta é a razão pela qual muitas almas estão aqui agora, para serem transformadas e avançarem para um novo nível de si mesmas.
Neste momento na Terra, você está presenciando um intenso processo de purificação. Tudo o que esteve fora de harmonia e separado da sacralidade e do Amor de Deus, está sendo exposto e visto.
O caminho se encontra nos recessos do seu coração, que conhece a pureza, a inocência e o amor. O caminho é se entregar ao amor de Deus, e abrir mais ainda o seu coração. Ore para amar mais. Ore para ter maior fé e para que uma porta se abra para você.
Quando o seu coração e a sua consciência se tornam alinhadas com o amor de Deus, com a luz e com a verdade, você se torna uma luz para os outros e a sua presença começa a ter um efeito positivo nos outros ao seu redor.
Até a própria Terra se beneficia da sua presença física, pois quando você se alinha com o amor e a luz de Deus, então você se torna um canal divino para que a luz de Deus entre mais completamente na Terra, auxiliando-a em seu próprio processo de transformação.
Você tem diante de si uma magnífica responsabilidade. Cada pensamento que tenha, cada palavra que expresse, cada ação que empregue, tem um impacto na rede maior da vida com a qual está conectado. A sua escolha de manter uma consciência de amor, de paz, de esperança e de fé, faz uma contribuição significativa à rede de luz que está sendo criada na Terra.
A sua consciência, a sua atenção e os seus pensamentos, tudo impacta esta rede de luz. Seu amor fortalece outros, seu amor ajuda a apoiar e a confortar aqueles que estão sofrendo.
Suas preces, pensamentos e ações contribuem para a magnífica rede de luz, elevam e transformam a sua própria consciência para a cura de toda a humanidade, incluindo simples pensamentos que ninguém percebe. Deus percebe!
Lucano enviou esta Mensagem
Você está aqui não por acaso, mas por um plano divinal. Você tem algo extraordinário e precioso para distribuir para o mundo e agora é o momento para que seja revelado quem você é e qual é seu propósito sagrado.
Este processo de transformação na Terra é mais do que as mudanças ambientais que são visíveis a olho nu. A Terra é um ser vivo que esperou pacientemente em sua evolução por este momento no tempo, quando os portais espirituais de luz começariam a se abrir, permitindo-lhe expandir e crescer para um novo nível de si mesma.
Esta mudança espiritual tem um profundo significado por toda a vida, e muitos bilhões de almas se reuniram para estarem presentes fisicamente durante este tempo, para experienciarem esta mudança. Para todas as almas e para você em particular que é orientado pelo seu coração a ler esta mensagem, há uma cura em sua vida agora possível, profunda e milagrosa.
Tudo que tem sido um pesado fardo em seu coração, tudo que o limitou e o manteve separado de Deus e do seu verdadeiro eu interior, é agora capaz de ser total e completamente liberado e transformado. Esta é a razão pela qual muitas almas estão aqui agora, para serem transformadas e avançarem para um novo nível de si mesmas.
Neste momento na Terra, você está presenciando um intenso processo de purificação. Tudo o que esteve fora de harmonia e separado da sacralidade e do Amor de Deus, está sendo exposto e visto.
O caminho se encontra nos recessos do seu coração, que conhece a pureza, a inocência e o amor. O caminho é se entregar ao amor de Deus, e abrir mais ainda o seu coração. Ore para amar mais. Ore para ter maior fé e para que uma porta se abra para você.
Quando o seu coração e a sua consciência se tornam alinhadas com o amor de Deus, com a luz e com a verdade, você se torna uma luz para os outros e a sua presença começa a ter um efeito positivo nos outros ao seu redor.
Até a própria Terra se beneficia da sua presença física, pois quando você se alinha com o amor e a luz de Deus, então você se torna um canal divino para que a luz de Deus entre mais completamente na Terra, auxiliando-a em seu próprio processo de transformação.
Você tem diante de si uma magnífica responsabilidade. Cada pensamento que tenha, cada palavra que expresse, cada ação que empregue, tem um impacto na rede maior da vida com a qual está conectado. A sua escolha de manter uma consciência de amor, de paz, de esperança e de fé, faz uma contribuição significativa à rede de luz que está sendo criada na Terra.
A sua consciência, a sua atenção e os seus pensamentos, tudo impacta esta rede de luz. Seu amor fortalece outros, seu amor ajuda a apoiar e a confortar aqueles que estão sofrendo.
Suas preces, pensamentos e ações contribuem para a magnífica rede de luz, elevam e transformam a sua própria consciência para a cura de toda a humanidade, incluindo simples pensamentos que ninguém percebe. Deus percebe!
Lucano enviou esta Mensagem
OLHO DE HORUS GLANDULA PINEAL TERCEIRO OLHO
"Que o Olho de Horus, o que governa com dois olhos,
possa tomar a frente do deus e brilhar através de sua boca"
Os Textos das Pirâmides
Na mitologia egípcia, Horus era um dos 5 filhos de Ra e Rhea, o par original de deuses egípcios. Seus irmãos eram Osiris, Set, Isis e Neftis. Osiris sucedeu a Ra como rei do Egito e casou-se com Isis, sua irmã.
O Olho Direito de Horus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.
O Olho Esquerdo de Horus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos esotéricos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.
NICHOLAS SCHIEFER CRIA ALGORITMO DE BUSCA MAIS PRECISO QUE O GOOGLE
Nicholas Schiefer, um estudante de 17 anos, foi o vencedor da feira de ciências Intel Foundation Young Scientist, para jovens cientistas. O adolescente ganhou na categoria de ciências da computação após criar um algoritmo de buscas que, no futuro, pode ser mais preciso que o Google ou agregar ao buscador um sistema de pesquisas mais aprimorado.
O jovem, que sempre foi interessado por computadores, explica que seu trabalho foi encontrar estatísticas relacionadas entre os termos pesquisados para então gerar um resultado mais completo, além de seu método simplificar a vida do internauta na hora de buscar por alguma coisa. Nicholas ainda disse que seu próximo passo é continuar trabalhando no projeto para torná-lo mais rápido e prático.
domingo, 19 de agosto de 2012
O CORPO HUMANO É UM TEMPLO.
O cérebro antigo é a base da sobrevivência biológica, o restante é muito plástico e está constantemente fazendo sinapses, ou seja, se modificando, modificando sua estrutura de conformação. Se moldando de acordo com nossas experiências e expectativas.
A base mais geral do ser depende do genoma, não podemos negar nossa herança genética, afinal ela determina muito daquilo que trazemos como potencial, e todo o restante depende da estimulação do ambiente e principalmente das emoções/razões do ser. A memória é fundamentalmente emocional.
O cérebro funciona com sub-sistemas. Cada cérebro é capaz de perceber de forma particular e única. A plasticidade cerebral nos faz instáveis sempre.
A plasticidade cerebral gera economia de espaço, economiza sinapses. Quanto mais se usa o cérebro, mais ele se torna capaz de sinapses.
Não existem áreas específicas para as funções, porque elas estão associadas às emoções, ao histórico pessoal. Cada indivíduo constrói a área de atuação cerebral.
A parte antiga do cérebro tem o registro da espécie e trabalha por conta própria, dirigindo o sistema simpático e o parassimpático. É responsável, por exemplo, por necessidades de luta, de fuga, de persecutoriedade, prontidão e outros, ele põe glicose no organismo para que possamos agir nestes casos e etc.
A parte nova do cérebro depende do ambiente, das estimulações que nós vamos receber e das emoções, porém, tudo passa pelo crivo do cérebro antigo: o que é bom para a minha sobrevivência está liberado, e aí a memória é construída. Quando reconstruímos a memória passamos pelo processo cerebral e aí ela se torna uma realidade, uma experiência própria.
MARCADOR SOMÁTICO – o ponto chave é a amigdala (cerebral), córtex pré-frontal e hipotálamo, que são os responsáveis pelas emoções. A amigdala recebe as aferências e distribui para os outros sistemas. O que decide a distribuição, na verdade, é o significado do que a amigdala recebe, e o significado é dado por uma esfera não fisiológica.
Quando o marcador somático é acionado surge uma percepção de estresse, diminui o nível de anticorpos, e várias sintomatologias podem aparecer, porque ele aciona o cérebro antigo que é alertado para agir em defesa do organismo, e essa prontidão para a luta, para a fuga, etc. acaba adoecendo o indivíduo.
Para mudar o marcador somático é preciso mudar o significado que está impresso nele, ou seja, mudar o cérebro que é plástico e pode mudar toda a atuação.
O marcador somático aciona o organismo para produzir proteínas, essas substâncias são transmitidas às células e aí se instalam as doenças.
O estresse é o grande causador de produção excessiva. E o marcador somático é o grande causador de estresse.
Os mecanismos de memória são os mesmos para o passado e para o futuro, porque o marcador somático interpreta como agora.
O sistema nervoso conversa com o resto do corpo. A cada duas horas mudamos os receptores das células, por isso eles não são passivos aos neurotransmissores . Daí a importância do significado sentimento de fundo, que é aquele em que se fica ordinariamente. Na homeopatia conhecemos como a emoção que desencadeou a tendência mórbida, quando dos casos de desarmonia (ou patologia). O sentimento de fundo é muito mais personalizado do que consta dos livros de neurofisiologia, ele não é neutro.
A terapia pode mudar esse sentimento de fundo, mas nem sempre, a meditação ajuda a atenuar os sintomas, que são os efeitos desse sentimento de fundo, mas só encarando a causa desse sentimento de fundo e mudando seu significado podemos alterá-lo e mudar o genoma das nossas células.
Nosso EU é formado pelo soma que se identifica com o corpo biológico, mais a psique que adiciona o fator psíquico, mais o nôus que vem somar aos 2 anteriores a esfera espiritual, e ainda uma quarta esfera que é o Pneuma que traz a transcendência à nossa existência.
Nossos corpos carregam diversas memórias: genética, emocional, transgeracional, etc, herdamos esse pacote e tendemos a repetir o scripte (principalmente nos casos de abandono e abuso e tb na baixa auto-estima, conforme estudos psicológicos). Por que essa tendência de viver papéis herdados?
Por que valorizamos sempre a doença em nós e não os aspectos saudáveis? A doença é o aviso, o alerta de que algo não está certo em um, ou vários, de nossos corpos, mas o que promove a cura são os aspectos saudáveis em nós, esses é que devem ser realçados na terapia. O foco tem que estar no bom, no belo e no verdadeiro. Essas esferas do ser que promovem a reação da parte doente rumo a cura. É preciso acionar o nosso corpo de luz, o nosso corpo diamantino, o Pneuma, o sagrado em nós.
NOSSO CORPO É TEMPLO.
Dra Ercilia Simone Dalvio Magaldi
Professora do IJEP/FACIS
www.ijep.com.br
A base mais geral do ser depende do genoma, não podemos negar nossa herança genética, afinal ela determina muito daquilo que trazemos como potencial, e todo o restante depende da estimulação do ambiente e principalmente das emoções/razões do ser. A memória é fundamentalmente emocional.
O cérebro funciona com sub-sistemas. Cada cérebro é capaz de perceber de forma particular e única. A plasticidade cerebral nos faz instáveis sempre.
A plasticidade cerebral gera economia de espaço, economiza sinapses. Quanto mais se usa o cérebro, mais ele se torna capaz de sinapses.
Não existem áreas específicas para as funções, porque elas estão associadas às emoções, ao histórico pessoal. Cada indivíduo constrói a área de atuação cerebral.
A parte antiga do cérebro tem o registro da espécie e trabalha por conta própria, dirigindo o sistema simpático e o parassimpático. É responsável, por exemplo, por necessidades de luta, de fuga, de persecutoriedade, prontidão e outros, ele põe glicose no organismo para que possamos agir nestes casos e etc.
A parte nova do cérebro depende do ambiente, das estimulações que nós vamos receber e das emoções, porém, tudo passa pelo crivo do cérebro antigo: o que é bom para a minha sobrevivência está liberado, e aí a memória é construída. Quando reconstruímos a memória passamos pelo processo cerebral e aí ela se torna uma realidade, uma experiência própria.
MARCADOR SOMÁTICO – o ponto chave é a amigdala (cerebral), córtex pré-frontal e hipotálamo, que são os responsáveis pelas emoções. A amigdala recebe as aferências e distribui para os outros sistemas. O que decide a distribuição, na verdade, é o significado do que a amigdala recebe, e o significado é dado por uma esfera não fisiológica.
Quando o marcador somático é acionado surge uma percepção de estresse, diminui o nível de anticorpos, e várias sintomatologias podem aparecer, porque ele aciona o cérebro antigo que é alertado para agir em defesa do organismo, e essa prontidão para a luta, para a fuga, etc. acaba adoecendo o indivíduo.
Para mudar o marcador somático é preciso mudar o significado que está impresso nele, ou seja, mudar o cérebro que é plástico e pode mudar toda a atuação.
O marcador somático aciona o organismo para produzir proteínas, essas substâncias são transmitidas às células e aí se instalam as doenças.
O estresse é o grande causador de produção excessiva. E o marcador somático é o grande causador de estresse.
Os mecanismos de memória são os mesmos para o passado e para o futuro, porque o marcador somático interpreta como agora.
O sistema nervoso conversa com o resto do corpo. A cada duas horas mudamos os receptores das células, por isso eles não são passivos aos neurotransmissores . Daí a importância do significado sentimento de fundo, que é aquele em que se fica ordinariamente. Na homeopatia conhecemos como a emoção que desencadeou a tendência mórbida, quando dos casos de desarmonia (ou patologia). O sentimento de fundo é muito mais personalizado do que consta dos livros de neurofisiologia, ele não é neutro.
A terapia pode mudar esse sentimento de fundo, mas nem sempre, a meditação ajuda a atenuar os sintomas, que são os efeitos desse sentimento de fundo, mas só encarando a causa desse sentimento de fundo e mudando seu significado podemos alterá-lo e mudar o genoma das nossas células.
Nosso EU é formado pelo soma que se identifica com o corpo biológico, mais a psique que adiciona o fator psíquico, mais o nôus que vem somar aos 2 anteriores a esfera espiritual, e ainda uma quarta esfera que é o Pneuma que traz a transcendência à nossa existência.
Nossos corpos carregam diversas memórias: genética, emocional, transgeracional, etc, herdamos esse pacote e tendemos a repetir o scripte (principalmente nos casos de abandono e abuso e tb na baixa auto-estima, conforme estudos psicológicos). Por que essa tendência de viver papéis herdados?
Por que valorizamos sempre a doença em nós e não os aspectos saudáveis? A doença é o aviso, o alerta de que algo não está certo em um, ou vários, de nossos corpos, mas o que promove a cura são os aspectos saudáveis em nós, esses é que devem ser realçados na terapia. O foco tem que estar no bom, no belo e no verdadeiro. Essas esferas do ser que promovem a reação da parte doente rumo a cura. É preciso acionar o nosso corpo de luz, o nosso corpo diamantino, o Pneuma, o sagrado em nós.
NOSSO CORPO É TEMPLO.
Dra Ercilia Simone Dalvio Magaldi
Professora do IJEP/FACIS
www.ijep.com.br
Postado por
Neusa Rocha Teles Terapeuta Holística Ecologista
às
7:37 PM
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CORPO HUMANO É UM TEMPLO
SISTEMA DE LIMPEZA DO CÉREBRO
Neurocientistas do Centro Médico da Universidade de Rochester, nos EUA, descobriram um sistema de drenagem pelo qual o cérebro elimina resíduos.
O estudo foi publicado esta semana na revista “Science Translational Medicine”, e os pesquisadores esperam aplicá-lo em tratamentos de Alzheimer e Parkinson.
O sistema atua como se fossem encanamentos que aproveitam os vasos sanguíneos do cérebro e fazem a “drenagem” da mesma forma que o sistema linfático no restante do corpo. A equipe chamou o novo sistema de “glinfático”, já que está administrado pelas células do cérebro conhecidas como células da glia.
A autora principal do artigo e co-diretora do Centro de Neuromedicina da Universidade de Rochester, Maiken Nedergaar, afirmou que “a limpeza de resíduos é de vital importância para todos os órgãos, e há muito tempo há perguntas sobre como o cérebro se desfaz de seus resíduos”.
“O trabalho demonstra que o cérebro está se limpando de maneira mais organizada e em uma escala muito maior do que se tinha pensado anteriormente”, disse Maiken, que expressou seu desejo de que a descoberta sirva para tratar doenças cerebrais.
“Temos a esperança de que esses resultados tenham implicações para muitas condições que afetam o cérebro, como lesões cerebrais por traumatismo, derrames, mal de Alzheimer e Parkinson”, acrescentou.
Os cientistas observaram que o líquido cefalorraquidiano tem um papel importante na limpeza do tecido cerebral, encarregado de levar os produtos dos resíduos e os nutrientes para o tecido cerebral, por meio de um processo conhecido como difusão.
O sistema recentemente descoberto circula por todos os cantos do cérebro de maneira eficiente, pelo que os cientistas chamam de fluxo global.
“É como se o cérebro tivesse dois coletores de lixo: um lento que já conhecíamos e um rápido que acabamos de conhecer”, disse Maiken.
“Dada a alta taxa de metabolismo no cérebro e sua grande sensibilidade, não é de se estranhar que seus mecanismos para se desfazer dos resíduos sejam mais especializados e amplos do que se pensava”, acrescentou.
O estudo foi publicado esta semana na revista “Science Translational Medicine”, e os pesquisadores esperam aplicá-lo em tratamentos de Alzheimer e Parkinson.
O sistema atua como se fossem encanamentos que aproveitam os vasos sanguíneos do cérebro e fazem a “drenagem” da mesma forma que o sistema linfático no restante do corpo. A equipe chamou o novo sistema de “glinfático”, já que está administrado pelas células do cérebro conhecidas como células da glia.
A autora principal do artigo e co-diretora do Centro de Neuromedicina da Universidade de Rochester, Maiken Nedergaar, afirmou que “a limpeza de resíduos é de vital importância para todos os órgãos, e há muito tempo há perguntas sobre como o cérebro se desfaz de seus resíduos”.
“O trabalho demonstra que o cérebro está se limpando de maneira mais organizada e em uma escala muito maior do que se tinha pensado anteriormente”, disse Maiken, que expressou seu desejo de que a descoberta sirva para tratar doenças cerebrais.
“Temos a esperança de que esses resultados tenham implicações para muitas condições que afetam o cérebro, como lesões cerebrais por traumatismo, derrames, mal de Alzheimer e Parkinson”, acrescentou.
Os cientistas observaram que o líquido cefalorraquidiano tem um papel importante na limpeza do tecido cerebral, encarregado de levar os produtos dos resíduos e os nutrientes para o tecido cerebral, por meio de um processo conhecido como difusão.
O sistema recentemente descoberto circula por todos os cantos do cérebro de maneira eficiente, pelo que os cientistas chamam de fluxo global.
“É como se o cérebro tivesse dois coletores de lixo: um lento que já conhecíamos e um rápido que acabamos de conhecer”, disse Maiken.
“Dada a alta taxa de metabolismo no cérebro e sua grande sensibilidade, não é de se estranhar que seus mecanismos para se desfazer dos resíduos sejam mais especializados e amplos do que se pensava”, acrescentou.
G1 – Ciência e Saúde
sexta-feira, 20 de julho de 2012
ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS
Clarice Lispector "antes de julgar a minha vida ..."
Como criar um filho tirano
Como manter um casamento de 65 anos
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Johann Wolfgang Goethe Reciprocidade
Mude ...
Não matarás ... não ao aborto
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Secretaria Nacional Antidrogas
Todo mundo que é a favor do aborto já nasceu
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Transformar problemas em aprendizado
EMOÇÕES FORTES SINCRONIZAM CÉREBROS ENVOLVIDOS
Acompanhando o ritmo. Experimentar emoções fortes sincroniza a atividade cerebral das pessoas envolvidas.
Basta assistir a uma cena emocionalmente carregada para que seu cérebro bata no mesmo ritmo do cérebro das pessoas envolvidas.
É o que garantem pesquisadores das universidades Aalto e Turku Centre, na Finlândia.
Contágio das emoções. As emoções humanas são altamente contagiosas. Na verdade, não apenas a expressão da felicidade é contagiante, como até mesmo atos de bondade espalham-se pela sociedade de maneira viral.
Apenas ver a expressão emocional dos outros, como um sorriso, muitas vezes desencadeia uma resposta emocional correspondente no observador.
Essa sincronização de estados emocionais entre os indivíduos pode ajudar na interação social.
Quando todos os membros de um grupo compartilham um estado emocional comum, os seus cérebros e corpos "processam" o ambiente de uma forma semelhante.
Sincronia emocional. Os pesquisadores agora descobriram que sentir emoções fortes afeta também o "hardware humano", fazendo com que a atividade do cérebro dos diferentes indivíduos literalmente entre em sincronia.
Os resultados revelaram que as fortes emoções desagradáveis sincronizam as redes cerebrais de processamento das emoções nas regiões frontal e linha média do cérebro.
Por outro lado, eventos positivos altamente excitantes sincronizam a atividade nas redes de apoio à atenção, visão e sentido do tato.
"Compartilhar o estado emocional dos outros dá aos observadores um quadro somatossensorial e neural que facilita a compreensão das intenções e das ações dos outros, e permite 'sintonizar' com eles," dizem os pesquisadores.
"Essa sincronia automática facilita a interação social," afirmou Lauri Nummenmaa, da Universidade Aalto.
Transtornos mentais. Os resultados têm implicações importantes para os atuais modelos neurais das emoções e do comportamento humano em grupo.
Segundo Nummenmaa, eles também aprofundam nossa compreensão dos transtornos mentais que envolvem o tratamento socioemocional anormal.
A atividade cerebral dos participantes foi medida por ressonância magnética funcional enquanto assistiam as cenas emocionalmente carregadas, positiva e negativamente, em uma tela.
Diário da Saúde
Basta assistir a uma cena emocionalmente carregada para que seu cérebro bata no mesmo ritmo do cérebro das pessoas envolvidas.
É o que garantem pesquisadores das universidades Aalto e Turku Centre, na Finlândia.
Contágio das emoções. As emoções humanas são altamente contagiosas. Na verdade, não apenas a expressão da felicidade é contagiante, como até mesmo atos de bondade espalham-se pela sociedade de maneira viral.
Apenas ver a expressão emocional dos outros, como um sorriso, muitas vezes desencadeia uma resposta emocional correspondente no observador.
Essa sincronização de estados emocionais entre os indivíduos pode ajudar na interação social.
Quando todos os membros de um grupo compartilham um estado emocional comum, os seus cérebros e corpos "processam" o ambiente de uma forma semelhante.
Sincronia emocional. Os pesquisadores agora descobriram que sentir emoções fortes afeta também o "hardware humano", fazendo com que a atividade do cérebro dos diferentes indivíduos literalmente entre em sincronia.
Os resultados revelaram que as fortes emoções desagradáveis sincronizam as redes cerebrais de processamento das emoções nas regiões frontal e linha média do cérebro.
Por outro lado, eventos positivos altamente excitantes sincronizam a atividade nas redes de apoio à atenção, visão e sentido do tato.
"Compartilhar o estado emocional dos outros dá aos observadores um quadro somatossensorial e neural que facilita a compreensão das intenções e das ações dos outros, e permite 'sintonizar' com eles," dizem os pesquisadores.
"Essa sincronia automática facilita a interação social," afirmou Lauri Nummenmaa, da Universidade Aalto.
Transtornos mentais. Os resultados têm implicações importantes para os atuais modelos neurais das emoções e do comportamento humano em grupo.
Segundo Nummenmaa, eles também aprofundam nossa compreensão dos transtornos mentais que envolvem o tratamento socioemocional anormal.
A atividade cerebral dos participantes foi medida por ressonância magnética funcional enquanto assistiam as cenas emocionalmente carregadas, positiva e negativamente, em uma tela.
Diário da Saúde
domingo, 15 de julho de 2012
SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS TELEFONE
O atendimento é para dependentes químicos, familiares e educadores.
A equipe é composta de profissionais treinados e, caso solicitados, enviam material para divulgação na comunidade, inclusive cartilhas.
Eles contam com uma lista importante de locais de tratamento em todo o País.
Informam também sobre cursos grátis para interessados em ajudar na luta contra as drogas.
Maria José Resende enviou esta Mensagem
segunda-feira, 9 de julho de 2012
CLARICE LISPECTOR "ANTES DE JULGAR A MINHA VIDA ...
"Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter... calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar. Cada um tem a sua própria história. Não compare a sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida."
"Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade"
domingo, 8 de julho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS
- Abraham Lincoln Perto do meu preço
- Alteridade pode ser trabalhada na empresa
- Aparencia supera reputação na hora de confiar em alguém
- Autoconhecimento
- Autoconhecimento Contratados pelo Q.I., demitidos pelo Q.E.
- Autoconhecimento Gerenciar a Si Mesmo
- Dinheiro é energia
- Dinheiro é energia propulsora
- É realmente ver a aura das pessoas, dizem os cientista
- Estação espacial vai beneficiar idosos
- Geração XY Baby Boomers
- Geração Y Ideologia do Mercado volta-se contra o Mercado
- Janelle Tam descobre composto antienvelhecimento
- Lidar com ansiedade da Geração Y é desafio das empresas
- Minha atividade como Terapeuta Holística
- O desafio de compreender e combater o bullying nas escolas
- Os mais quietos são aqueles que mudam o mundo
ABRAHAM LINCOLN PERTO DO MEU PREÇO
Abraham Lincoln estava em conferência com uma figura importante da política quando chamou seu guarda-costas e disse:
- Retire imediatamente este senhor daqui!
Preocupado, o segurança perguntou ao presidente:
... - Este senhor o está ameaçando, Sr. Presidente?
E Lincoln respondeu:
- Não. Ele está chegando perigosamente perto do meu preço.
Preço é aquilo que a gente paga pra ou fazer acontecer alguma coisa ou impedir alguma coisa de acontecer.
Lincoln achava que, mais importante que acreditarmos que não temos um preço, era saber qual é o nosso e procurar nos manter longe de quem possa conseguir nos fazer pagá-lo.
Ines Cozzo Olivares
está cadastrada em nossa página no Facebook
- Retire imediatamente este senhor daqui!
Preocupado, o segurança perguntou ao presidente:
... - Este senhor o está ameaçando, Sr. Presidente?
E Lincoln respondeu:
- Não. Ele está chegando perigosamente perto do meu preço.
Preço é aquilo que a gente paga pra ou fazer acontecer alguma coisa ou impedir alguma coisa de acontecer.
Lincoln achava que, mais importante que acreditarmos que não temos um preço, era saber qual é o nosso e procurar nos manter longe de quem possa conseguir nos fazer pagá-lo.
Ines Cozzo Olivares
está cadastrada em nossa página no Facebook
quarta-feira, 23 de maio de 2012
GERAÇÃO X Y BABY BOOMERS
Cada geração tem um modo de pensar e um estilo de vida diferente .
Baby Boomers
São pessoas nascidas após 1945, que hoje estão entre os 50 e 70 anos de idade. No Brasil, são os que lutaram contra a ditadura e pela democratização do país. No mundo, são os que lutaram pela liberdade individual e direitos civis. E fizeram, ainda, a Revolução Sexual.De um lado hippies, ou seja, desapegados de tendências de moda, sendo mais naturalistas ou não se importando com vestimentas. Por outro lado, são yuppies, gostam de seguir tendências, mas têm um lado básico forte.
São pessoas contestadoras, mas tolerantes. Ao mesmo tempo, são naturalistas e pacifistas.
O mundo está muito artificial, tecnológico e consumista. Além disso, criticam a competição do capitalismo e as pessoas muito individualistas.
É preciso resgatar as ideologias humanistas e as utopias que pretendiam transformar o mundo e as sociedades de forma mais justa, igualitária e livre. Acreditam também que os jovens carecem de ideologias e estão cada dia mais individualistas e pragmáticos.
Geração X
Os adolescentes dos anos 80. No Brasil, viveram a fim da ditadura. É a geração que brigou pelo Impeachment do presidente Collor. No mundo, acompanharam o fim da Guerra Fria e a derrubada do Muro de Berlim.
Não há um padrão, no jeito de vestir. Tem um estilo de vida mais agressivo do que os Baby Boomers. Também são mais urbanizados. Pensam que está tudo errado. Adotam uma postura crítica em relação aos mais jovens e são saudosistas. Que a luta pela defesa da democracia através de protestos e manifestações fazia a diferença. Acreditam que os jovens devam participar mais da política, além de se informarem mais. Por outro lado, são descrentes em relação à corrupção.
Geração Y
Estão entre os 20 e 30 anos atualmente.
Ao mesmo tempo em que adoram e seguem tendências de moda, procuram se desprender delas, criando um estilo alternativo.Se sentem incompreendidos. Acreditam que têm liberdade de escolha, mas são indecisos e por isso não fazem suas escolhas. Têm espírito empreendedor - preferem fugir de empregos tradicionais.
Almejam o sucesso pessoal, ao mesmo tempo em que demonstram preocupações sociais e ambientais. Além disso, tem apatia política - em termos de participação efetiva - e às tendências de mercado - carreiras acadêmicas e profissões. O apreço pela tecnologia e os hábitos de consumo revelam uma opção pelo individuo em detrimento do coletivo.
Desilusão pelas esferas tradicionais políticas - Estado e partidos. A maioria não sabe mais o que é esquerda ou direita, socialismo e comunismo. Há, porém, uma maior representatividade de interesses e direitos difusos, marcada pelos movimentos sociais organizados.
Sociólogo Mario Miranda Antonio Junior
GERAÇÃO Y IDEOLOGIA DO MERCADO VOLTA-SE CONTRA O MERCADO
Desqualificação pessoal
Em meados da década de 1990, surgiu uma onda no setor da educação profissional que ficou conhecida pelo sintomático nome de "profissionalização".
Nessa ideologia, exacerbadamente individualista, o desemprego passou a ser responsabilidade de cada pessoa em particular, que não haveria conseguido atingir "as exigências do mercado".
Assim, para não ficar de fora do mercado, passou a valer tudo para alcançar os próprios objetivos.
Agora, esse mesmo "mercado" está às voltas com uma geração de profissionais que cresceu acreditando que isto era verdade e que nunca recebeu lições de trabalho em equipe.
O grupo é tão característico que já recebeu até um nome, Geração Y.
"Só eu"
Segundo analistas de recursos humanos, esses jovens que agora estão chegando ao mercado de trabalho são, sem nenhuma surpresa, individualistas, imediatistas e ambiciosos.
Um dos maiores problemas é que, criados pensando somente em si mesmos, é difícil conciliar seu comportamento com o trabalho em equipe das empresas.
Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores.
Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.
André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos e gestores de 12 empresas de vários setores, incluindo multinacionais.
Sua conclusão é que não basta a companhia estar alinhada com os valores da Geração Y. Para lidar bem com os jovens profissionais, o setor de recursos humanos precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos e hierarquias.
Por exemplo, esses jovens individualistas devem aprender a conviver com uma estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências - numa palavra, precisam aprender que uma empresa é uma equipe.
Estratégias como essas podem ajudar a aproveitar pontos positivos da geração, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com metas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões.
Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.
Sem amor à camisa
E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.
"Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades," diz Santos, que fez sua pesquisa em conjunto com a professora Marisa Pereira Eboli.
Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas.
Mas pode reverter-se em arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.
"A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias durante a adolescência e, em alguns casos, também na infância. É diferente das gerações anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico", diz Santos.
Sem compromisso
A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.
Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo.
"Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina", aponta um profissional de RH ouvido pelos pesquisadores.
Agência USP
OS MAIS QUIETOS SÃO AQUELES QUE MUDAM O MUNDO
Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Mas o poder deste grupo para promover mudanças é muito maior do onde se imagina. É o que defende a escritora americana Susan Cain, autora da obra “Quiet: the power of the introverts” (na tradução literal, “Quieto: o poder dos introvertidos”) é um livro onde fala de relações interpessoais. A autora critica algumas convenções sociais básicas, como o trabalho coletivo.
Muitas escolas ou empresas estimulam o conceito de “trabalho em equipe”, objetivando criatividade e a busca por soluções. Isso é um erro, de acordo com Susan, já que a maior parte das grandes realizações humanas foram alcançadas por pessoas que agiram sozinhas.
A escritora explica que uma série de experimentos psicológicos, desde os anos 50, tem comprovado que o trabalho coletivo “mascara” aquilo que cada indivíduo realmente pensa, já que todos se preocupam em ter a opinião aceita pelo grupo. Logo, a criatividade de cada um é atrofiada, e não estimulada. A introversão, segundo ela, é frequentemente confundida com a falta de iniciativa e criatividade, mas isso é um conceito falso.
Susan não defende que os trabalhos em equipe sejam abolidos. É preciso ter em mente, contudo, que nem sempre quem fala mais em grupo deve ser o líder. Pessoas introvertidas podem liderar muito bem em determinadas situações. O cenário onde o introvertido age é determinante para dizer quem ele é.
Susan conta, por exemplo, que uma pessoa introvertida chega até a salivar mais do que um extrovertido ao beber algo que estimule sensações mais fortes, como um suco de limão. E estas reações ao meio externo, segundo a escritora, são a chave para entender os tímidos.
Os lugares onde frequentamos – instituições de ensino, de trabalho e centros religiosos, por exemplo – exaltam aqueles que se destacam, que são mais vistos. Aqueles que gostam de passar mais tempo consigo mesmos tendem a ser relegados a um segundo plano. Segundo a pesquisa da escritora, um terço das pessoas podem ser consideradas introvertidas.
É natural que elas tentem negar essa condição – se forçando, por exemplo, a ir a festas onde não gostariam de estar, por preferir ficar em casa fazendo algo sozinhas - pois foram educadas para agir de forma extrovertida.
O que Susan recomenda é que a sociedade evite valorizar os extrovertidos em todas as situações, pois nem sempre eles são os mais adequados para realizar determinadas tarefas.
É preciso reconhecer qual tipo de contribuição o grupo de introvertido pode dar. O primeiro passo para isso, segundo ela, é se livrar do preconceito contra este tipo de pessoa.
Stephanie Dornelas
Tea Lotus enviou esta Mensagem
Muitas escolas ou empresas estimulam o conceito de “trabalho em equipe”, objetivando criatividade e a busca por soluções. Isso é um erro, de acordo com Susan, já que a maior parte das grandes realizações humanas foram alcançadas por pessoas que agiram sozinhas.
A escritora explica que uma série de experimentos psicológicos, desde os anos 50, tem comprovado que o trabalho coletivo “mascara” aquilo que cada indivíduo realmente pensa, já que todos se preocupam em ter a opinião aceita pelo grupo. Logo, a criatividade de cada um é atrofiada, e não estimulada. A introversão, segundo ela, é frequentemente confundida com a falta de iniciativa e criatividade, mas isso é um conceito falso.
Susan não defende que os trabalhos em equipe sejam abolidos. É preciso ter em mente, contudo, que nem sempre quem fala mais em grupo deve ser o líder. Pessoas introvertidas podem liderar muito bem em determinadas situações. O cenário onde o introvertido age é determinante para dizer quem ele é.
Susan conta, por exemplo, que uma pessoa introvertida chega até a salivar mais do que um extrovertido ao beber algo que estimule sensações mais fortes, como um suco de limão. E estas reações ao meio externo, segundo a escritora, são a chave para entender os tímidos.
Os lugares onde frequentamos – instituições de ensino, de trabalho e centros religiosos, por exemplo – exaltam aqueles que se destacam, que são mais vistos. Aqueles que gostam de passar mais tempo consigo mesmos tendem a ser relegados a um segundo plano. Segundo a pesquisa da escritora, um terço das pessoas podem ser consideradas introvertidas.
É natural que elas tentem negar essa condição – se forçando, por exemplo, a ir a festas onde não gostariam de estar, por preferir ficar em casa fazendo algo sozinhas - pois foram educadas para agir de forma extrovertida.
O que Susan recomenda é que a sociedade evite valorizar os extrovertidos em todas as situações, pois nem sempre eles são os mais adequados para realizar determinadas tarefas.
É preciso reconhecer qual tipo de contribuição o grupo de introvertido pode dar. O primeiro passo para isso, segundo ela, é se livrar do preconceito contra este tipo de pessoa.
Stephanie Dornelas
Tea Lotus enviou esta Mensagem
segunda-feira, 21 de maio de 2012
É POSSÍVEL VER AURA DAS PESSOAS, DIZEM CIENTISTAS
Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.
A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.
Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.
Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.
Aura e efeito placebo
Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como "curandeiros", de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.
Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.
Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um "significativo efeito placebo" nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.
Sinestesia
Nas pessoas sinestetas - que apresentam a sinestesia - as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.
Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas "normais".
"Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas," explica o professor Gómez Milán.
Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.
O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.
Qualidades de um místico curador
Os cientistas espanhóis afirmam que "nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo".
Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como "O homem santo de Baza".
Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas "é, de fato, um caso claro de sinestesia".
Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu "poder de cura".
O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.
O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.
O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.
Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.
Explicações fisiológicas
"Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros]," escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.
À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, "embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia", seus efeitos curadores devem-se unicamente a um "significativo efeito placebo".
Diário da Saúde
DINHEIRO É ENERGIA FLUINDO EM SUA VIDA
Pela mesma regra, o dinheiro é energia, quer seja sob a forma de moedas, notas, cheques, cartões de plástico, transferências electrónicas ou impressões de computador. Contém a mesma energia fundamental que existe em si e em tudo no nosso universo. Todo o nosso mundo é energia, nesta ou naquela forma e isso inclui o dinheiro.
A energia nunca deixa de existir. Desloca-se de um lado para o outro e assume esta ou aquela forma, pelo que tem sempre ao seu dispor uma generosa quantidade de energia. Para trazer dinheiro para a sua vida, é necessário que traga energia para a sua vida. Pode fazê-lo atraindo-a da natureza, comendo bem e cuidando da sua saúde em geral. Pode atraí-la através de uma espiritualidade saudável, vivendo em boa vontade e libertando-se de quaisquer velhas bagagens emocionais obsoletas. Pode atraí-la do seu ambiente, desfazendo-se da confusão e criando um espaço pacífico e despendendo tempo com relaxamento ou meditação. Não viva de ressentimentos ou medos em torno do dinheiro, porque estes bloquearão a energia financeira á sua volta.
Depois de atrair a energia, esta pode ser convertida em dinheiro concentre-se em saber que isto pode e há-de acontecer, em lugar de tentar compreender como ocorre. Confie que é assim que o processo funciona. Confie que existe dinheiro suficiente que chegue até si para aquilo que precisa. Participe na parte do nosso mundo que envolve dinheiro numa forma que resulte para si. É necessário que tenha um envolvimento com o dinheiro, para permitir que a energia que atrai se transforme em dinheiro.
Mantenha-se ativo e permaneça confiante. Quando aproveita a energia e se envolve numa potencial opurtunidade financeira, o dinheiro começará a jorrar. Lembre-se de o deixar fluir na sua vida, e saiba que mais se seguirá.
A Sabedoria do dinheiro
Carolyn Temsi & Caro Handley
DINHEIRO É ENERGIA PROPULSORA
Cada ser humano monta sua estratégia de vida emocional, de ligação com a vida bem como suas relações com o dinheiro na infância, geralmente antes dos 7 anos de idade. Como esta estratégia é inconsciente, ela passa a funcionar como piloto automático na vida de cada um.
O dinheiro não é só racional.
Ele funciona no canal das emoções e das crenças, com registros no nosso sistema neurológico. Então, para atualizar-se frente ao mundo de hoje com o dinheiro eletrônico e virtual, torna-se necessário compreender esta energia propulsora sob todos estes canais.
Tratamos de emoções como energia em movimento.
Ou seja, as emoções nos faz sentir diferentes estados de alegria e tristeza, medo e raiva, vontade e apatia, amor e ódio.
O dinheiro é uma energia que move todos os interesses do planeta. E com as novas tecnologias, desmaterializou-se e se desvinculou do tempo-espaço, estando ao mesmo tempo em todos os lugares e em lugar algum. Multiplica-se e se move na velocidade da luz a partir de decisões como um clic.Vivendo em um mundo de constantes mudanças, interconectado, movido à energia do dinheiro.
http://www.guiarh.com.br/
O dinheiro não é só racional.
Ele funciona no canal das emoções e das crenças, com registros no nosso sistema neurológico. Então, para atualizar-se frente ao mundo de hoje com o dinheiro eletrônico e virtual, torna-se necessário compreender esta energia propulsora sob todos estes canais.
Tratamos de emoções como energia em movimento.
Ou seja, as emoções nos faz sentir diferentes estados de alegria e tristeza, medo e raiva, vontade e apatia, amor e ódio.
O dinheiro é uma energia que move todos os interesses do planeta. E com as novas tecnologias, desmaterializou-se e se desvinculou do tempo-espaço, estando ao mesmo tempo em todos os lugares e em lugar algum. Multiplica-se e se move na velocidade da luz a partir de decisões como um clic.Vivendo em um mundo de constantes mudanças, interconectado, movido à energia do dinheiro.
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Postado por
Neusa Rocha Teles Terapeuta Holística Ecologista
às
2:54 AM
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